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		<title>“Heróis da pátria como Brizola são, também, os grandes mártires do Brasil”, diz Lupi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2018 22:32:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/WhatsApp-Image-2018-06-21-at-11.12.14.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/WhatsApp-Image-2018-06-21-at-11.12.14.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/WhatsApp-Image-2018-06-21-at-11.12.14-100x67.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/WhatsApp-Image-2018-06-21-at-11.12.14-300x200.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/WhatsApp-Image-2018-06-21-at-11.12.14-768x512.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/WhatsApp-Image-2018-06-21-at-11.12.14-135x90.jpeg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/WhatsApp-Image-2018-06-21-at-11.12.14-600x400.jpeg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>“Heróis da pátria como Brizola são, também, os grandes mártires do Brasil”, afirmou o presidente nacional do PDT, Claros Lupi, em discurso proferido na Câmara Municipal de São Borja (RS), nesta quinta-feira (21), durante homenagem à memória de Leonel Brizola, pela passagem do 14° aniversário de sua morte. O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, também prestigiou o ato.</p>
<p>A sessão solente  reuniu várias lideranças pedetistas, dentre elas o pré-candidato do PT ao governo do Rio Grande do Sul, Jairo Jorge,  os deputados federais gaúchos Pompeo de Mattos e Afonso Motta, e a deputada estadual Juliana Brizola, neta do líder trabalhista.</p>
<p>Em sua fala, Lupi destacou que, por lutarem pela melhoria nas condições de vida da população mais pobre, líderes como Brizola se tornaram alvos da intolerância e passaram a ser perseguidos pela elite que domina o Brasil.</p>
<p>Segundo Lupi, Brizola, assim como João Goulart e Getúlio Vargas foram grandes porque, embora tenham ascendido na sociedade, “jamais perderam a pureza do homem do campo ou abandonaram os vínculos que tinham com os que produzem os alimentos para a nação”.</p>
<p>O presidente do PDT também manifestou a sua preocupação com a desmoralização atual da política, questionando a quem interessaria exatamente esta desmoralização. Ele lembrou que, em vida, Brizola foi vítima de uma campanha intensa da mídia devido às suas ideias claras e concretas em defesa do Brasil, de seu povo e de suas riquezas naturais.</p>
<p>“Por conta de sua luta, Brizola foi isolado politicamente e tudo fizeram para desconstruir a sua boa imagem pública”, frisou Lupi, que, em seguida, questionou: “Será que as pessoas não se lembram do que fizeram com Brizola? Como, no Rio, o associaram a traficantes de drogas?”.</p>
<p>Sei como foi duro para ele ficar sozinho, isolado, sendo massacrado, apesar dos 15 anos que foi obrigado a viver no exílio sem ter como acompanhar direito o crescimento dos próprios filhos”, destacou.</p>
<p>“Como é duro constatar que, só agora, depois de morto, é que reconhecem o valor de Leonel Brizola. Ciro, Jairo Jorge, este é o desafio de vocês. Ciro, cada dia que passa acho você mais parecido com Brizola. Nas ideias e na coragem de desafiar os poderosos do sistema  financeiro que aprisionam a nossa sociedade.  A sua tarefa, Ciro, é fazer, em vida, aquilo que só muito tempo depois de morto reconheceram em Brizola a capacidade de fazer”.</p>
<p>“Tenho defeitos, mas também qualidades, entre elas, a da lealdade e da gratidão. Para mim, Brizola continua sendo mais do que referência política, foi referência de vida e por isso ele não morrerá nunca”.</p>
<p>Ciro Gomes destacou que qualquer brasileiro “que ame esse país” respeita Brizola como um dos construtores da pátria. “Esta homenagem faz jus a um desbravador, um homem corajoso e único que governou dois estados brasileiros deixando marcas nos dois. Brizola, velho amigo, precisamos de você!”.</p>
<p>“A memória de Leonel de Moura Brizola talvez seja o mais generoso dos sentimentos humanos com gratidão. Nada mais é do que fazer justiça ao desbravador, ao valente, ao audacioso, ao único brasileiro que governou dois estados”, discursou o pedetista, ressaltando que Leonel Brizola conseguiu governar também o estado do Rio de Janeiro com “brilho extraordinário” e “marcas históricas”.</p>
<p>Já o pré-candidato a governador Jairo Jorge, em rápido e detalhado pronunciamento, destacou as principais realizações do governo Brizola no Rio Grande do Sul, onde ele acabou com o analfabetismo de 50% da população gaúcha, na época, construindo milhares de escolas por todo o estado – um feito extraordinário realizado no curto período de quatro anos.</p>
<p>Jairo Jorge também lembrou que Brizola, com ousadia e coragem, atendendo a população gaúcha, expropriou as empresas de telecomunicações e de luz que prestavam péssimo serviço, lançando as bases para o desenvolvimento da indústria no Rio Grande do Sul.</p>
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		<title>Ciro e Lupi comandam homenagens a Leonel Brizola em São Borja (RS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2018 19:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="880" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Lupi-e-Ciro-em-São-Borja.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Lupi-e-Ciro-em-São-Borja.jpg 880w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Lupi-e-Ciro-em-São-Borja-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Lupi-e-Ciro-em-São-Borja-300x196.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Lupi-e-Ciro-em-São-Borja-768x503.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Lupi-e-Ciro-em-São-Borja-138x90.jpg 138w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Lupi-e-Ciro-em-São-Borja-600x393.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 880px) 100vw, 880px" /><p>Nesta quinta-feira (21), data em que se completam 14 anos do falecimento de Leonel Brizola, o candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, e o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, participaram de um ato no mausoléu da família Goulart, no cemitério Jardim da Paz, em São Borja (RS).</p>
<p>Também fizeram parte da comitiva o pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul pelo PDT, Jairo Jorge, dos deputados federais Pompeo de Mattos, Afonso Motta e a deputada estadual Juliana Brizola – neta de Leonel Brizola –, entre outras lideranças pedetistas.</p>
<p>Ciro, Lupi e Jairo Jorge, pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul pelo PDT, cumprem agenda de dois dias, iniciados na noite dessa quarta-feira (20). Além de São Borja, as visitas incluem os municípios de Alegrete e Pelotas, onde participam de diversas homenagens a Brizola, palestras e encontros com lideranças e comunidades da região.</p>
<p>No mausoléu, em uma rápida cerimônia, foram depositadas rosas vermelhas sob a lápide de Brizola, discursos de homenagens foram proferidos.</p>
<p>“Que Brizola seja nossa inspiração no caminho para a conquista dos governos do Brasil e do Rio Grande do Sul, seja nossa esperança”, disse Carlos Lupi.</p>
<p>Em sua fala, Ciro Gomes frisou que o ato &#8220;é uma justiça ao desbravador, valente, audacioso e único brasileiro que governou dois estados, deixando marcas absolutamente históricas&#8221;.</p>
<p>“Velho amigo, governador, eu especialmente nesta hora estou sentindo crescer muito pesadamente a responsabilidade de carregar a sua história sem ter, nem de longe, a sua valentia, porque o trabalhismo é a resposta para o Brasil&#8221;, disse o presidenciável.</p>
<p>O pré-candidato ao governo, Jairo Jorge, destacou que em 2004 perdemos um grande líder, o governador mais inovador do Rio Grande, “Brizola tornou o RS um estado  industrial, com energia e comunicações e o mais escolarizado do Brasil com a seis mil brizoletas”, disse Jorge, complementando que ao homenagear grandes líderes do passado – citando Júlio de Castilhos,  Getúlio, Jango e Brizola – estamos iluminando o futuro.</p>
<p>Juliana Brizola, falando em nome da família, agradeceu a presença de todos e destacou o caráter visionário do avô, que já previa os rumos que o País tomaria.</p>
<p>&#8220;Brizola, você tinha razão,  vivemos o momento que você tanto falava. Nós achávamos que conquistas estavam garantidas e, agora, estão aí, ameaçadas, massacrando sobretudo o povo mais humilde”, disse a deputada, que encerrou frisando o legado do líder trabalhista.</p>
<p>“Muito obrigada, Brizola, por dar a oportunidade que cada um de estejamos aqui segurando a tua bandeira porque o senhor nunca traiu o povo brasileiro&#8221;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Há 38 anos, Leonel Brizola retornava do exílio para lutar ao lado do povo</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/ha-38-anos-leonel-brizola-retornava-do-exilio-para-lutar-ao-lado-do-povo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ha-38-anos-leonel-brizola-retornava-do-exilio-para-lutar-ao-lado-do-povo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 03:20:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[exílio]]></category>
		<category><![CDATA[Foz do Iguaçu (PR)]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
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		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="700" height="466" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/brizola.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/brizola.jpg 700w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/brizola-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/brizola-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/brizola-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/brizola-600x399.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p>&#8220;Coração cheio de saudades, mas limpo de ódios”. Assim, Leonel Brizola marcava, em 6 de setembro de 1979, seu retorno ao Brasil após 15 anos de exílio. Em Foz do Iguaçu (PR), o líder trabalhista desembarcou ao lado da sua esposa, dona Neusa, e foi recebido por lideranças e militantes.</p>
<p>Emocionado, Brizola fez questão de reafirmar que não existiu ressentimento, além de manifestar o anseio de ser útil à causa do povo brasileiro.</p>
<p>&#8220;Venho para tratar do ressurgimento da nossa causa. Me sinto muito feliz por estar no Brasil por Foz do Iguaçu. Isso, aqui, é o símbolo do que o nosso país de ser, deve construir, com essa gente extraordinária do Paraná. Me sinto profundamente feliz por essa oportunidade&#8221;, declarou.</p>
<p>Da cidade paranaense, ele seguiu para São Borja (RS), onde visitou os túmulos de Getúlio Vargas e João Goulart.</p>
<p>Confira abaixo registros da sua chegada:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="BRIZOLA VOLTA DO EXÍLIO (1979)" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/FSz0an9TxS4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="EXILADO BRIZOLA VOLTA AO BRASIL, 1979" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/cx9zzVjAsX0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>40 anos sem João Goulart e o país na mesma roda-vida de 1964</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2016 22:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[13º salário]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto do Trabalhador Rural]]></category>
		<category><![CDATA[fortalecimento da indústria brasileira]]></category>
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		<category><![CDATA[valorização do trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="956" height="500" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura.jpg 956w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura-100x52.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura-300x157.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura-768x402.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura-172x90.jpg 172w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura-600x314.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 956px) 100vw, 956px" />O Brasil deu adeus ao seu último presidente trabalhista no dia 6 de dezembro de 1976. Há quatro décadas, João Goulart – ou Jango, como era carinhosamente conhecido – morreu no exílio, doze anos após ser deposto pelo golpe militar de 1964. A vontade de tornar o país socialmente mais justo lhe custou o governo,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="956" height="500" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura.jpg 956w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura-100x52.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura-300x157.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura-768x402.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura-172x90.jpg 172w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/joao-goulart-ditadura-600x314.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 956px) 100vw, 956px" /><p>O Brasil deu adeus ao seu último presidente trabalhista no dia 6 de dezembro de 1976. Há quatro décadas, João Goulart – ou Jango, como era carinhosamente conhecido – morreu no exílio, doze anos após ser deposto pelo golpe militar de 1964. A vontade de tornar o país socialmente mais justo lhe custou o governo, mas as conquistas do trabalhismo janguista, ainda hoje, são usufruídas pela Nação.</p>
<p>João Goulart enfrentou uma crise política e econômica semelhante a que se instalou no país nos últimos anos. As instituições da República estavam enfraquecidas, a extrema direita ganhava força em todo o mundo e a pseudo moralização da política era pretexto para revogar a vontade popular. Certamente a gravidade da situação era maior à época, mas a trilha que levou o Brasil a quase 30 anos de ditadura parece estar sendo percorrida outra vez.</p>
<p>Quando tenta-se criminalizar o ensino crítico da ditadura militar sob a égide canhestra da “Escola sem Partido”, nada mais pode surgir se não mais uma volta na roda do ciclo vicioso da história brasileira, em que períodos democráticos sucumbem a golpes a cada geração. A adesão de jovens a movimentos pró-intervenção militar, o irracional e anacrônico ódio ao comunismo e a idolatria ao autoritarismo dos Bolsonaro são subprodutos de jovens que muito pouco sabem sobre o que lutou e o que viveu João Goulart.</p>
<p>Sem conhecer a história, o Brasil sucumbiu mais uma vez à vontade da elite econômica, que na atual crise não topou pagar a conta do excesso de voluntarismo do Estado para com esta mesma elite. Se o governo da presidenta Dilma não estava disposto a cortar direitos trabalhistas conquistados há mais de quarenta anos por Getúlio Vargas e por Jango; nem tampouco reduzir o orçamento social, um golpe parlamentar empossou alguém que o fizesse.</p>
<p>Pelo script da história, era esperado que, assim como revogaram a nacionalização das refinarias de petróleo em 1964, agora entregassem o pré-sal às petroleiras estrangeiras. Assim como os coronéis demitiram 40 mil funcionários públicos, agora outros milhares perdem suas posições no fechamento de agências do Banco do Brasil em todo o país, além da venda de ativos da Petrobrás, que gera muito desemprego direta e indiretamente.</p>
<p>Mais uma vez, a elite brasileira põe a recuperação econômica na conta do pobre, do trabalhador, do assalariado. Lembrar os 40 anos de morte do presidente Jango é rogar uma reflexão ao povo que carrega o Brasil nos braços: até quando aceitará ser massacrado em nome um projeto de nação que não o contempla?</p>
<p><strong>Trajetória política de João Goulart</strong></p>
<p>Nascido em São Borja, conterrâneo da família Vargas, Jango deixou a cidade natal para dar seguimento aos estudos. Formou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e ingressou na política a convite do presidente da República, o amigo Getúlio, em 1945.</p>
<p>Já tomado pelo ideário trabalhista e convencido do sucesso do Governo Vargas que transformou um país agrícola em industrial, Jango se torna uma grande liderança do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Em 1947 é eleito deputado estadual pelo Rio Grande do Sul e, em 1950, alcança o posto de Deputado Federal.</p>
<p>No ano de 1953, em meio à crise que culminou no suicídio do presidente Vargas, Jango é convidado pelo chefe da nação para assumir o Ministério do Trabalho. Daí em diante, torna-se alvo da oposição golpista que tentava chegar ao poder. Irredutível em sua luta, o trabalhista aumentou em 100% o salário mínimo e atuou incisivamente na defesa do trabalhador e do povo pobre do Brasil.</p>
<p>Jango é eleito vice-presidência da República nas eleições 1955 – época em que se votava distintamente para presidente e para vice – obtendo meio milhão de votos a mais do que o presidente Juscelino Kubitschek. Em 1960 foi reeleito, dessa vez ao lado de Jânio Quadros que renunciou no primeiro ano de mandato.</p>
<p>A <em>via crucis</em> de João Goulart começou em 1961. No dia em que Jânio deixou o poder, Jango estava em missão na China. Quanto tentou retornar ao país, foi impedido pelos ministros militares e pela oposição, que inconstitucionalmente não o admitiam como presidente. Seguiu, então, para o Uruguai onde esperou uma solução.</p>
<p>No Rio Grande do Sul, o governador Leonel Brizola empunhou a bandeira da legalidade e ofereceu resistência ao golpe. Estavam prontos e armados para defender a posse do presidente constitucional, mas uma decisão conciliatória garantiria a chegada de Jango ao Planalto, rechaçando a possibilidade de guerra civil. Sob a condição de um parlamentarismo instantâneo instaurado no Brasil, João Goulart assume a presidência.</p>
<p>O cenário era de crise política e econômica e o presidente propôs a Reforma de Base para reconduzir o país ao crescimento. A proposta contemplava, principalmente, a classe pobre. Para o presidente, a redução da desigualdade social faria do Brasil uma grande potência. O Congresso foi contra e o projeto não foi adiante.</p>
<p>Mesmo assim, o governo de João Goulart foi marcado pela valorização do trabalhador e pela defesa da soberania nacional. Regulamentação do Estatuto do Trabalhador Rural, 13° salário, fortalecimento da indústria brasileira e criação da Eletrobrás são algumas das marcas do seu governo interrompido. O nacionalismo janguista incomodava a caserna e a elite do país.</p>
<p>Em meio a guerra-fria, qualquer atitude social era tomada por comunismo. O extremismo impedia o bom senso e os oportunistas se valiam dessa realidade. Jango foi rotulado comunista pela extrema direita do país que, em parceria com os EUA, passou a articular o golpe de estado. Seu destino estava selado.</p>
<p>João Goulart tentou. Procurou apoio popular – e obteve – no Comício da Central, onde reuniu mais de 200 mil pessoas. No evento, ficou claro que o povo estava com Jango para a implantação das Reformas de Base. O governo contava com mais de 70% de aprovação naquele momento e a “luz vermelha” ascendeu para os conspiradores.</p>
<p>Pouco mais de duas semanas após o comício, na madrugada do dia 1° de abril de 1964, os militares tomaram as ruas. João Goulart foi impedido de ir ao Planalto, como em 1961. Dessa vez, o Congresso não tomaria atitude conciliatória. Em lugar disso, avalizou o golpe militar declarando a vacância da presidência, com o presidente em território nacional, a revelia da constituição.</p>
<p>Brizola ofereceu apoio a Jango para uma reação, mas o presidente preferiu poupar a nação brasileira do iminente “banho de sangue” e buscou asilo político do Uruguai. No dia 4 de abril de 1964, João Goulart deixa o Brasil para nunca mais voltar, tornando-se o único presidente brasileiro a morrer no exílio.</p>
<p>A deposição e o exílio não foram o bastante para os perseguidores da esquerda sul-americana. João Goulart foi vigiado e perseguido durante todo o tempo em que esteve fora do país. Deixou o Uruguai e rumou para a Argentina com medo de ser executado pelos regimes ditatoriais.</p>
<p>O último presidente trabalhista morreu no dia 6 de dezembro de 1976, de ataque cardíaco, na província de Corrientes, na Argentina, de acordo com a versão oficial. Entretanto, a falta de clareza nas circunstâncias da sua morte levanta a hipótese de homicídio, já que o presidente constava na lista de “investigados” da espúria Operação Condor – operação secreta que executava líderes de esquerda no cone sul da América. Até hoje, nada foi concluído.</p>
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