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		<title>João Goulart: 45 anos de um crime contra o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 18:28:19 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="538" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-100x53.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-300x158.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-768x403.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-171x90.jpg 171w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-600x315.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>O dia 06 de dezembro, para nós trabalhistas, é de muita comoção e lembrança. Há exatos 45 anos, João Belchior Marques Goulart, presidente deposto em um golpe civil-militar em 31 de março de 1964, era envenenado em território argentino. Crime covarde, “terrorismo de Estado”. Agressão não só contra um homem deposto de seu mandato democrático e exilado, mas contra o povo o qual esse homem assassinado jurou proteger.</p>
<p>O “Jango” é um dos casos mais emblemáticos da nossa história. Seus algozes o chamavam de “perigoso comunista”, de “populista herdeiro do outro demagogo (Getúlio Vargas) e inimigo do Brasil”. Mas o que acho mais interessante dele é que, embora os seus inimigos falassem tudo isso dele, ele fez justamente o contrário do que eles diziam. Jango era um patriota, um nacionalista, um amante do diálogo e da concertação, mas muito comprometido com os pobres e com o desenvolvimento do Brasil.</p>
<p>A elite odiava João Goulart porque ele não era subserviente ou lacaio dos interesses americanos como ela. Jango entendia que o Brasil não precisava ser como Washington, só precisa ser um país desenvolvido para todos e não só para esta elite que endeusava o “American Way on Life”.</p>
<p>João Goulart tinha pleno apoio popular quando Lincoln Gordon “fez a cabeça” da UDN, da elite econômica, da mídia e da “turma da farda” que era necessário derrubar “esse presidente perigoso”. Perigoso por que? Porque deu o aumento de 100% do salário mínimo para os trabalhadores? Por que ele assinou o decreto que estabeleceria os princípios da Reforma Agrária? Por que ele iria fazer as chamadas “Reformas de Base”? Esses eram os medos?</p>
<p>A elite tinha que ficar com muito medo!!</p>
<p>Só que tudo o que Jango propunha era pra emancipar o Brasil e seu povo. Era pra fazer o que esta feia e porca elite nunca deixou fazer. Se dependesse deles, seríamos uma reles colônia “yankee”, tipo “The United States of Brazil”, nada mais nada menos que um “grande Porto Rico”.</p>
<p>Essa nunca foi a vocação do Brasil e até hoje o Trabalhismo é perseguido porque nunca se curvou ao interesse elitista, tampouco as transnacionais que tanto sugam as nossas riquezas. Por isso quando o nome “Jango” vem à tona, eles tentam apagar João Goulart da nossa história.</p>
<p>Jango decidiu não resistir, não provocar uma guerra civil. Mas os seus algozes nunca iriam deixa-lo em paz. Foram tantas tentativas de destruição do seu nome, do seu governo, do legado Trabalhista e muitos companheiros tombaram nos porões da tortura, muitos tiveram que fugir pra não morrerem pelas mãos dos algozes.</p>
<p>E Jango foi monitorado, seguido, investigado, sua vida foi devassada e por fim, em 06 de dezembro de 1976, falece num ataque cardíaco muito suspeito. É quase impossível não dizer que o único presidente brasileiro que morreu no exílio não tenha sido envenenado de forma covarde pelos agentes da Operação Condor. Quarenta e cinco anos de um crime contra o povo brasileiro.</p>
<p>Mataram um homem, mas para desespero de seus assassinos, seu legado está mais vivo do que nunca!</p>
<p>JOÃO GOULART VIVE! VIVA JANGO! VIVA O TRABALHISMO!</p>
<p>*<strong><em>Marcelo Barros é membro do Diretório Nacional do PDT</em></strong></p>
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		<title>Ciro debate reforma agrária e economia com Frente Nacional de Luta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2017 20:06:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Frente Nacional de Luta]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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<p>O encontro teve a presença do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, do deputado federal André Figueiredo (CE), do secretário-geral e presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), Manoel Dias e da vice-presidente nacional do PDT e presidente nacional da Ação da Mulher Trabalhista, Miguelina Vecchio.</p>
<p>“Nós viemos aqui para ouvir o Ciro diretamente e entender análise que ele faz da atual crise política e econômica que o Brasil atravessa. Trouxemos perguntas para ouvir as perspectivas apontadas por Ciro”, anunciou José Rainha.</p>
<p>“Não ficamos em cima do muro. Somos um movimento social e não um movimento partidário. Somos da luta pela reforma agrária e vamos escolher um candidato”, avisou o líder.</p>
<p>Ciro destacou, durante sua fala, que “tinha vontade de dizer que toda a família que precisa de terra, terá”.</p>
<p>“Mas infelizmente a questão não é tão simples. A Reforma Agrária moderna precisa vir acompanhada de outras grandes questões e ser debatida de forma clara e objetiva, levando em consideração todas as variáveis que o tema exige”, afirmou.</p>
<p>Ciro também fez um resumo do atual momento político, principalmente na área econômica. Ex-ministro da Fazenda, Gomes afirmou que o caos econômico atual em muito tem a ver com o movimento dentro do Congresso, quando Eduardo Cunha – que está preso- ainda era Presidente da Câmara e boicotou na Casa medidas que precisavam ser tomadas ainda pelo Governo Dilma.</p>
<p>“Hoje já está sendo mostrado que Cunha comprou o impedimento de Dilma, entre os deputados, e antes disso, impediu que o Governo aprovasse medidas fundamentais para enfrentar a crise que ainda se avizinhava naquele momento. Foi tudo articulado e pensando para derrubar a Dilma”, afirmou.</p>
<p>Depois da palestra de Ciro, o encontro foi aberto para perguntas dos cerca de 60 participantes. Questionado sobre a reforma da previdência, Ciro reiterou que, embora ela seja necessária, a ausência de um déficit, ao contrário do que a mídia e o atual governo defendem, essa alteração deve ser feita com tranquilidade e debatida com a população.</p>
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		<title>Assis do Couto integra CPI da Funai e Incra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2016 19:58:41 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-50164 alignleft" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/11/20090409121050_20090422_103ic-1024x672-300x197.jpg" alt="Deputado Federal Assis do Couto" width="300" height="197" />A Liderança do PDT na Câmara indicou o deputado federal Assis do Couto (PDT-PR) para participar da nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar fatos relativos à Fundação Nacional do Índio (Funai) e ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).</p>
<p>A CPI, inicialmente, vai apurar, no prazo de cento e vinte dias, conflitos e fraudes envolvendo áreas indígenas ou por eles pretendidas nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Pará, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Quanto ao Incra, devem ser investigados o julgamento do Tribunal de Contas da União (TCU) que apontou 578 mil lotes da reforma agrária com indícios de irregularidades, a atuação da autarquia nos trabalhos referentes à delimitação de territórios remanescentes de quilombos na região de Morro Alto (RS) e Alcântara, no Maranhão.</p>
<p>Para Assis, tanto a questão indígena quanto a reforma agrária são setores frágeis da sociedade, que precisam de muita atenção. “Estou à disposição. Vou procurar junto com o PDT, fazendo o melhor para os agricultores, para os indígenas, e para o País. Estou participando desta CPI desprovido de qualquer posição política, ideológica, sempre defendendo os meus princípios e do meu partido”.</p>
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