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		<title>Cid Gomes vota a favor de projeto que proíbe aumento no preço de medicamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 15:21:54 +0000</pubDate>
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<p>Cid ressaltou que não se trata de o estado querer interferir no mercado ou regrar a economia, mas lembrou que o setor de medicamentos é essencial e já é regulado constitucionalmente pelo estado.</p>
<p>“Trata-se de um setor essencial, que é a saúde, e estamos em um período excepcional, tenho certeza de que todos compreenderão que durante o período de vigência dessa emergência sanitária devemos deixar a população livre de ter ainda mais acrescido ao seu sofrimento o aumento dos remédios”, defendeu o senador.</p>
<p>O projeto determina não só que os preços dos remédios não poderão ser reajustados enquanto durar a pandemia, assim como susta qualquer reajuste que tenha sido efetivado em 2021. Apesar disso, a proposta não prevê ressarcimento aos consumidores que compraram com valores eventualmente reajustados.</p>
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		<title>Café com Lupi ilustra luta cotidiana pedetista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Mar 2021 20:58:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[José Bonifácio]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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		<category><![CDATA[Senado Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Weverton Rocha]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="522" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cafecomlupi060321.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cafecomlupi060321.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cafecomlupi060321-100x51.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cafecomlupi060321-300x153.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cafecomlupi060321-768x391.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cafecomlupi060321-177x90.jpg 177w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/cafecomlupi060321-600x306.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><h3><em>Weverton Rocha e José Bonifácio contam suas experiências de mandato alinhadas à política do partido</em></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Café com Lupi deste sábado apresentou um quadro do que é e pelo que luta o PDT. A tintura vem da experiência dos convidados, o prefeito de Cabo Frio, José Bonifácio, e o senador Weverton Rocha, do Maranhão, além do presidente nacional do partido e ex-ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Desafios de gestão e mandato foram permeados pela própria construção partidária e pelo emprego das bandeiras pedetistas nas políticas públicas.</p>
<p>A gestão de José Bonifácio diz muito sobre o propósito do PDT à frente do Executivo. Para começar, o prefeito de Cabo Frio garantiu ampla representatividade nos espaços de poder durante o seu mandato. “Nós formamos uma equipe aqui de primeiro escalão, são 20 secretários municipais, metade é de mulheres e 30% de negros”, afirmou.</p>
<p>A fim de garantir um ensino público de qualidade, José Bonifácio vai municipalizar o Centro Integrado de Ensino Público (Cieps), hoje subutilizado no município – das mil vagas possíveis, apenas 54 estão ativas. O prefeito pedetista também lança esforços nas áreas de Saúde e de capitação de investimentos empresariais para a cidade.</p>
<p>Weverton Rocha levou ao debate sua trajetória política e suas décadas de luta pelo trabalhador e pelo povo maranhense. Nas trincheiras do PDT desde muito jovem, foi da Juventude Socialista ao Senado como o senador mais votado da história do Maranhão, passando pela Câmara dos Deputados por dois mandatos.</p>
<p>“É o único partido da minha vida. Nossas votações, pode puxar, sempre tiveram uma coerência, nossas posições sempre tiveram uma coerência, ou seja, não são posições de governo – ‘ah! De acordo com o governo muda o discurso’, não. Nossa posição é de acordo com o nosso partido, com o nosso programa, com o nosso estatuto, com a nossa história”, afirmou Weverton.</p>
<p>O senador conhecido em Brasília como embaixador dos lençóis e das terras maranhenses, também falou sobre uma das ações que mais marcaram seu atual mandato, a implantação do Hospital de Amor, unidade de saúde específica para a prevenção e tratamento do câncer, em Imperatriz (MA).</p>
<p>“Esse hospital vai ter duas carretas que vão rodar os municípios da região, realizando exames de colo do útero e de mama para a prevenção das mulheres que estão, infelizmente, morrendo muitas vezes até sem saber que estão com câncer, ou seja, sem serem diagnosticadas”, explicou o senador.</p>
<p>Lupi ainda provocou Weverton perguntado o que ele faria caso eleito governador do Maranhão. Ágil, o senador não demorou em apontar as potencialidades a serem exploradas no estado como o agronegócio em consonância com a agricultura familiar e a promoção da indústria local.</p>
<p>Entre uma fala e outra, o bate-papo abordava a construção partidária. A formação de lideranças, o amplo espaço para o debate e o trabalho constante de militantes e dirigentes foram elencados como base para a elevação do PDT. Momentos críticos como o falecimento de Brizola sugiram como ponto de superação e solidificação da legenda.</p>
<p>Confira abaixo o Café com Lupi deste sábado.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/2zN7E_8jUT0" width="956" height="538" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Senado aprova projeto de Idilvan Alencar que garante internet para alunos da rede pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2021 18:15:03 +0000</pubDate>
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<p>Pela proposta, a União fará o repasse de cerca de R$ 3,5 milhões, até o dia 28 de fevereiro deste ano, para que estados e municípios invistam em ações que viabilizem o acesso à internet para fins educacionais.</p>
<p>Caso o estado ou município decida pela oferta de banda larga móvel, os recursos irão assegurar a oferta mensal de 20 gigabytes de acesso à internet para todos os professores do ensino fundamental e médio das redes municipais e estaduais, com valor de R$ 0,62 por giga.</p>
<p>O projeto vai atender todos os estudantes da educação básica que estejam inscritos nos programas sociais do Governo Federal (CadÚnico), aos que estão matriculados em escolas de comunidades indígenas e quilombolas, e todos os professores das redes públicas estaduais e municipais, assim, irá assegurar o acesso à internet a mais de  17,9 milhões de estudantes e 1,6 milhão de professores.</p>
<p>Em pronunciamento nas redes sociais, Idilvan Alencar comemorou a aprovação do projeto.</p>
<p>“Apresentei esse projeto como uma tentativa de amenizar a desigualdade digital existente em nosso país e para que milhões de alunos pudessem se adequar a realidade do ensino remoto. O caminho é longo e os desafios são muitos, mas seguimos trabalhando para amenizar os ‘efeitos invisíveis’ da pandemia na educação”, afirmou o pedetista.</p>
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		<title>Ciro Gomes alerta contra entrega do Banco Central</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 20:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="629" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc.png 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc-100x61.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc-300x184.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc-768x472.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc-147x90.png 147w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc-600x369.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Ciro Gomes, vice-presidente nacional do PDT, publicou hoje (3) um vídeo em suas redes sociais em que alerta a população brasileira sobre a proposta de autonomia do Banco Central (BC), em tramitação no Senado. “Não permitam essa irresponsabilidade de entregar o comando da economia brasileira a cinco bancos”, disse o pedetista. A votação da matéria...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="629" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc.png 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc-100x61.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc-300x184.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc-768x472.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc-147x90.png 147w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ciro-bc-600x369.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Ciro Gomes, vice-presidente nacional do PDT, publicou hoje (3) um vídeo em suas redes sociais em que alerta a população brasileira sobre a proposta de autonomia do Banco Central (BC), em tramitação no Senado. “Não permitam essa irresponsabilidade de entregar o comando da economia brasileira a cinco bancos”, disse o pedetista. A votação da matéria está prevista para esta tarde.</p>
<p>Em cinco minutos de vídeo, Ciro acusa que o momento para votar a proposta é inapropriado – expõe o cenário nacional: pandemia, carestia nos supermercados, eleições, alta da inflação –, faz apelo aos senadores e pede para que a população exija uma atitude dos seus parlamentares. “Espero que a maioria dos senadores honrados, patriotas, comprometidos com o povo brasileiro, tenha a prudência, a decência e o mínimo de responsabilidade de não votar, pelo menos sem antes esclarecer ao povo brasileiro”, afirmou.</p>
<p>De forma didática, Ciro explicou o que significa um BC autônomo. “Autonomia do Banco Central na prática é assim: você e eu poderemos eleger qualquer pessoa para presidente da República, mas, a partir desta deliberação, o presidente da República do Brasil, mesmo que seja eleito por 100 milhões de pessoas, não terá controle sobre a taxa de jurus, o endividamento do setor público, a taxa de câmbio, ou seja, o valor da nossa moeda em comparação com as moedas estrangeiras, especialmente o dólar”.</p>
<p>O vice-presidente do PDT alerta que, com a autonomia do BC, os cinco bancos que concentram 85% de todas as transações financeiras do país passariam a controlar a política econômica nacional. “Com essa providência do Senado, fim de linha, nós estaremos entregando todo o controle da política econômica brasileira aos cinco barões da banca financeira brasileira e, pior, à clandestinidade do interesse estrangeiro”, sentenciou.</p>
<p>Ciro disse ainda que é necessário “estabelecer que o Banco Central brasileiro seja como todo Banco Central sério do mundo, responsável por combater a inflação, mas também pelo nível de emprego, o nível de atividade econômica e o ambiente da renda do povo brasileiro”.</p>
<p>Confira o vídeo abaixo.</p>
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		<title>Senado decide hoje impeachment da presidente Dilma Rousseff</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2016 13:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Calheiros]]></category>
		<category><![CDATA[Senado Federal]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado vota nesta quarta-feira (11/5) a partir das 9 horas da manhã o relatório sobre a admissibilidade do processo de impeachment movido contra a presidente da República Dilma Rousseff que, se for aprovado, resultará na saída dela do governo e a ascensão do vice-presidente Michel Temer, do PMDB, à presidência. O roteiro básico da sessão de hoje é que cada senador terá 10 minutos para discutir e mais cinco minutos para encaminhar o voto. A decisão final, no voto, deve sair no final do dia ou de madrugada.</p>
<p>Em tentativa de despolitizar a política, o presidente do Senado, Renan Calheiros, determinou  também que não os partidos não podem fechar questão sobre a votação do impeachment, se contra ou a favor, para votar como bem entenderem sem levar em conta posicionamentos ideológicos. Isto para  esvaziar decisões &#8211; como a tomada pela Executiva nacional do PDT e referendada pelo Diretório Nacional, por unanimidade, em janeiro &#8211; de ser contra o impeachment, por considerá-lo um golpe das elites contra os 54 milhões de votos que foram conferidos, em eleição direta, à Dilma.</p>
<p>Renan tenta &#8211; como Cunha tentou &#8211; enfraquecer os partidos para que o varejo político do voto a voto prevaleça, muitos deles já negociados diretamente com parlamentares pelo próprio Temer com a ajuda de seus principais assessores, Moreira Franco e Geddel Lima.</p>
<p>A política do &#8216;é dando que se recebe&#8217;, característica do Centrão na Constituinte, tornou-se o eixo principal da atuação política do PMDB ao longo dos anos. Sobre o assunto, Renan acrescentou, segundo a Agência Senado: “Como esse (o impeachment de Dilma) é um julgamento, qualquer orientação de líderes ajudaria a partidarizar o assunto, o que não é bom que aconteça”, disse. RITO A expectativa é que pelo menos 60 senadores falem hoje no plenário, o que somaria 10 horas de sessão. As inscrições foram abertas ontem, terça (10), em dois livros &#8211; um para os parlamentares que estão a favor da admissibilidade e outro para os que se posicionam contrariamente. Até o início da noite  já estavam inscritos 65 parlamentares.</p>
<p>Como cada senador terá 10 minutos para discutir e mais cinco minutos para encaminhar o voto, a expectativa é de que sejam mais de 15 horas de sessão, dividida em três blocos: de 9h às 12h; das 13h às 18h; e das 19h até o termino da votação. Renan advertiu os senadores sobre a impossibilidade de eles falarem mais do que o tempo determinado, pois os microfones das duas tribunas desligarão automaticamente ao final dos 15 minutos.</p>
<p>O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, terá 15 minutos para fazer a defesa da presidente Dilma Rousseff no plenário do Senado. Ele será precedido pelo relator do caso, Antônio Anastasia (PSDB-MG), que também terá 15 minutos para falar sobre seu parecer, que é favorável ao afastamento da presidente.</p>
<p>A primeira a colocar seu nome na lista &#8211;e que será, consequentemente, a primeira a se pronunciar entre os senadores&#8211; foi Ana Amélia (PP-RS), que é a favor do impeachment.  A sessão começa  às 9h desta quarta-feira (11) e às 12h haverá interrupção para o almoço. Os trabalhos retornam às 13h e seguem até as 18h. Uma nova interrupção será feita e a sessão é retomada às 19h seguindo até o final da votação, que deve ser realizada via painel eletrônico. Será possível votar sim, não ou abstenção. Após a conclusão da votação, será divulgado como cada parlamentar votou. O quórum mínimo para votação é de 41 dos 81 senadores (maioria absoluta).</p>
<p>Para que o parecer seja aprovado, é necessário voto da maioria simples dos senadores presentes – metade mais um. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), só vota em caso de empate. Se o Senado aprovar a abertura do processo de impeachment, a presidente é automaticamente afastada por até 180 dias. A medida não configura perda de mandato, apenas distanciamento de exercício do poder enquanto o Senado julga o processo. Ao final desse período de seis meses (ou antes), a depender do resultado da análise dos senadores, a presidente volta ao cargo ou será definitivamente cassada.</p>
<p>Enquanto não for julgada, Dilma poderá continuar a usar as residências funcionais, como a Granja do Torto e o Palácio da Alvorada. Nesse período de espera pela decisão do Senado, se houver o impeachment, a presidente terá uma perda financeira. Por determinação da lei 1.079 (de 1950) a petista receberá metade de seu salário. Dilma recebe hoje R$ 30.934, segundo dados do Portal da Transparência do governo federal. Em caso de impeachment, o valor cai para R$ 15.467. Já Michel Temer deverá continuar a morar no Palácio do Jaburu. Mas migrará do anexo 2 do Palácio do Planalto, onde está seu gabinete, para o 3º andar: é ali que está a sala usada no momento por Dilma Rousseff.</p>
<p>Se houver instauração do processo de impeachment, Temer continuará morando no Palácio do Jaburu pelo menos até a definição do julgamento. A TV Senado e a Rádio Senado transmitirão a sessão integralmente, a partir das 9 horas da manhã.</p>
<p><strong>Constituintes de 1988</strong></p>
<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado recebeu nesta terça-feira (10) os deputados constituintes de 1988 Nelton Friedrich e Haroldo Sabóia, que fizeram duras críticas ao processo de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff. Segundo eles, a democracia brasileira está em risco, principalmente quando se leva em conta que golpe não se faz necessariamente com procedimentos bélicos.</p>
<p>— A democracia está em perigo, mas um perigo sofisticado, que não se traduz em armas e quartéis. Estão se apropriando de um discurso democrático para fazer, por exemplo, a retirada de direitos sociais — afirmou Friedrich, que ajudou a elaborar a Constituição de 88 como representante do PMDB do Paraná.</p>
<p>Haroldo Sabóia, por sua vez, criticou a atuação da mídia no processo e disse que o país nunca teve uma concentração tão grande de poder nos meios de comunicação. — Nunca vivemos um poder de imprensa tão monolítico como hoje. No Estado Novo e também na ditadura, havia uma uma rede de jornais clandestinos e até resistência dentro da grande mídia. Hoje o noticiário é o mesmo. É um horror. É uma violência nunca vista — lamentou o ex-deputado maranhense, que também foi constituinte pelo PMDB.</p>
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		<title>José Eduardo Cardozo: Dilma não vai renunciar nem fraquejar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 11:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[dilma não renuncia]]></category>
		<category><![CDATA[José Eduardo Cardozo]]></category>
		<category><![CDATA[Senado Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff afirmou na madrugada desta segunda-feira (18/4), através do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, que não pretende renunciar ao mandato nem fraquejar. Liderados por Eduardo Cunha, os deputados federais aprovaram por 367 a favor, 137 contra, 7 abstenções e 2 ausências o impeachment de Dilma e agora o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma Rousseff afirmou na madrugada desta segunda-feira (18/4), através do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, que não pretende renunciar ao mandato nem fraquejar. Liderados por Eduardo Cunha, os deputados federais aprovaram por 367 a favor, 137 contra, 7 abstenções e 2 ausências o impeachment de Dilma e agora o processo será analisado pelo Senado.</p>
<p>&#8220;Uma pessoa (Dilma) que acredita em causas, que luta por causas, vai até o fim desta luta para escrever na História que ela não se acovardou e que brigou pelo que acredita. Se ela é vítima hoje de uma ação orquestrada, cabe a ela lutar com suas forças para demonstrar à sociedade que não se abre mão da democracia que foi tão duramente conquistada&#8221;, disse Cardozo.</p>
<p>Segundo ele, enganam-se os que imaginam que Dilma se curvará diante do resultado da votação deste domingo. &#8220;Ela lutará ao lado de todos os querem a manutenção do estado de direito&#8221;, ressaltou o ministro. Cardozo anunciou que Dilma falará à Nação nesta nesta segunda-feira (18) sobre a decisão da Câmara.</p>
<p>Cardozo relatou que o governo recebeu com &#8220;indignação e tristeza&#8221; o resultado da votação do processo de impeachment na Câmara.  A decisão da Câmara foi puramente política e não é isso o que nossa Constituição prescreve para o impeachment&#8221;, argumentou.</p>
<p>Questionado sobre quando o governo pretende acionar do Supremo Tribunal Federal contra o impeachment, Cardozo disse que &#8220;no momento oportuno&#8221;.</p>
<p>Cardozo frisou que o andamento do processo no Senado será diferente da forma como ocorreu na Câmara. Explicou que coube aos deputados decidir se a Casa acolheria ou não o pedido de impeachment enquanto, ao Senado, caberá julgar a presidente diante de provas colhidas e a defesa feita.</p>
<p>Se o Senado aceitar o pedido de impeachment, aprovando-o por maioria simples, Dilma será afastada por até 180 dias e Michel Temer assumirá interinamente o governo.</p>
<p>“Não sei as regras que serão decididas pelo presidente Renan, mas apresentaremos a defesa e, basicamente, será a defesa que fizemos na Câmara. Não é o fato de o julgamento ser feito por políticos que a Constituição não deve ser levada a sério”, afirmou.</p>
<p>Veja  íntegra da entrevista coletiva:</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=djx6OxRgvPw</p>
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		<title>PDT no Senado vota com governo, mas não aceita ameças contra Lupi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 16:04:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[Senado Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="300" height="211" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/02/acir-gurgacz-300x211.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/02/acir-gurgacz-300x211.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/02/acir-gurgacz-300x211-100x70.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/02/acir-gurgacz-300x211-128x90.jpg 128w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />Se depender da bancada do PDT no Senado, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, permanecer&#225; no cargo. Primeiro, porque o l&#237;der pedetista na Casa, Acir Gurgacz (RO), afirma que todos os quatro senadores do partido votar&#227;o a favor da proposta do governo para o sal&#225;rio m&#237;nimo: R$ 545. Depois, porque, se Lupi for demitido, a&#237;...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="300" height="211" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/02/acir-gurgacz-300x211.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/02/acir-gurgacz-300x211.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/02/acir-gurgacz-300x211-100x70.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/02/acir-gurgacz-300x211-128x90.jpg 128w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p>Se depender da bancada do PDT no Senado, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, permanecer&aacute; no cargo.</p>
<p>Primeiro, porque o l&iacute;der pedetista na Casa, Acir Gurgacz (RO), afirma  que todos os quatro senadores do partido votar&atilde;o a favor da proposta do  governo para o sal&aacute;rio m&iacute;nimo: R$ 545.</p>
<p>Depois, porque, se Lupi for demitido, a&iacute; sim o l&iacute;der diz que pode haver uma rebeli&atilde;o.</p>
<p>Veja as explica&ccedil;&otilde;es de &nbsp;Acir Gurgacz ao <strong>Poder Online</strong> na entrevista que segue:</p>
<p><strong>Poder Online: Como votar&aacute; a bancada do PDT?</strong></p>
<p><strong>Acir Gurgacz:</strong> N&oacute;s j&aacute; nos reunimos e conclu&iacute;mos que  deveremos, todos, votar pela regra atual de reajuste do sal&aacute;rio  m&iacute;nimo,&nbsp;ou seja,&nbsp;R$ 545 agora e cerca de R$ 612 no ano que vem.</p>
<p><strong>Poder Online: Por qu&ecirc;?</strong></p>
<p><strong>Acir&nbsp;Gurgacz:</strong>&nbsp;&nbsp;Por acreditarmos que isto permitir&aacute;  ao governo manter ajustadas as suas contas e, com isso, ter mais  condi&ccedil;&otilde;es de prestar um melhor servi&ccedil;o &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. A verdade &eacute; que uma  maior efic&ecirc;ncia da m&aacute;quina p&uacute;blica, assim como a manuten&ccedil;&atilde;o da  capacidade de investimento do governo, sobretudo na &aacute;rea social, dar&atilde;o  ao trabalhador brasileiro um ganho maior do que eventuais R$ 15 que se  d&ecirc;em a mais agora sobre o sal&aacute;rio m&iacute;nimo.</p>
<p><strong>Poder Online:&nbsp;E quanto &agrave;s amea&ccedil;as de demiss&atilde;o que pesam sobre&nbsp;o ministro do partido, Carlos Lupi?</strong></p>
<p><strong>Acir&nbsp;Gurgacz:</strong>&nbsp;&nbsp;N&atilde;o &eacute; essa a informa&ccedil;&atilde;o de que dispomos. Para n&oacute;s do PDT no Senado, o ministro est&aacute; seguro no cargo. &Eacute; o que sabemos.</p>
<p><strong>Poder Online: Mas uma parte da bancada de deputados do PDT votou contra o m&iacute;nimo.</strong></p>
<p><strong>Acir&nbsp;Gurgacz:</strong>&nbsp;&nbsp;Votou.&nbsp;Ora, esse &eacute; o jogo da  democracia. N&oacute;s apoiamos o governo porque concordamos com ele nas  grandes linhas. Mas n&atilde;o temos compromisso de votar 100% com o Pal&aacute;cio do  Planalto. A maioria tem votado a favor e, eventualmente, alguns  parlamentares discordam desta ou daquela decis&atilde;o. Isso&nbsp;se  chama&nbsp;democracia.</p>
<p><strong>Poder Online:&nbsp; &Eacute;&hellip; &nbsp;Mas e se houver uma retalia&ccedil;&atilde;o do Pal&aacute;cio do Planalto contra o ministro Lupi? Voc&ecirc;s v&atilde;o reagir?</strong></p>
<p><strong>Acir&nbsp;Gurgacz:</strong>&nbsp;&nbsp;Claro que vamos. E n&atilde;o se trata de  uma amea&ccedil;a nossa, at&eacute; porque estamos votando com o governo em peso aqui  no Senado. Mas se houver retalia&ccedil;&otilde;es contra o nosso ministro &eacute; porque  estaremos vivendo numa ditadura, em que n&atilde;o se aceita que meia d&uacute;zia de  deputados votem contra o governo. A&iacute; &eacute; evidente que o partido reagiria.</p>
<p><strong>Poder Online: De que forma?</strong></p>
<p><strong>Acir&nbsp;Gurgacz:</strong>&nbsp;&nbsp;N&atilde;o vamos especular.</p>
<p>Poder Online</p>
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