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		<title>Trabalhistas unidos pela tolerância e o respeito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jun 2021 20:51:27 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Neste sábado (5), o Café com Lupi prestou um serviço à sociedade brasileira em nome da tolerância e do respeito. Unindo o presidente nacional do Movimento Cristãos Trabalhistas, pastor Alexandre Gonçalves, e o presidente nacional do PDT Axé, babá Marcelo Monteiro, o presidente nacional da legenda trabalhista, Carlos Lupi, promoveu uma verdadeira aula de civilidade quanto à coexistência de religiões. No encontro, esteve em pauta a laicidade do Estado, a deturpação do cristianismo e a preservação dos povos de matriz africana.</p>
<p>Marcelo Monteiro esclareceu, logo no início do programa, que o Candomblé não é uma religião, mas sim uma cultura. De acordo com o líder partidário, os povos de Axé – descendentes da ancestralidade africana –, têm sido violentamente atacados por força do preconceito tanto racial quanto religioso, em um genocídio que já soma alguns séculos.</p>
<p>“A religiosidade [no Candomblé] está intrínseca na cultura de um povo. Por exemplo: Qual a religião do índio? Qual é a religião do Cigano? Na realidade, é a cultura de um povo que está sendo ameaçada. Claro que nós temos uma religião que foi criada no Brasil que é a Umbanda, mas a cultura do povo é mais importante para nós do que a própria religião. Somos o país com a maior população afrodescendente do mundo”, explica o babá Marcelo.</p>
<p>O presidente Carlos Lupi complementou a fala de Monteiro explicando que o PDT Axé – pioneiro no país – foi criado para resgatar e defender as origens da formação da sociedade brasileira. “Quando nossos irmãos africanos chegaram aqui, só tinham os índios. Eles ajudaram a formar a nossa cultura, o samba, a dança, a preservação da natureza. Com a criação desse movimento estamos dizendo que não há preconceito capaz de extinguir a história de um povo”.</p>
<p>No caso dos cristãos, a perseguição veio de dentro da própria igreja. De acordo com o pastor Alexandre, os que não aderiram à extrema direita foram caçados. “Muitos amigos cristãos, pastores, estavam sendo perseguidos por não declarar apoio a Bolsonaro. [&#8230;] Tem alguns colegas nossos, inclusive, que moravam na casa pastoral e, só por não apoiar Bolsonaro, foram despejados de suas casas, com família e tudo. Ouve realmente uma ação muito forte quanto a quem se opunha a isso”, revelou.</p>
<p>Um ponto alto do programa foi a fala do pastor Alexandre Gonçalves se desculpando ao colega Monteiro em nome dos cristãos que já agiram com intolerância e preconceito contra os povos de Axé. Ele comentou que, apesar das diferenças religiosas, é possível lutar lado a lado com quem cultue outra fé por objetivos comuns, como o combate a desigualdade social. Segundo o pastor, os ensinamentos de Cristo divergem das ações dos cristãos bolsonaristas.</p>
<p>“Jesus é oposição a essa cultura de armas, de morte. Jesus disse: ‘Não resistais ao homem mau, àquele que te ferir na face, dê a outra’. Nossas diferenças teológicas não podem ser motivo para deixarmos de ombrear nas mesmas lutas. [&#8230;] Hoje, no país, usam o Estado para tentar implantar a moral de um grupo de pessoas e nunca o Estado pode ser usado para isso”, afirmou o presidente dos Cristãos Trabalhistas.</p>
<p>Veja o programa completo abaixo.</p>
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		<title>União política aos Povos de Axé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 19:16:08 +0000</pubDate>
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<p>As denúncias de casos de intolerância religiosa tiveram uma aumento substancial no País. No primeiro semestre de 2020, o crescimento foi de 41,2% relacionado ao mesmo período do ano anterior. Se comparado a 2018, as denúncias subiram 136%, segundo dados do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). Sem o que comemorar, somos convocados à luta.</p>
<p>Somos muitos. De acordo com o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 589 mil brasileiros se declaram fieis às religiões de matriz africana. O número tende a ser maior do que o apontado pelo estudo, uma fez que o preconceito se coloca como inibidor da auto-declaração. Enquanto comunidade formada por cidadãos e cidadãs brasileiros, temos o legítimo direito de ser representados nas esferas de poder.</p>
<p>O povo de axé precisa se atentar para a política. Por meio dela podemos avançar em inúmeras pautas fundamentais à preservação da nossa cultura. O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, por exemplo, vem de um projeto de lei, representando a luta pelo respeito à liberdade de culto, por segurança e igualdade.</p>
<p>Somente a unicidade política pode promover a representação real dos maiores anseios de um povo. E só é possível representatividade quando há união de pensamentos, de ideais. Só seremos respeitados quando estivermos unidos politicamente. Juntos, somos fortes. Unidos podemos mudar a história política do nosso povo, para o nosso povo.</p>
<p>Você, meu irmão, minha irmã, que sabe o quão duro é manter de pé nossas religiões, culturas e tradições, historicamente perseguidas, venha lutar pelo emporderamento dos povos de Axé conosco.</p>
<p>Filie-se ao PDT e faça parte do movimento PDT-Axé.</p>
<p><em><strong>*Marcelo Monteiro é presidente nacional do PDT Axé</strong></em></p>
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