{"id":19286,"date":"2007-11-06T00:00:00","date_gmt":"2007-11-06T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.malungo2.com.br\/pdt\/index.php\/base-de-calculo-para-imposto-sindical-rural-pode-mudar"},"modified":"2017-10-26T09:09:49","modified_gmt":"2017-10-26T11:09:49","slug":"base-de-calculo-para-imposto-sindical-rural-pode-mudar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/base-de-calculo-para-imposto-sindical-rural-pode-mudar\/","title":{"rendered":"Base de c\u00e1lculo para imposto sindical rural pode mudar"},"content":{"rendered":"<p>O Projeto de Lei 922\/07, do deputado Jo\u00e3o Dado (PDT-SP), muda a base de c\u00e1lculo da contribui\u00e7\u00e3o sindical rural de empregador n\u00e3o organizado como empresa ou n\u00e3o obrigado ao registro do capital social. <BR><BR>A proposta altera o Decreto-Lei 1166\/71, que hoje estabelece como base de c\u00e1lculo o valor adotado para o lan\u00e7amento do Imposto Territorial Rural (ITR). O projeto o substitui pelo valor resultante da aplica\u00e7\u00e3o do percentual de 40% sobre o movimento econ\u00f4mico registrado no exerc\u00edcio imediatamente anterior, como definido pela Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT &#8211; Decreto-Lei 5452\/43). <BR><BR>Inconvenientes <BR>O autor da proposta considera que h\u00e1 v\u00e1rios inconvenientes no crit\u00e9rio adotado pela legisla\u00e7\u00e3o, dentre os quais ele destaca dois. Primeiro, ele observa que a doutrina predominante entende que as contribui\u00e7\u00f5es previstas na Constitui\u00e7\u00e3o Federal possam ter bases de c\u00e1lculo id\u00eanticas \u00e0s de impostos &#8211; apesar de ser proibida a utiliza\u00e7\u00e3o de bases de c\u00e1lculos iguais para impostos e taxas. <BR><BR>Jo\u00e3o Dado considera estranha essa possibilidade, que, no seu entender, \u00e9 dif\u00edcil de ser aceita, chegando a incomodar at\u00e9 mesmo v\u00e1rios especialistas. &#8220;Tanto \u00e9 assim que s\u00e3o numerosas as a\u00e7\u00f5es judiciais a esse respeito, e muitas as decis\u00f5es em que se manifesta esse estranhamento pelos magistrados&#8221;, exemplifica. <BR><BR>Impag\u00e1vel <BR>O segundo inconveniente, acrescenta o parlamentar, \u00e9 que, muitas vezes, a contribui\u00e7\u00e3o cobrada com base no valor do im\u00f3vel explorado &#8220;pode ser in\u00edqua ou mesmo impag\u00e1vel&#8221;, quando o im\u00f3vel n\u00e3o produz rendimentos ou os produza em montantes muito modestos. <BR><BR>Dessa forma, Dado considera &#8220;mais adequado, mais prudente e mais justo&#8221; fazer corresponder o valor da contribui\u00e7\u00e3o a uma propor\u00e7\u00e3o do movimento econ\u00f4mico do contribuinte. &#8220;A ado\u00e7\u00e3o desse crit\u00e9rio resultar\u00e1, por certo, em redu\u00e7\u00e3o da inadimpl\u00eancia e em diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de disputas judiciais desnecess\u00e1rias.&#8221; <BR><BR>Tramita\u00e7\u00e3o <BR>O projeto est\u00e1 apensado ao PL 5249\/01, do deputado Max Rosenmann (PMDB-PR), que trata do mesmo tema. Ambos ser\u00e3o analisados, em car\u00e1ter conclusivo, pelas comiss\u00f5es de Agricultura, Pecu\u00e1ria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finan\u00e7as e Tributa\u00e7\u00e3o; e de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania. <BR><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Projeto de Lei 922\/07, do deputado Jo\u00e3o Dado (PDT-SP), muda a base de c\u00e1lculo da contribui\u00e7\u00e3o sindical rural de empregador n\u00e3o organizado como empresa ou n\u00e3o obrigado ao registro do capital social. 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