{"id":13191,"date":"2012-05-09T21:07:33","date_gmt":"2012-05-09T21:07:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.malungo2.com.br\/pdt\/desenv\/index.php\/stf-reafirma-legalidade-de-cotas-em-universidades"},"modified":"2017-10-25T15:05:27","modified_gmt":"2017-10-25T17:05:27","slug":"stf-reafirma-legalidade-de-cotas-em-universidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pdt-rj.org.br\/index.php\/stf-reafirma-legalidade-de-cotas-em-universidades\/","title":{"rendered":"STF reafirma legalidade de cotas em universidades"},"content":{"rendered":"<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a declarar a legalidade das  cotas em universidades p&uacute;blicas em julgamento esta tarde. Desta vez, os  ministros analisaram recurso de um estudante que n&atilde;o foi aprovado no  vestibular para a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e  que creditou o fato &agrave; exist&ecirc;ncia de cotas raciais na institui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&Eacute; a terceira vez que o STF analisa o assunto nas &uacute;ltimas semanas: os  ministros j&aacute; aprovaram o sistema usado no Programa Universidade para  Todos (ProUni) e na Universidade de Bras&iacute;lia (UnB). No julgamento de  hoje (9), por um placar de 10 votos a 1, os ministros conclu&iacute;ram que as  cotas tamb&eacute;m devem continuar na universidade ga&uacute;cha.<\/p>\n<p>Na a&ccedil;&atilde;o protocolada em 2010, o estudante Giovane Pasqualito Fialho  alegou que, apesar de ter tirado nota superior &agrave; de candidatos  selecionados pelo sistema de cotas, n&atilde;o foi aprovado no vestibular. A  universidade destina 30% das 160 vagas a candidatos egressos de escola  p&uacute;blica e a negros que tamb&eacute;m tenham estudado em escolas p&uacute;blicas (sendo  15% para cada), al&eacute;m de dez vagas para candidatos ind&iacute;genas.<\/p>\n<p>O relator do processo, ministro Ricardo Lewandowski, votou pela  legalidade das cotas lembrando os julgamentos anteriores. Para o  ministro, cada universidade procura &ldquo;atender as metas estabelecidas na  Constitui&ccedil;&atilde;o no que diz respeito ao atingimento de uma sociedade mais  justa, mais fraterna e mais solid&aacute;ria&rdquo;.<\/p>\n<p>O &uacute;nico voto divergente foi do ministro Marco Aur&eacute;lio Mello. &ldquo;Uma  coisa &eacute; a busca do tratamento igualit&aacute;rio levando em conta a ra&ccedil;a e o  g&ecirc;nero. Outra coisa &eacute; fazer uma distin&ccedil;&atilde;o pela escola de origem&rdquo;. Como o  caso foi classificado pelos ministros na categoria de &#8220;repercuss&atilde;o  geral&#8221;, a decis&atilde;o valer&aacute; para todos os processos semelhantes.<\/p>\n<p>Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a declarar a legalidade das cotas em universidades p&uacute;blicas em julgamento esta tarde. 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