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	<title>reforma administrativa &#8211; PDT</title>
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		<title>Reforma administrativa prejudica servidor da base da pirâmide, diz Afonso Motta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 04:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Motta]]></category>
		<category><![CDATA[reforma administrativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c.jpg 800w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c-768x513.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c-600x401.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" />Deputado do PDT gaúcho analisa aprimoramento da legislação, mas sem a prevalência do princípio fiscal Em entrevista exclusiva à coluna de Carlos Juliano Barros, do UOL, o deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) criticou o texto da reforma administrativa, pronto para votação no plenário na Câmara, por permitir o que ele chama de &#8220;terceirização&#8221; dos serviços públicos. &#8220;Vai ser...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c.jpg 800w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c-768x513.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/27871054640_bb7537512c_c-600x401.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<p class="yiv6065539822MsoNormal"><em><b>Deputado do PDT gaúcho analisa aprimoramento da legislação, mas sem a prevalência do princípio fiscal</b></em><b></b></p>
<p>Em <a href="https://economia.uol.com.br/colunas/carlos-juliano-barros/2021/10/05/reforma-administrativa-prejudica-a-base-da-piramide-diz-deputado-motta.htm" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">entrevista</a> exclusiva à coluna de Carlos Juliano Barros, do UOL, o deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) criticou o texto da reforma administrativa, pronto para votação no plenário na Câmara, por permitir o que ele chama de &#8220;terceirização&#8221; dos serviços públicos.</p>
<p>&#8220;Vai ser difícil a aprovação dessa matéria&#8221;, prevê o atual presidente da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público.</p>
<p>Advogado e produtor rural, o pedetista também condena a agenda do governo Jair Bolsonaro para o mercado de trabalho por insistir num conjunto de propostas que &#8220;só precariza&#8221;.</p>
<p>O deputado afirma ainda que a comissão comandada por ele está no aguardo de projetos de lei para regulamentar a prestação de serviços por aplicativos. &#8220;Eu defendo que a relação seja protetiva. Não obrigatoriamente o estabelecimento de vínculo empregatício&#8221;, afirma.</p>
<p>Confira abaixo a íntegra da entrevista.</p>
<p><strong>Como o senhor avalia a situação do mercado de trabalho no Brasil?</strong></p>
<p>A situação atual é de muita preocupação. Um volume importante de desempregados, crescimento da informalidade e uma dificuldade de compreender, inclusive, a dinâmica das estatísticas que prestam essa informação à sociedade. Nós aqui na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público temos procurado dar nossa contribuição. Qual tem sido o nosso princípio? Dar uma atenção especial para os projetos que, são muitos, tentam agravar essa circunstância.</p>
<p>Por exemplo: quando iniciamos a nossa gestão na Comissão, havia um projeto que acabava com os frentistas nos postos de gasolina. Esses frentistas representam praticamente 100 mil postos de trabalho no Brasil inteiro. Desenvolvemos todos os esforços no sentido de arquivar esse projeto, considerando a realidade nacional, sem entrar muito no mérito. E, claro, junto com o projeto, veio uma exposição de motivos, uma apresentação falando de realidades que não são as realidades brasileiras. Nós procuramos não considerar esse tipo de argumentação.</p>
<p><strong>No começo do mês, o Senado derrubou a Medida Provisória (MP) 1.045 do governo Bolsonaro. A MP ficou conhecida como &#8220;nova reforma trabalhista&#8221; porque propunha uma série de programas de geração de emprego que, segundo críticos, retiravam direitos e criavam trabalhadores de segunda classe. Qual é sua avaliação?</strong></p>
<p>Essa proposta está dentro do mesmo contexto da reforma trabalhista e da reforma da Previdência. Uma tentativa, só que via Medida Provisória, de precarização. Na relação social, sempre tem uma parte que é mais fraca. Ou na relação pública ou na relação privada. Não há dúvida de que o Estado é mais forte. Não há dúvida de que o empregador é mais forte.</p>
<p>Então, tem um princípio universal de proteção que vem sendo desconsiderado. E que vem sendo trocado pelo rigor fiscal e pelo desmerecimento daquilo que é essencial em qualquer relação social: a dignidade humana. Felizmente, o Senado rejeitou a MP 1.045. Mas, na última audiência pública que realizamos com o novo ministro do Trabalho [Onyx Lorenzoni], ele foi enfático, dizendo que vai tentar constituir alternativas para que o tema da MP 1.045 retorne para a pauta e seja aprovado. O governo não vai desistir.</p>
<p><strong>Qual foi sua avaliação sobre a recriação do Ministério do Trabalho? Muita gente diz que foi uma?</strong></p>
<p>Acomodação. Eu sou trabalhista. O presidente do meu partido [Carlos Lupi] foi ministro do Trabalho. Nós entendemos que esse espaço de implementação de política pública é fundamental. Não se justifica que esse espaço seja relegado a um segundo plano dentro de outro ministério. Então, nós fomos favoráveis, sempre fomos, à existência do Ministério do Trabalho.</p>
<p>Agora, claro que nós não deixamos de fazer a nossa crítica à forma de condução [de Onyx Lorenzoni]. Veio em cima de um contexto programático de um governo que não tem programa. E o que a gente vê? Colocaram no Ministério do Trabalho alguém que é conservador e reacionário, e que não vai alcançar aqueles [padrões] mínimos dentro do contexto da relação social &#8211; que tem que ser uma relação harmônica. Não pode ser uma relação que só precariza, que só limita.</p>
<p><strong>Quando ainda era presidente da Câmara, o deputado Rodrigo Maia chegou a dizer que iria pautar uma análise unificada dos projetos de lei que tratam da regulação de trabalho por plataformas, como Uber e iFood. Como a Comissão que o senhor preside vem tratando desse tema?</strong></p>
<p>Aqui na Comissão ainda não temos uma expressão com relação a isso. Mas nós temos uma preocupação especial com o Projeto de Lei (PL) 5069/2019 [de autoria de Gervásio Maia (PSB-PB), que regula aplicativos de transporte terrestre], que está na Comissão de Desenvolvimento Econômico, e deve vir para cá.</p>
<p>Eu defendo que, assim como as demais relações sociais, e essa é uma delas, que ela seja protetiva. Não obrigatoriamente o estabelecimento de vínculo empregatício. Não tenho essa opinião formada. Mas, a tudo aquilo que for para precarizar, eu vou me contrapor. Agora, tem coisas que são inviáveis. Regular todos os aplicativos, vinculando da forma tradicional a relação empregatícia, é quase que um propósito inalcançável. A facilidade na utilização tem que ser considerada.</p>
<p><strong>O que o senhor achou do texto da reforma administrativa aprovado na semana passada na comissão especial?</strong></p>
<p>Nós temos feito um grande esforço tanto na comissão especial, como na Comissão de Constituição e Justiça. Realizamos aqui mesmo, na Comissão de Trabalho, um debate importante para reduzir os danos. Essa é a nossa visão. Mas nós vamos votar contra. Achamos que o parecer é ruim porque recuperou o artigo 37-A [que altera a Constituição e prevê &#8220;instrumentos de cooperação&#8221; com a iniciativa privada para a prestação de serviços públicos], que é uma terceirização. Mas vai ser difícil a aprovação dessa matéria, tem que ter uma margem. Não dá para botar uma matéria dessa dimensão com menos de 330, 340 votos.</p>
<p>Uma das grandes alegações [contra a reforma] é a necessidade de um debate mais aprofundado. Nós sabemos que é preciso aperfeiçoar, que é preciso fazer alterações na relação com o serviço público. Mas não pode ser embasado nesse princípio de que o fiscal prevaleça, e que o desempenho do servidor &#8211; que teve um desempenho extraordinário durante a pandemia &#8211; seja desconsiderado. Quem vai ser o grande prejudicado dessa reforma vai ser a base da pirâmide. Não serão aqueles que têm a melhor situação ou o espaço mais alto dentro das carreiras de estado.</p>
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		<title>PDT fecha questão contra PEC da Reforma Administrativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 15:23:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Figueiredo]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[PEC 32/2020]]></category>
		<category><![CDATA[reforma administrativa]]></category>
		<category><![CDATA[Wolney Queiroz]]></category>
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<p>Desde que foi apresentada, a Proposta de Emenda à Constituição já representava uma grave ameaça de desmonte do Estado brasileiro, prejudicando, sobretudo, a capacidade de prestação de serviços públicos relevantes à população. O texto cria subterfúgio para substituir concursos públicos por contratos temporários, preenchendo as vagas em órgãos públicos com servidores não-estáveis.</p>
<p>É fato que a proposta precariza o serviço público, criando uma forma de superterceirização, apelidada de “parcerias com ou sem contrapartida financeira”, escancarando as portas para a corrupção, o clientelismo e a promiscuidade entre entes públicos e privados.</p>
<p>De forma açodada e sem a devida discussão, a PEC ainda permite a redução unilateral de jornada com redução de salários, prevê a demissão de servidores por obsolescência dos cargos, revoga o direito à ampla defesa do servidor ameaçado de demissão e ainda promove uma minirreforma da previdência.</p>
<p>Diante de mais uma tentativa de desmonte do Estado promovida pelo atual governo, o PDT segue firme contra as ameaças de retrocessos e de retiradas de direitos dos trabalhadores aprofundadas no atual governo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Brasília, 21 de setembro de 2021</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Carlos Lupi</strong><br />
Presidente Nacional do PDT</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Deputado André Figueiredo</strong><br />
Vice-Presidente Nacional do PDT</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Deputado Wolney Queiroz</strong><br />
Líder da Bancada do PDT</p>
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		<title>PDT condena PEC da reforma administrativa em audiência conjunta na Câmara do Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 18:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[direitos dos trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[reforma administrativa]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="560" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro-100x55.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro-300x164.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro-768x420.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro-165x90.jpg 165w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro-600x328.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> Martha Rocha defendeu os direitos dos trabalhadores e criticou as medidas de Bolsonaro  Durante audiência pública conjunta entre as Comissões de Trabalho da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e da Câmara Municipal da capital, nesta quinta-feira (19), o PDT condenou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 32/2020 em tramitação no Congresso Nacional. Apresentada...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="560" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro-100x55.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro-300x164.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro-768x420.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro-165x90.jpg 165w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/PDT-condena-PEC-da-reforma-administrativa-em-audiência-conjunta-na-Câmara-do-Rio-de-Janeiro-600x328.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="yiv2932208117gmail-MsoNoSpacing"><b> </b><em><b>Martha Rocha defendeu os direitos dos trabalhadores e criticou as medidas de Bolsonaro</b></em></p>
<p class="yiv2932208117gmail-MsoNoSpacing"><b> </b>Durante audiência pública conjunta entre as Comissões de Trabalho da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e da Câmara Municipal da capital, nesta quinta-feira (19), o PDT condenou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 32/2020 em tramitação no Congresso Nacional. Apresentada pelo governo Bolsonaro, o pacote propõe 27 alterações que atingem os servidores públicos.</p>
<p class="yiv2932208117gmail-MsoNoSpacing">Para a deputada Martha Rocha (PDT-RJ), presidente da Comissão de Saúde no parlamento fluminsene, a gestão federal sustenta a justificativa de combater os privilégios do serviço público, mas a realidade indica que é apenas mais uma tentativa de retirar direitos do conjunto da classe trabalhadora” em uma movimentação sem qualquer discussão com a sociedade.</p>
<p class="yiv2932208117gmail-MsoNoSpacing">&#8220;Precariza ainda mais os mais pobres ao criar subcarreiras e deixando a juventude sem qualquer direito trabalhista. É hora de somar forças e lutar em todos os espaços políticos contra esses retrocessos civilizatórios&#8221;, afirmou.</p>
<p class="yiv2932208117gmail-MsoNoSpacing">“Se alguém possui qualquer dúvida em relação ao serviço desempenhado pelo servidor público nesse momento, é só olhar para o trabalho deles frente à pandemia do coronavírus. É preciso que o estado, a capital e seus municípios, sejam uma resistência a essa reforma que objetiva apenas a redução do bem estar social e que desconsidera toda a população”, reforçou a pedetista.</p>
<p class="yiv2932208117gmail-MsoNoSpacing">Na última segunda-feira (16), a Alerj sediou o Seminário Estadual da Comissão Especial da Câmara dos Deputados sobre a reforma. Na ocasião, os parlamentares também abordaram o impacto na prestação de serviços públicos, ao lado do deputado federal Paulo Ramos (PDT-RJ), lideranças sindicais e servidores da saúde e educação.</p>
<p class="yiv2932208117gmail-MsoNoSpacing"><strong>Crise</strong></p>
<p class="yiv2932208117gmail-MsoNoSpacing">Na ocasião, a auditora fiscal aposentada da Receita Federal traçou um histórico da situação econômica do estado e destacou o momento caótico do estado.</p>
<p class="yiv2932208117gmail-MsoNoSpacing">“O problema nas contas públicas hoje deriva da dívida refinanciada com a União, e não do gasto com os servidores. Só em 2020, os gastos com a dívida pública cresceram em 33%. [&#8230;] A proposta 32 decorre de um cenário de escassez que teve início, em 2014, e vem de uma falsa alegação de que o problema das contas públicas está no gasto com os servidores”, avaliou.</p>
<p class="yiv2932208117gmail-MsoNoSpacing">“Quem mais vai perder é o conjunto da sociedade brasileira. Em um país tão desigual como o nosso, a maioria das pessoas não têm acesso à educação, a não ser por meio do ensino público, assim como muitos não têm acesso à saúde, a não ser pelo SUS. Essa PEC não pode nem ser considerada uma reforma, porque ela não melhora nada”, finalizou Fattorelli.</p>
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		<title>Reforma administrativa: “O PDT vai votar contra”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2020 16:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Carta Magna]]></category>
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<p>“Eles querem rasgar a Constituição brasileira”, acusa Lupi. O líder pedetista se refere ao Artigo 41 da Constituição Federal que diz: “São estáveis, após dois anos de efetivo exercício, os servidores nomeados em virtude de concurso público. § 1º O servidor público estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa”.</p>
<p>O dispositivo existe não por acaso. Ali, a Carta Magna zela para que o Estado não seja refém de governos. A estabilidade do funcionário público garante que ele seja fiel à coisa pública e não a personalidade transitória que ocupa o Executivo. Sem essa garantia, o interesse estatal ficaria em segundo plano, prevalecendo a vontade do mandatário que teria o poder de destituir o servidor que não compactua de seu ideário, por exemplo.</p>
<p>É preciso sopesar que o serviço público não corre solto, não é o “oba oba” propagado por Paulo Guedes e demais liberais sem compromisso público. Métricas de avaliação de desempenho e sistema de progressão de carreira existem para balizar o servidor. Quem não atende aos requisitos, não progride. Se esse instrumento tem sido aplicado com eficácia, sim, é um debate válido.</p>
<p>A reforma administrativa de Bolsonaro é perversa, ataca a classe trabalhadora e mantém intocados militares, magistrados, parlamentares, promotores e procuradores. Inverso a esse arranjo, o PDT defende a valorização do servidor público. O partido entende que são esses trabalhadores que influenciam diretamente a eficiência da máquina estatal.</p>
<p>Nesse aspecto, Lupi é muito claro quanto ao que defende o Trabalhismo: “Assim como a diplomacia, a área de Educação e a área de Saúde toda deveriam ser carreiras de Estado. Dedicação exclusiva e bem paga. Por quê? Nós precisamos de um tratamento especial para aquilo que é essencial. O futuro é a educação e o presente é a saúde”.</p>
<p>No entendimento dos líderes pedetistas, é importante frisar que não se rechaça o debate em torno de uma reforma administrativa no Brasil. Contudo, o assunto precisa de atenção compromissada com o aperfeiçoamento do serviço estatal e da democracia. O que Bolsonaro propõe é o oposto, uma maneira de dobrar a máquina pública ao desejo pessoal, à tirania. E nada que corrói o Estado interessa ao PDT.</p>
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		<title>“Governo é incapaz de responder a déficit”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 19:09:19 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="574" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/ciro-cnn.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/ciro-cnn.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/ciro-cnn-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/ciro-cnn-300x168.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/ciro-cnn-768x430.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/ciro-cnn-161x90.jpg 161w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/ciro-cnn-600x336.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Em entrevista à CNN no último sábado (12), Ciro Gomes afirmou que o governo brasileiro não tem nenhum projeto para lidar com o déficit orçamentário estimado em R$ 1 trilhão para este ano. De acordo com o vice-presidente nacional do PDT, a reforma administrativa proposta pelo Executivo é uma saída falsa para a pior crise da história do Brasil.</p>
<p>O gasto público sofreu um aumento atípico este ano em função da pandemia. Não é uma exclusividade brasileira, já que governos ao redor do mundo tiveram de socorrer financeiramente seus cidadãos enquanto tentavam frear a contaminação por Covid-19. A “tragédia”, segundo Ciro, é a “incapacidade absoluta por despreparo, corrupção e comprometimento ideológico” do governo federal em apresentar uma alternativa para o problema.</p>
<p>“De onde vai vir o dinheiro? De corte de despesa de funcionário público? Isso é mentira. Não tem bilhão aí para a gente achar. Além de que, qualquer reforma administrativa, como essa empulhação está propondo, só vale para o futuro. E o futuro anunciado – outra grande mentira do Paulo Guedes – é que nós economizaríamos R$ 300 milhões em dez anos. Isso é ridículo”, afirmou Ciro.</p>
<p>Para o pedetista, a saída está na taxação coerente da camada mais abastada da sociedade em lugar de sobrepesar a população. “Se a gente arrecadasse um imposto de 0,5% sobre os grandes patrimônios, nós arrecadaríamos R$ 70 bilhões. Se cobrasse o tributo sobre lucros e dividendos empresariais que o mundo inteiro cobra – e eu cobrei quando fui ministro da Fazenda –, nós arrecadaríamos R$ 90 bilhões”, apontou.</p>
<p>Ciro ainda ponderou a revisão de renúncias fiscais como outra fonte de receita possível para suprir os gastos públicos sem onerar o povo. “Se passássemos um pente fino nas renúncias fiscais clientelistas, corruptas, que o governo brasileiro foi cedendo ao longo do tempo e eles estão agravando agora, nós arrecadaríamos aí R$ 60 bilhões”, explicou.</p>
<p>O vice-presidente nacional do PDT fez ainda uma avaliação geral do governo Bolsonaro, falou sobre o excesso de militares na administração federal, a ingerência na questão amazônica – queimadas e desmatamento – e o desmonte do patrimônio nacional. “O Bolsonaro [&#8230;] é uma nota de três reais. Só acredita nisso quem quis acreditar para embalar uma grande mentira para iludir a população brasileira”, taxou Ciro Gomes.</p>
<p>Confira entrevista completa abaixo.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/xttgbw-pXzo" width="956" height="538" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Para André Figueiredo, reforma administrativa prejudica políticas sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 21:43:12 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-47625 alignleft" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Para-André-Figueriedo-reforma-administrativa-prejudica-reformas-sociais-300x200.jpg" alt="Para André Figueriedo, reforma administrativa prejudica reformas sociais" width="300" height="200" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Para-André-Figueriedo-reforma-administrativa-prejudica-reformas-sociais-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Para-André-Figueriedo-reforma-administrativa-prejudica-reformas-sociais-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Para-André-Figueriedo-reforma-administrativa-prejudica-reformas-sociais-768x511.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Para-André-Figueriedo-reforma-administrativa-prejudica-reformas-sociais-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Para-André-Figueriedo-reforma-administrativa-prejudica-reformas-sociais-600x399.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Para-André-Figueriedo-reforma-administrativa-prejudica-reformas-sociais.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />O deputado federal, André Figueiredo (PDT-CE) alertou, durante a aprovação da proposta de reforma administrativa do governo interino no plenário da Câmara, na madrugada de hoje (30), que a alteração da estrutura do Executivo federal apresenta um caráter meramente figurativo e afeta áreas estratégicas, como Previdência, Ciência e Tecnologia e Comunicações.</p>
<p>Encaminhada para votação no Senado, a Medida Provisória (MP 726/2016) transforma, incorpora, cria e extingue órgãos ministeriais e de secretarias de governo, gerando economia irrelevante nas contas da União e profundos estragos nas políticas sociais.</p>
<p>Ao relembrar a arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF 409) que o PDT protocolou, em maio deste ano no Superior Tribunal Federal (STF), o parlamentar reafirmou que a MP descumpre vários preceitos fundamentas da Constituição de 1988.</p>
<p>“O PDT entrou com uma arguição em virtude dessa reforma ser um despropósito. Daqui a dois dias (amanhã), esse governo interino pode se tornar efetivo. E se isso não acontecer? Vamos ter que voltar tudo a outra era”, apontou.</p>
<p>Sobre a fusão de pastas, o deputado indicou a necessidade de redução de custos do Estado, mas sem a retirada de direitos e supressão de políticas sociais. “Essa reforma não passa de uma mera maquiagem. Se nós quisermos economizar com o Estado brasileiro, vamos fazer uma auditoria da dívida pública”, criticou.</p>
<p><strong>Assista à fala do deputado André Figueiredo:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/SkbrJqhF3LM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Com a aprovação do texto a partir de uma emenda aglutinativa, a bancada do governo promoveu uma manobra para impedir a apreciação de apontamentos que buscavam incluir a recriação dos ministérios da Previdência Social, incorporado ao Ministério da Fazenda, e das Comunicações, unificado com Ciência e Tecnologia.</p>
<p>Leia matéria completa <strong><a href="http://www.andrefigueiredo.net/noticias/reforma-administrativa-do-governo-interino-prejudica-politicas-sociais-e-implementa-corte-figurativo-de-gastos-afirma-andre-figueiredo/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">aqui</a></strong>.</p>
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