{"id":38364,"date":"2011-01-05T17:30:24","date_gmt":"2011-01-05T17:30:24","guid":{"rendered":"http:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/artigo\/bancos-predadores\/"},"modified":"2017-10-26T09:08:13","modified_gmt":"2017-10-26T11:08:13","slug":"bancos-predadores-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/bancos-predadores-2\/","title":{"rendered":"Bancos predadores"},"content":{"rendered":"<p>A grande m&iacute;dia &eacute; extremamente aberta &agrave;s vers&otilde;es id&iacute;licas e fantasiosas da realidade, veiculadas por gente ligada aos concentradores da finan&ccedil;a, os quais acionam os cord&eacute;is das marionetes aboletadas no Banco Central e demais &oacute;rg&atilde;os com poder sobre a moeda e o cr&eacute;dito. N&atilde;o &eacute; para menos, haja vista, por exemplo, as mat&eacute;rias pagas, com dezenas de p&aacute;ginas inteiras, dos balan&ccedil;os dos grandes bancos, a cada trimestre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2. Exemplificativo da associa&ccedil;&atilde;o entre eles e a grande m&iacute;dia &eacute; a publica&ccedil;&atilde;o mensal, pela Folha SP, de artigos do presidente do not&oacute;rio banco estrangeiro Santander, patrocinador das palestras de FHC. O Santander recebeu deste, em 2000, a doa&ccedil;&atilde;o do BANESPA, o maior banco estadual do mundo, com extensa rede de ag&ecirc;ncias por S&atilde;o Paulo e todo o Brasil. Essa doa&ccedil;&atilde;o fez parte do maior festival do Mundo de benesses escandalosas para o capital estrangeiro, as &ldquo;privatiza&ccedil;&otilde;es&rdquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3.&nbsp; Comparados a essas opera&ccedil;&otilde;es, os casos de corrup&ccedil;&atilde;o a que a m&iacute;dia costuma dar &ecirc;nfase, assemelham-se a meras travessuras de crian&ccedil;as. Nas privatiza&ccedil;&otilde;es, o Estado (Uni&atilde;o, Estados e munic&iacute;pios) alienou patrim&ocirc;nios inestim&aacute;veis e, ainda, gastou, para isso, centenas de bilh&otilde;es de reais em subs&iacute;dios e outras vantagens. Os pre&ccedil;os dos leil&otilde;es da privatiza&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de rid&iacute;culos em rela&ccedil;&atilde;o aos patrim&ocirc;nios alienados, n&atilde;o foram sen&atilde;o uma cortina de fuma&ccedil;a para ocultar a realidade de que os pre&ccedil;os foram negativos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4. Vejamos o que diz o presidente do Santander em artigo na Folha SP, de 05.12.2010, intitulado o &ldquo;O Papel dos Bancos&rdquo;:<\/p>\n<p>&ldquo;De forma simplificada, cabem aos bancos tr&ecirc;s importantes pap&eacute;is na sociedade: 1) proteger e rentabilizar a poupan&ccedil;a dos indiv&iacute;duos e das empresas; 2) financiar o consumo e o investimento; 3) prover servi&ccedil;os de pagamento e de recebimento.&rdquo;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>5. Na realidade, os bancos fazem estas coisas com o dinheiro dos outros: a primeira &eacute; receber dos clientes dep&oacute;sitos &agrave; vista, sobre os quais n&atilde;o pagam juros, e ganhar juros do Banco Central, sobre o percentual dos dep&oacute;sitos recolhidos a essa institui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>6. A segunda &eacute; aplicar em t&iacute;tulos do Tesouro e fazer empr&eacute;stimos a empresas ou a pessoas f&iacute;sicas com a parte dos dep&oacute;sitos n&atilde;o recolhida ao BACEN. Nos empr&eacute;stimos e financiamentos &agrave;s empresas cevam-se com juros a taxas equivalentes, em m&eacute;dia, a pelo menos tr&ecirc;s vezes o valor decorrente da taxa SELIC, de 13% aa., que auferem nos t&iacute;tulos do Tesouro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>7. Essa, cerca de 7% aa., descontada a infla&ccedil;&atilde;o, &eacute; de longe a mais alta praticada em todo o Planeta, sem que haja raz&atilde;o v&aacute;lida alguma que o justifique. Nos empr&eacute;stimos e financiamentos a pessoas f&iacute;sicas as taxas v&atilde;o de quatro a doze vezes os 13 pontos percentuais da SELIC (52% a 156%), e at&eacute; mais que isso nos cart&otilde;es de cr&eacute;dito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>8. As v&iacute;timas com renda regular, como sal&aacute;rios, s&atilde;o saqueadas atrav&eacute;s de taxas de juros n&atilde;o t&atilde;o altas, embora ainda de usura, na modalidade que teve enorme expans&atilde;o nos &uacute;ltimos anos, o cr&eacute;dito consignado, que propicia aos agiotas n&atilde;o ter qualquer risco, recebendo as presta&ccedil;&otilde;es descontadas em folha.&nbsp; Chamam isso de democratiza&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito, um modo de extorquir dinheiro de forma massificada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>9. A terceira atividade destina-se aos clientes de maior renda, a quem s&atilde;o oferecidas aplica&ccedil;&otilde;es em t&iacute;tulos e em fundos de investimentos, que remuneram as poupan&ccedil;as, mas evidentemente proporcionado aos bancos taxas e comiss&otilde;es nada desprez&iacute;veis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>10. Outro papel dos bancos, segundo o presidente do Santander, seria &ldquo;financiar o consumo e o investimento&rdquo;.&nbsp; Nessa &ldquo;tarefa&rdquo; obt&ecirc;m lucros desmedidos, porque, como explicado nos itens anteriores, os bancos &ldquo;trabalham&rdquo; com dinheiro que n&atilde;o lhes pertence, em geral nada pagando para dispor dele, e obt&ecirc;m lucros fabulosos atrav&eacute;s dos juros.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>11. N&atilde;o admira que os lucros dos bancos no Brasil cres&ccedil;am a taxas vertiginosas desde o in&iacute;cio dos oito anos do governo radicalmente entreguista de FHC e, ainda mais, nos oito anos de Lula. Em 2009, os tr&ecirc;s maiores bancos (BB, Ita&uacute; e Bradesco) somaram lucros oficiais de quase R$ 30 bilh&otilde;es, cifra que ser&aacute; superada em 2010.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>12. Com o dinheiro dos depositantes, do qual os bancos podem emprestar e aplicar um m&uacute;ltiplo, os bancos criam moeda e cr&eacute;dito. Que privil&eacute;gio, que concess&atilde;o! Eles t&ecirc;m uma patente que permite fabricar dinheiro, simplesmente lan&ccedil;ando em seus livros (computadores) dep&oacute;sitos nas contas dos mutu&aacute;rios dos empr&eacute;stimos. Esses mutu&aacute;rios, ao contr&aacute;rio, t&ecirc;m que ralar, t&ecirc;m que produzir para pagar ao banco as amortiza&ccedil;&otilde;es e os juros, e esse dinheiro se torna dinheiro do banco.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>13. N&atilde;o bastasse isso, praticam tamb&eacute;m o &ldquo;dollar carry-trade&rdquo;, que consiste em converter em reais os d&oacute;lares captados a juros negativos i.e., a taxas inferiores &agrave; deprecia&ccedil;&atilde;o dessa moeda fajuta, a fim de mamar com as alt&iacute;ssimas taxas de juros praticadas no Brasil. Os d&oacute;lares est&atilde;o sendo emitidos, sem limite algum, aos trilh&otilde;es, pelo FED, para ser dados aos grandes bancos e para adquirir destes os t&iacute;tulos podres (derivativos mal lastreados), salvando-os das consequ&ecirc;ncias de suas jogadas fracassadas.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>14. No caso espec&iacute;fico do Santander, este chegou a remeter a para&iacute;sos fiscais, em 2009, lucros obtidos no Brasil de&nbsp; US$ 2 bilh&otilde;es, para cobrir rombos de opera&ccedil;&otilde;es especulativas em mercados financeiros do exterior. Em 2009, 20% dos lucros mundiais do Santander, de quase 9 bilh&otilde;es de euros, vieram do Brasil, gra&ccedil;as &agrave; privatiza&ccedil;&atilde;o, que lhe faz at&eacute; hoje faturar alto com a rede do BANESPA, herdada mais do que de gra&ccedil;a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>15. Como part&iacute;cipe destacado dos bancos fraudadores que geraram o colapso financeiro mundial, cuja primeira grande crise se deu em 2007\/2008, o Santander &eacute; um dos mais encalacrados, por exemplo, com as bolhas imobili&aacute;rias da Espanha, do Reino Unido e outras. Assim, muitos est&atilde;o rejeitando seus t&iacute;tulos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16. Milhares de clientes do Chile queixam-se de dinheiro sumido em suas contas. Milhares na Espanha sofrem devido a pr&aacute;ticas fraudulentas nas hipotecas. No Brasil, s&atilde;o tamb&eacute;m vultosas as reclama&ccedil;&otilde;es sobre os servi&ccedil;os do Santander, mas a m&iacute;dia o omite. Intencionalmente, o banco sobrecarrega o Judici&aacute;rio, onde as demandas se arrastam por 10 a 20 anos. Enquanto a Justi&ccedil;a brasileira determina 1% a.m.&nbsp; de multa, mais corre&ccedil;&atilde;o, os bancos emprestam a 10% ao m&ecirc;s, no cheque especial, o que teriam de indenizar. No Santander, um dos que abusam dessa pr&aacute;tica, seu sucessor herdar&aacute; montanhas de indeniza&ccedil;&otilde;es a pagar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>17. O presidente desse banco diz que empresta para consumo e investimentos, mas quais s&atilde;o esses investimentos? &#8211; Opera&ccedil;&otilde;es financeiras alavancadas em: derivativos, como credit default swaps (CDS) e mortgage-backed securities (MBS);&nbsp; manipula&ccedil;&otilde;es nos mercados de commodities,&nbsp; op&ccedil;&otilde;es,&nbsp; t&iacute;tulos e a&ccedil;&otilde;es; apostas em &iacute;ndices de juros, taxas de c&acirc;mbio etc.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>18. No Brasil, emprestaram a consumidores, financiaram a aquisi&ccedil;&atilde;o de&nbsp; bens de consumo dur&aacute;vel, criando uma bolha que tende a estourar, porquanto a combina&ccedil;&atilde;o de taxas de juros abusivas e de superexposi&ccedil;&atilde;o (excesso de despesas financiadas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; capacidade de pagamento dos devedores) gerou alt&iacute;ssimos n&iacute;veis de inadimpl&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>19. Com a recess&atilde;o econ&ocirc;mica os tomadores dos empr&eacute;stimos sofrem decr&eacute;scimo de renda ou, no melhor dos casos, n&atilde;o t&ecirc;m crescimento de renda suficiente para fazer face &agrave;s despesas com juros e amortiza&ccedil;&otilde;es. Quando isso ganha vulto, d&aacute;-se o estouro das bolhas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>20. Quanto ao financiamento a atividades produtivas, houve algum, mas foi marginal em rela&ccedil;&atilde;o ao realizado por bancos p&uacute;blicos: BNDES, Caixa Econ&ocirc;mica, Banco do Brasil e Nossa Caixa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>21. Mundialmente, onde est&aacute; a efici&ecirc;ncia dos grandes bancos privados, se n&atilde;o para faturar somas inconceb&iacute;veis em opera&ccedil;&otilde;es especulativas e at&eacute; fraudulentas, que depois geraram rombos imensos?&nbsp; Os rombos levaram os bancos centrais e os governos dos EUA e de pa&iacute;ses europeus e ao Banco Central Europeu, submetidos &agrave;queles bancos, a emitir dezenas de trilh&otilde;es de d&oacute;lares para evitar que eles afundassem com seus ativos podres.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>22. O Santander &eacute; um bra&ccedil;o do grupo brit&acirc;nico Inter-Alpha,&nbsp; cujos ganhos dependem cada vez mais das taxas de juros usur&aacute;rias com que o Banco Central do Brasil favorece os bancos, e a sangria sofrida pelos brasileiros pode atingir dimens&otilde;es ilimitadas, por estar esse&nbsp;&nbsp; banco, al&eacute;m de outros, em v&aacute;rios pa&iacute;ses, com ativos podres em montante muito superior ao&nbsp; seu capital.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>23. Al&eacute;m disso, deve haver um limite para a emiss&atilde;o de trilh&otilde;es de euros, para socorrer bancos nessa situa&ccedil;&atilde;o, criada pela irresponsabilidade, desonestidade e incompet&ecirc;ncia dele, ap&oacute;s terem causado preju&iacute;zos incomensur&aacute;veis &agrave; maioria da popula&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses em que operam, os quais s&oacute; tendem a aumentar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>24. Com efeito, tanto na Europa como nos EUA os or&ccedil;amentos p&uacute;blicos j&aacute; est&atilde;o com d&eacute;ficits de tal monta, e as emiss&otilde;es j&aacute; foram de tal ordem, que os t&iacute;tulos p&uacute;blicos j&aacute; se encontram desacreditados, e n&atilde;o h&aacute; mais como realizar novas opera&ccedil;&otilde;es de socorro (bail-out) em favor dos bancos privados sem causar a desordem e a desestrutura&ccedil;&atilde;o total das economias nacionais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>25. Finalmente, o terceiro dos pap&eacute;is salientados pelo presidente do Santander: prestar servi&ccedil;os aos clientes. Ora, no Brasil, com o benepl&aacute;cito do Banco Central, que trabalha em favor deles e contra a sociedade brasileira, os bancos cobram taxas e tarifas de tal monta por tais &ldquo;servi&ccedil;os&rdquo;, que todas as suas despesas para funcionar s&atilde;o cobertas&nbsp; pela receita dessas taxas e tarifas, e ainda sobra muito dinheiro. Assim,&nbsp; os ganhos monumentais das opera&ccedil;&otilde;es financeiras n&atilde;o sofrem qualquer diminui&ccedil;&atilde;o decorrente do custeio da m&aacute;quina administrativa, mas, ao contr&aacute;rio, s&atilde;o aumentados com a diferen&ccedil;a entre a receita das tarifas e as despesas operacionais.<\/p>\n<p><strong><em>* Adriano Benayon &eacute; Doutor em Economia. Autor de &ldquo;Globaliza&ccedil;&atilde;o versus Desenvolvimento&rdquo;,&nbsp;&nbsp; editora Escrituras. abenayon@brturbo.com.br<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Fonte: &nbsp;A Nova Democracia, n&ordm; 73, janeiro de 2011<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A grande m&iacute;dia &eacute; extremamente aberta &agrave;s vers&otilde;es id&iacute;licas e fantasiosas da realidade, veiculadas por gente ligada aos concentradores da finan&ccedil;a, os quais acionam os cord&eacute;is das marionetes aboletadas no Banco Central e demais &oacute;rg&atilde;os com poder sobre a moeda e o cr&eacute;dito. 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