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	<title>Republica de Bananas &#8211; PDT</title>
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		<title>Jeferson Miola:  Governo usurpador tomou o Planalto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2016 05:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[Republica de Bananas]]></category>
		<category><![CDATA[usurpadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Menos de 12 horas depois da decisão majoritária a favor do golpe de Estado no Senado “da Republiqueta de Bananas”, a turba golpista se transferiu do Palácio do Jaburu, a sede da conspiração, para o Palácio do Planalto. Os golpistas já levaram ao Planalto o programa de retrocessos e o slogan do governo usurpador prontos,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Menos de 12 horas depois da decisão majoritária a favor do golpe de Estado no Senado “da Republiqueta de Bananas”, a turba golpista se transferiu do Palácio do Jaburu, a sede da conspiração, para o Palácio do Planalto.</p>
<p>Os golpistas já levaram ao Planalto o programa de retrocessos e o slogan do governo usurpador prontos, numa prova de que a farsa vinha sendo preparada há bastante tempo, com a encenação final prevista para este 12 de maio de 2016.</p>
<p>Os golpistas entraram clandestinamente pela garagem dos fundos do Planalto, como seria de se esperar de usurpadores que não conseguiram, através do voto popular, a chave da rampa principal e da porta da frente do Palácio do Planalto.</p>
<p>O cenário grotesco, visto pelo mundo inteiro, era de um bando de ratazanas tomando conta do porão de um navio. Não escondiam um entusiasmo pueril; pareciam uma horda de formigas encontrando uma montanha de açúcar.</p>
<p>Logo no início do discurso depois da posse coletiva dos 24 machos branquelos do ministério do governo usurpador, o conspirador-mor Michel Temer saudou o reencontro da turba golpista de velhos vínculos: “eu vejo o entusiasmo dos colegas parlamentares, dos senhores governadores, e tenho absoluta convicção de que este entusiasmo deriva, precisamente, da longa convivência que nós todos tivemos ao longo do tempo”.</p>
<p>Na continuação do discurso, o conspirador cometeu um ato falho e reproduziu, com outras palavras, a senha do golpe lançada ainda em 4 de agosto de 2015, no gesto em que Temer surpreendeu abandonando a coordenação política que a Presidente Dilma inocentemente confiara a ele e a um jagunço seu: “reitero, como tenho dito ao longo do tempo, que é urgente pacificar a Nação e unificar o Brasil”. Naquele inverno de 2015, as palavras que ele usou foram que “o país precisa de alguém que tenha a capacidade de reunificar a todos” [sic].</p>
<p>Ele abusou da hipocrisia no primeiro discurso, e mencionou o “absoluto respeito institucional à senhora presidente Dilma Rousseff” [sic].</p>
<p>O conspirador também apresentou genericamente suas propostas, que incluem um processo selvagem de privatizações, de supressão de direitos trabalhistas, sociais e previdenciários e de recolonização do Brasil.</p>
<p>Aquelas ratazanas asquerosas, excitadas com as palavras do conspirador sem-votos que usurpou a cadeira da Presidente Dilma, foi ao delírio. E então o traidor Temer foi ovacionado: “Michel, Michel, Michel &#8230;” – como o conspirador é candidamente chamado pela turba golpista “de longa convivência”.</p>
<p>O impeachment sem crime de responsabilidade, que foi a fraude armada pela burguesia para roubar o mandato legítimo conferido à Presidente Dilma por 54.501.118 brasileiras/os, se revelou ao mundo inteiro como golpe de Estado, atentado à Constituição e à democracia.</p>
<p>E também revelou o contraste entre o Brasil que quer alcançar a modernidade com políticas de igualdade e direitos, e o Brasil da classe dominante medieval, que insiste em regredir à Idade Média.</p>
<p>Este 12 de maio de 2016 entra na história do Brasil como o dia que marca o contraste entre o povo que considera a democracia um valor essencial e que está com Dilma, com a legalidade, com o Estado Democrático de Direito e com a Constituição; e a turba golpista, que se refestela no Planalto depois da consumação do golpe de Estado que tramaram desde o primeiro dia depois da derrota que sofreram na eleição de outubro de 2014.</p>
<p>O povo que recepcionava a Presidente Dilma na porta principal do Planalto é a fotografia do Brasil que foi levado ao século 21 pelas mãos generosas de Lula e Dilma: mulheres, negros, juventudes, trabalhadores, estudantes, LGBTs, democratas, camponeses, pobres, &#8230;</p>
<p>A turba golpista que usurpou o Palácio do Planalto, por outro lado, tem a cara da classe dominante, da FIESP, da burguesia, dos engravatados brancos, dos impostores, dos patriarcas, dos embusteiros, do 3% do país que se apropria de quase 90% da riqueza nacional.</p>
<p>O conspirador terminou o discurso com um “amém”, termo que a turba repetiu com devoção. Como declarou cinicamente Eduardo Cunha, o sócio principal do conspirador no golpe: “que Deus tenha misericórdia do Brasil”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(*) Jeferson Miola é filiado ao PT e coordenou o 5° Fórum Social Mundial.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dilma vai denunciar hoje na ONU golpe em curso no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2016 12:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Republica de Bananas]]></category>
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					<description><![CDATA[O golpe parlamentar em curso no Brasil contra o mandato conquistado através do voto popular de mais de 54 milhões de brasileiros será o tema principal do discurso que a presidente Dilma Rousseff fará amanhã (22/4) na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, na cerimônia de assinatura do Acordo de Paris sobre a Mudança...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O golpe parlamentar em curso no Brasil contra o mandato conquistado através do voto popular de mais de 54 milhões de brasileiros será o tema principal do discurso que a presidente Dilma Rousseff fará amanhã (22/4) na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, na cerimônia de assinatura do Acordo de Paris sobre a Mudança do Clima. Dilma anunciou a viagem no último instante e o fato preocupa os principais articuladores do golpe – aliados do vice-presidente Michel Temer (PMDB), que assumirá o poder por três dias.</p>
<p>Dilma nesta quinta para os Estados Unidos onde já se encontra, desde segunda-feira, o senador e presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) – um dos principais articuladores do impeachment. Aloysio está nos EUA para uma série de reuniões com autoridades de lá, mas prefere rotulá-las de “privadas” para evitar o assédio da imprensa, como denunciou o jornalista americano Glenn Greenwald, em matéria publicada esta semana no jornal “The Intercept”.</p>
<p>Segundo Dayane Santos, do portal Vermelho, “enquanto a grande imprensa brasileira tenta dar um verniz legalista ao golpe cometido pela Câmara dos Deputados, a imprensa internacional tem apontado que o pedido de afastamento é exclusivamente político e resultado da polarização”.</p>
<p>Na avaliação da jornalista, a denúncia de Dilma na ONU será importantíssima, dando seguimento, por exemplo, a entrevista coletiva que ela concedeu nesta terça a correspondentes internacionais de 56 países, oportunidade em que afirmou, com todas as letras, que seu vice, Michel Temer “não tem legitimidade” para assumir a presidência no seu lugar e que o processo de impeachment em andamento, agora no Senado, é uma farsa.</p>
<p>“É estarrecedor que um vice-presidente, no exercício do mandato, conspire contra a presidenta abertamente. Em nenhuma democracia do mundo, uma pessoa que fizesse isso seria respeitada”, afirmou Dilma na coletiva aos jornalistas estrangeiros.</p>
<p>Dilma frisou, na entrevista à imprensa estrangeira:</p>
<p>“Há um golpe em curso que usa de uma aparência de processo legal e democrático para perpetrar um crime que é a injustiça. Praticam comigo o jogo do ‘quanto pior, melhor’. Pior para o Brasil, melhor para a oposição. E praticam isso por meio de pautas-bomba. Também me sinto injustiçada por não me permitirem que governasse num clima de estabilidade política. Saio dessa questão dos atos com a consciência tranquila porque pratiquei atos que são praticados por todos os presidentes da República”, frisou Dilma na coletiva.</p>
<p>Publicações estrangeiras como a revista alemã “Der Spiegel”, a inglesa ‘The Economist’, o jornal El País (Espanha), Público (Portugal), The Guardian (Inglaterra), Página 12 (Argentina) e até mesmo a rede de televisão Al-Jazeera, entre outras, estão denunciando a ameaça contra a democracia brasileira, exatamente como aconteceu recentemente na Ucrania, no Paraguai e na Guatemala – em golpes de estado articulados pelos Estados Unidos.</p>
<p>Sob o título “A crise institucional no Brasil: Um golpe frio”, o jornal alemão Der Spiegel disse que a Rede Globo atua em defesa do golpe. “Parte da oposição e da Justiça agem, juntamente com a maior empresa de telecomunicações TV Globo, para estimular uma verdadeira caça às bruxas que tem como alvo o ex-presidente Lula”, disse o jornal.</p>
<p>A declaração da presidenta ganha força junto à população que não apoia o golpe. Nesta terça, um vendedor ambulante que estava em frente ao escritório de Temer em São Paulo, ao avistá-lo, o chamou de “traidor” e “golpista. Temer está em São Paulo se reunindo com seus principais aliados, Moreira Franco e Eliseu Padilha entre eles, para articular a montagem do governo que espera receber – aprovado o afastamento de Dilma da presidência pelo Senado – ainda na primeira quinzena de maio.</p>
<p>Ainda de acordo com o portal Vermelho, Temer vem buscando uma saída “para dar uma fachada legal ao seu governo” e aliados estariam preparando – com a ajuda entre outros de Fernando Henrique Cardoso,  de um discurso de posse que terá a preocupação de  “camuflar o golpe”.</p>
<p>Entrevistado pela Globo, nos Estados Unidos, Aloysio Nunes Ferreira reagiu à iniciativa de Dilma de denunciar ao mundo o golpe em curso no Brasil argumentando que será nocivo para o país Dilma falar sobre o que está acontecendo no país.</p>
<p>“Espero que ela não faça desta visita  plataforma para fazer a campanha que vem fazendo no Brasil e que é profundamente nociva aos interesses do povo brasileiro, porque ela tem dito por aí afora que o Brasil é um país onde não há leis, não há Constituição, há golpe de estado em marcha, uma total falsificação da defesa dela, da realidade da política da democracia brasileira. Eu acho que isso é um desserviço que ela presta ao país, querendo se vitimizar e falsificando a realidade institucional brasileira”, afirmou.</p>
<p>Na mesma linha, provocados pela Rede Globo de Televisão, se manifestaram os ministros do Supremo Gilmar Mendes, Celso de Melo e Dias Toffoli.</p>
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		<title>Glenn Greenwald questiona contatos de Aloysio Nunes Ferreira nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 19:11:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Aloysio Nunes Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
		<category><![CDATA[Republica de Bananas]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, em matéria publicada no jornal “The Intercept” sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, chama a atenção para a viagem aos Estados Unidos do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), um dos líderes do movimento para afastar a presidente Dilma da presidência da República, no dia seguinte à votação do impeachment...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, em matéria publicada no jornal “The Intercept” sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, chama a atenção para a viagem aos Estados Unidos do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), um dos líderes do movimento para afastar a presidente Dilma da presidência da República, no dia seguinte à votação do impeachment na Câmara. Glenn Greenwald foi o jornalista que revelou ao mundo o agente da NSA Edward Snowden e suas denúncias em relação aos crimes cometidos pela inteligência americana.</p>
<p>Segundo o jornalista, Aloysio Nunes viajou para Washington “para participar de três dias de reuniões com várias autoridades norte-americanas, além de lobistas e pessoas influentes próximas a Clinton e outras lideranças políticas”.</p>
<p>Greenwald detalhou:</p>
<p>“Nunes vai se reunir com o presidente e um membro do Comitê de Relações Internacionais do Senado dos Estados Unidos, Bob Corker (republicano, do estado do Tennessee) e Ben Cardin (democrata, do estado de Maryland);  com o Subsecretário de Estado e ex-Embaixador no Brasil, Thomas Shannon, além de comparecer a um almoço promovido pela empresa lobista de Washington, Albright Stonebridge Group, comandada pela ex-Secretária de Estado de Clinton, Madeleine Albright e pelo ex-Secretário de Comércio do ex-presidente Bush e ex-diretor-executivo da empresa Kellogg, Carlos Gutierrez”.</p>
<p>O jornalista revelou também que a Embaixada Brasileira em Washington e o gabinete do Senador Aloysio Nunes, consultados, despistaram afirmando que “não tinham maiores informações a respeito” do almoço e da visita do político brasileiro.</p>
<p>Greenwald destacou na mesma matéria o papel dos Estados Unidos no golpe de 64 e ressaltou o fato de que Aloysio Nunes, como presidente da Comissão de Relações e Defesa Nacional do Senado brasileiro, tem defendido uma maior aproximação do Brasil com os EUA e o Reino Unido.  Cita também o fato de que Nunes “foi fortemente apontado em denúncias de corrupção”.</p>
<p>Destaca também que a sua viagem aos Estados Unidos “foi divulgada como ordem do próprio Temer, que está agindo como se já governasse o Brasil”. Diz ainda que Temer estaria incomodado com as constante denuncias da imprensa internacional de que está acontecendo um golpe de estado no Brasil e teria enviado Aloysio Nunes aos Estados Unidos “para lançar uma contraofensiva de relações públicas”, informação inclusive divulgada pelo jornal “Folha de São Paulo”.</p>
<p>Temer estaria também “abertamente preocupado e furioso com a denúncia do impeachment pela Organização de Estados Americanos, apoiada pelo Estados Unidos, cujo secretário-geral, Luis Almagro, disse que estava “preocupado com <a> credibilidade de alguns daqueles que julgarão e decidirão o processo” contra Dilma.</p>
<p>&nbsp;</p>
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