{"id":43295,"date":"2016-06-03T17:10:36","date_gmt":"2016-06-03T20:10:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.malungo2.com.br\/pdt\/desenv\/?p=43295"},"modified":"2016-06-03T17:10:36","modified_gmt":"2016-06-03T20:10:36","slug":"guilherme-estrella-pre-sal-e-grande-oportunidade-nao-uma-ameaca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/guilherme-estrella-pre-sal-e-grande-oportunidade-nao-uma-ameaca\/","title":{"rendered":"Guilherme Estrella: &#8216;Pr\u00e9-sal \u00e9 grande oportunidade, n\u00e3o uma amea\u00e7a&#8217;"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0O jornalista Luis Nassif publicou entrevista do conselheiro do Clube de Engenharia, Guilherme Estrella, ex-diretor de Explora\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o da Petrobras (2003\/2012) reconhecido internacionalmente por chefiar a equipe que descobriu as reservas do Pr\u00e9-Sal. Ao longo da entrevista o ge\u00f3logo Guilherme Estrella destaca a import\u00e2ncia do Pr\u00e9-Sal como ferramenta de desenvolvimento nacional.<\/p>\n<p>Trata ainda de relevantes temas relacionados \u00e0 Petrobras, como inova\u00e7\u00e3o e desenvolvimento tecnol\u00f3gico, corrup\u00e7\u00e3o, conte\u00fado nacional, soberania e as amea\u00e7as \u00e0 empresa neste momento de profunda instabilidade pol\u00edtica. O texto \u00e9 parte do projeto Brasil em Debate, do Sindipetro, publicado originalmente no portal Di\u00e1logo Petroleiro. Leia abaixo a mat\u00e9ria na \u00edntegra:<\/p>\n<p>Diretor de explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o da Petrobras entre 2003 e 2012, per\u00edodo em que foram divulgadas as informa\u00e7\u00f5es sobre as imensas reservas brasileiras de petr\u00f3leo e g\u00e1s nessa camada mais profunda, Guilherme Estrella lembra que, com o pr\u00e9-sal, o pa\u00eds deixa de ser energeticamente dependente para poder se projetar como o \u2018Brasil que queremos\u2019<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado especial do projeto do Brasil Debate <\/strong><\/p>\n<p>\u201cO Brasil tem um potencial enorme para se desenvolver e atender \u00e0s necessidades de seu povo. A Petrobras pode contribuir e muito para isso, mas precisa continuar como uma ferramenta de Estado e de governo, afinal, num pa\u00eds em desenvolvimento \u00e9 o Estado que conduz, com soberania, o desenvolvimento nacional.\u201d Guilherme Estrella<\/p>\n<p>Com mais de 40 anos como funcion\u00e1rio da Petrobras, o ge\u00f3logo Guilherme Estrella \u00e9 um dos diretores que passaram pela empresa que melhor conhece a hist\u00f3ria da companhia, sua capacidade e o papel central que a petrol\u00edfera brasileira no desenvolvimento nacional. De 2003 a 2012, foi diretor de Explora\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o da estatal. Foi neste per\u00edodo que a Petrobras e o governo federal divulgaram as informa\u00e7\u00f5es sobre as imensas reservas brasileiras de petr\u00f3leo e g\u00e1s em \u00e1guas profundas. Em entrevista exclusiva, Est rella destaca o papel da Petrobras para a independ\u00eancia e soberania do Brasil e deixa claro o porqu\u00ea de ser conhecido como \u201cpai do pr\u00e9-sal\u201d. Veja a entrevista abaixo:<\/p>\n<p><strong>A Petrobras como instrumento de desenvolvimento do Brasil\u2026<\/strong><\/p>\n<p>Nesse ano e meio de nova gest\u00e3o o governo tem se mostrado muito ausente, mesmo sendo o acionista majorit\u00e1rio da Petrobras. Isso passa uma imagem de descontrole. A empresa, na sua hist\u00f3ria, sempre refletiu o pensamento, a pol\u00edtica e a ideologia do acionista controlador. E tem que ser assim mesmo. A Petrobras sempre foi uma ferramenta do governo brasileiro, dada a sua import\u00e2ncia social, econ\u00f4mica, pol\u00edtica, tecnol\u00f3gica e cultural para o pa\u00eds. \u00c9 inaceit\u00e1vel a aus\u00eancia de controle do governo, principalmente, porque sugere para o corpo de empregados falta de controle. A Petrobras tem que ser uma empresa de governo com pol\u00edticas de governo.<\/p>\n<p><strong>Um olhar sobre a d\u00edvida da Petrobras\u2026<\/strong><\/p>\n<p>Temos uma d\u00edvida elevada, mas porque tivemos que investir muito nos &amp;uacu te;ltimos 12 anos. O Brasil de 2002 era um pa\u00eds energeticamente dependente. N\u00e3o t\u00ednhamos soberania. Hoje, com a descoberta do pr\u00e9-sal, n\u00f3s temos a possibilidade de projetar o Brasil que queremos. Antes n\u00e3o era poss\u00edvel. Para isso foram necess\u00e1rios grandes investimentos. O pr\u00e9-sal foi descoberto e iniciou-se a opera\u00e7\u00f5es em tempo recorde. O setor petrol\u00edfero internacional fica surpreso quando v\u00ea essa capacidade e compet\u00eancia para explorar em \u00e1guas profundas, com tecnologia nossa. A experi\u00eancia profissional da Petrobras \u00e9 \u00edmpar. Estamos produzindo no pr\u00e9-sal e n\u00e3o tem um acidente. H\u00e1 um ou outro problema, mas grandes acidentes n\u00e3o h\u00e1. Explora\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o nos faz lidar com riscos, imprevisibilidade. Furam-se 10 po\u00e7os para achar um com \u00f3leo. Os banqueiros jamais financiariam isso. Tamb\u00e9m criamos uma infraestrutura de g\u00e1s ligando o sul e sudeste ao nordeste. Ent\u00e3o, o governo tem que retomar a gest\u00e3o da companhia e participar diretamente, como acionista majorit\u00e1rio, da solu\u00e7\u00e3o da d\u00edvida da empresa, afinal o Brasil recebeu de sua companhia de petr\u00f3leo a soberania no s\u00e9culo 21. Somos uma das colunas mestras da economia nacional.<\/p>\n<p><strong>Defender a Petrobras \u00e9 dar oportunidade ao futuro que queremos\u2026<\/strong><\/p>\n<p>A Petrobras tem um poder indutor do desenvolvimento nacional que \u00e9 incr\u00edvel. Por exemplo, o agroneg\u00f3cio brasileiro \u00e9 outra coluna mestra da nossa economia, seja no consumo interno ou para exporta\u00e7\u00e3o. Mas extremamente dependente de fertilizantes importados. O pr\u00e9-sal vem com muito g\u00e1s, n\u00e3o s\u00f3 pra gerar energia el\u00e9trica, energia para ind\u00fastria e consumo dom\u00e9stico, mas vem tamb\u00e9m com uma riqueza de nutrientes nitrogenados que resolve o problema de fertilizantes brasileiros. Mas esse potencial precisa ser aproveitado, para termos independ\u00eancia nesse segmento tamb\u00e9m. Tudo isso foi o governo que fez atrav\u00e9s da Petrobras, uma empresa feita por brasileiros, que descobriu petr\u00f3leo no Brasil, n\u00e3o em lugares distantes como Indon\u00e9sia, Austr\u00e1lia ou no golfo ar\u00e1bico, como acontece com as grandes empresas petrol\u00edferas. O nosso petr\u00f3leo est\u00e1 em Copacabana (Rio de Janeiro), est\u00e1 de frente com S\u00e3o Paulo (Santos). \u00c9 uma d\u00e1diva da natureza, uma riqueza natural estrat\u00e9gica. Isso tudo \u00e9 de um valor inimagin\u00e1vel na gera\u00e7\u00e3o de empregos e no desenvolvimento de tecnologia.<\/p>\n<p><strong>A corrup\u00e7\u00e3o aos olhos do cidad\u00e3o comum\u2026<\/strong><\/p>\n<p>A corrup\u00e7\u00e3o est\u00e1 send o investigada e tratada pela justi\u00e7a. Mas o funcion\u00e1rio da companhia deve sempre se sentir orgulhoso de fazer parte dessa hist\u00f3ria vitoriosa, de uma empresa que, com 63 anos, d\u00e1 ao Brasil a sustenta\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, a seguran\u00e7a alimentar por todo o s\u00e9culo 21. Os Estados Unidos importa hoje cerca de 5 milh\u00f5es de barris por dia. Por isso tem que manter a OTAN, que na pr\u00e1tica serve para garantir o suprimento energ\u00e9tico da Europa e dos EUA. Iraque, L\u00edbia e S\u00edria est\u00e3o a\u00ed para provar isso, ou est\u00e3o destru\u00eddos ou sem governo, inst\u00e1veis, por a\u00e7\u00f5es da OTAN. A equipe t\u00e9cnica da Petrobras \u00e9 de longe a melhor do mundo.<\/p>\n<p><strong>Inova\u00e7\u00e3o e desenvolvimento tecnol\u00f3gico\u2026<\/strong><\/p>\n<p>Para se desenvolver tecnologia e investir em inova\u00e7\u00e3o e preciso um motivo. Ningu\u00e9m faz isso sem objetivo, e tudo por conta do acaso. O motivo \u00e9 a necessidade e quando voc\u00ea supera essa necessidade voc\u00ea transforma isso num processo de causa e efeito extremamente virtuoso. Quando se supera uma etapa j\u00e1 se abre o olhar para novos desafios e isso d\u00e1 uma robustez. A Petrobras hoje desenvolve tecnologia todos os dias nas suas frentes operacionais. Isso j\u00e1 foi incorporado no processo produtivo do sistema. Antigamente n\u00f3s t\u00ednhamos o \u201cdo po\u00e7o ao posto\u201d, depois o \u201cdo po\u00e7o ao poste\u201d e agora estamos no \u201cdo po\u00e7o ao campo\u201d, com os fertilizantes, e depois \u201cdo po\u00e7o ao pl\u00e1stico\u201d, com a petroqu\u00edmica. Todo esse sistema \u00e9 integrado a partir de um importante olhar do que seria uma empresa estrat\u00e9gica e complexa dentro de um pa\u00eds em desenvolvimento. Para tudo isso, a presen\u00e7a do Estado \u00e9 fundamental. Os diferentes elos desse sistema est&amp;atild e;o submetidos a varia\u00e7\u00f5es de mercado diferentes. Por isso, \u00e9 importante manter essa integra\u00e7\u00e3o porque voc\u00ea mantem uma \u201cvacina\u201d antic\u00edclica, que compensa perdas e ganhos. Por exemplo, quando voc\u00ea tem o pre\u00e7o dos combust\u00edveis remunerando bem, \u00e0s vezes o pre\u00e7o de prospec\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 bom. Ent\u00e3o a integra\u00e7\u00e3o \u00e9 condi\u00e7\u00e3o para o equil\u00edbrio e para manter o sistema est\u00e1vel. Quando voc\u00ea fragiliza um dos elos interfere em todos os demais.<\/p>\n<p><strong>A pol\u00edtica de conte\u00fado nacional e um Estado soberano\u2026<\/strong><\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia do conte\u00fado nacional n\u00e3o pode ser ac\u00e9falo. Temos hoje dois modelos de desenvolvimento disputando o Estado brasileiro: um com enfoque na soberania e independ\u00eancia; e um outro extremamente dependente, privatista. A principal di feren\u00e7a entre eles \u00e9 o \u201cc\u00e9rebro\u201d. Falamos aqui da compet\u00eancia tecnol\u00f3gica, de conhecimento, de engenharia. Quando se coloca isso no exterior, mata-se a intelig\u00eancia brasileira. O verdadeiro desenvolvimento de um pa\u00eds acontece quando o pa\u00eds possui instrumentos para resolver seus pr\u00f3prios problemas. Essa \u00e9 a verdadeira soberania. A experi\u00eancia nacional \u00e9 fundamental e a ind\u00fastria petrol\u00edfera tem um espectro de tecnologia e cadeia produtiva extremamente largos. Passa pela inform\u00e1tica, mec\u00e2nica, eletr\u00f4nica. E manter esses sistemas de avan\u00e7os cient\u00edficos e tecnol\u00f3gicos em 20 anos n\u00f3s seremos outro pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>A Petrobras e o golpe\u2026<\/strong><\/p>\n<p>Est\u00e3o querendo transformar o pr\u00e9-sal de uma grande oportunidade em uma grande amea\u00e7a. N\u00e3o \u00e9 querer se isolar do mundo, mas estamos diante de uma perspectiva de desenvolvimento importante para o Brasil, os brasileiros, a engenharia nacional, a ind\u00fastria de defesa, para a ci\u00eancia e tecnologia, agricultura e a economia como um todo. Ter empresas estrangeiras participando da explora\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal \u00e9 uma coisa, mas nos mantermos como controladores \u00fanicos \u00e9 importante. Ter um estrangeiro operador \u00e9 irrevers\u00edvel. \u00c9 uma oportunidade que se deixa passar para o conhecimento e o desenvolvimento nacional. Afinal, essas empresas tem seus centros de pesquisas no exterior.<\/p>\n<p><strong>O plano de demiss\u00f5es apresentado pela gest\u00e3o atual\u2026<\/strong><\/p>\n<p>Voltando ao que falei sobre nosso modelo de sistema integrado, ele depende de um corpo t\u00e9cnico, administrativo e legal em longo prazo. \u00c9 fundamental n\u00e3o apenas para fazer acompanhamento dos avan\u00e7os tecnol\u00f3gico e operacional, mas para ir qualificando profissionais para as novas gera\u00e7\u00f5es. Para isso \u00e9 fundamental um misto de experi\u00eancia e conhecimento que nos d\u00e1 confian\u00e7a para tocar a imprevisibilidade cotidiana nas opera\u00e7\u00f5es de prospec\u00e7\u00e3o, log\u00edstica, refino entre outras da cadeia de petr\u00f3leo. Por isso, dispensar gente experiente, que sabe lidar com as dificuldades de cada dia, \u00e9 um contrassenso. Al\u00e9m disso, fa\u00e7am as contas, n\u00e3o apenas preocupados com enxugar gastos em per\u00edodo de crise. Mas \u00e9 imensamente mais valioso o que est\u00e1 na cabe\u00e7a das pessoas, que adquiriram experi\u00eancia de como funciona o cora\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios. \u00c9 uma riqueza insubstitu\u00edvel. Est\u00e3o liberando o bem mais precioso. Demiss\u00f5es n\u00e3o podem sem uma ferramenta de gest\u00e3o numa empresa petrol\u00edfera como a Petrobras. A empresa de hoje &amp;eacute ; resultado da transmiss\u00e3o entre gera\u00e7\u00f5es de compet\u00eancias, responsabilidades e de compromisso com o Brasil.<\/p>\n<p><strong>Combater a corrup\u00e7\u00e3o sem paralisar a atividade econ\u00f4mica\u2026<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 fundamental aplicar as leis contra os crimes. As empresas precisam ser investigas e penalizadas, mas n\u00e3o podem ser tiradas do grupo de fornecedores de bens e servi\u00e7os da Petrobras. Porque na empresa esta a intelig\u00eancia da engenharia brasileira e voc\u00ea n\u00e3o pode penalizar um corpo de profissionais porque os altos dirigentes foram envolvidos em corrup\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso preservar essas companhias de capital privado nacional. E isso n\u00e3o \u00e9 inven\u00e7\u00e3o nossa. Em 2008, quando dezenas de empresas americanas estavam sendo destru\u00eddas, em diversos setores, o que fez o governo dos EUA? Salvou aquelas empresas. Por qu\u00ea? Elas s\u00e3o estrat&amp;ea cute;gicas para o pa\u00eds. Assim como a Petrobras as empresas de engenharia s\u00e3o estrat\u00e9gicas para o Brasil. Al\u00ed est\u00e1 uma parte importante da intelig\u00eancia nacional e do que diz respeito ao desenvolvimento aut\u00f4nomo e soberano do Brasil.<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0O jornalista Luis Nassif publicou entrevista do conselheiro do Clube de Engenharia, Guilherme Estrella, ex-diretor de Explora\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o da Petrobras (2003\/2012) reconhecido internacionalmente por chefiar a equipe que descobriu as reservas do Pr\u00e9-Sal. Ao longo da entrevista o ge\u00f3logo Guilherme Estrella destaca a import\u00e2ncia do Pr\u00e9-Sal como ferramenta de desenvolvimento nacional. 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