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		<title>As atléticas e a UNE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 02:42:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Associações Atléticas Acadêmicas]]></category>
		<category><![CDATA[UNE]]></category>
		<category><![CDATA[União Nacional dos Estudantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="833" height="540" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE.jpg 833w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE-300x194.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE-768x498.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE-139x90.jpg 139w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE-600x389.jpg 600w" sizes="(max-width: 833px) 100vw, 833px" />À entidade estudantil urge a tarefa de dialogar com as atléticas e defendê-las, para impulsionar o seu desenvolvimento Formalmente chamadas de Associações Atléticas Acadêmicas (AAAs), as atléticas são entidades administradas exclusivamente pelos estudantes para gerir os times esportivos em seus respectivos cursos e são o motor do desenvolvimento do esporte universitário no Brasil. São elas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="833" height="540" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE.jpg 833w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE-300x194.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE-768x498.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE-139x90.jpg 139w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/As-atléticas-e-a-UNE-600x389.jpg 600w" sizes="(max-width: 833px) 100vw, 833px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<p class="yiv5458424524MsoNormal"><em><strong>À entidade estudantil urge a tarefa de dialogar com as atléticas e defendê-las, para impulsionar o seu desenvolvimento</strong></em></p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Formalmente chamadas de Associações Atléticas Acadêmicas (AAAs), as atléticas são entidades administradas exclusivamente pelos estudantes para gerir os times esportivos em seus respectivos cursos e são o motor do desenvolvimento do esporte universitário no Brasil. São elas que organizam os jogos universitários como os Jogos Jurídicos, as Engenharíadas, o Intereng, o TUSCA, o InterUNESP, o Intermed, o JUCA, entre outras inúmeras competições que acontecem ao longo de um determinado feriadão, onde os estudantes torcedores competem durante o dia e, durante a noite, curtem as festas que são feitas para custear a própria competição.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">As atléticas também possuem o diferencial de desenvolver inúmeros esportes que são menos valorizados pela sociedade. Muitos estudantes só entram em contato com a prática de esportes, como o handebol, o atletismo e outros através das atléticas. Infelizmente, falta um reconhecimento maior do papel que cumprem, não só no desenvolvimento do esporte no Brasil, mas também no projeto pedagógico das universidades do nosso país, em todas as suas dimensões. À União Nacional dos Estudantes (UNE) urge a tarefa de dialogar com as atléticas e defendê-las para impulsionar seu desenvolvimento.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">As primeiras atléticas surgiram ainda no século XIX, e sua história se confunde com a própria história do esporte no Brasil. A primeira partida da primeira competição oficial de futebol do Brasil – o Campeonato Paulista de Futebol – foi realizada em 1902, entre a Associação Atlética Mackeinze College e o Sport Club Germânia &#8211; hoje, Esporte Clube Pinheiros. O basquete, por exemplo, foi introduzido no Brasil através da Mackeinze. As primeiras Atléticas do Brasil foram fundadas pelas Faculdades que hoje integram a USP. A da Mackeinze foi extinta no início da década de 20, mas no lugar dela existem diversas Atléticas nos cursos da universidade.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Foi na era Vargas que o esporte universitário teve seu primeiro grande marco com a realização da I Olímpiada Universitária Brasileira em 1935, competição embrionária do JUBS, que reuniu acadêmicos de faculdades que hoje são parte de universidades como a USP, UFF, UFRJ, Mackeinze-SP, UFBA e UFMG. O decreto-lei nº 3617/1941 institucionalizou a criação das Associações Atléticas Acadêmicas na forma que são hoje, organizações independentes de estudantes universitários. Também estabeleceu que as Universidades investissem na construção de praças esportivas, e criou a CBDU.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Originalmente, as AAAs eram obrigatoriamente vinculadas aos Centros Acadêmicos. Hoje, pelo princípio constitucional da autonomia desportiva, não existe e nem pode existir regramento jurídico que determine a forma de organização das associações, pois a ingerência estatal é proibida.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">É verdade que elas foram impulsionadas durante a ditadura militar para substituir os Diretórios Acadêmicos e coibir a organização política dos estudantes, mas, na época, pouquíssimas atléticas realmente existiam no Brasil. Para se ter noção, as Atléticas mais antigas do estado do Rio de Janeiro – A.A.A.R.L. Direito UERJ (1991), Atlética de Direito PUC-RIO (1993), A.A.A.F.N.D. Direito UFRJ (1995) e A.A.A.C.G. Direito UFF (1997) – foram fundadas apenas após a redemocratização.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Além disso, as Atléticas passaram a se envolver ativamente com a luta contra violências de gênero, racismo e homofobia, até por pressão dos próprios estudantes, acompanhando sua mudança de mentalidade. Ainda existe um longo caminho a percorrer nas práticas gerenciais de muitas Atléticas, que tendem a acompanhar a mentalidade dos estudantes de seus respectivos cursos.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Nesse sentido, é importante destacar movimentos como o Jogos sem Machismo e o Jogos sem Racismo, por exemplo, de estudantes que reconhecem a importância dos Jogos e os frequentam, mas não aceitam práticas que antes eram tratadas com uma absurda normalidade. É interessante destacar também a atuação das Atléticas no episódio da censura das universidades durante as eleições de 2018: o caso mais emblemático foi o da censura da bandeira Direito UFF Antifascista, criada pela Atlética dessa faculdade, que foi replicada por inúmeras Atléticas de norte a sul do país em solidariedade.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">O movimento das Atléticas, como pode ser chamada essa forma de organização do esporte universitário, é um fenômeno intrinsecamente brasileiro, que funciona justamente porque se adéqua ao gosto dos estudantes universitários do Brasil. Sua razão de existência, além de difundir o esporte nas universidades, é fortalecer o sentimento de pertencimento dos estudantes; dessa forma, elas obrigatoriamente precisam agradá-los para funcionar bem, estimulando a linda cultura de torcida brasileira que vem sendo alienada dos grandes estádios do Brasil.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Como a grande maioria das Atléticas não recebe nenhum tipo de apoio, formal ou informal, de suas universidades, sejam elas públicas ou privadas, os estudantes que dirigem as associações recorrem à produção de eventos – como choppadas, cervejadas, calouradas, churrascos e outros modelos culturais de festas universitárias brasileiras – para se manter. Também confeccionam produtos como camisas, casacos, bonés, e muitos outros, que além de trazer retorno financeiro, ajudam a criar toda uma estética universitária que hoje domina no Brasil.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Além do valor inegável do desenvolvimento do esporte nas universidades, que ajuda a promover um estilo de vida saudável, a competição sadia, a paz entre os povos e o trabalho em equipe, a própria administração das Atléticas dá aos estudantes inúmeras competências extremamente valiosas na vida profissional. Seus dirigentes-alunos aprendem a administrar as finanças da associação, a produzir eventos, a fazer o marketing esportivo, a gerir as equipes esportivas, a dialogar com o poder público e firmar negócios com empresas privadas, a desenvolver inúmeras competências sociais, de trabalho em equipe e de liderança.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Dessa forma, a prática esportiva nas Atléticas e a própria administração das Atléticas merecem ser reconhecidas como parte do projeto pedagógico das faculdades e universidades do Brasil.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Hoje, no Brasil, os eventos que mais movem os estudantes para a confraternização e o intercâmbio de vivências e aprendizados são os Jogos Universitários organizados pelas Atléticas do Brasil, de forma semelhante como as Olimpíadas são o evento que mais conectam os povos de todo o mundo a cada 4 anos. Esse é o potencial do esporte. E o esporte universitário, através das Atléticas, merece ser valorizado, pois elas têm o maior potencial de melhorar a vida dos estudantes universitários, sejam eles atletas ou não. Ainda existe um longo caminho a percorrer.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Sabe-se que o desenvolvimento das Atléticas foi extremamente desigual por todo o país. O berço das Atléticas do Brasil, sem dúvida alguma, é o estado de São Paulo; isso reflete a maior importância que as Universidades e os governantes do estado sempre deram pro desenvolvimento do esporte, bem como o elevado nível de desenvolvimento econômico em comparação com as outras unidades federativas do Brasil. Nos outros estados, o apoio dado pelas universidades é próximo de zero, e o cenário está cada vez mais difícil, mesmo com o crescimento exponencial do número de atléticas.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Sem dúvida alguma, a década de 2010 foi a década de maior crescimento do esporte universitário na história, quando o número de atléticas em todo o Brasil proliferou, muito por conta do intercâmbio de conhecimento e maior facilidade de organização proveniente do advento das redes sociais.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">O acesso a prática esportiva se torna elitizado sempre que os estudantes precisam gastar dinheiro para treinar, competir e manter seu equipamento esportivo. Muitas delas conseguem arcar com os custos dos treinos através de suas atividades-meio, mas o número de atléticas que dependem da contribuição associativa dos atletas é ainda maior.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Em um país onde o acesso à universidade pública foi felizmente democratizado com a Lei de Cotas, mas também onde a economia se deteriora ano a ano, a prática esportiva se torna uma atividade cada vez mais onerosa ao estudante, sobretudo aos de baixa renda. A prática esportiva não é e nunca poderá ser uma atividade restrita a quem tem dinheiro, e as Atléticas fazem o que podem para dirimir esse panorama. Entretanto, falta um apoio sério do Estado para o desenvolvimento do esporte universitário, que deve ser feito conforme a demanda dos estudantes e de suas atléticas.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Elas precisam ser reconhecidas como o motor do desenvolvimento do esporte universitário do Brasil, e o Estado não precisa investir rios de dinheiro para estimular esse crescimento.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default"> A melhor forma de estimular a criação é garantindo um calendário anual de competições universitárias de qualidade, pois elas ajudam os próprios estudantes a criar e manter as equipes esportivas. Em torno delas é que surgem novas equipes em cursos que não possuem, ainda, essa tradição. Em torno delas, a economia é estimulada com a contratação de equipes de arbitragem, do lado dos organizadores do evento, e de técnicos, por parte das atléticas.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">O modelo dos Jogos Universitários – competições de tiro curto, ao longo de um feriado, que atraem o público universitário com a perspectiva de torcidas lotadas e festas de madrugada – é economicamente sustentável pelo setor privado e não depende da atuação do setor público.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">É claro que o apoio do município-sede é essencial, bem como a construção de novos ginásios públicos de qualidade que comportem a demanda por praças de treino e de competição. Entretanto, a consolidação de competições com um calendário robusto, ao longo do ano inteiro, que sejam esportivamente atrativas para os alunos-atletas moveria montanhas na proliferação de novas atléticas nos cursos que ainda não as possuem.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">O estado de São Paulo está adiantado nesse desenvolvimento. O estado do Rio de Janeiro, historicamente o segundo mais desenvolvido nesse cenário, não. Iniciativas novas de apoio nesse momento de pós-pandemia serão essenciais para a melhor retomada das atléticas universitárias por todo o Brasil.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">A UNE tem o dever de ajudar a estreitar o diálogo entre as Atléticas do Brasil para que sejam inseridas com o destaque que merecem no Plano Nacional de Desportos, nas federações esportivas universitárias, na CBDU e no próprio Conselho Nacional de Esportes. Ela também tem o dever de valorizar as atividades das Atléticas como parte do projeto pedagógico do ensino superior no Brasil, e demandar dos governantes o devido apoio ao fomento do esporte universitário na sua forma mais promissora e intrinsecamente brasileira, que é através das atléticas do Brasil, onde a voz estudantil é soberana no desenvolvimento de suas atividades.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default">Para essa tarefa, a UNE, através de sua diretoria de Esportes Universitários, está organizando o Censo das Atléticas do Brasil, para mapear e divulgar a pesquisa que ajude às próprias atléticas e ao poder público a entender como está o cenário nacional. A partir desse diálogo, ajudar a consolidar demandas e conhecer casos de sucesso para trazê-los ao conhecimento de todas as Atléticas do Brasil e ajudar na organização de fóruns e seminários de diálogo entre as Atléticas para que discutam ativamente os caminhos dos cenários estaduais e regionais do esporte universitário.</p>
<p class="yiv5458424524gmail-Default"><em><b>*Joao Pedro Boechat, Pamela Cristina e Álvaro Camões são diretores de Esportes da UNE e militantes da Juventude Socialista (JS)</b></em></p>
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		<title>“Bancado pelas milícias”, critica Lupi ao cobrar prisão de Jair Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 15:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[UNE]]></category>
		<category><![CDATA[União Nacional dos Estudantes]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/“Bancado-pelas-milícias”-critica-Lupi-ao-cobrar-prisão-de-Jair-Bolsonaro.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/“Bancado-pelas-milícias”-critica-Lupi-ao-cobrar-prisão-de-Jair-Bolsonaro.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/“Bancado-pelas-milícias”-critica-Lupi-ao-cobrar-prisão-de-Jair-Bolsonaro-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/“Bancado-pelas-milícias”-critica-Lupi-ao-cobrar-prisão-de-Jair-Bolsonaro-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/“Bancado-pelas-milícias”-critica-Lupi-ao-cobrar-prisão-de-Jair-Bolsonaro-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/“Bancado-pelas-milícias”-critica-Lupi-ao-cobrar-prisão-de-Jair-Bolsonaro-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/“Bancado-pelas-milícias”-critica-Lupi-ao-cobrar-prisão-de-Jair-Bolsonaro-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p class="yiv9552304326MsoNormal"><em><b>No debate da 12ª Bienal da UNE, presidente do PDT relatou práticas “genocidas” do governo federal</b></em></p>
<p class="yiv9552304326MsoNormal">O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, criticou, nesta quinta-feira (13), no debate virtual da 12ª Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE), a relação do presidente da República, Jair Bolsonaro, com as milícias e cobrou punições pelas ações “genocidas” praticadas na pandemia.</p>
<p class="yiv9552304326MsoNormal">“Genocida chamado Bolsonaro, que eu conheço há 40 anos no Rio de Janeiro. Sempre foi o candidato bancado pelas milícias”, afirmou, ao defender a prisão após as denúncias, do partido, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Corte de Haia: “Assassino, sim! O chefe do Estado, do executivo, não pode fazer o que esse assassino está fazendo. Eu não descansarei enquanto não o ver na cadeia. Lugar de assassino é na cadeia”.</p>
<p class="yiv9552304326MsoNormal">Ao propor a mobilização do campo progressista, o pedetista menciona a priorização da educação como alternativa para resgatar o Brasil do atraso acumulado nos últimos anos.</p>
<p class="yiv9552304326MsoNormal">“Nenhum instrumento, nessa hora, mais forte para libertar da escravidão do que a educação. Educar o nosso povo, informá-lo e conscientizá-lo. Trabalhar para que eles entendam o seu papel. Vamos nos unir para desconstruir e derrotar esse genocida”, disse, ao citar lideranças marcantes da sigla, no dia da abolição da escravatura e da luta negra, incluindo o ex-senador Abdias Nascimento e a ex-secretária estadual de Promoção Social do Rio de Janeiro, Edialeda Nascimento.</p>
<p class="yiv9552304326MsoNormal">O painel sobre “Auxílio emergencial já! Combate à desigualdade social e solidariedade” também contou com as intervenções do deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), da coordenadora da Sempreviva Organização Feminista (SOF), Nalu Farias e do presidente do Unidade Popular (UP), Leonardo Péricles. Na mediação, a diretora de Políticas Educacionais da UNE, Júlia Aguiar.</p>
<p class="yiv9552304326MsoNormal"><strong>Vidas perdidas</strong></p>
<p class="yiv9552304326MsoNormal">Ao mencionar o impacto da crise sanitária do coronavírus no país, que já acumula mais de 400 mil mortos, Lupi relata que o cidadão não pode ser obrigado a optar “entre morrer de fome ou de doença” por descaso do governo Bolsonaro, que é vinculado ao modelo neoliberal.</p>
<p class="yiv9552304326MsoNormal">“O Brasil e o mundo vivem uma nova fórmula de escravidão. Essa crise, a pandemia, está provando à humanidade que está falido esse sistema capitalista voraz, sem limites, do ganho fácil, da exploração do homem pelo homem”, garantiu.</p>
<p class="yiv9552304326MsoNormal">&#8220;Não se pode discutir, dentro do governo, no que vai investir enquanto a sua população está morrendo. [&#8230;] Imagina como seria o Brasil, hoje, sem a presença do Estado, sem o SUS, o Butantan, a Fiocruz”, acrescentou, com menção à falta de vacinas e aos gastos de Bolsonaro com “picanha de R$ 1.300”, se comparado aos valores do plano emergencial.</p>
<p class="yiv9552304326MsoNormal">O pedetista indica, portanto, que a vida precisa ser valorizada, em contraponto às práticas de extermínio, como a realizada na última semana na comunidade do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio de Janeiro.</p>
<p class="yiv9552304326MsoNormal">“28 mortos. É genocídio também. E com o governador e o presidente da República defendendo. Que humanidade é essa? Que sociedade é essa? Não há respeito pela vida”, criticou.</p>
<p>Confirma a íntegra da live:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Auxílio emergencial já! Combate a desigualdade social | CICLO DE DEBATES 12º Bienal da UNE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/fSbkA4wuZ6c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Protagonismo e rebeldia marcam os 40 anos da Juventude Socialista </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 04:16:54 +0000</pubDate>
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<div dir="ltr">
<p>Exaltar o passado, fortalecer o presente e construir o futuro. Com dirigentes, parlamentares, lideranças e militantes do PDT, a Juventude Socialista (JS) celebrou virtualmente, nesta segunda-feira (15), seus 40 anos no Festival Maragate-se. Como inspiração, o fundador do partido, Leonel Brizola, e seu simbólico lenço vermelho.</p>
<p>O evento foi liderado pelo presidente nacional da organização pedetista, William Rodrigues, e abrilhantado por participações de várias lideranças do PDT, dentre elas Carlos Lupi, Ciro Gomes e Manoel Dias,  respectivamente, presidente e vice-presidente nacional da legenda e secretário-geral nacional do partido. O Festival homenageou o legado brizolista e as personalidades que contribuíram para a trajetória de sucesso propagada por milhares de jovens trabalhistas em todo o Brasil.</p>
<p>Na abertura, Lupi destacou que foi um dos primeiros a participar do movimento juvenil, a então ‘Juventude Trabalhista’, organização de cooperação pedetista que precedeu a JS. Para ele, a coragem e a ousadia marcam o caminho e permitem que a luta democrática siga vigorosa e ininterrupta.</p>
<p>“Vocês são o nosso caminho. Nós acreditamos muito na militância, coerência, ideologia e força de vontade, de fé e de esperança que vocês dão a todo povo brasileiro. Nós, jovens há mais tempo, continuamos corajosos, vigorosos e lutadores, mas precisamos de vocês para ajudar a construir o Brasil do amanhã”, declarou.</p>
<p>“Sejam protagonistas da própria história pelas bandeiras do Trabalhismo, como a prioridade absoluta pela educação de tempo integral, a questão do trabalhador, as leis trabalhistas, e pelo projeto de nação desenvolvimentista, que o nosso querido Ciro Gomes, futuro presidente da República, tem defendido pelo Brasil todo”, pontuou o ex-ministro do Trabalho e Emprego.</p>
<p>Ao elogiar a integração e apoio do PDT, bem como relembrar momentos marcantes de diversas gerações, William Rodrigues afirmou que o movimento sempre esteve na vanguarda e apresenta um perfil diferenciado, onde a coerência ideológica sobressai.</p>
<p>“É uma característica marcante da Juventude a rebeldia. Colocar o nome ‘Maragate-se’ é um convite à militância e para que todos tomem partido. É essencial que as pessoas, em especial os jovens, superem a falácia da criminalização da política e venham conosco construir, de fato, um Brasil soberano, justo e igualitário. O país dos nossos sonhos”, disse, diante de manifestações de ex-presidentes do movimento, como Anacleto Julião, e demais quadros nacionais que antecederam as apresentações culturais.</p>
<p><strong>Reconhecimento</strong></p>
<p>Ciro Gomes fez questão de reconhecer a qualidade e engajamento da JS e indicar que toda a dedicação fará a diferença no processo de construção de caminhos progressistas para a retomada do Brasil. “Vocês são a linha de frente. A minha turma”, disse.</p>
<p>“Tem que se espelhar na energia, carisma e talento da militância exemplar que vocês fazem por nós, pelo Trabalhismo e por mim, especialmente, todo dia em todas as redes, sociais, nas praças e nas ruas”, acrescentou.</p>
<p>Com críticas ao governo Bolsonaro, Manoel Dias, que também é presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), relembrou marcantes manifestações populares nos últimos 60 anos, como em defesa das reformas de base de João Goulart e da  proteção da Petrobras e Eletrobras, que tiveram contribuições da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES).</p>
<p>Em um consequente paralelo com a realidade atual, Dias convoca os jovens para se organizarem e ocuparem não só as ruas, mas também a internet, e, assim, estarem sempre próximos das camadas que “mais precisam”.</p>
<p>“Tem que se rebelar, não pode aceitar. Muitos dos que ascenderam e alcançaram a universidade não podem se esquecer daqueles 50 milhões de brasileiros que não estão dentro do processo de crescimento. Não tem escola, emprego, saúde, saneamento ou comida. A Juventude tem que reagir a isso”, conclama, incitando o enfrentamento do discurso negacionista propagado pelo grupo que ocupa o Palácio do Planalto.</p>
<p>Já a deputada estadual pelo Rio Grande do Sul, Juliana Brizola, falou da ligação do movimento com sua família e de toda a base para construção do seu mandato parlamentar.</p>
<p>“A Juventude Socialista sempre foi a menina dos olhos do meu avô, Leonel Brizola. Ele dizia que era a consciência crítica do nosso partido, o voto rebelde e tudo isso é verdade. Tive a honra de militar e começar a minha trajetória dentro da JS. Meu mandato é inspirado, inclusive, em todas as lutas da nossa Juventude”, concluiu.</p>
<p>Assista ao evento, na íntegra:</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/jsnacional/videos/758707365024120/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">https://www.facebook.com/jsnacional/videos/758707365024120/</a></p>
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		<title>O PDT é de todas as cores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 18:48:27 +0000</pubDate>
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<p>Tentativas isoladas se fizeram para a maior participação da Diversidade no PDT, seja com a presença isolada de parlamentares trabalhistas LGBT’s nos diversos rincões do país ou tentativas de propostas de inclusão social dos LGBT’s com propostas no X Congresso (2001) e no XIII Congresso Nacional da JS (2007) ou a criação de organizações como o Núcleo Cazuza no RJ, o Movimento de Diversidade e Cidadania (MDC) em MG ou o Núcleo Flor do Cerrado no DF.</p>
<p>Entretanto o PDT precisava de uma organização que pudesse tocar com exclusividade as pautas da Diversidade, encampando os temas relacionados aos Direitos Humanos para os LGBT’s como Política de Partido. As tentativas mais efetivas neste sentido estiveram nas proposições aprovadas no V Congresso Nacional do PDT em 24 de agosto de 2013, quando foi indicada a diretriz na formação de um movimento de cooperação partidária que abordasse o tema da Diversidade e que congregasse LGBT’s trabalhistas e defensores da agenda dos Direitos Humanos a este segmento, estimada em 10% da população brasileira.</p>
<p>A partir da dedicação integral da Amanda Anderson e de Cássio Rugero na descoberta e na aglutinação dos quadros trabalhistas LGBT’s espalhados pelo país, das articulações internas de Wendel Pinheiro nas reuniões do PDT e da experiência política de Ramon Calixto Teixeira na formação desta organização, o PDT Diversidade foi aprovado oficialmente na reunião da Executiva Nacional do PDT em 14 de julho de 2015 como, naquele momento, o mais novo movimento de cooperação partidária.</p>
<p>Com todas as dificuldades, o PDT Diversidade seria fundado no Rio de Janeiro em 22 de agosto de 2015, no acanhado espaço do 6º andar da Rua 7 de setembro de 141. Todos os que estiveram ali estavam empenhados na construção de um movimento que, de imediato, se opôs a formação de um colegiado e, com a estatura de um movimento, criou a sua primeira Executiva Nacional provisória.</p>
<p>O PDT Diversidade teria a Amanda Anderson como a primeira presidente transexual de um movimento de cooperação partidária não apenas do Brasil, como também dos próprios partidos que compõem a Internacional Socialista (IS), além dela ser, na História do Brasil, a primeira transexual a ocupar a direção da União Nacional dos Estudantes (UNE).</p>
<p>O PDT Diversidade participaria de eventos e atividades de interesse LGBT em esfera nacional defendendo a ideia de que um país, para defender os Direitos Humanos da população LGBT, deve ter isto de forma clara em políticas públicas que não apenas atendam os meros direitos civis e individuais, mas principalmente os Direitos Sociais e Políticos e discutam temas de relevância como a defesa dos Direitos Trabalhistas para a população LGBT em tempos de perdas de direitos como a terceirização e a Reforma Trabalhista. Ou temas como a Reforma Política e a Reforma Universitária, na defesa da inclusão plena da Diversidade em temas centrais de cidadania plena.</p>
<p>A participação das atividades políticas do PDT Diversidade, fazendo valer as posições ideológicas e políticas do trabalhismo nos fóruns de atuação política, já é um avanço expressivo, além do apoio institucional do PDT através da criação do <a href="http://pdt-rj.org.br/index.php/weverton-rocha-e-pdt-diversidade-criam-lei-contra-crime-de-preconceito-de-orientacao-sexual/" data-wpel-link="internal">PL Dandara</a>, no combate sistemático à transfobia, da autoria do PDT Diversidade e do Deputado Federal Weverton Rocha (PDT-MA).</p>
<p>Muitos são os desafios para que as políticas no campo da Diversidade estejam presentes. A necessidade de representantes LGBT’s no legislativo e em espaços de maior protagonismo e inserção partidária se faz necessário para que as pautas da Diversidade estejam à altura do legado trabalhista e nacionalista que o PDT sempre teve!</p>
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