{"id":79851,"date":"2021-09-14T23:42:22","date_gmt":"2021-09-15T02:42:22","guid":{"rendered":"http:\/\/pdt-rj.org.br\/?p=79851"},"modified":"2021-09-14T23:43:44","modified_gmt":"2021-09-15T02:43:44","slug":"as-atleticas-e-a-une","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/as-atleticas-e-a-une\/","title":{"rendered":"As atl\u00e9ticas e a UNE"},"content":{"rendered":"<div class=\"msg-body P_wpofO mq_AS\" data-test-id=\"message-view-body-content\">\n<div class=\"jb_0 X_6MGW N_6Fd5\">\n<div id=\"yiv5458424524\">\n<div dir=\"ltr\">\n<p class=\"yiv5458424524MsoNormal\"><em><strong>\u00c0 entidade estudantil urge a tarefa de dialogar com as atl\u00e9ticas e defend\u00ea-las, para impulsionar o seu desenvolvimento<\/strong><\/em><\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Formalmente chamadas de Associa\u00e7\u00f5es Atl\u00e9ticas Acad\u00eamicas (AAAs), as atl\u00e9ticas s\u00e3o entidades administradas exclusivamente pelos estudantes para gerir os times esportivos em seus respectivos cursos e s\u00e3o o motor do desenvolvimento do esporte universit\u00e1rio no Brasil. S\u00e3o elas que organizam os jogos universit\u00e1rios como os Jogos Jur\u00eddicos, as Engenhar\u00edadas, o Intereng, o TUSCA, o InterUNESP, o Intermed, o JUCA, entre outras in\u00fameras competi\u00e7\u00f5es que acontecem ao longo de um determinado feriad\u00e3o, onde os estudantes torcedores competem durante o dia e, durante a noite, curtem as festas que s\u00e3o feitas para custear a pr\u00f3pria competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">As atl\u00e9ticas tamb\u00e9m possuem o diferencial de desenvolver in\u00fameros esportes que s\u00e3o menos valorizados pela sociedade. Muitos estudantes s\u00f3 entram em contato com a pr\u00e1tica de esportes, como o handebol, o atletismo e outros atrav\u00e9s das atl\u00e9ticas. Infelizmente, falta um reconhecimento maior do papel que cumprem, n\u00e3o s\u00f3 no desenvolvimento do esporte no Brasil, mas tamb\u00e9m no projeto pedag\u00f3gico das universidades do nosso pa\u00eds, em todas as suas dimens\u00f5es. \u00c0 Uni\u00e3o Nacional dos Estudantes (UNE) urge a tarefa de dialogar com as atl\u00e9ticas e defend\u00ea-las para impulsionar seu desenvolvimento.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">As primeiras atl\u00e9ticas surgiram ainda no s\u00e9culo XIX, e sua hist\u00f3ria se confunde com a pr\u00f3pria hist\u00f3ria do esporte no Brasil. A primeira partida da primeira competi\u00e7\u00e3o oficial de futebol do Brasil \u2013 o Campeonato Paulista de Futebol \u2013 foi realizada em 1902, entre a Associa\u00e7\u00e3o Atl\u00e9tica Mackeinze College e o Sport Club Germ\u00e2nia &#8211; hoje, Esporte Clube Pinheiros. O basquete, por exemplo, foi introduzido no Brasil atrav\u00e9s da Mackeinze. As primeiras Atl\u00e9ticas do Brasil foram fundadas pelas Faculdades que hoje integram a USP. A da Mackeinze foi extinta no in\u00edcio da d\u00e9cada de 20, mas no lugar dela existem diversas Atl\u00e9ticas nos cursos da universidade.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Foi na era Vargas que o esporte universit\u00e1rio teve seu primeiro grande marco com a realiza\u00e7\u00e3o da I Ol\u00edmpiada Universit\u00e1ria Brasileira em 1935, competi\u00e7\u00e3o embrion\u00e1ria do JUBS, que reuniu acad\u00eamicos de faculdades que hoje s\u00e3o parte de universidades como a USP, UFF, UFRJ, Mackeinze-SP, UFBA e UFMG. O decreto-lei n\u00ba 3617\/1941 institucionalizou a cria\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es Atl\u00e9ticas Acad\u00eamicas na forma que s\u00e3o hoje, organiza\u00e7\u00f5es independentes de estudantes universit\u00e1rios. Tamb\u00e9m estabeleceu que as Universidades investissem na constru\u00e7\u00e3o de pra\u00e7as esportivas, e criou a CBDU.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Originalmente, as AAAs eram obrigatoriamente vinculadas aos Centros Acad\u00eamicos. Hoje, pelo princ\u00edpio constitucional da autonomia desportiva, n\u00e3o existe e nem pode existir regramento jur\u00eddico que determine a forma de organiza\u00e7\u00e3o das associa\u00e7\u00f5es, pois a inger\u00eancia estatal \u00e9 proibida.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">\u00c9 verdade que elas foram impulsionadas durante a ditadura militar para substituir os Diret\u00f3rios Acad\u00eamicos e coibir a organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica dos estudantes, mas, na \u00e9poca, pouqu\u00edssimas atl\u00e9ticas realmente existiam no Brasil. Para se ter no\u00e7\u00e3o, as Atl\u00e9ticas mais antigas do estado do Rio de Janeiro \u2013 A.A.A.R.L. Direito UERJ (1991), Atl\u00e9tica de Direito PUC-RIO (1993), A.A.A.F.N.D. Direito UFRJ (1995) e A.A.A.C.G. Direito UFF (1997) \u2013 foram fundadas apenas ap\u00f3s a redemocratiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Al\u00e9m disso, as Atl\u00e9ticas passaram a se envolver ativamente com a luta contra viol\u00eancias de g\u00eanero, racismo e homofobia, at\u00e9 por press\u00e3o dos pr\u00f3prios estudantes, acompanhando sua mudan\u00e7a de mentalidade. Ainda existe um longo caminho a percorrer nas pr\u00e1ticas gerenciais de muitas Atl\u00e9ticas, que tendem a acompanhar a mentalidade dos estudantes de seus respectivos cursos.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Nesse sentido, \u00e9 importante destacar movimentos como o Jogos sem Machismo e o Jogos sem Racismo, por exemplo, de estudantes que reconhecem a import\u00e2ncia dos Jogos e os frequentam, mas n\u00e3o aceitam pr\u00e1ticas que antes eram tratadas com uma absurda normalidade. \u00c9 interessante destacar tamb\u00e9m a atua\u00e7\u00e3o das Atl\u00e9ticas no epis\u00f3dio da censura das universidades durante as elei\u00e7\u00f5es de 2018: o caso mais emblem\u00e1tico foi o da censura da bandeira Direito UFF Antifascista, criada pela Atl\u00e9tica dessa faculdade, que foi replicada por in\u00fameras Atl\u00e9ticas de norte a sul do pa\u00eds em solidariedade.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">O movimento das Atl\u00e9ticas, como pode ser chamada essa forma de organiza\u00e7\u00e3o do esporte universit\u00e1rio, \u00e9 um fen\u00f4meno intrinsecamente brasileiro, que funciona justamente porque se ad\u00e9qua ao gosto dos estudantes universit\u00e1rios do Brasil. Sua raz\u00e3o de exist\u00eancia, al\u00e9m de difundir o esporte nas universidades, \u00e9 fortalecer o sentimento de pertencimento dos estudantes; dessa forma, elas obrigatoriamente precisam agrad\u00e1-los para funcionar bem, estimulando a linda cultura de torcida brasileira que vem sendo alienada dos grandes est\u00e1dios do Brasil.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Como a grande maioria das Atl\u00e9ticas n\u00e3o recebe nenhum tipo de apoio, formal ou informal, de suas universidades, sejam elas p\u00fablicas ou privadas, os estudantes que dirigem as associa\u00e7\u00f5es recorrem \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de eventos \u2013 como choppadas, cervejadas, calouradas, churrascos e outros modelos culturais de festas universit\u00e1rias brasileiras \u2013 para se manter. Tamb\u00e9m confeccionam produtos como camisas, casacos, bon\u00e9s, e muitos outros, que al\u00e9m de trazer retorno financeiro, ajudam a criar toda uma est\u00e9tica universit\u00e1ria que hoje domina no Brasil.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Al\u00e9m do valor ineg\u00e1vel do desenvolvimento do esporte nas universidades, que ajuda a promover um estilo de vida saud\u00e1vel, a competi\u00e7\u00e3o sadia, a paz entre os povos e o trabalho em equipe, a pr\u00f3pria administra\u00e7\u00e3o das Atl\u00e9ticas d\u00e1 aos estudantes in\u00fameras compet\u00eancias extremamente valiosas na vida profissional. Seus dirigentes-alunos aprendem a administrar as finan\u00e7as da associa\u00e7\u00e3o, a produzir eventos, a fazer o marketing esportivo, a gerir as equipes esportivas, a dialogar com o poder p\u00fablico e firmar neg\u00f3cios com empresas privadas, a desenvolver in\u00fameras compet\u00eancias sociais, de trabalho em equipe e de lideran\u00e7a.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Dessa forma, a pr\u00e1tica esportiva nas Atl\u00e9ticas e a pr\u00f3pria administra\u00e7\u00e3o das Atl\u00e9ticas merecem ser reconhecidas como parte do projeto pedag\u00f3gico das faculdades e universidades do Brasil.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Hoje, no Brasil, os eventos que mais movem os estudantes para a confraterniza\u00e7\u00e3o e o interc\u00e2mbio de viv\u00eancias e aprendizados s\u00e3o os Jogos Universit\u00e1rios organizados pelas Atl\u00e9ticas do Brasil, de forma semelhante como as Olimp\u00edadas s\u00e3o o evento que mais conectam os povos de todo o mundo a cada 4 anos. Esse \u00e9 o potencial do esporte. E o esporte universit\u00e1rio, atrav\u00e9s das Atl\u00e9ticas, merece ser valorizado, pois elas t\u00eam o maior potencial de melhorar a vida dos estudantes universit\u00e1rios, sejam eles atletas ou n\u00e3o. Ainda existe um longo caminho a percorrer.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Sabe-se que o desenvolvimento das Atl\u00e9ticas foi extremamente desigual por todo o pa\u00eds. O ber\u00e7o das Atl\u00e9ticas do Brasil, sem d\u00favida alguma, \u00e9 o estado de S\u00e3o Paulo; isso reflete a maior import\u00e2ncia que as Universidades e os governantes do estado sempre deram pro desenvolvimento do esporte, bem como o elevado n\u00edvel de desenvolvimento econ\u00f4mico em compara\u00e7\u00e3o com as outras unidades federativas do Brasil. Nos outros estados, o apoio dado pelas universidades \u00e9 pr\u00f3ximo de zero, e o cen\u00e1rio est\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil, mesmo com o crescimento exponencial do n\u00famero de atl\u00e9ticas.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Sem d\u00favida alguma, a d\u00e9cada de 2010 foi a d\u00e9cada de maior crescimento do esporte universit\u00e1rio na hist\u00f3ria, quando o n\u00famero de atl\u00e9ticas em todo o Brasil proliferou, muito por conta do interc\u00e2mbio de conhecimento e maior facilidade de organiza\u00e7\u00e3o proveniente do advento das redes sociais.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">O acesso a pr\u00e1tica esportiva se torna elitizado sempre que os estudantes precisam gastar dinheiro para treinar, competir e manter seu equipamento esportivo. Muitas delas conseguem arcar com os custos dos treinos atrav\u00e9s de suas atividades-meio, mas o n\u00famero de atl\u00e9ticas que dependem da contribui\u00e7\u00e3o associativa dos atletas \u00e9 ainda maior.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Em um pa\u00eds onde o acesso \u00e0 universidade p\u00fablica foi felizmente democratizado com a Lei de Cotas, mas tamb\u00e9m onde a economia se deteriora ano a ano, a pr\u00e1tica esportiva se torna uma atividade cada vez mais onerosa ao estudante, sobretudo aos de baixa renda. A pr\u00e1tica esportiva n\u00e3o \u00e9 e nunca poder\u00e1 ser uma atividade restrita a quem tem dinheiro, e as Atl\u00e9ticas fazem o que podem para dirimir esse panorama. Entretanto, falta um apoio s\u00e9rio do Estado para o desenvolvimento do esporte universit\u00e1rio, que deve ser feito conforme a demanda dos estudantes e de suas atl\u00e9ticas.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Elas precisam ser reconhecidas como o motor do desenvolvimento do esporte universit\u00e1rio do Brasil, e o Estado n\u00e3o precisa investir rios de dinheiro para estimular esse crescimento.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">\u00a0A melhor forma de estimular a cria\u00e7\u00e3o \u00e9 garantindo um calend\u00e1rio anual de competi\u00e7\u00f5es universit\u00e1rias de qualidade, pois elas ajudam os pr\u00f3prios estudantes a criar e manter as equipes esportivas. Em torno delas \u00e9 que surgem novas equipes em cursos que n\u00e3o possuem, ainda, essa tradi\u00e7\u00e3o. Em torno delas, a economia \u00e9 estimulada com a contrata\u00e7\u00e3o de equipes de arbitragem, do lado dos organizadores do evento, e de t\u00e9cnicos, por parte das atl\u00e9ticas.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">O modelo dos Jogos Universit\u00e1rios \u2013 competi\u00e7\u00f5es de tiro curto, ao longo de um feriado, que atraem o p\u00fablico universit\u00e1rio com a perspectiva de torcidas lotadas e festas de madrugada \u2013 \u00e9 economicamente sustent\u00e1vel pelo setor privado e n\u00e3o depende da atua\u00e7\u00e3o do setor p\u00fablico.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">\u00c9 claro que o apoio do munic\u00edpio-sede \u00e9 essencial, bem como a constru\u00e7\u00e3o de novos gin\u00e1sios p\u00fablicos de qualidade que comportem a demanda por pra\u00e7as de treino e de competi\u00e7\u00e3o. Entretanto, a consolida\u00e7\u00e3o de competi\u00e7\u00f5es com um calend\u00e1rio robusto, ao longo do ano inteiro, que sejam esportivamente atrativas para os alunos-atletas moveria montanhas na prolifera\u00e7\u00e3o de novas atl\u00e9ticas nos cursos que ainda n\u00e3o as possuem.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">O estado de S\u00e3o Paulo est\u00e1 adiantado nesse desenvolvimento. O estado do Rio de Janeiro, historicamente o segundo mais desenvolvido nesse cen\u00e1rio, n\u00e3o. Iniciativas novas de apoio nesse momento de p\u00f3s-pandemia ser\u00e3o essenciais para a melhor retomada das atl\u00e9ticas universit\u00e1rias por todo o Brasil.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">A UNE tem o dever de ajudar a estreitar o di\u00e1logo entre as Atl\u00e9ticas do Brasil para que sejam inseridas com o destaque que merecem no Plano Nacional de Desportos, nas federa\u00e7\u00f5es esportivas universit\u00e1rias, na CBDU e no pr\u00f3prio Conselho Nacional de Esportes. Ela tamb\u00e9m tem o dever de valorizar as atividades das Atl\u00e9ticas como parte do projeto pedag\u00f3gico do ensino superior no Brasil, e demandar dos governantes o devido apoio ao fomento do esporte universit\u00e1rio na sua forma mais promissora e intrinsecamente brasileira, que \u00e9 atrav\u00e9s das atl\u00e9ticas do Brasil, onde a voz estudantil \u00e9 soberana no desenvolvimento de suas atividades.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\">Para essa tarefa, a UNE, atrav\u00e9s de sua diretoria de Esportes Universit\u00e1rios, est\u00e1 organizando o Censo das Atl\u00e9ticas do Brasil, para mapear e divulgar a pesquisa que ajude \u00e0s pr\u00f3prias atl\u00e9ticas e ao poder p\u00fablico a entender como est\u00e1 o cen\u00e1rio nacional. A partir desse di\u00e1logo, ajudar a consolidar demandas e conhecer casos de sucesso para traz\u00ea-los ao conhecimento de todas as Atl\u00e9ticas do Brasil e ajudar na organiza\u00e7\u00e3o de f\u00f3runs e semin\u00e1rios de di\u00e1logo entre as Atl\u00e9ticas para que discutam ativamente os caminhos dos cen\u00e1rios estaduais e regionais do esporte universit\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"yiv5458424524gmail-Default\"><em><b>*Joao Pedro Boechat, Pamela Cristina e \u00c1lvaro Cam\u00f5es s\u00e3o diretores de Esportes da UNE e militantes da Juventude Socialista (JS)<\/b><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0 entidade estudantil urge a tarefa de dialogar com as atl\u00e9ticas e defend\u00ea-las, para impulsionar o seu desenvolvimento Formalmente chamadas de Associa\u00e7\u00f5es Atl\u00e9ticas Acad\u00eamicas (AAAs), as atl\u00e9ticas s\u00e3o entidades administradas exclusivamente pelos estudantes para gerir os times esportivos em seus respectivos cursos e s\u00e3o o motor do desenvolvimento do esporte universit\u00e1rio no Brasil. 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