{"id":64891,"date":"2019-05-30T15:38:11","date_gmt":"2019-05-30T18:38:11","guid":{"rendered":"http:\/\/pdt-rj.org.br\/?p=64891"},"modified":"2019-05-31T15:39:06","modified_gmt":"2019-05-31T18:39:06","slug":"audiencia-proposta-por-katia-abreu-discute-combate-ao-aumento-da-pobreza-no-campo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/audiencia-proposta-por-katia-abreu-discute-combate-ao-aumento-da-pobreza-no-campo\/","title":{"rendered":"Audi\u00eancia proposta por K\u00e1tia Abreu discute combate ao aumento da pobreza no campo"},"content":{"rendered":"<p>Em audi\u00eancia p\u00fablica requerida pela senadora K\u00e1tia Abreu (PDT-TO), <br \/>realizada nessa quarta-feira (29), na Comiss\u00e3o de Agricultura e Reforma Agr\u00e1ria, debatedores alertaram para o aumento da pobreza no campo no Tocantins e no Brasil. Eles criticaram a falta de dados atualizados para a constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas que possam atenuar o problema. <\/p>\n<p>A pedido dos senadores, a Comiss\u00e3o enviar\u00e1 of\u00edcio ao Instituto Brasileira de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) solicitando os dados detalhados do \u00faltimo censo agropecu\u00e1rio.<\/p>\n<p>K\u00e1tia Abreu, ex-ministra da Agricultura e ex-presidente da CNA, alertou que o combate \u00e0 pobreza no campo n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o apenas de distribui\u00e7\u00e3o de renda. Para a parlamentar, o primeiro passo \u00e9 a regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria.<\/p>\n<p>\u201cA propriedade rural \u00e9, muitas vezes, o \u00fanico bem daquela pessoa. A partir da regulariza\u00e7\u00e3o, ela adquire condi\u00e7\u00f5es de contratar cr\u00e9dito. Nenhum pa\u00eds se desenvolve sem o reconhecimento do direito de propriedade\u201d, disse.<\/p>\n<p>O professor da Universidade Federal do Tocantins, Fernando S\u00e9rgio Toledo de Fonseca, destacou que 54,7 milh\u00f5es de pessoas vivem abaixo da linha de pobreza, equivalente a 25,7% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, segundo o IBGE. As regi\u00f5es Norte e Nordeste t\u00eam 43,1% e 44,8% da popula\u00e7\u00e3o vivendo com menos de R$ 406,00 mensais.<\/p>\n<p>\u201cApenas no Tocantins 32,7% vivem com PIB domiciliar inferior a R$ 400,00. O foco dessas pessoas est\u00e1 na busca de alimentos e dinheiro para sua subsist\u00eancia, deixando em segundo plano educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade preventiva. Isso impacta nas pol\u00edticas p\u00fablicas, porque as fam\u00edlias n\u00e3o conseguem entender qual vai ser o benef\u00edcio a longo prazo\u201d, explicou.<\/p>\n<p>O assistente social Marcelo Garcia argumentou que a desigualdade no Brasil cresce h\u00e1 17 trimestres. Para ele, falta por parte dos governos um olhar para a popula\u00e7\u00e3o de rua e para os assentados nas \u00e1reas rurais, que n\u00e3o recebem assist\u00eancia t\u00e9cnica e \u201csequer t\u00eam semente para plantar\u201d.<\/p>\n<p>&#8220;Havia um consenso equivocado que Bolsa Fam\u00edlia era a resposta \u00e0 pobreza. A aus\u00eancia de renda \u00e9 uma express\u00e3o da pobreza, mas n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica. A gente perdeu muito tempo no Brasil discutindo que transfer\u00eancia de renda resolveria o problema da pobreza. N\u00e3o resolveu&#8221;<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em audi\u00eancia p\u00fablica requerida pela senadora K\u00e1tia Abreu (PDT-TO), realizada nessa quarta-feira (29), na Comiss\u00e3o de Agricultura e Reforma Agr\u00e1ria, debatedores alertaram para o aumento da pobreza no campo no Tocantins e no Brasil. Eles criticaram a falta de dados atualizados para a constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas que possam atenuar o problema. 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