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	<title>salários acima do teto &#8211; PDT</title>
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		<title>Sérgio Vidigal questiona MPF sobre altos salários de procuradores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 22:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[salário dos procradores]]></category>
		<category><![CDATA[salários acima do teto]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Vidigal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="600" height="399" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Vidigal-questiona-MPF-sobre-altos-salários-de-procuradores.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Vidigal-questiona-MPF-sobre-altos-salários-de-procuradores.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Vidigal-questiona-MPF-sobre-altos-salários-de-procuradores-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Vidigal-questiona-MPF-sobre-altos-salários-de-procuradores-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Vidigal-questiona-MPF-sobre-altos-salários-de-procuradores-135x90.jpg 135w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" />O deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES) questionou o Procurador Regional da República e Secretário Jurídico do Ministério Público Federal (MPF), Alexandre Camanho de Assis, sobre os altos salários de procuradores. A pergunta foi feita durante audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados (Projeto de Lei 6726/2016), que limita os salários acima do teto...]]></description>
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A pergunta foi feita durante audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados (Projeto de Lei 6726/2016), que limita os salários acima do teto constitucional nos Três Poderes.</p>
<p>Sérgio Vidigal questionou os altos salários de 97% dos membros do Ministério Público de São Paulo, que recebem acima do teto do funcionalismo público, graças a gratificações, auxílios, indenizações e outras benesses. A informação foi veiculada pelo jornal a Folha de São Paulo em abril deste ano. Vidigal indagou se esses “penduricalhos” não poderiam ser considerados como uma forma de burlar o disposto na Constituição Federal.</p>
<p>A esse questionamento, o procurador informou que o Conselho do Ministério Público já começou a fazer uma avaliação das parcelas pagas a cada unidade da federação, para que não haja pagamentos acima do teto do funcionalismo público. &#8220;Nós temos que dar uma presunção de legitimidade a essas parcelas que estão sendo outorgadas pelo Ministério Público&#8221;, disse.</p>
<p>O deputado também questionou sobre a legalidade em torno do auxílio-moradia que é dado a procuradores que vão trabalhar no interior do Brasil.</p>
<p>De acordo com o pedetista, é inadmissível que procuradores recebam o benefício, mas médicos e professores, profissões essenciais para o país, não tenham o benefício quando se deslocam para outras localidades.</p>
<p>“O senhor não acha que o professor e o médico que precisam trabalhar em um local que também não têm profissionais, deveriam ter direito a auxílio-moradia?”, questionou o deputado.</p>
<p>Alexandre Camanhos respondeu que, atualmente, há aproximadamente 1.200 procuradores pelo país para mais de 200 milhões de habitantes, o que obriga o deslocamento desses profissionais.</p>
<p>E ressaltou que o Ministério Público espera que médicos e professores sejam remunerados da melhor maneira possível . “A luta do Ministério Público é que essas categorias essenciais sejam retribuídas de acordo com a dignidade que lhes são próprias”, comentou.</p>
<p>Outra pergunta do parlamentar ao procurador foi sobre a legalidade das gratificações recebidas por causa de exercício acumulativo da profissão.</p>
<p>O representante da Procuradoria Regional disse que o número de procuradores desproporcional ao da população torna o trabalho da categoria mais cumulativo.</p>
<p>&#8220;Na medida em que há menos procuradores, eu tenho que exceder a minha atribuição e trabalhar como se fosse mais um colega. Assim, é preciso ter uma contrapartida repositiva extraordinária&#8221;, disse.</p>
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