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		<title>O Centenário de Brizola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2022 19:35:23 +0000</pubDate>
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<p>Por outro lado, Brizola garantiu o acesso à educação em todas as partes do Estado, multiplicou o número de escolas, criando uma rede pública de ensino primário e médio, além de formar e contratar dezenas de professores para o antigo “colegial”. Para financiar toda a política social do seu governo, criou de forma pioneira a Caixa Econômica Estadual com linhas de crédito popular e acessível aos parques industriais. Um visionário em defesa do Brasil e da democracia de tal forma que foi o principal líder, mentor e organizador da Campanha da Legalidade, uma mobilização da sociedade civil e dos segmentos militares para defesa da posse do presidente eleito, João Goulart, em sucessão à Jânio Quadros que renunciara.</p>
<p>Com a ditadura militar, mais a frente, foi obrigado a partir para o exílio. No seu retorno, mesmo tendo perdido a sigla tradicional trabalhista no Brasil, reorganizou as lideranças e fundou o PDT. Foi eleito governador do Rio de Janeiro com Darcy Ribeiro de vice. Juntos, implementaram os CIEPS (Centros Integrados de Educação Pública), cujo projeto arquitetônico era de Oscar Niemeyer, no qual, os alunos ficavam em horário integral e tenham acesso à alimentação supervisionada por nutricionistas, cuidados odontológicos, prática de esportes, leitura e de incentivo à cultura. Valorizando o samba como expressão popular e nacional, construiu o Sambódromo da Marquês de Sapucaí, projeto de Niemeyer, para o desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. A estrutura fora do carnaval era utilizada como salas de aula. Uma simbiose entre a revolução educacional e cultural. Como no Sul, emitiu títulos de posse para as comunidades do Rio, fez regularização fundiária e alterou a condução da segurança pública, afirmando ser a necessidade daqueles locais a presença e os serviços do Estado e não da polícia militar. “No meu governo, polícia não sobe o morro”, dizia. Não era um chamado à impunidade, mas a ciência de que o povo precisava emergencialmente de educação, emprego e renda, e não de repressão.</p>
<p>Brizola era um líder popular, nacionalista e também preocupado com os povos indígenas, com o povo negro e com a luta das mulheres. Abrigou no PDT nomes como Mário Juruna, primeiro indígena deputado federal; Carlos Alberto Oliveira, o Caó, deputado constituinte responsável pela inclusão na Constituição do crime de racismo como inafiançável e imprescritível, militante negro, que também deu nome à lei 7.716/89, que regulamentou a previsão constitucional; Abdias do Nascimento, Lélia Gonzáles, dirigentes do Movimento Negro Unificado, entre outras figuras, como a sambista Beth Carvalho. Difícil era não ter em Brizola uma referência social.  Alçado pela popularidade, tentou ser presidente em algumas oportunidades, sem sucesso eleitoral, mas foi fundamental para formação do Estado Brasileiro e da consciência nacional. Neste centenário do nascimento de Brizola, com um Brasil tão fragilizado, não é desarrazoado dizer: que falta nos faz Leonel! Brizola segue vivo na mente e nos corações do povo brasileiro como o melhor presidente que este país não teve.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Manoel Dias diz que Ciro é uma alternativa “transformadora” para o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 01:34:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil-100x67.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil-300x200.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil-768x512.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil-135x90.jpeg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil-600x400.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="yiv6627997936MsoNormal"><em><b>Secretário-geral do PDT ressalta viabilidade do projeto trabalhista para combater sistema neoliberal</b></em></p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">Manoel Dias, secretário-geral nacional do PDT, considera o pré-candidato ao Palácio do Planalto, Ciro Gomes, uma alternativa “transformadora” para o Brasil. “Representante trabalhista preparado para libertar o povo brasileiro das mazelas do neoliberalismo”, disse, ao participar no último domingo (21), em Florianópolis (SC), do relançamento do livro “O caminho da Revolução Brasileira”, de Moniz Bandeira, promovido pela Juventude Socialista (JS) catarinense.</p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">Ao citar os ex-presidentes da República Getúlio Vargas e João Goulart (Jango), além do ex-governador do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, Dias ratificou que o Trabalhismo viabilizou progressos estruturantes ao longo dos últimos 100 anos. E agora, através do PDT, oferece um plano de governo viável e que prioriza as camadas mais vulneráveis da sociedade e contraria o atual modelo econômico.</p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">“Ciro desponta como uma voz que contesta o sistema financeiro. Com um Projeto Nacional de Desenvolvimento repleto de alternativas transformadoras, o Brasil voltará a buscar a justiça social ao passo que estimulará a retomada econômica. Capital e trabalho podem andar harmonicamente na mesma direção”, destacou o pedetista, que também preside o partido no estado e a Fundação Leonel Brizola Alberto Pasqualini (FLB-AP).</p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">Exaltando a presença de Nildo Ouriques, presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA) e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a presidente estadual da JS, Luana Morales, fez uma análise histórica dando ênfase ao impacto negativo da deposição de Jango pelas Forças Armadas, em 1964.</p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">&#8220;Essa obra de Moniz foi escrita em 1962, antes do golpe militar de 64, onde as contradições do capitalismo estavam tão acirradas que o debate sobre a revolução era latente e inevitável. A ditadura militar precisou de 21 anos para sufocar a consciência de classe, que efervescia nos movimentos populares e, até hoje, precisa se autointitular de Revolução de 1964 para mascarar a história”, disse.</p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">“Hoje, na dramática conjuntura brasileira, o capitalismo rentístico tem demonstrado a sua face mais cruel. Por isso, debates como este são necessários para fomentar a libertação das amarras do imperialismo&#8221;, finalizou.</p>
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		<title>Trabalhistas enaltecem Brizola nos 60 anos da vitória da Legalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 15:45:01 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<div dir="ltr">
<p class="yiv6655751045MsoNormal"><em><b>Movimento democrático marcou, segundo lideranças do PDT, a história do Brasil ao impedir o golpe militar</b></em></p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Em exaltação ao compromisso cívico e ideológico de Leonel Brizola no levante democrático contra o golpe militar no Brasil, em 1961, lideranças trabalhistas participaram, nesta terça-feira (31), do <a href="https://www.facebook.com/pdt.org.br/videos/576501120034273" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">painel</a> de encerramento do “Seminário Campanha da Legalidade”. O evento virtual foi realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e contou com o apoio do PDT e da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP).</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Logo na abertura, Carlos Lupi, presidente nacional do partido, fomentou a contribuição do então governador gaúcho para garantir, há 60 anos, a posse do vice-presidente João Goulart no cargo de presidente da República, diante da renúncia de Jânio Quadros.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“A Legalidade é ímpar. Nada substituirá na história republicana brasileira. Foi a única página em que a sociedade civil impediu o golpe. [&#8230;] Brizola, eleito governador do Rio Grande do Sul, e a mobilização que ele fez com uma simples cadeia de rádios nos porões do Palácio Piratini”, destacou, durante a mediação do advogado Ben-Hur Rava.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Esse levante mexeu com a sociedade brasileira. É muito importante como marco. O povo tem que ter [consciência] da sua própria história. [&#8230;] Nós a abraçamos”, completou, colocando esse legado como guia para o impulsionar o combate ao bolsonarismo e suas ambições antidemocráticas.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Vice-presidente nacional do PDT e presidenta da Ação da Mulher Trabalhista (AMT), Miguelina Vecchio relatou o engajamento das mulheres, com destaque para Neusa Brizola, no “maior movimento civil de resistência” do País.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Nesse processo, muitas mulheres com papel fundamental. Vamos começar pela própria Neusa Brizola. Não dá para apagar o fato de que, além de mulher do Brizola, ela era irmã do Jango (João Goulart). Não se sujeitou a ficar fora do processo de luta e foi ficar com ele”, contou.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Para o secretário-geral nacional do partido e presidente da FLB-AP, Manoel Dias, a Legalidade uniu a nação em prol dos princípios democráticos.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Um representante, ainda emergente, conseguiu emocionar a nação inteira. A partir de uma emissora de rádio apenas, ele conseguiu levantar o Brasil para reagir a um golpe que já havia sido deferido”, contextualizou, em um paralelo com o atentado concretizado, três anos depois, pelas Forças Armadas.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“O momento atual reforça a necessidade de análise da Campanha. O Brasil vive, hoje, uma realidade trágica com um presidente [Bolsonaro] totalmente despreparado. É um ignorante”, comentou.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Os advogados Trajano Ribeiro e Christopher Goulart, Membros do Diretório Nacional do partido, mencionaram a competência de Brizola na organização de um efetivo resistente, principalmente, no perímetro do Piratini, bem como de João Goulart na defesa conjunta dos princípios do Trabalhismo.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Há de se destacar, nesse episódio, a capacidade militar de comando de Brizola. Ele passou a ligar imediatamente para todos os comandantes do Rio Grande do Sul e a chamá-los para resistir ao golpe projetado pelos ministros militares”, recordou Trajano, que já fazia parte do movimento estudantil na época.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Jango, com a pouca idade que tinha, já representava o varguismo e o idealismo do nacional-desenvolvimentismo. [&#8230;] Ele compreendia muito bem a carência do país e essa era a vocação dele. Aprendeu isso com Getúlio Vargas”, acrescentou Christopher, neto do ex-presidente.</p>
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		<title>Adail de Lemos mostra a simbologia do Hino da Legalidade: “Protesta contra a tirania”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 01:48:52 +0000</pubDate>
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<div class="jb_0 X_6MGW N_6Fd5">
<div id="yiv1396905939">
<div dir="ltr">
<p class="yiv1396905939MsoNormal"><em><b>Filho da compositora Lara de Lemos, o médico gaúcho relembra a contribuição democrática de Brizola</b></em></p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">“Avante brasileiros de pé, unidos pela liberdade”. Marcante, o trecho integra o Hino da Legalidade, que simbolizou, há 60 anos, o movimento civil-militar em prol da posse de João Goulart (Jango) como presidente da República do Brasil. Os detalhes desse marco composto pela poetisa e jornalista Lara de Lemos foram descritos por seu filho, Adail Ivan de Lemos, em entrevista para o <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">podcast “Prosas”</a>, do Centro de Memória Trabalhista (CMT), publicada neste domingo (29).</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">O hino, que contou com a contribuição de Paulo César Pereio na formulação, mostrou o impacto do enfrentamento liderado pelo então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, para impedir o golpe militar e garantir a constitucionalidade.</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">“Minha mãe era totalmente brizolista, tanto é que vai fazer o Hino da Legalidade. [&#8230;] Esse é o único hino que protesta contra a tirania”, afirmou, ao também exaltar a proximidade de Brizola com seu pai, Ajadil de Lemos, durante o diálogo com o coordenador do CMT, Henrique Matthiesen.</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">Segundo o médico gaúcho, a inspiração surgiu de um grupo de intelectuais que buscavam um canto para mobilizar a população durante as manifestações no Centro de Porto Alegre, que reuniram mais de 100 mil pessoas. Antes de ser publicizado, Brizola pediu um ajuste essencial.</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">“Brizola disse: ‘Esse movimento não é só do Rio Grande do Sul. Troca o gaúcho por brasileiro. [&#8230;] Então o Brizola também era coautor”, relatou, descrevendo a contribuição dos atos trabalhistas em prol da democracia.</p>
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		<title>Em 1964, João Goulart encampou refinarias de petróleo para emancipação econômica nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 18:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeia da Legalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Ao declarar utilidade pública, presidente transferiu ações das companhias privadas para Petrobras No dia 13 de março de 1964, em um movimento nacionalista de proteção dos interesses do povo, o presidente da República, João Goulart (Jango), anunciou o decreto 53.701, que encampado refinarias de petróleo para garantir o interesse e a segurança nacional. A declaração...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p class="yiv9387579460MsoNormal"><em><b>Ao declarar utilidade pública, presidente transferiu ações das companhias privadas para Petrobras</b></em></p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">
<p class="yiv9387579460MsoNormal">No dia 13 de março de 1964, em um movimento nacionalista de proteção dos interesses do povo, o presidente da República, João Goulart (Jango), anunciou o decreto 53.701, que encampado refinarias de petróleo para garantir o interesse e a segurança nacional. A declaração foi feita em um comício na Central do Brasil, no Centro do Rio de Janeiro.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Na determinação, o líder trabalhista declarou de utilidade pública, para fins de desapropriação em favor da Petrobrás e em caráter de urgência, todas as ações das companhias permissionárias, incluindo União, Manguinhos, Amazônia, Matarazzo, Ypiranga e Rio Grandense.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Atrelada à série de medidas conhecidas por “Reformas de Base”, a determinação visava garantir os compromissos do governo com a política de emancipação econômica nacional, que seria viabilizada pelo fortalecimento do monopólio estatal do petróleo”.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Diante do conflito estrutural entre o regime jurídico misto vigorante no parque nacional de refino de petróleo e a lógica econômica, o decreto também ratificou a importância da integração para permitir a expansão das capacidades de refino e o consequente suprimento, “pelos menores custos, os diversos mercados regionais”.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Para Jango, que mencionou nas justificativas ações do ex-presidente Getúlio Vargas, o incremento do consumo de produtos petrolíferos é “indispensável ao desenvolvimento econômico do país, e a necessidade de solucionar adequadamente o abastecimento nacional de petróleo, tendo em vista o interesse nacional”.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal"><strong>Enfrentamento</strong></p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Presente no evento que mobilizou cerca de 300 mil pessoas, o então deputado federal, Leonel Brizola, defendeu a formação de &#8220;um Congresso popular e integrado por camponeses, sargentos e oficiais nacionalistas&#8221;.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Para o ex-governador do Rio Grande do Sul, a mudança da representação parlamentar representaria “a única saída pacífica para o impasse em que se encontra o nosso país&#8221;. Em discurso inflamado, o líder da “Cadeia da Legalidade” disse ainda que seguiria resistindo às tentativas de ruptura institucional.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">“Não aceitamos golpes contra os nossos direitos e liberdades&#8221;, garantiu, ao completar: “Temos que nos organizar para enfrentar a violência e nos preparar para responder violência com violência.&#8221;</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Como consequência, as Forças Armadas desencadearam, 17 dias depois, o golpe militar. O atentado encerrou o governo democraticamente eleito e culminou em 21 anos de opressão.</p>
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		<title>Brizola, um Herói da Pátria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 03:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha da Legalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="350" height="249" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2010/09/brizola.junior.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2010/09/brizola.junior.jpg 350w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2010/09/brizola.junior-100x71.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2010/09/brizola.junior-300x213.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" />Há 5 anos, o líder trabalhista recebia a honraria do Estado brasileiro Herói nacional, assim Brizola é reconhecido oficialmente pelo Estado brasileiro desde 2015 quando teve o nome incluído no livro Heróis da Pátria. A honraria é dedicada aos brasileiros e as brasileiras que foram fundamentais para defesa e a construção da história nacional. No...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="350" height="249" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2010/09/brizola.junior.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2010/09/brizola.junior.jpg 350w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2010/09/brizola.junior-100x71.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2010/09/brizola.junior-300x213.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /><h3><em>Há 5 anos, o líder trabalhista recebia a honraria do Estado brasileiro</em></h3>
<p>Herói nacional, assim Brizola é reconhecido oficialmente pelo Estado brasileiro desde 2015 quando teve o nome incluído no livro Heróis da Pátria. A honraria é dedicada aos brasileiros e as brasileiras que foram fundamentais para defesa e a construção da história nacional. No caso do líder trabalhista, essa contribuição é incontestável e extensa.</p>
<p>A lei que inclui Brizola no livro foi aprovada pelo Senado e sancionada pela presidente Dilma Rousseff, em 2015. No dia 29 de dezembro daquele ano, a medida foi publicada no Diário Oficial. O nome do pedetista figura ao lado de outros como Tiradentes, Zumbi dos Palmares, Dom Pedro I e a revolucionária Anita Garibaldi.</p>
<p>O Livro Heróis da Pátria foi criado no dia 7 de setembro de 1989. Feito de aço, ele possui apenas 10 páginas, contém o nome de 52 heróis nacionais e é mantido dentro do Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.</p>
<p><strong>Herói nacional</strong></p>
<p>Leonel de Moura Brizola nasceu em Carazinho (RS), em 1922, e faleceu no Rio de Janeiro (RJ), em 2004. Sua trajetória política inteiramente voltada para a defesa dos interesses nacionais e dos trabalhadores é o que justifica a homenagem concedida há 5 anos. A militância do gaúcho teve início no PTB, ainda na Era Vargas, e se concluiu no PDT, partindo fundado por ele durante na redemocratização do Brasil, em 1980.</p>
<p>Leonel Brizola foi o único político eleito democraticamente para governar dois estados diferentes, em toda a história do país: Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. A busca por justiça social e a defesa ferrenha dos Direitos Humanos fizeram da educação o pilar central das administrações brizolistas, sendo o seu principal fruto os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps).</p>
<p>Durante os anos de chumbo, o trabalhista gaúcho viveu o mais longo exílio da histórica nacional: 15 anos. Brizola foi considerado o maior inimigo da ditadura militar brasileira – a qual combatia – e foi duramente perseguido pelos militares. Por isso, enquanto esteve exilado, migrou de um país a outro, passando por Uruguai, Estados Unidos e Portugal.</p>
<p>Brizola era um político altamente combativo e intransigente na defesa dos interesses nacionais. Um marco na democracia brasileira, a Campanha da Legalidade foi liderada por ele, em 1961, para impedir um golpe de Estado que se iniciava contra o presidente constitucional João Goulart. Encampado no Palácio do Piratini (RS), o líder trabalhista usou as rádios para transmitir discursos contra os golpistas.</p>
<p>As palavras que proferiu ao negar encontrar-se com militares, antes de um iminente ataque ao palácio, reuniram cerca de 50 mil pessoas na Praça da Matriz, em Porto Alegre (RS):</p>
<p>“Não nos submeteremos a nenhum golpe. Que nos esmaguem. Que nos destruam. Que nos chacinem nesse palácio. Chacinado estará o Brasil com a imposição de uma ditadura contra a vontade de seu povo. Esta rádio será silenciada. O certo é que não será silenciada sem balas. Resistiremos até o fim”, disse Brizola em transmissão. A Campanha da Legalidade adiou o golpe militar até 1964.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Símbolo da resistência, Domingos Fernandes relembra Marighella no combate à ditadura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 17:46:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Centro de Memória Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Domingos Fernandes]]></category>
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<p class="yiv3721601232MsoNormal">O Centro de Memória Trabalhista (CMT) lançou, nesta quarta-feira (2), a entrevista inédita e exclusiva com Domingos Fernandes, signatário da Carta de Lisboa ao lado de Leonel Brizola, em 1979, durante o exílio gerado pelo enfrentamento do regime militar brasileiro. Pelo podcast ‘A Voz Trabalhista’, a divulgação ocorreu, de forma antecipada, em homenagem póstuma ao economista, que faleceu nessa terça-feira (1), em São Paulo, aos 74 anos.</p>
<p class="yiv3721601232MsoNormal">Gravado em novembro deste ano, o diálogo foi uma das últimas manifestações públicas do histórico trabalhista e membro do Grupo dos 11 e da Ação Libertadora Nacional (ALN), vinculada a Carlos Marighella. Em sua fala, o carioca reafirmou seu posicionamento incisivo sobre seu alistamento no Exército, a luta armada e o enfrentamento da ditadura militar a partir de 1964.</p>
<p class="yiv3721601232MsoNormal">“A ALN propunha uma resistência para criar um clima que pudesse haver um conflito grande e trouxesse, assim, alguns militares para a arena política, que eu conhecia através do Marighella e eram clandestinos, ou seja, não eram expostos”, disse.</p>
<p class="yiv3721601232MsoNormal">Em 1969, foi detido, no Rio de Janeiro, pelo Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), do Exército, torturado por diversas vezes nos porões dos quartéis, e libertado, em 1970, através do acordo que estabeleceu a liberdade de presos políticos em troca do embaixador da Alemanha Ocidental, Ehrenfried von Holleben, também sequestrado no estado fluminense.</p>
<p>“O Marighella tinha razão. Seres humanos que torturam seres humanos são verdadeiros animais. Imaginar você enfiar qualquer coisa no outro e fazer o ‘cara’ falar, por ele não querer falar, não é coisa de ser humano. São pessoas totalmente fora do contexto”, relatou.</p>
<p>“Eu guardo, desses tempos, uma memória sucinta do que essas pessoas (militares) tentavam fazer e, na maioria das vezes acabavam conseguindo, tirar informações de seres humanos fora de combate”, completou.</p>
<p><strong>Carta mobilizadora</strong></p>
<p>Sobre a conjuntura que desencadeou a produção do simbólico documento trabalhista, Domingos Fernandes detalha cada etapa da longa jornada até a realização do amplo encontro na capital portuguesa.</p>
<p>“Nós começamos a armar um grupo de pessoas, que estavam em Lisboa, a partir do Comitê de Anistia, que recebia os exilados brasileiros. Assim, articulamos para receber o Brizola e, claro, com complacência do Mário Soares”, descreve, ao mencionar o primeiro-ministro de Portugal e cofundador do Partido Socialista.</p>
<p>No processo de nucleação dos aglomerados políticos e ordenamento para reorganização do então PTB, originário desde Getúlio Vargas, o militante conta detalhes das movimentações e articulações para a retomada democrática, que chegou em paralelo à ruína do “milagre econômico” oferecido pelo governo brasileiro.</p>
<p>“A postura do Brizola era uma só. Ele achava que este partido deveria retomar a história pré-golpe e se tornar um ‘estuário’ de uma resistência”, comentou, ao descrever ainda as divergências de opiniões sobre o retorno do ex-governador do Rio Grande do Sul para o seu país e a construção de uma nova sigla, o PDT, além de citar a união para alcançar a presidência da República com estruturas democratizadas.</p>
<p>Disponibilizado gratuitamente pelo CMT – organização vinculada ao PDT e à Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLB-AP) –, o conteúdo está presente nas principais plataformas digitais, incluindo Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts e Anchor.</p>
<p>Confira, na íntegra: <a href="https://open.spotify.com/episode/4ED7eMkENxQgPEX9vDgQL8" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">https://open.spotify.com/episode/4ED7eMkENxQgPEX9vDgQL8</a></p>
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		<title>Jango presidente e o arranjo parlamentarista de 1961</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 14:25:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[7 de setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha da Legalidade]]></category>
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<p>Quando Jânio renunciou, Jango estava na China, cumprindo agenda oficial. O fato gerou inquietação entre militares e civis, opositores das políticas trabalhistas, que ensaiaram um golpe. Foram frustrados por Leonel Brizola, então governador do Rio Grande do Sul, que promoveu a Campanha da Legalidade para garantir a posse constitucional de Goulart.</p>
<p>O protesto de Brizola gerou comoção popular em todo o País, de modo que seria insustentável outro arranjo político que não o previsto pela Constituição vigente. Ainda assim, os opositores de Jango tencionaram pela retirada de poderes do novo presidente, impondo o fim do regime presidencialista, em vigor desde o início da República.</p>
<p>Enquanto durou o impasse, Goulart não poderia retornar ao País, sob o risco de ser assassinado pelas forças militares de oposição. Quando finalmente pôde regressar, aterrissou no Rio Grande do Sul, onde Brizola o aguardava. Lá foi recebido também por um grupo político de conciliação, liderado por Tancredo Neves.</p>
<p>O país estava divido, à beira de uma guerra civil. Brizola liderava o grupo de resistência, apoiado por setores da Forças Armadas, enquanto os ministros militares dominavam a maior parte do poder bélico do país.</p>
<p>A fim de evitar derramamento de sangue entre brasileiros, João Goulart aceitou o acordo proposto por Tancredo e, no dia 7 de setembro de 1961, assumiu a presidência da República sob o inédito Regime Parlamentarista. Mas por pouco tempo. Em outubro de 1962, por meio de um plebiscito, o povo decide pelo retorno do presidencialismo, devolvendo os poderes constitucionalmente garantidos a Jango.</p>
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		<title>PDT lembra o 98º aniversário de Brizola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 15:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha da Legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Centros Integrados de Educação Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ciep]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura militar]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1014" height="692" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/P8-Brizola.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/P8-Brizola.jpg 1014w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/P8-Brizola-100x68.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/P8-Brizola-300x205.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/P8-Brizola-768x524.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/P8-Brizola-132x90.jpg 132w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/P8-Brizola-600x409.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1014px) 100vw, 1014px" /><p>Há 98 anos nascia o mais aguerrido líder trabalhista que o Brasil já conheceu. Leonel de Moura Brizola – ou apenas Brizola, como era nacionalmente conhecido – foi o político brasileiro que mais confrontou os interesses burgueses e a exploração do povo humilde do país.</p>
<p>Oriundo de uma família humilde da cidade de Carazinho, no interior do Rio Grande do Sul, Brizola conhecia de perto as mazelas vividas pelo povo. Entrou na política ainda jovem sob a tutela de Getúlio Vargas, tornando-se um dos maiores expoentes do antigo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).</p>
<p>A atuação política do trabalhista gaúcho influenciou diretamente a história recente do país, principalmente a respeito da soberania nacional e constitucional. O filme <em>Campanha da Legalidade</em>, lançado em setembro do ano passado, ilustra bem essa face de Brizola.</p>
<p>No período da Ditadura Militar, foi considerado o maior inimigo do Governo brasileiro e teve de viver 15 anos no exílio. Durante o processo de redemocratização do país, retornou ao Brasil e fundou o Partido Democrático Trabalhista (PDT), onde deu continuidade à luta trabalhista.</p>
<p>Brizola ainda foi responsável por grande transformação no sistema educacional do Rio de Janeiro, com a implantação dos Centros Integrados de Educação Pública (Ciep), que assistia aos alunos em tempo integral. O projeto acabou sucateado pela desatenção dos Governos que o sucederam.</p>
<p>Leonel de Moura Brizola morreu em 21 de junho de 2004, deixando a cargo do PDT e de seus integrantes a continuidade da luta trabalhista em busca de uma sociedade mais justa e igualitária.</p>
<p>Veja abaixo a mensagem do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, em alusão a data.</p>
<div style="width: 640px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-69291-2" width="640" height="360" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Video-2020-01-22-at-11.54.28.mp4?_=2" /><a href="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Video-2020-01-22-at-11.54.28.mp4" data-wpel-link="internal">http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Video-2020-01-22-at-11.54.28.mp4</a></video></div>
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		<title>Semana de Gilmar Sossella terá como foco as concessões de rodovias federais no RS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 00:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[BR-386]]></category>
		<category><![CDATA[CPI dos Pólos de Pedágios]]></category>
		<category><![CDATA[Gilmar Sossella]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa de Exploração de Rodovia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso-100x67.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso-300x200.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso-768x512.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso-135x90.jpeg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso-600x400.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />O deputado estadual Gilmar Sossella (PDT) participará, nesta semana, de várias atividades relacionadas ao programa de concessão de rodovias federais no Rio Grande do Sul. O pedetista foi presidente da CPI dos Pólos de Pedágios da Assembleia Legislativa em 2007. O trecho a ser licitado no Estado engloba as BRs-101/290/386/448, que envolve 32 municípios gaúchos....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso-100x67.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso-300x200.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso-768x512.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso-135x90.jpeg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Gilmar-Sossella-Tribuna-plenario_WilsonCardoso-600x400.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>O deputado estadual Gilmar Sossella (PDT) participará, nesta semana, de várias atividades relacionadas ao programa de concessão de rodovias federais no Rio Grande do Sul. O pedetista foi presidente da CPI dos Pólos de Pedágios da Assembleia Legislativa em 2007. O trecho a ser licitado no Estado engloba as BRs-101/290/386/448, que envolve 32 municípios gaúchos.</p>
<p>No último dia 1º, Sossella protocolou o requerimento para a criação de uma Comissão de Representação Externa para tratar do tema no Parlamento gaúcho. O documento foi entregue ao presidente, deputado Edegar Pretto (PT), durante a sessão plenária. A Comissão tem duração de 30 dias e pode ser formada por até cinco deputados.</p>
<p>As atividades relacionadas ao assunto iniciam na terça-feira (14). Sossella fará parte de uma comitiva da Assembleia Legislativa gaúcha que tratará das concessões em uma audiência pública em Brasília com o Ministro dos Transportes, Maurício Quintella Lessa. Além disso, no mesmo dia, na capital federal, os deputados debaterão a crise fiscal e o direito dos Estados em relação às compensações da Lei Kandir em agendas com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ) e a bancada federal gaúcha.</p>
<p>Na quinta-feira (16), Sossella debaterá a questão dos pedágios em Lajeado, na terceira audiência pública promovida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O evento inicia às 14h no auditório da Univates. Na sexta-feira (17), o deputado e líder da bancada do PDT na AL estará em Soledade, na última audiência pública para tratar do assunto. O encontro ocorre às 14h no Centro Cultural do município.</p>
<p>“Será uma semana com importantes compromissos para tratar desta questão que é prioritária para nós. Convidamos a toda a população para participar destes importantes encontros porque se trata de um tema que irá influenciar na vida de todos os gaúchos por 30 anos. Não podemos permitir que a concessão seja feita da forma como está prevista pela ANTT. Precisamos dialogar mais a respeito”, destacou Sossella.</p>
<p>O deputado criticou a forma como serão os investimentos previstos no Programa de Exploração de Rodovia (PER), que prevê duplicação na BR-386 somente a partir do 12º ano de cobrança dos pedágios. Outra questão apontada por Sossella foi quanto ao momento econômico em que está sendo lançado o programa de concessão federal no Estado. De acordo com ele, a taxa de juro está muito elevada, ou seja, as concessionárias terão que pegar recursos e vão pagar caro por isso, o que irá, automaticamente, impactar no valor final da tarifa.</p>
<p>O parlamentar questiona ainda o preço do pedágio previsto pela ANTT para as rodovias gaúchas, que variam de R$ 5,50 e R$ 11,30, dependendo da praça. “A mesma ANTT fez 21 concessões em mais 9 mil quilômetros de BRs e que valor do pedágio está em valores atuais na faixa R$ 3, muito abaixo do que está previsto para o Rio Grande do Sul”, completou Sossella.</p>
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