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	<title>Revolução de 1930 &#8211; PDT</title>
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		<title>O peito de Vargas ainda sangra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2017 03:00:57 +0000</pubDate>
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<p>Mais de 60 anos depois, as forças que Vargas combateu com o auto sacrifício retornam aos balcões de negócios. À venda: a soberania e a dignidade nacional. A placa que diz “em liquidação” não é necessária, o governo tem competência e requinte suficiente para criar seu próprio promotor de vendas, o Programa de Parcerias e Investimentos (PPI). O nome é lindo, já o propósito&#8230; Bizarro. A imprensa ajuda publicando que o Estado ganhará um bom dinheiro e se livrará das estatais deficitárias.</p>
<p>O peito de Vargas ainda sangra.</p>
<p>A Petrobrás, criada por Getúlio, foi amplamente afanada ao longo de diferentes governos – a Lava-Jato atesta – e atingiu uma dívida de mais de R$ 500 bi. Paralelamente, a empresa também cresceu. É a única com tecnologia própria capaz de explorar o Pré-sal, fruto de muito investimento nacional e anos de pesquisa. Em 2010, a estatal produzia 41 mil barris de petróleo por dia. Em 2014, a produção deu um salto para 500 mil. Ano passado, a conta chegou a 1 milhão. Com um discurso que capitaliza a dívida da empresa, somada a alegação mentirosa de improdutividade, o ilegítimo governo vigente vende a área do Pré-sal que, por baixo, tem capacidade de produção de 50 bilhões de barris de petróleo.</p>
<p>O peito de Vargas ainda sangra.</p>
<p>Na última segunda-feira, chegou a vez da Eletrobrás. Temer anunciou a intenção de vendê-la. Mais uma estatal idealizada por Getúlio para dar ao Brasil autonomia energética, garantindo a soberania nacional, ostenta a plaquinha “<em>Sale</em>” em cima do emblema verde e amarelo. Como em 1954, o grito eufórico do neoliberalismo subserviente brasileiro se utiliza da crise econômica para amplificar uma crise política e justificar a venda do país. A conta fica para o povo, que vê sua riqueza escoar pelas fronteiras ao passo que morre na fila do SUS, sem educação, sem segurança, sem dignidade.</p>
<p>E o peito de Vargas ainda sangra.</p>
<p>Há 63 anos, um homem dava cabo a própria vida para defender um povo, um país transformado por 20 anos de intenso projeto de nação. Getúlio tirou o Brasil da dependência internacional, industrializando, valorizando o trabalhador, a educação e o potencial nacional. Dando vez ao povo humilde, comprou briga com a elite brasileira e a derrotou tão serenamente quanto articulou a Revolução de 1930.</p>
<p>Mesmo assim, o peito de Vargas ainda sangra.</p>
<p>Hoje, continuam tentando derrotar o homem que está vivo na CLT, no salário mínimo, na Petrobrás, na Eletrobras e em tantos outros projetos que dão sentido ao status BRASILEIRO. Provavelmente, eles não leram: “Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Wellington Penalva é jornalista e integra a equipe de comunicação do PDT Nacional</strong></em></p>
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		<title>Brizola, uma trajetória continuada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2017 02:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brizola Vive]]></category>
		<category><![CDATA[Centros Integrados de Educação Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="600" height="455" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Brizola-discursa-para-o-povo-brasileiro-nos-idos-dos-anos-1970.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Brizola-discursa-para-o-povo-brasileiro-nos-idos-dos-anos-1970.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Brizola-discursa-para-o-povo-brasileiro-nos-idos-dos-anos-1970-100x76.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Brizola-discursa-para-o-povo-brasileiro-nos-idos-dos-anos-1970-300x228.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Brizola-discursa-para-o-povo-brasileiro-nos-idos-dos-anos-1970-119x90.jpg 119w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" />O nacionalismo brasileiro ganhou um dos seus maiores defensores na data de hoje, há quase um século. Leonel de Moura Brizola nasceu em Carazinho (RS), num Brasil agrário, na época em que a política do café com leite favorecia as elites paulista e mineira. Era 22 de janeiro de 1922.  Nesta segunda (23) , a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="455" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Brizola-discursa-para-o-povo-brasileiro-nos-idos-dos-anos-1970.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Brizola-discursa-para-o-povo-brasileiro-nos-idos-dos-anos-1970.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Brizola-discursa-para-o-povo-brasileiro-nos-idos-dos-anos-1970-100x76.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Brizola-discursa-para-o-povo-brasileiro-nos-idos-dos-anos-1970-300x228.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Brizola-discursa-para-o-povo-brasileiro-nos-idos-dos-anos-1970-119x90.jpg 119w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p><span style="font-weight: 400;">O nacionalismo brasileiro ganhou um dos seus maiores defensores na data de hoje, há quase um século. Leonel de Moura Brizola nasceu em Carazinho (RS), num Brasil agrário, na época em que a política do café com leite favorecia as elites paulista e mineira. Era 22 de janeiro de 1922. </span></p>
<p>Nesta segunda (23) , a Direção Nacional do PDT irá realizar uma missa na Igreja de São Benedito dos Homens Pretos, no Centro do Rio, às 11 horas, para relembrar a data, dentro das celebrações pelos 95 anos de nascimento de Brizola.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda criança, Brizola viu Getúlio Vargas chegar ao poder pela Revolução de 1930. Vivenciou uma nova era, a da industrialização nacional e da valorização do trabalhador. Oriundo de família humilde, trabalhou como ascensorista e zelador para manter os estudos em Porto Alegre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leonel Brizola conhecia a dura realidade dos brasileiros porque vivia na pele as dificuldades do povo. Sua condição o fez admirar os princípios do Trabalhismo. A vontade de contribuir com a transformação do país o levou ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Daí em diante, não parou de lutar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deputado estadual, prefeito, deputado federal, três vezes governador, presidenciável, Brizola não parou de promover mudanças, sobretudo na educação. Lutou pela legalidade e garantiu a posse de Jango em 1961. Depois do golpe de 1964, foi arrancado do país pelos militares que, de um jeito ou de outro, reconheciam sua força política junto ao povo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1979, após 15 anos de exílio, Leonel Brizola retorna ao Brasil. Sua sede de democracia e justiça social estava ainda mais aguçada e amadurecida. Nascia, então, o Partido Democrático Trabalhista (PDT), fundado por ele e seus companheiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao lado de Darcy Ribeiro, Brizola fundou os Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs), quando governador do Rio de Janeiro. Para a dupla, educação era o melhor caminho para a transformação social do país e os CIEPs contemplavam seus ideais. Ensino público, integral e de qualidade, foi isso que eles desenvolveram.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Brizola foi um nacionalista aguerrido, lutou pela soberania nacional e pelo povo brasileiro. Queria ver um Brasil mais justo, mais igual, onde a elite não ditasse o destino da nação. Sua história inspira aqueles que defendem o seu legado dando continuidade à luta trabalhista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se vivo fosse, Leonel Brizola estaria completando 95 anos. Na verdade, para o verdadeiro trabalhismo brasileiro, essa afirmação não faz o menor sentido: afinal, BRIZOLA VIVE!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A educação é o único caminho para emancipar o homem. Desenvolvimento sem educação é criação de riquezas apenas para alguns privilegiados.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leonel de Moura Brizola (1922 &#8211; 2004)</span></p>
<p><strong>Clique <a href="http://pdt-rj.org.br/index.php/52450/" data-wpel-link="internal">aqui</a> e confira o artigo de Hari Alexandre Brust, membro da Executiva do PDT-Bahia, sobre os 95 anos de Brizola.</strong></p>
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