{"id":29955,"date":"2012-02-27T09:30:21","date_gmt":"2012-02-27T12:30:21","guid":{"rendered":"http:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/precisamos-mostrar-o-que-o-pdt-quer-fazer-diz-flavia-morais\/"},"modified":"2017-10-26T09:08:11","modified_gmt":"2017-10-26T11:08:11","slug":"precisamos-mostrar-o-que-o-pdt-quer-fazer-diz-flavia-morais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/precisamos-mostrar-o-que-o-pdt-quer-fazer-diz-flavia-morais\/","title":{"rendered":"&#8216;Precisamos mostrar o que o PDT quer fazer&#8217;, diz FL\u00e1via Morais"},"content":{"rendered":"<div>Depois ter sido a mais votada para a Assembleia Legislativa em 2006,  com 47 mil votos, e de se eleger deputada federal pelo PDT, em 2010, com  152 mil votos, &nbsp;Fl&aacute;via Morais (PDT) disputar&aacute; este ano a elei&ccedil;&atilde;o para a  prefeitura de Trindade (GO), munic&iacute;pio do qual foi primeira-dama por  dois mandatos.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&ldquo;Precisamos mostrar o que o PDT quer fazer&rdquo;, afirma a deputada, que &eacute;  presidente regional do partido em Goi&aacute;s. Segundo ela, o PDT pretende  eleger 59 prefeitos em outubro. Em entrevista ao jornal <strong>A Reda&ccedil;&atilde;o<\/strong>, Fl&aacute;via comentou o trabalho em  seu primeiro ano como deputada federal e revelou que um dos seus  principais objetivos &eacute; ajudar o governo a terminar a revitaliza&ccedil;&atilde;o da  Rodovia dos Romeiros. Ela destinou recursos de emenda parlamentar para a  obra, que ser&aacute; executada pelo governo do Estado, com recursos federais.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Fl&aacute;via tamb&eacute;m comentou a rela&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica com o governador Marconi  Perillo (PSDB) e negou que tenha feito acordo com o deputado estadual  J&acirc;nio Darrot (PSDB), outro pr&eacute;-candidato em Trindade. &ldquo;Se tivermos apoio  do deputado J&acirc;nio &eacute; muito bom. Mas n&atilde;o temos inten&ccedil;&atilde;o de deixar a  candidatura.&rdquo;<\/div>\n<div> Confira abaixo os principais trechos da entrevista.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>A Reda&ccedil;&atilde;o &#8211; Como foi o trabalho na C&acirc;mara dos Deputados neste primeiro ano, depois de ter sido uma das mais votadas em 2010?<\/strong><\/div>\n<div><strong>Fl&aacute;via Morais<\/strong> &#8211; Foi muito produtivo. Atuei nas  comiss&otilde;es do Trabalho, Seguridade e Fam&iacute;lia e Direitos Humanos e  conseguimos participar efetivamente de v&aacute;rios debates importantes. Tive a  oportunidade de ser eleita pela bancada das mulheres como  procuradora-adjunta. Criei a Frente Parlamentar Mista em Defesa e  Promo&ccedil;&atilde;o dos Direitos da Pessoa Idosa. Abrimos a discuss&atilde;o de temas  importantes como a execu&ccedil;&atilde;o do Estatuto do Idoso. &Eacute; um grande avan&ccedil;o,  mas muitos direitos n&atilde;o s&atilde;o atendidos. Tamb&eacute;m lutamos pelo Passaporte do  Idoso, que criamos em Goi&aacute;s com o passe livre intermunicipal e n&atilde;o  existe em muitos Estados. Tamb&eacute;m criamos o Fundo Estadual do Idoso.  Outro ponto importante foi conseguir, em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica com a  presen&ccedil;a da ministra de Direitos Humanos Maria do Ros&aacute;rio, o julgamento  com prioridade a idosos. Eles precisam ter agilidade e prioridade nos  juizados.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Estamos na expectativa da abertura de uma Comiss&atilde;o Parlamentar de  Inqu&eacute;rito (CPI) para apurar o tr&aacute;fico humano. J&aacute; fui convidada para ser  relatora. Goi&aacute;s &eacute; um dos Estados com maior &iacute;ndice de tr&aacute;fico de pessoas,  principalmente para a prostitui&ccedil;&atilde;o. Com a CPI, vamos ter acesso a dados  mais espec&iacute;ficos sobre o tr&aacute;fico humano. A comiss&atilde;o vai partir de  levantamentos que j&aacute; existem e vamos aprofundar em outras quest&otilde;es. Como  &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o internacional, cada pa&iacute;s tem a sua realidade e motivos  para que isso aconte&ccedil;a. E queremos saber por que Goi&aacute;s. Qual &eacute; a  fragilidade, se &eacute; falta de campanhas, se &eacute; quest&atilde;o de gera&ccedil;&atilde;o de  empregos. O poder p&uacute;blico n&atilde;o pode cercear ningu&eacute;m do direito de ir e  vir. Mas muitas pessoas viajam para fora do pa&iacute;s iludidas, com falsas  promessas e quando chegam l&aacute; e se deparam com uma situa&ccedil;&atilde;o totalmente  diferente, t&ecirc;m o passaporte confiscado, exigem pagamento de diversas  despesas. E a pessoa acaba ficando presa nessa situa&ccedil;&atilde;o. Vamos fazer  levantamento com o Itamaraty e embaixadas dos pa&iacute;ses que t&ecirc;m maior  destino para coibir essa pr&aacute;tica.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Al&eacute;m do trabalho parlamentar, a senhora j&aacute; tem conseguido  articular junto ao governo a libera&ccedil;&atilde;o de emendas para munic&iacute;pios  goianos?<\/strong><\/div>\n<div>Esse ano a presidente Dilma Rousseff (PT), mesmo n&atilde;o tendo direito por  n&atilde;o ter apresentado emendas no or&ccedil;amento, j&aacute; liberou emendas para os  deputados novatos da base. Conseguimos empenhar todas e conseguimos  emplacar, junto &agrave;s emendas da bancada goiana, uma que eu considero ter  amadrinhado, que foi a reestrutura&ccedil;&atilde;o da &nbsp;Rodovia dos Romeiros, o  caminho pelo qual os pedestres fazem entre Trindade e Goi&acirc;nia. O projeto  prev&ecirc; a duplica&ccedil;&atilde;o da via e reestrutura com implementa&ccedil;&atilde;o de banheiros,  estrutura para alimenta&ccedil;&atilde;o e mais seguran&ccedil;a e conforto para as pessoas  que fazem a peregrina&ccedil;&atilde;o todo ano.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>A obra ser&aacute; executada pelo Estado ou munic&iacute;pio?<\/strong><\/div>\n<div>Ser&aacute; executada pelo Estado, pela Goi&aacute;s Turismo. O recurso foi destinado  via Superintend&ecirc;ncia de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco). N&oacute;s  vamos trabalhar para tirar os recursos que devem ser executados pelo  governo do Estado. Mas teve um empenho grande para que pud&eacute;ssemos  priorizar esta obra que &eacute; de grande import&acirc;ncia para o desenvolvimento  econ&ocirc;mico da regi&atilde;o Metropolitana.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>&Eacute; poss&iacute;vel dizer quando os recursos ser&atilde;o liberados para o come&ccedil;o das obras?<\/strong><\/div>\n<div>Mesmo antes da homologa&ccedil;&atilde;o do or&ccedil;amento da Uni&atilde;o j&aacute; estivemos com o  Marcelo Dourado [Diretor-Superintendente da Sudeco] e estamos grudados  nisso. Talvez haja mais corte no governo federal, ent&atilde;o estamos  esperando para ver se haver&aacute; mais contingenciamento. A emenda inicial  era de R$ 100 milh&otilde;es e hoje tem R$ 15 milh&otilde;es para a emenda. E estamos  trabalhando no Gabinete Civil do governo federal para que n&atilde;o haja mais  cortes. E tem todo um trabalho pol&iacute;tico, de apresentar a festa, a  import&acirc;ncia de um evento que j&aacute; se tornou nacional. Historicamente, os  deputados s&atilde;o muito c&eacute;ticos em quest&atilde;o de emenda de bancada. Talvez por  eu ser novata e ter muita vontade, acredito que vamos conseguir liberar.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Por que essa dificuldade em liberar emenda de bancada?<\/strong><\/div>\n<div>Como &eacute; de bancada, ningu&eacute;m corre atr&aacute;s, acha que vai andar sozinha. E eu vou correr atr&aacute;s.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Com essa emenda, de uma forma ou de outra, a sra. estar&aacute;  contribuindo com o Estado. Como est&aacute; a rela&ccedil;&atilde;o com o governo estadual,  j&aacute; que a sra. j&aacute; fez parte do PSDB e hoje est&aacute; em outro partido?<\/strong><\/div>\n<div>Como parlamentar, representante do povo de Goi&aacute;s, temos que respeitar o  governo institucionalmente e apoiar o governo no sentido de trazer  recursos para c&aacute;. N&atilde;o &eacute; hora de ficar com diferen&ccedil;as pol&iacute;ticas. &Eacute; hora  de trabalhar por Goi&aacute;s e pelos goianos. O governador que o povo escolheu  foi esse. &Eacute; com ele que temos que trabalhar. E ao mesmo tempo, a  quest&atilde;o pol&iacute;tica, de apoio pol&iacute;tico, a&iacute; a rela&ccedil;&atilde;o &eacute; de composi&ccedil;&atilde;o. O PDT  tem um deputado da bancada estadual [ Misael Oliveira ] que tem votado  junto com o governo, tem se dito da base do governo. Mas o PDT &eacute;  independente, n&atilde;o tem nenhuma parceria pol&iacute;tica com o atual governo de  Goi&aacute;s.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>O partido dar&aacute; alguma orienta&ccedil;&atilde;o para as elei&ccedil;&otilde;es municipais?<\/strong><\/div>\n<div>Prioritariamente n&oacute;s temos buscado coliga&ccedil;&atilde;o com os partidos da base da  presidenta Dilma Rousseff (PT). E n&oacute;s sabemos que isso n&atilde;o &eacute; 100%.  Alguns peculiaridades locais ser&atilde;o respeitadas, temos que saber que,  al&eacute;m das composi&ccedil;&otilde;es partid&aacute;rias, existem composi&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas de  afinidades, conhecimento e respeito m&uacute;tuo que n&atilde;o podemos atropelar por  diferen&ccedil;as partid&aacute;rias em n&iacute;vel estadual. E a reestrutura&ccedil;&atilde;o do partido &#8211;  estamos em 214 munic&iacute;pios no Estado &#8211; foi feita para ter facilidade de  compor com os partidos da presidenta Dilma.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>O partido j&aacute; tem proje&ccedil;&atilde;o de lan&ccedil;amento de candidaturas?<\/strong><\/div>\n<div>Temos 59 pr&eacute;-candidatos a prefeito. Hoje, temos apenas uma prefeita em  Goi&aacute;s. &Eacute; a prefeita Andr&eacute;ia Lins, de Damian&oacute;polis, no nordeste goiano. E  acredito que o PDT ser&aacute; o partido que mais vai crescer  proporcionalmente. Se fizer 10 prefeitos, crescer&aacute; 1.000%.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Falando em candidatura e o fato de o partido ter apenas uma  prefeita, a sra. j&aacute; lan&ccedil;ou a pr&eacute;-candidatura &agrave; prefeitura de Trindade. E  pela vota&ccedil;&atilde;o expressiva que obteve em 2010, &eacute; tida como uma das  favoritas. E, nos bastidores, h&aacute; informa&ccedil;&atilde;o de um acordo com o deputado  estadual J&acirc;nio Darrot (PSDB), que tamb&eacute;m j&aacute; se coloca como pr&eacute;-candidato  no munic&iacute;pio. Como est&atilde;o essas conversas?<\/strong><\/div>\n<div>Acredito que n&oacute;s vamos ter duas candidaturas em Trindade. N&atilde;o acredito  em composi&ccedil;&atilde;o porque n&oacute;s temos tr&ecirc;s pr&eacute;-candidatos representativos. Se  tivermos apoio do deputado J&acirc;nio &eacute; muito bom. Mas n&atilde;o temos inten&ccedil;&atilde;o de  deixar a candidatura. &Eacute; uma realidade sem volta.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Qual tem sido o trabalho depois de ter decidido pela pr&eacute;-candidatura?<\/strong><\/div>\n<div>Estou conversando com diversos partidos, fazendo visitas, trabalho de  estrutura&ccedil;&atilde;o das propostas. At&eacute; para que possamos oferecer propostas  vi&aacute;veis para alavancar o munic&iacute;pio. Se n&atilde;o tiv&eacute;ssemos tendo a cobran&ccedil;a,  talvez esse n&atilde;o seria o caminho. O povo nos pede <a>. E,  pela experi&ecirc;ncia de ter sido primeira-dama por oito anos e ver de perto  os problemas da cidade, me sinto nas condi&ccedil;&otilde;es de apresentar um grande  projeto. E fazer um mandato grandioso, um grande trabalho.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Das tr&ecirc;s candidaturas, duas seriam dentro da base do governo  federal, j&aacute; que o prefeito Ricardo Fortunato (PMDB) deve disputar a  reelei&ccedil;&atilde;o. Como est&atilde;o as conversas com o PMDB?<\/strong><\/div>\n<div>Est&atilde;o andando, estamos conversando com todos partidos. Temos muitos  amigos na base do governo e na oposi&ccedil;&atilde;o ao governo estadual. Estamos  trabalhando dessa forma. Hoje o momento &eacute; de articula&ccedil;&atilde;o para termos uma  boa composi&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>O PMDB deve acompanhar a candidatura do prefeito. A sra. tende a  buscar apoio do partido, tendo em vista que o PMDB est&aacute; divido e a  gest&atilde;o do prefeito &eacute; tida como ruim?<\/strong><\/div>\n<div>Hoje j&aacute; houve uma divis&atilde;o dentro do PMDB. Aconteceu uma dissid&ecirc;ncia do  PMDB para o PSD. O prefeito acabou ficando com o partido e quem n&atilde;o  estava insatisfeito saiu. Mas n&oacute;s respeitamos todos. Nunca tivemos  conduta de revanchismo e vamos conversar. O tratamento ser&aacute; propositivo e  respeitoso.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>A sra. vai se apresentar como candidata de oposi&ccedil;&atilde;o ao prefeito?<\/strong><\/div>\n<div>Esse n&atilde;o &eacute; o nosso perfil. Na verdade, o povo &eacute; que tem falado. Claro  que somos oposi&ccedil;&atilde;o. Mas o trabalho n&atilde;o &eacute; ficar fazendo denuncismo,  fazendo cr&iacute;ticas. Minha fun&ccedil;&atilde;o como candidata &eacute; apresentar propostas.  Quem trabalha s&oacute; com defeitos &eacute; porque n&atilde;o tem nada para mostrar. E  colocar o que queremos fazer. Temos que ter respeito com o povo de  Trindade. Vamos continuar nivelando a campanha por cima. O povo quer  solu&ccedil;&atilde;o para os problemas.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>O que pesou na pr&eacute;-candidatura? O que foi decisivo para abrir  m&atilde;o de dois mandatos na C&acirc;mara dos Deputados e ser candidata em um  munic&iacute;pio que &eacute; tido como interior?<\/strong><\/div>\n<div>Trindade tem caracter&iacute;sticas de cidade de interior pela quest&atilde;o  religiosa. Mas faz parte da regi&atilde;o Metropolitana de Goi&acirc;nia e &eacute; o sexto  maior col&eacute;gio eleitoral do Estado. Trindade &eacute; uma cidade de grande  import&acirc;ncia para Goi&aacute;s e para a nossa trajet&oacute;ria pol&iacute;tica. E, para tomar  a decis&atilde;o, eu pensei muito tempo, conversei com muitas lideran&ccedil;as. E o  entendimento &eacute; que o PDT ocupe projeto no executivo. At&eacute; ent&atilde;o, n&atilde;o  tivemos uma administra&ccedil;&atilde;o em Goi&aacute;s para mostrar o que o PDT pode fazer.  N&atilde;o podemos ficar s&oacute; em palanque. Precisamos mostrar o que o PDT quer  fazer. E vamos trabalhar em outros munic&iacute;pios para termos bandeiras  priorit&aacute;rias para uma gest&atilde;o do Executivo.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Uma delas &eacute; a escola de tempo integral, uma marca do PDT que nos remete  a Leonel Brizola (ex-governador do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro,  fundador do PDT), que criou v&aacute;rias escolas de tempo integral no Rio de  Janeiro h&aacute; 50 anos. Imagina a vis&atilde;o que esse homem teve, juntamente com  Darcy Ribeiro (antrop&oacute;logo que planejou a implementa&ccedil;&atilde;o das escolas  integrais com Brizola). A fam&iacute;lia moderna de hoje exige respostas do  poder p&uacute;blico como essas. A mulher trabalha fora, o homem tamb&eacute;m. Temos  visto nossa crian&ccedil;a ser totalmente cooptada pelas drogas. Precisamos  apresentar alternativas a escola de tempo integral &eacute; uma delas. O que  vemos hoje na rede p&uacute;blica de ensino s&atilde;o alunos de escolas p&uacute;blicas  passando em universidades particulares e alunos de escolas privadas  passando em universidades p&uacute;blicas. &Eacute; o inverso. Por que o ensino das  escolas p&uacute;blicas n&atilde;o capacita os alunos para passar em um vestibular de  uma universidade federal?<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Qual &eacute; a principal demanda de Trindade hoje?<\/strong><\/div>\n<div>Estamos trabalhando sobre v&aacute;rios temas. E temos a sa&uacute;de, que n&atilde;o &eacute; um  problema s&oacute; de Trindade. Precisamos retomar o que Trindade tinha e  avan&ccedil;ar ainda mais. J&aacute; conseguimos com o governo federal recursos para  uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Estamos tentando transformar um  posto de atendimento 24 horas em maternidade. Precisamos retornar as  especialidades para garantir que o Hospital de Urg&ecirc;ncias funcione, de  fato, como Hospital de Urg&ecirc;ncias. Hoje funciona apenas como  pronto-socorro.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; educa&ccedil;&atilde;o infantil, conseguimos cinco Centros Municipais de  Educa&ccedil;&atilde;o Infantil (Cmeis) com a presidenta Dilma, quatro quadras  cobertas e duas coberturas para quadras. Isso &eacute; uma retaguarda para as  fam&iacute;lias que precisam desse apoio. No turismo, hoje temos ind&uacute;stria em  Trindade. Algo que despertou h&aacute; pouco tempo. Em cinco anos, temos mais  de 120 pousadas.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Isso &eacute; resultado s&oacute; do turismo religioso ou h&aacute; outras op&ccedil;&otilde;es?<\/strong><\/div>\n<div>A&iacute; eu acredito que &eacute; fun&ccedil;&atilde;o do poder p&uacute;blico de fortalecer e aproveitar  todo esse potencial. Estamos garantindo recursos para a realiza&ccedil;&atilde;o de  um centro de conven&ccedil;&otilde;es para a realiza&ccedil;&atilde;o de grandes eventos no  munic&iacute;pio. Tamb&eacute;m queremos construir um parque tem&aacute;tico para fixar o  turista mais dias em Trindade.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Outra demanda da cidade &eacute; a coleta seletiva de lixo. Estamos  conseguindo recursos para resolver isso. E tamb&eacute;m resolver o problema do  aterro sanit&aacute;rio. Ningu&eacute;m lembra que Trindade tem aterro sanit&aacute;rio,  todo mundo fala que &eacute; um lix&atilde;o.<\/div>\n<p>http:\/\/www.aredacao.com.br<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois ter sido a mais votada para a Assembleia Legislativa em 2006, com 47 mil votos, e de se eleger deputada federal pelo PDT, em 2010, com 152 mil votos, &nbsp;Fl&aacute;via Morais (PDT) disputar&aacute; este ano a elei&ccedil;&atilde;o para a prefeitura de Trindade (GO), munic&iacute;pio do qual foi primeira-dama por dois mandatos. &nbsp; &ldquo;Precisamos mostrar&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on wp_trim_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on wp_trim_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":29956,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1459,976],"tags":[],"class_list":["post-29955","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-congresso","category-noticias-em-destaque"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29955","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/17"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29955"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29955\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":56408,"href":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29955\/revisions\/56408"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29956"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29955"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29955"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29955"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}