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	<title>Renan Calheiros &#8211; PDT</title>
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		<title>Senado decide hoje impeachment da presidente Dilma Rousseff</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2016 13:58:11 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado vota nesta quarta-feira (11/5) a partir das 9 horas da manhã o relatório sobre a admissibilidade do processo de impeachment movido contra a presidente da República Dilma Rousseff que, se for aprovado, resultará na saída dela do governo e a ascensão do vice-presidente Michel Temer, do PMDB, à presidência. O roteiro básico da sessão de hoje é que cada senador terá 10 minutos para discutir e mais cinco minutos para encaminhar o voto. A decisão final, no voto, deve sair no final do dia ou de madrugada.</p>
<p>Em tentativa de despolitizar a política, o presidente do Senado, Renan Calheiros, determinou  também que não os partidos não podem fechar questão sobre a votação do impeachment, se contra ou a favor, para votar como bem entenderem sem levar em conta posicionamentos ideológicos. Isto para  esvaziar decisões &#8211; como a tomada pela Executiva nacional do PDT e referendada pelo Diretório Nacional, por unanimidade, em janeiro &#8211; de ser contra o impeachment, por considerá-lo um golpe das elites contra os 54 milhões de votos que foram conferidos, em eleição direta, à Dilma.</p>
<p>Renan tenta &#8211; como Cunha tentou &#8211; enfraquecer os partidos para que o varejo político do voto a voto prevaleça, muitos deles já negociados diretamente com parlamentares pelo próprio Temer com a ajuda de seus principais assessores, Moreira Franco e Geddel Lima.</p>
<p>A política do &#8216;é dando que se recebe&#8217;, característica do Centrão na Constituinte, tornou-se o eixo principal da atuação política do PMDB ao longo dos anos. Sobre o assunto, Renan acrescentou, segundo a Agência Senado: “Como esse (o impeachment de Dilma) é um julgamento, qualquer orientação de líderes ajudaria a partidarizar o assunto, o que não é bom que aconteça”, disse. RITO A expectativa é que pelo menos 60 senadores falem hoje no plenário, o que somaria 10 horas de sessão. As inscrições foram abertas ontem, terça (10), em dois livros &#8211; um para os parlamentares que estão a favor da admissibilidade e outro para os que se posicionam contrariamente. Até o início da noite  já estavam inscritos 65 parlamentares.</p>
<p>Como cada senador terá 10 minutos para discutir e mais cinco minutos para encaminhar o voto, a expectativa é de que sejam mais de 15 horas de sessão, dividida em três blocos: de 9h às 12h; das 13h às 18h; e das 19h até o termino da votação. Renan advertiu os senadores sobre a impossibilidade de eles falarem mais do que o tempo determinado, pois os microfones das duas tribunas desligarão automaticamente ao final dos 15 minutos.</p>
<p>O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, terá 15 minutos para fazer a defesa da presidente Dilma Rousseff no plenário do Senado. Ele será precedido pelo relator do caso, Antônio Anastasia (PSDB-MG), que também terá 15 minutos para falar sobre seu parecer, que é favorável ao afastamento da presidente.</p>
<p>A primeira a colocar seu nome na lista &#8211;e que será, consequentemente, a primeira a se pronunciar entre os senadores&#8211; foi Ana Amélia (PP-RS), que é a favor do impeachment.  A sessão começa  às 9h desta quarta-feira (11) e às 12h haverá interrupção para o almoço. Os trabalhos retornam às 13h e seguem até as 18h. Uma nova interrupção será feita e a sessão é retomada às 19h seguindo até o final da votação, que deve ser realizada via painel eletrônico. Será possível votar sim, não ou abstenção. Após a conclusão da votação, será divulgado como cada parlamentar votou. O quórum mínimo para votação é de 41 dos 81 senadores (maioria absoluta).</p>
<p>Para que o parecer seja aprovado, é necessário voto da maioria simples dos senadores presentes – metade mais um. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), só vota em caso de empate. Se o Senado aprovar a abertura do processo de impeachment, a presidente é automaticamente afastada por até 180 dias. A medida não configura perda de mandato, apenas distanciamento de exercício do poder enquanto o Senado julga o processo. Ao final desse período de seis meses (ou antes), a depender do resultado da análise dos senadores, a presidente volta ao cargo ou será definitivamente cassada.</p>
<p>Enquanto não for julgada, Dilma poderá continuar a usar as residências funcionais, como a Granja do Torto e o Palácio da Alvorada. Nesse período de espera pela decisão do Senado, se houver o impeachment, a presidente terá uma perda financeira. Por determinação da lei 1.079 (de 1950) a petista receberá metade de seu salário. Dilma recebe hoje R$ 30.934, segundo dados do Portal da Transparência do governo federal. Em caso de impeachment, o valor cai para R$ 15.467. Já Michel Temer deverá continuar a morar no Palácio do Jaburu. Mas migrará do anexo 2 do Palácio do Planalto, onde está seu gabinete, para o 3º andar: é ali que está a sala usada no momento por Dilma Rousseff.</p>
<p>Se houver instauração do processo de impeachment, Temer continuará morando no Palácio do Jaburu pelo menos até a definição do julgamento. A TV Senado e a Rádio Senado transmitirão a sessão integralmente, a partir das 9 horas da manhã.</p>
<p><strong>Constituintes de 1988</strong></p>
<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado recebeu nesta terça-feira (10) os deputados constituintes de 1988 Nelton Friedrich e Haroldo Sabóia, que fizeram duras críticas ao processo de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff. Segundo eles, a democracia brasileira está em risco, principalmente quando se leva em conta que golpe não se faz necessariamente com procedimentos bélicos.</p>
<p>— A democracia está em perigo, mas um perigo sofisticado, que não se traduz em armas e quartéis. Estão se apropriando de um discurso democrático para fazer, por exemplo, a retirada de direitos sociais — afirmou Friedrich, que ajudou a elaborar a Constituição de 88 como representante do PMDB do Paraná.</p>
<p>Haroldo Sabóia, por sua vez, criticou a atuação da mídia no processo e disse que o país nunca teve uma concentração tão grande de poder nos meios de comunicação. — Nunca vivemos um poder de imprensa tão monolítico como hoje. No Estado Novo e também na ditadura, havia uma uma rede de jornais clandestinos e até resistência dentro da grande mídia. Hoje o noticiário é o mesmo. É um horror. É uma violência nunca vista — lamentou o ex-deputado maranhense, que também foi constituinte pelo PMDB.</p>
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		<title>BBC:  Senado  pode ser questionado pelo STF por votar impeachment</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2016 09:47:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[juristas]]></category>
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					<description><![CDATA[Juristas ouvidos pela BBC Brasil apontam que potenciais resultados da votação do processo de impeachment mantida pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, ainda podem ser questionados caso o Supremo Tribunal Federal (STF) acolha ações que coloquem em xeque o processo. Eles divergem, no entanto, sobre as chances do STF demonstrar tal entendimento. Na visão dos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Juristas ouvidos pela BBC Brasil apontam que potenciais resultados da votação do processo de impeachment mantida pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, ainda podem ser questionados caso o Supremo Tribunal Federal (STF) acolha ações que coloquem em xeque o processo. Eles divergem, no entanto, sobre as chances do STF demonstrar tal entendimento.</p>
<p>Na visão dos especialistas, há a possibilidade de o processo ser questionado caso o STF receba ações relativas à decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA). Mas há discordâncias, no entanto, sobre a força dos argumentos apresentados pela Advocacia-Geral da União (AGU) e aceitos por Maranhão, e a probabilidade de serem acolhidos pelo STF. Há especialistas que enxergam a possibilidade de o Senado votar pelo impeachment e posteriormente o STF acolher ações que peçam a anulação da votação da Câmara; outros, porém, descartam tal cenário, avaliado como &#8220;improvável&#8221;.</p>
<p>Para Michael Mohallem, coordenador do Centro de Justiça e Sociedade da FGV-Rio e pesquisador da Universidade de Oxford, a decisão de Renan de manter o rito no Senado pode levar a uma &#8220;tragédia política&#8221;. &#8220;O processo jurídico é como uma camisa de botões. Se você erra um botão, continua abotoando e só percebe que errou lá no final. É inevitável desfazer tudo e começar do zero. Seria uma verdadeira ‘tragédia política’ se Dilma for afastada e Temer assumir, e logo depois o STF anular a votação da Câmara, invalidando todo o processo&#8221;, avalia.</p>
<p>Para Mohallem, há vícios &#8220;sanáveis&#8221; e &#8220;não sanáveis&#8221; nos trâmites jurídicos do processo de impeachment. E, ainda que a Câmara possa se reunir em plenário e votar sobre a decisão de Maranhão, a palavra final será do STF. &#8220;Há duas rotas de deliberações para o anúncio de Maranhão. Uma é política, conduzida pelos deputados na Câmara, e outra é jurídica, conduzida pelo Supremo. Não há hierarquia dos poderes, é óbvio, mas a diferença é que ações e recursos serão julgados pelo STF e tais decisões serão soberanas&#8221;, explica.</p>
<p>Para Roberto Batista Dias da Silva, professor de Direito da PUC-SP, não há garantias de que o Supremo se manifeste até quarta-feira. &#8220;Renan está apostando que o STF entenderá que não há mérito na decisão de Maranhão e em possíveis ações impetradas nos próximos dias. É possível, sim, que o afastamento da presidente seja colocado em prática e depois revertido&#8221;, diz.</p>
<p>Mas apesar de considerar o cenário juridicamente possível, Dias da Silva considera &#8220;improvável&#8221; que aconteça mais essa reviravolta no processo. &#8220;Minha opinião pessoal jurídica é de que o Senado votará pelo afastamento na quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff será afastada, o vice Michel Temer assumirá, e que uma vez judicializadas, a decisão de Maranhão e quaisquer ações posteriores venham a ser consideradas equivocadas pelo STF&#8221;, avalia. Entre os argumentos listados por Maranhão em sua decisão anunciada mais cedo estão aspectos considerados pelos juristas como mais técnicos e de menor significância, e outro relativo à condução da votação, que, segundo os especialistas, poderia ter mais chance de encontrar acolhimento no STF. Entre os aspectos técnicos estão o fato de o resultado da votação ter sido comunicado ao Senado por meio de uma resolução, e não um ofício. Renan Calheiros rebateu dizendo que o rito seguiu o mesmo realizado em 1992 no processo contra Fernando Collor.</p>
<p>Outros argumentos citados na petição da AGU apontam que por terem indicado votos &#8220;pela família&#8221;, por suas cidades, e diversas outras razões, os deputados não estariam votando pelas razões específicas em debate no processo de impeachment. O argumento para anular a votação que poderia ter mais força no STF é o de que o voto dos deputados não poderia ter sido orientado pelas bancadas – ponto de discordância entre os juristas. Para Dias da Silva, da PUC-SP, isso não tende a encontrar ressonância.</p>
<p>&#8220;Não vejo como um argumento de consistência jurídica por se tratar de uma votação política. Outra questão é que vimos diversos deputados votando de forma diferente do que o orientado por suas bancadas, ou seja, a orientação não teve caráter vinculante e não maculou a votação&#8221;, avalia. Juristas divergem quanto a possibilidade de Senado aprovar impeachment e posteriormente STF acolher ações que tragam processo de volta à Câmara dos Deputados Já Mohallem, da FGV-Rio, analisa a questão sob outro prisma. Para ele, resta saber se houve deputados que só votaram junto com suas bancadas por temerem sanções ou até expulsão de seus partidos.</p>
<p>&#8220;O entendimento da AGU e de Maranhão é de que esse procedimento maculou de forma irreversível o processo e que a votação deve ser refeita. É um argumento considerável, e resta saber como o STF se pronunciará assim que provocado por ações a respeito do tema&#8221;, opina. O jurista avalia que a decisão do presidente do Senado de manter a votação de quarta-feira apesar das reviravoltas e das ações pendentes no STF aumenta o grau de incerteza e dúvida em torno de todo o processo.</p>
<p>&#8220;Seria muito mais cauteloso que o Senado aguardasse uma posição oficial quanto ao anúncio de Maranhão antes de prosseguir&#8221;, diz. Thiago Bottino, professor de Direito da FGV-Rio, avalia que há a possibilidade de o STF acolher o argumento da AGU, aceito pelo presidente interino da Câmara em sua decisão, de que o voto dos deputados não poderia ter sido orientado por seus partidos. Segundo o artigo 23 da Lei do Impeachment, de 1950, &#8220;encerrada a discussão do parecer, será o mesmo submetido a votação nominal, não sendo permitidas, então, questões de ordem, nem encaminhamento de votação&#8221;. Na opinião de Bottino, &#8220;se o STF entender que houve encaminhamento de votação, anula o impeachment&#8221;</p>
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