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	<title>Petrobras &#8211; PDT</title>
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		<title>Ciro culpa Bolsonaro pela alta de 103% no preço dos combustíveis em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 18:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[alta do dólar]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="787" height="440" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021.jpg 787w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-300x168.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-768x429.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-161x90.jpg 161w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-600x335.jpg 600w" sizes="(max-width: 787px) 100vw, 787px" />Impulsionada por Paulo Guedes, política do governo federal busca desmanche completo da Petrobras De acordo com o presidenciável do PDT, Ciro Gomes, em 2021, o preço médio dos combustíveis subiu 103% no Brasil. No mesmo período, a Petrobras bateu recorde de lucro líquido, arrecadando R$ 75 bilhões. O cenário está diretamente vinculado às políticas de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="787" height="440" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021.jpg 787w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-300x168.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-768x429.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-161x90.jpg 161w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-600x335.jpg 600w" sizes="(max-width: 787px) 100vw, 787px" /><p class="yiv2979092000MsoNormal"><em><b>Impulsionada por Paulo Guedes, política do governo federal busca desmanche completo da Petrobras</b></em></p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">De acordo com o presidenciável do PDT, Ciro Gomes, em 2021, o preço médio dos combustíveis subiu 103% no Brasil. No mesmo período, a Petrobras bateu recorde de lucro líquido, arrecadando R$ 75 bilhões. O cenário está diretamente vinculado às políticas de preços dos combustíveis e de desinvestimento impostas pelo governo Bolsonaro,  no quarto <a href="https://www.facebook.com/cirogomesoficial/videos/601126224364868/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">episódio</a> da série sobre a estatal, lançado nesta segunda-feira (22), nas redes sociais.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">Com a estratégia de reduzir o refino, sucatear a estrutura, priorizar a importação e estabelecer a “dolarização” dos produtos vendidos no país, o ministro da Economia, Paulo Guedes, estimula, segundo o pedetista, os ganhos dos acionistas estrangeiros e a venda dos ativos por valor subestimado. A tática traduz “um verdadeiro assalto ao povo brasileiro”, que paga a conta em real.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">“Bolsonaro está fazendo um desmanche da Petrobras e entregando fatias quase de graça a estrangeiros. Deixa refinarias paradas, importa combustíveis e os preços explodem. É o maior crime já praticado contra a soberania nacional e a economia popular”, denunciou.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">“Todas as refinarias da Petrobras estão com 30% das suas produções paralisadas. E o governo prefere comprar combustíveis dos Estados Unidos, pagando em dólar, do que fabricá-los no Brasil? Eles alegam que esse tipo de compra aumenta os lucros, mas na verdade é uma política de morte premeditada do setor de refino no país”, acrescentou.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">Como resultado, a disparada da gasolina, diesel, gás – e, por consequência de itens essenciais, como os alimentos –, sustenta a distribuição de R$ 64 bilhões como dividendos antecipados aos acionistas, que não tiveram nenhuma incidência de impostos.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">“A diretoria nomeada por Bolsonaro também não usou um só centavo para abater a dívida da empresa, que já beira R$ 60 bilhões, nem investiu em novas tecnologias para melhorar sua produção”, relatou.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">“O modelo que o governo Bolsonaro montou para a nossa Petrobras é tão ruim, que nós somos o único país exportador que não pode comemorar quando o preço do petróleo aumenta no mercado internacional”, concluiu.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ciro alerta que Bolsonaro busca “privatização criminosa” da Petrobras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2021 21:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Lava Jato]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="818" height="459" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves.jpg 818w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves-300x168.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves-768x431.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves-600x337.jpg 600w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" />Governo federal mantém política “assassina” de preços e desmonte da maior empresa do Brasil O presidenciável do PDT, Ciro Gomes, fez um alerta, em vídeo nas redes sociais nesta terça-feira (26), para a tentativa de privatização “criminosa” da Petrobras anunciada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e organizada pelo ministro da Fazenda, Paulo Guedes. “O petróleo é...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="818" height="459" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves.jpg 818w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves-300x168.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves-768x431.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Ciro-alerta-que-Bolsonaro-busca-“privatização-criminosa”-da-Petrobras-foto-Aurelio-Alves-600x337.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 818px) 100vw, 818px" /><p><em><b>Governo federal mantém política “assassina” de preços e desmonte da maior empresa do Brasil</b></em></p>
<p style="font-weight: 400;">O presidenciável do PDT, Ciro Gomes, fez um alerta, em <a href="https://www.facebook.com/cirogomesoficial/videos/417256886787875/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/cirogomesoficial/videos/417256886787875/&amp;source=gmail&amp;ust=1635360691154000&amp;usg=AFQjCNEFZuoSEEY70MzADOY4bv_gEHgC5w" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">vídeo</a> nas redes sociais nesta terça-feira (26), para a tentativa de privatização “criminosa” da Petrobras anunciada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e organizada pelo ministro da Fazenda, Paulo Guedes. “O petróleo é nosso. A Petrobras é nossa. Queremos eles de volta”, cobrou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Como ferramentas viabilizadoras, o governo bolsonarista utiliza desde 2019, segundo o pedetista, a política de preços atrelada ao dólar e o desmonte da maior empresa do Brasil. Este mecanismo potencializou o formato estabelecido na gestão do presidente Michel Temer.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ao estimular a mobilização popular contra o “crime” sobre a soberania nacional e o patrimônio público, Ciro relatou que a “estratégia maligna” dos “traidores da pátria” se apoia em dois polos.</p>
<p style="font-weight: 400;">“De um lado, torna a Petrobras queridinha dos mercados internacionais. De outro, torná-la antipática ao povo brasileiro”, disse, classificando a metodologia atual como “assassina” e vinculada aos interesses de grupos estrangeiros e da Lava Jato.</p>
<p style="font-weight: 400;">Citando a venda de refinarias e subsidiárias por preços “escandalosamente baixos”, bem como leilões improvisados de lotes do pré-sal, o ex-governador do Ceará detalhou, na sequência, o desdobramento das intervenções que estão arruinando a operação e a imagem da estatal.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Eles querem dar a falsa impressão de que a Petrobras é inútil e incapaz de funcionar como escudo de proteção ao bolso e ao bem-estar dos brasileiros e brasileiras [&#8230;] E a falsa ideia de que a Petrobras não tem condições de conter os preços e de produzir derivados melhores e mais baratos que o produto estrangeiro”, comentou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para manter a exponencial lucratividade de acionistas privados em detrimento do Estado, Ciro alegou que Bolsonaro tenta, reiteradamente, negar e desvirtuar “toda a história e sentido da Petrobras”, em “uma das roubalheiras mais silenciosas já praticadas” no País.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Sua capacidade de nos dar autonomia em petróleo e derivados. De garantir combustíveis bons e baratos. Querem, inclusive, ir na contramão do mundo, pois praticamente todos os países produtores de petróleo estão reforçando o poder de fogo de suas estatais de óleo e gás”, pontuou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ciro critica política de preços da Petrobras e indica mudanças em 2023</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/ciro-critica-politica-de-precos-da-petrobras-e-indica-mudancas-em-2023/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ciro-critica-politica-de-precos-da-petrobras-e-indica-mudancas-em-2023</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 03:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[PND]]></category>
		<category><![CDATA[política de preços da Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[projeto nacional de desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Posição foi corroborada pelo economista Mauro Benevides Filho ao citar plano de governo do PDT O pré-candidato a presidente da República pelo PDT, Ciro Gomes, lançou novo vídeo nas redes sociais, nesta segunda-feira (20), onde faz críticas diretas à política de preços implementadas pela Petrobras, ao longo dos últimos anos, a partir do direcionamento imposto pelo governo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-critica-política-de-preços-da-Petrobras-e-indica-mudanças-em-2023-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<div id="yiv4026817851">
<div dir="ltr">
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><em><b>Posição foi corroborada pelo economista Mauro Benevides Filho ao citar plano de governo do PDT</b></em></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">O pré-candidato a presidente da República pelo PDT, Ciro Gomes, lançou novo <a href="https://www.facebook.com/cirogomesoficial/videos/6694597427232653" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">vídeo</a> nas redes sociais, nesta segunda-feira (20), onde faz críticas diretas à política de preços implementadas pela Petrobras, ao longo dos últimos anos, a partir do direcionamento imposto pelo governo de Jair Bolsonaro.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Sobre os rotineiros aumentos, o pedetista explicou as origens e consequências, que podem ser alteradas a partir da sua chegada ao Palácio do Planalto, em 2023. Como ferramenta de transformação, a execução do Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND).</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“O governo está destruindo a Petrobras preferindo cobrar do brasileiro em dólar os combustíveis. E pior: importando do estrangeiro aquilo que poderia ser produzido aqui em matéria de derivados de petróleo”, disse, ao enfatizar o impacto, principalmente, entre os caminhoneiros.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“Uma tremenda injustiça para todo mundo. Principalmente para você, que carrega o Brasil nas costas. Eu sei da importância de vocês. Vamos, juntos, melhorar nossa vida e melhorar o nosso país. Vem para cá, essa boleia é do tamanho do Brasil”, comentou.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><b>Referendado</b></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">A situação foi corroborada pelo economista Mauro Benevides Filho, deputado federal licenciado, secretário de Planejamento do Ceará e coordenador de economia do PND, durante entrevista para o Valor Econômico. Ele defendeu a eficiência do setor público e o lucro da estatal, mas sem colocar, como ocorre atualmente, os interesses de investidores na frente do maior acionista: o povo brasileiro.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“Uma empresa forma preço olhando o custo de produção, a amortização do investimento, a estrutura tributária, o ‘markup’. A Petrobras tem que ser superavitária, a fim de ter dinheiro para investir, mas dentro da sua estrutura de custos. [&#8230;] Mas reajustar preço de 15 em 15 dias só para se justificar diante de dois ou três mil acionistas da Petrobras que pagam zero de Imposto de Renda quando recebem dividendos?”, questionou.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“Não dá para penalizar 200 milhões de brasileiros e o setor produtivo todo com inflação mais alta por causa dos combustíveis. Pelo menos o petróleo produzido aqui no Brasil não pode refletir os custos internacionais”, opinou.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Para o jornal, Benevides abordou ainda outras diretrizes presentes no projeto do PDT, que é aprimorado coletivamente por Ciro desde 2018. Entre os demais destaques, o teto de gastos; ajuste fiscal; investimentos; reforma tributária; capitalização na Previdência; meta de inflação; abertura comercial; privatizações; bancos públicos e reservas internacionais.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Confira, na íntegra:</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><b>Teto de gastos</b></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“Não existe social sem dinheiro, sem ajuste fiscal. Se você quer fazer um auxílio emergencial, uma construção de casas populares, só consegue se tiver o fiscal avançado. A esquerda diz que é um [discurso] muito fiscalista, mas eu acredito nisso. O ajuste fiscal não é um fim em si mesmo, é dotar o Estado de condições de ter dinheiro para atender demandas da população, de fazer investimentos. Inventaram o tal de teto de gastos no Brasil que tem os investimentos dentro.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">No Brasil, foi instituído o teto de gastos em 2016. Desde então, 2017/18/19, as despesas de pessoal e Previdência crescem em termos reais, e descumprem o teto. O teto total está cumprido porque enquanto 80% das despesas crescem em termos reais [gastos obrigatórios], o governo vai e corta o investimento.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Por isso que o investimento saiu de R$ 100 bilhões em 2010 e deve ir a R$ 19 bi nesse ano. Ou seja, o investimento no Brasil passou a ser a válvula de escape do descontrole fiscal. Teto tem que ser para despesa primária corrente e não para despesa primária total. Então o investimento ficará sem controle? Não. Ele ficará atrelado a um porcentual do crescimento real da receita corrente líquida, não vai ficar solto. Vai sempre crescer menos que a receita, até porque tenho que pagar dívida. Hoje, só existe teto de gastos porque o investimento está cortado.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">No nosso modelo, educação e saúde terão crescimento real, em um valor ainda a ser definido, que vai depender também do crescimento real da receita [ele cita modelo do economista Fabio Giambiagi propondo aumento real de despesa primário de 1% e depois de 1,5%].</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Temos que resolver o problema fiscal, fazer tendência declinante da relação dívida/PIB para dar tranquilidade, reduzir juros de longo prazo com menor risco, por isso dou tanta ênfase no fiscal. Não dá para construir um resultado primário em um ano só, precisa de ao menos dois anos, precisa ter cautela e responsabilidade.”</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><b> </b><b>Ajuste fiscal</b></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">No lado da receita, vamos melhorar a distribuição de carga, reduzir renúncias. Na despesa, vamos conter os gastos com folha de pagamentos, servidores. No gasto com pessoal ele cresce por concurso, aumentos salariais e progressão de carreiras. Não dá para fazer tudo junto, não pode. Precisa ter melhor gestão do gasto com pessoal.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Segundo tem que manter crescimento da folha compatível com a variação da inflação. É polêmico. Acho que os salários não podem, nos primeiros três anos governo, crescer acima da inflação. E vamos avaliar o que tem nas demais despesas correntes para ver o que pode ser diminuído, otimizado.”</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><b> </b><b>Investimentos</b></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“No investimento, a ideia do Ciro era investir em setores que nos assegurariam diminuição do déficit em conta corrente e que possam acelerar o crescimento. São setores como saúde &#8211; estamos comprando avental, máscara, cama de hospital, tudo de fora.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Vamos investir em quatro ou cinco setores. Além de saúde, farmacêutico, ciência e tecnologias. O setor público tem que investir para reduzir a dependência do exterior. Vamos atuar com metas, setores multiplicadores, que geram emprego, renda. Também não se pode deixar de falar na infraestrutura e também no social.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Vai ter um programa específico para retirar as pessoas da extrema pobreza. Hoje no Bolsa Família tem uma fila de 1,6 milhão de famílias prontas para entrar e o governo não deixa, porque não tem fiscal, de novo tem que resolver fiscal, cortar incentivo.”</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><b> </b><b>Reforma tributária</b></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“Não estou querendo acabar com incentivo fiscal, quero redimensionar, a meta é reduzir em 15%, o que daria cerca de R$ 48 bilhões. Também defendemos taxar os lucros e dividendos. Com alíquota de 20% que está proposta hoje, pode gerar R$ 42 bilhões. No total são R$ 90 bilhões por ano sem reforma tributária, é coisa simples, beabá do dia a dia para ajustar o primário e para gerar dinheiro para a União.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Existem 38 produtos da cesta básica que não pagam imposto. Queijo suíço não paga imposto. Salmão paga zero de PIS/Cofins, filé mignon, só classe alta consome esses produtos, se eliminar isso, ganhamos R$ 8 bilhões por ano, são coisas práticas.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Precisamos diminuir imposto sobre consumo e elevar o imposto sobre a renda, como dividendos. Também há discussão sobre uma maior progressividade do IRPF e a possibilidade de uma alíquota final maior do que os atuais 27,5%. Precisa também simplificar, reduzir obrigações acessórias.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Reforma tributária não é somente simplificar imposto, que é importante, mas é muito além disso, é preciso tornar carga muito mais justa [cita a falta de IPVA em barcos e aeronaves, como exemplo], por isso que estamos analisando mudanças no imposto patrimonial e no IR.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Só se faz reformas no Brasil, em qualquer nível, se propuser até o nono mês. Passado esse período não se faz mais nada. Só nós temos a proposta de como fazer, não tem nenhum outro candidato que tenha pronto como fazer.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Nós vamos chegar ao poder, e dessa vez nós vamos chegar, com tudo pronto, porque isso será exposto durante a campanha. O Congresso não vai tomar susto com as propostas, que serão chanceladas pelas urnas.”</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><b>Capitalização na Previdência</b></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“Vamos discutir isso na eleição. Quando chegar em 2023, não será novidade para ninguém. Reforma da Previdência não pode ser vista apenas como esse nhenhenhém de curto prazo, apenas para resolver um problema fiscal. O sistema de capitalização cria um funding de financiamento de longo prazo. Banco nenhum vai emprestar, em dez anos, captando com CDB de seis meses. Não existe isso.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">O novo regime permite que fundos de pensão fiquem altamente capitalizados para, assim, emprestarem para uma siderúrgica ou uma hidrelétrica com financiamento de dez ou 12 anos. Olhando o retorno só lá na frente.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Tem um efeito macroeconômico, na expansão do crédito, de financiamento de longo prazo e com taxas de juros mais baixos para atividades produtivas. Vai tornar viável um investimento em infraestrutura que hoje os bancos não querem fazer. Só nós estamos falando nisso.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Na América Latina, só três países mantêm o regime de repartição pública: Argentina, Venezuela e Brasil. O Brasil tinha, agora instituiu o regime de previdência complementar, mas os outros dois estão quebrados.”</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><b> </b><b>Meta de inflação</b></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“Uma paulada de países, do Canadá à Nova Zelândia, já modificou o sistema de metas de inflação. Em vez de pensarem taxas de juros baseando-se na inflação geral, eles estão olhando o núcleo, a inflação de demanda. Chile, Colômbia, Peru, Israel, Malásia já fazem isso ou estão mudando essa sistemática. Parte do IPCA não é inflação permanente.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">A gente precisa olhar o ‘core’. Preço do combustível não varia conforme a demanda por gasolina ou por diesel. De 1.100 produtos &#8211; eu não sei exatamente quantos são pesquisados &#8211; você retira 30 ou 40 que não são a base da inflação. O errado é o modelo, não a meta em si. Não queremos inventar nada, só reproduzir as melhores práticas internacionais.”</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><b>Abertura comercial</b></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“A abertura econômica tem que ser feita. A requalificação da estrutura tributária pode ocorrer simultaneamente. As empresas brasileiras precisam buscar novas tecnologias no mercado internacional e produzir com mais eficiência. Elas reclamam do custo Brasil. Tudo bem, vamos trabalhar nisso. Mas tem que ser concomitante. Há muito protecionismo hoje nas alíquotas de importação em diversos setores que já deveriam estar prontos para competir internacionalmente.”</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><b>Privatizações</b></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“Prometeram R$ 1 trilhão em privatizações e não entregaram nenhuma. Qual é o macete? Começar por aquelas que estão onerando o Tesouro Nacional. Temos 86 empresas que não são estratégicas, são deficitárias, drenam recursos da União todos os anos. A empresa que tratava do trem-bala Rio-São Paulo. A gente tem potencial para economizar de R$ 15 bilhões a R$ 18 bilhões por ano. O projeto não saiu nunca, então por que a empresa? Parece pouca coisa, se você analisa cada uma individualmente, mas são bilhões quando você soma tudo.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Por que discutir os Correios, que estão dando lucro, e não as que dão prejuízo? Vamos acabar com o monopólio estatal e criar o monopólio privado? E o atendimento às cidades pequenas? Não tenho preconceito em discutir privatização de nada. Mas, se queremos resolver uma questão fiscal, temos que começar por quem dá prejuízo e não é estratégico. Não vamos mexer na Caixa ou no Banco do Brasil.”</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><b>Bancos públicos</b></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“Banco público tem que quebrar a inércia da política de crédito das instituições privadas. Não preciso tirar rentabilidade, mas também não preciso ter a mesma taxa de juro real do setor privado. Tem que ter um papel indutor da atividade econômico. Por isso é público. Hoje eles têm cumprido esse papel (BNDES, BB, Caixa).</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Temos que definir as tarefas de cada um, segregando as missões, mas isso ainda está sendo estudado. Não vejo, porém, como mexer nessa estrutura. Banco público não pode ser deficitário, é para ter lucro, mas não pode ser no mesmo patamar de juro real do setor privado.”</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal"><b>Reservas internacionais</b></p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">“As reservas foram constituídas com dívida pública. Na minha visão pessoal, e há divergências na equipe, se eu fiz dívida para fazer reservas, quando desfizer vou pagar dívida, mas dentro da equipe tem quem defenda o uso como funding de longo prazo para estimular investimentos, ativar a economia.</p>
<p class="yiv4026817851MsoNormal">Eu prefiro reverter o excesso e usar em dívida, porque foi formada com dívida. Há ônus fiscal de manter reservas mais altas que seu nível ótimo. O FMI estima esse nível ótimo em US$ 240 bilhões.”</p>
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		<title>A Petrobrás precisa ser 100% estatal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Sep 2021 01:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fragmentação da Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Bercovici]]></category>
		<category><![CDATA[O petróleo é nosso]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="700" height="394" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici.jpg 700w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" />A saída democrática para o impasse do desmonte da Petrobrás é uma só: quanto privatizarem, tanto reestatizaremos Se o governo, em qualquer dos seus níveis, resolver desapropriar uma propriedade particular para realizar um empreendimento público qualquer, como uma estrada ou uma obra viária, o cidadão que sofre a desapropriação tem uma série de direitos e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="700" height="394" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici.jpg 700w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p><em><strong>A saída democrática para o impasse do desmonte da Petrobrás é uma só: quanto privatizarem, tanto reestatizaremos</strong></em></p>
<p>Se o governo, em qualquer dos seus níveis, resolver desapropriar uma propriedade particular para realizar um empreendimento público qualquer, como uma estrada ou uma obra viária, o cidadão que sofre a desapropriação tem uma série de direitos e garantias. Afinal, no Estado de Direito o ordenamento jurídico tutela o proprietário privado no seu enfrentamento contra o Poder Público com garantias que devem ser cumpridas em um processo de desapropriação. A própria indenização é uma dessas garantias, expressa desde as primeiras declarações de direitos das revoluções liberais.</p>
<p>Não há, no entanto, nenhuma garantia ou proteção jurídica aos cidadãos quando o governo decide transferir ao setor privado determinados bens da coletividade, como uma empresa estatal, a prestação de um serviço público ou a exploração de um bem público. Pelo contrário, a privatização é considerada uma opção absolutamente livre e legítima para ser adotada, sem qualquer tipo de contestação. A expropriação dos bens privados, por sua vez, é quase um tabu. A grande mídia exalta os privatizadores e condena aqueles que ousam estatizar, nacionalizar ou recuperar bens públicos transferidos inadequadamente aos privados. Para aqueles, o paraíso da boa governança e o aplauso do “mercado”. Para estes, o inferno do populismo (ou bolivarianismo, a depender do caso) e da reprovação unânime dos meios de comunicação de massa.</p>
<p>O que ninguém diz é que, ao privatizar uma empresa estatal ou qualquer parcela do patrimônio público, o governo está expropriando a população de bens públicos que são de sua titularidade. Simples assim. Na privatização, o governo age do mesmo modo que na expropriação. Da mesma forma que desapropria uma propriedade privada, na privatização o governo aliena a propriedade pública. O problema é que o proprietário privado pode contestar e tem garantias, o povo não.</p>
<p>Todo processo de privatização é uma expropriação de bens que deveriam integrar permanentemente o patrimônio público, decidida por uma autoridade política que exerce o poder temporariamente. No processo de privatização, o governo não vende o que é dele. Na privatização, o governo vende o que pertence a todos nós. E sem nos consultar sobre isso.</p>
<p>O governo é um administrador fiduciário, ou seja, atua apenas sob mandato. Não pode dispor dos bens públicos ao seu bel-prazer. Ele não é proprietário das empresas estatais, mas apenas seu gestor.</p>
<p>Os bens públicos não são facilmente recuperáveis. Os investimentos de imensas quantias de recursos públicos, aplicadas de forma planejada a longo prazo, o sacrifício de milhões de brasileiros não pode ser dissipado para cobrir um déficit conjuntural nas contas públicas. A venda dos ativos de uma empresa estatal como a Petrobrás significa a desestruturação do sistema energético integrado, fundamental para a manutenção de um mercado interno de dimensões continentais e uma inserção internacional competitiva, não subordinada.</p>
<p>A fragmentação da Petrobrás substitui, na maior parte dos casos, o monopólio estatal pelo monopólio ou oligopólio privados, além de romper com o planejamento estratégico e integrado da rede de serviços básicos e com um sistema interligado de tarifas cruzadas.</p>
<p>Nunca é demasiado recordar que a Petrobrás é fruto de uma das maiores campanhas de mobilização popular ocorridas na história brasileira, a Campanha “O Petróleo é Nosso”.</p>
<p>A proposta de criação de uma empresa estatal com monopólio sobre a indústria petrolífera não surgiu de um gabinete, mas das ruas. Essa empresa, criada por Getúlio Vargas em 1953, tinha e tem por objetivo garantir o abastecimento nacional de combustíveis e a segurança energética do Brasil. Para isso, imensas quantidades de dinheiro público foram utilizadas para financiar a estruturação e o crescimento da Petrobrás, que, em poucas décadas, se consolidou como a maior empresa do país e uma das maiores do mundo em sua área de atuação. Não bastasse o tamanho e a importância da Petrobrás para o Brasil, a estatal ainda se caracteriza por ser a empresa que mais investe em ciência e tecnologia no Brasil e é detentora de produtos e tecnologias inovadoras que a destacam na indústria petrolífera mundial.</p>
<p>Todo esse patrimônio público, portanto, do povo brasileiro, vem sendo ameaçado com a política de desmonte e venda de ativos iniciada no segundo Governo Dilma e ampliada sob Michel Temer e Jair Bolsonaro. Política esta que entrega a preço vil e sem concorrência parcelas do patrimônio da Petrobrás aos seus concorrentes internacionais, onerando o povo brasileiro com preços abusivos cobrados pelo gás, combustíveis e outros produtos de primeira necessidade.</p>
<p>A venda de ativos da Petrobrás não contribui para reduzir o nível de endividamento da estatal. Ao contrário, na medida em que vende ativos ela reduz sua capacidade de pagamento da dívida no médio prazo e desestrutura sua cadeia produtiva, em prejuízo à geração futura de caixa, além de assumir riscos empresariais desnecessários. O atual plano de negócios da Petrobrás tem viés de curtíssimo prazo e ignora a essência de uma empresa integrada de energia que usa a verticalização em cadeia para equilibrar suas receitas, compensando a inevitável variação do preço do petróleo, de seus derivados e da energia elétrica, característica essencial para minimizar os riscos empresariais. Na medida em que a Petrobrás seja fatiada, o agente privado tende a buscar o lucro máximo por negócio, majorando os custos ao consumidor, o que restringe o crescimento do mercado interno(1).</p>
<p>É aterrador o que está ocorrendo com a infraestrutura de gasodutos. Atividade tipicamente monopolista, as redes de gasoduto incorporam um enorme investimento histórico da Petrobrás, estando integradas à empresa pela própria natureza do serviço que prestam. Não obstante, o Conselho de Administração da Petrobrás aprovou a venda de 90% da sua maior e mais lucrativa malha de gás, a Nova Transportadora do Sudeste (NTS), responsável pelo escoamento de 70% do gás natural do país, que foi entregue a um grupo de investidores estrangeiros, liderados por uma empresa canadense (2).</p>
<p>Vamos deixar de lado o fato de ter sido uma venda juridicamente nula, dada a ausência de licitação pública, como determinam o Plano Nacional de Desestatização e o artigo 29 da Lei nº 13.303, de 30 de junho de 2016, que não incluem a venda de ativos de uma estatal como caso de dispensa de licitação pública. O transporte do gás natural foi monopolizado por uma multinacional. Não só a Petrobrás, como qualquer outra empresa que produzir petróleo no país será obrigada a pagar o preço que o grupo estrangeiro exigir, pois não existem outros gasodutos na região.</p>
<p>Em um verdadeiro “negócio da China”, ou melhor, “negócio do Brasil”, a Petrobrás passou a dispender cerca de R$ 3 bilhões ao ano para utilizar os gasodutos da Transportadora Associada de Gás S.A. (TAG), empresa que foi alienada por ela mesma por cerca de R$ 36 bilhões. Ou seja, em poucos anos a estatal vai gastar todo o ‘lucro’ com a venda do ativo em pagamentos de aluguel do gasoduto que antes fazia parte do seu patrimônio (3) . Isso ganha contornos ainda mais graves, se levarmos em conta o crescimento da produção de gás natural, com a exploração do pré-sal, cujas principais jazidas estão justamente no Sudeste. O que aconteceria com o administrador de uma empresa privada que efetivasse um negócio dessa natureza? Certamente não seria louvado pelo “mercado”&#8230;</p>
<p>Mesmo com a malfadada flexibilização do monopólio, a Petrobrás segue sendo uma empresa estatal, vinculada ao Ministério das Minas e Energia, com maioria do capital votante sob controle da União. Na condição de sociedade de economia mista, ela possui acionistas privados. Hoje, inclusive, cerca de 30% de seu capital é detido por investidores estrangeiros. Mas, como empresa estatal, o interesse público deve sempre prevalecer sobre o interesse privado dos acionistas minoritários.</p>
<p>Desde o governo Temer, sob Pedro Parente, a Petrobrás tem sido dirigida para privilegiar o acionista em detrimento do interesse público. A venda de seu parque de refino, decidida pelo Conselho de Administração antes mesmo de firmado um acordo ilegal com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) é mostra disso. A venda da BR Distribuidora, uma privatização travestida de venda de ações, também. Aliás, a possibilidade de formação de monopólios regionais com a venda das refinarias da Petrobrás não foi jamais questionada, nem pelo suposto órgão de defesa da concorrência, nem pelos defensores do chamado livre mercado. Monopólio privado, ao que parece, não é um problema para nenhum dos nossos ditos liberais.</p>
<p>Mas nada é mais contundente nesta “nova” gestão do que a política de preços de combustíveis adotada desde a presidência de Parente. Chamada hoje de preço de paridade de importação (PPI), a companhia usa as variações do dólar e do barril de petróleo para determinar o preço do produto vendido às distribuidoras, que o repassam imediatamente para o valor final do produto. A ideia aqui é garantir a maior lucratividade para a empresa, valorizando suas ações (ou o seu valor de mercado). Como a Petrobrás é dominante no mercado de importação e exportação de óleo e derivados, pelo seu tamanho, é a price maker (sic) do mercado interno, fazendo com que todo o setor siga seus passos.</p>
<p>A ideia do PPI é fazer a empresa valorizar seus papéis nas bolsas, especialmente de São Paulo e Nova York. Não vamos entrar no mérito se essa é a maneira mais adequada de se precificar uma companhia. O que é fato é que são acionistas privados, notadamente os investidores estrangeiros, que mais ganham com essa estratégia.</p>
<p>O único “detalhe” aqui é que é a Petrobrás é estatal. Empresas estatais são criadas por lei para realizar determinada política pública. Tanto é assim que mesmo a Lei das Sociedades por Ações em seu artigo 238 garante que a pessoa jurídica que controla a sociedade de economia mista poderá orientar as atividades da companhia de modo a atender o interesse público que justificou sua criação. Aliás, o artigo 117 da mesma lei diz que orientar a companhia para fim estranho ao interesse nacional é modalidade de exercício abusivo de poder de controle, ensejando em responsabilização do acionista controlador.</p>
<p>Nada mais óbvio. Uma estatal não existe para dar lucro. Ela também não existe para satisfazer fundos de investimentos, sérios ou abutres. Mesmo tendo o capital aberto, a Petrobrás continua sendo do povo brasileiro, que delega à União a função de gerir a empresa.</p>
<p>A disputa aqui é mais um capítulo da briga entre o interesse público e o interesse do acionista. Esse conflito é recorrente no Brasil, que, desde o Governo do General Geisel, optou por utilizar suas estatais para fomentar nosso diminuto mercado de capitais. Nos Estados Unidos, onde existem mais de 2 mil empresas estatais, nenhuma tem capital aberto. Aliás, a gritaria da Faria Lima em torno da substituição da presidência da empresa diz muito sobre quem são: podem morrer mais de 250 mil pessoas; podem defender uma nova ditadura. Nada disso incomoda o “mercado”. O que não pode é acabar com a festa dos “investidores” (4) . Essas contradições e essa sangria de recursos públicos só irá parar quando a Petrobrás abandonar o modelo de sociedade de economia mista e passar a ser 100% estatal.</p>
<p>Não se trata de uma simples “quebra de contratos”, a situação é um pouco mais complicada. Empresas e investidores, nacionais ou estrangeiros, que adquiriram, depois do golpe de 2016, recursos do povo brasileiro estão cometendo um crime. Os preços pagos são incompatíveis com o mercado (5) e a situação institucional e política não é exatamente daquelas que inspiram confiança ou segurança. Não houve a realização de nenhuma concorrência pública ou procedimento competitivo, além da violação de inúmeras leis, inclusive a própria lei do Plano Nacional de Desestatização (Lei nº 9.491, de 9 de setembro de 1997), cujo artigo 3º exclui expressamente as atividades de competência exclusiva da União segundo o artigo 177 da Constituição, ou seja, todas as atividades do setor petrolífero, da alienação ou transferência de ativos.</p>
<p>Portanto, o que está ocorrendo com ativos da Petrobrás e outros bens estatais estratégicos deve ser equiparado ao crime de receptação. Afinal, um bem público foi subtraído do patrimônio público de forma ilegal, muitas vezes até sem licitação, e vendido a preço vil. A empresa compradora obviamente sabe o que está adquirindo e a que preço. Não há nenhum terceiro de boa-fé envolvido neste tipo de negócio. A saída democrática para o impasse do desmonte da Petrobrás é uma só: quanto privatizarem, tanto reestatizaremos (6).</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div>Referências:</div>
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<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText">1 <a href="http://www.aepet.org.br/noticias/pagina/12737/Desinvestimento-eufemismo-para-privatizao-prejudica-a-Petrobrs" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">http://www.aepet.org.br/noticias/pagina/12737/Desinvestimento-eufemismo-para-privatizao-prejudica-a-Petrobrs</a>; <a href="https://outraspalavras.net/outrasmidias/como-se-constroi-a-ignorancia-sobre-a-petrobras/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://outraspalavras.net/outrasmidias/como-se-constroi-a-ignorancia-sobre-a-petrobras/</a>; <a href="https://www.aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/1518-parceria-estrategica-e-novo-codinome-da-privatizacao" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://www.aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/1518-parceria-estrategica-e-novo-codinome-da-privatizacao</a></p>
<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText"><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference">2</span>     Vide <a href="https://ineep.org.br/o-desmembramento-do-setor-de-gas-e-os-riscos-para-o-brasil/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://ineep.org.br/o-desmembramento-do-setor-de-gas-e-os-riscos-para-o-brasil/</a>; <a href="https://aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/2126-nts-tragedia-anunciada-e-responsabilidade" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/2126-nts-tragedia-anunciada-e-responsabilidade</a></p>
<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText"><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference"> </span><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference">3     </span> <a href="http://aepet.onlink.com.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/6408-petrobras-gasta-r-3-bi-ao-ano-para-alugar-gasodutos-que-privatizou" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">http://aepet.onlink.com.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/6408-petrobras-gasta-r-3-bi-ao-ano-para-alugar-gasodutos-que-privatizou</a></p>
<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText"><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference">4</span>      <a href="https://ineep.org.br/as-custas-do-consumidor-petrobras-distribui-maior-lucro-da-historia/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://ineep.org.br/as-custas-do-consumidor-petrobras-distribui-maior-lucro-da-historia/</a></p>
<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText"><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference"> </span><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference">5</span>  Por exemplo, vide <a href="https://ineep.org.br/petrobras-vende-rlam-pela-metade-do-preco/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://ineep.org.br/petrobras-vende-rlam-pela-metade-do-preco/</a>; <a href="https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,tcu-diz-que-petrobras-vendeu-refinaria-a-preco-abaixo-do-mercado-e-avalia-suspender-o-negocio,70003667094" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,tcu-diz-que-petrobras-vendeu-refinaria-a-preco-abaixo-do-mercado-e-avalia-suspender-o-negocio,70003667094</a>; <a href="https://ineep.org.br/petrobras-vende-reman-por-70-do-seu-valor/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://ineep.org.br/petrobras-vende-reman-por-70-do-seu-valor/</a></p>
<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText"><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference">6</span>     Sobre o debate e a possibilidade jurídica de nacionalização ou reestatização no Brasil, vide Gilberto BERCOVICI &amp; José Augusto Fontoura COSTA, <i>Nacionalização: Necessidade e Possibilidades</i>, São Paulo, Contracorrente, 2021.</p>
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<p><em><strong>*Gilberto Bercovici é professor titular de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.</strong></em></p>
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		<title>Com mediação de Lupi, PDT debate legado de Getúlio Vargas, maior presidente da história do País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 02:11:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Figueiredo]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Manoel Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="938" height="529" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1.jpg 938w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1-768x433.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 938px) 100vw, 938px" />Nos 67 anos da sua morte, evento virtual reuniu lideranças trabalhistas, como Manoel Dias, Andre Figueiredo e Juliana Brizola Para marcar os 67 anos da morte de Getúlio Vargas, o PDT promoveu um debate, nesta terça-feira (24), com lideranças trabalhistas para homenagear o maior presidente da história do Brasil. No formato virtual, o evento contou com o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="938" height="529" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1.jpg 938w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1-768x433.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Com-mediação-de-Lupi-PDT-debate-legado-de-Getúlio-Vargas-maior-presidente-da-história-do-País-1-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 938px) 100vw, 938px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<p class="yiv0089530939MsoNormal"><em><b>Nos 67 anos da sua morte, evento virtual reuniu lideranças trabalhistas, como Manoel Dias, Andre Figueiredo e Juliana Brizola</b></em></p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">Para marcar os 67 anos da morte de Getúlio Vargas, o PDT promoveu um debate, nesta terça-feira (24), com lideranças trabalhistas para homenagear o maior presidente da história do Brasil. No formato virtual, o <a href="https://www.facebook.com/pdt.org.br/videos/864749891137377/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">evento</a> contou com o apoio da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP).</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">Na abertura, o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, classificou Vargas como o “verdadeiro patriota” por todo o seu legado em prol da defesa da nação soberana e contra o movimento golpista, retardado até a deposição de João Goulart (Jango), em 1964.</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">“Getúlio, que deu um tiro no peito em 24 de agosto de 1954, marcou a história do Brasil, da República e da humanidade como o único presidente que deu sua vida para impedir um golpe, às portas do Palácio do Catete, e que as forças mais retrógradas e atrasadas, que hoje tentam dominar o Palácio do Planalto, ficassem no poder”, relatou Lupi, citando marcos getulistas na história, como a Revolução de 30, o rompimento a política do “café com leite” e a carta-testamento.</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">Ícone do trabalhismo, Vargas acumulou, ao longo das suas duas gestões à frente do governo federal, uma vasta contribuição que transformou a então nação agrícola em uma das principais potências mundiais. Entre os destaques, a criação de estatais, como a Petrobras, Eletrobras e Vale do Rio Doce, bem como a promulgação de decretos que garantiram direitos históricos, como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">“Conseguiu construir um projeto de nação, o primeiro projeto nacional de desenvolvimento, na década de 30. O pensamento e a antevisão de Getúlio tinham de prever o que deveria ser essa nação 50 anos depois”, vinculou Lupi.</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal"><b>Importância</b></p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">Relembrando o elo e devoção que seu avô, Leonel Brizola, tinha por Vargas, principalmente com a ida anual à São Borja (RS) para colocar a rosa vermelha no túmulo, a deputada estadual Juliana Brizola (PDT-RS) fez um paralelo entre as realidades da época e a atual, além de citar que Ciro Gomes, pré-candidato pedetista à presidência da República, representa o “fio da história”.</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">“É uma ligação com todas as conquistas que foram sólidas para o povo brasileiro. De agrário para um país industrializado. Tudo que foi sólido, como a Petrobras, a Justiça do Trabalho e a Siderúrgica Nacional. Tantas questões que estão até hoje e sustentam o nosso país”, pontuou.</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">Símbolo da luta nacionalista, Getúlio foi exaltado pelo deputado federal André Figueiredo (PDT-CE) em função do comprometimento, desde que assumiu a presidência, com questões primordiais: trabalho e educação.</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">“Criou ministérios para suplantar dois grandes gargalos que ainda vinham como herança maldita do Império, com a degradação do trabalho, pois não tinham direitos trabalhistas e escolas para privilegiados”, disse o parlamentar, com críticas ao governo Bolsonaro pelos ataques ao patrimônio público e aos direitos sociais.</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">“Getúlio era tão querido em todo o Brasil, assim como o Brizola. [&#8230;] O Trabalhismo tem uma raiz muito forte no Ceará. O legado é algo grandioso e nós temos a missão de perpetuá-lo, porque esse é o verdadeiro caminha da igualdade”, completou, associando o perfil popular e nacionalista de ambos.</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">Secretário-geral do PDT e presidente da FLB-AP, Manoel Dias mencionou a constante luta de classe e a promoção, por parte de Vargas, de políticas transformadoras em um ambiente dominado pelas oligarquias e interesses econômicos.</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">“Se você ler a carta-testamento, parece que está lendo um documento atual porque as causas, razões e motivos que ele defendia não mudam. Ele conseguiu preparar o Brasil para um pleno crescimento”, salientou.</p>
<p class="yiv0089530939MsoNormal">“As gerações se enchem de vigor cívico à medida que passam a conhecer a obra de Getúlio. Nesse deserto de ideias, ele serve como guia”, concluiu.</p>
<p>Confira abaixo o evento na íntegra:</p>
<p>https://www.facebook.com/watch/live/?v=864749891137377&#038;ref=watch_permalink</p>
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		<title>Getúlio Vargas e sua total entrega ao Brasil</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/getulio-vargas-e-sua-total-entrega-ao-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=getulio-vargas-e-sua-total-entrega-ao-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2021 22:07:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Correios]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[discrepância social]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos da privatização na vida do brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[O petróleo é nosso]]></category>
		<category><![CDATA[pai dos pobres]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas de desigualdades sociais]]></category>
		<category><![CDATA[projeto nacional de desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />“Não querem que o povo seja independente”. Essa afirmação foi escrita por Getúlio Vargas, há exatos 67 anos, em  sua Carta Testamento, no dia 24 de agosto, horas antes de dar a sua vida em um ato de bravura em prol de um Brasil soberano e forte. O desfecho da história de Getúlio e o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Getúlio-manifestação-PDT-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p>“Não querem que o povo seja independente”. Essa afirmação foi escrita por Getúlio Vargas, há exatos 67 anos, em  sua Carta Testamento, no dia 24 de agosto, horas antes de dar a sua vida em um ato de bravura em prol de um Brasil soberano e forte.</p>
<p>O desfecho da história de Getúlio e o que sua morte significou para o Brasil nos levam, além de refletir o atual momento político, repensar sobre quais ações de mudança podemos fazer enquanto população de uma nação democrática. Em meados de outubro de 2018, o País viu a chegada de um presidente que prometia transparência, honestidade, combate a corrupção e um Brasil estável, rico e com oportunidades para todos, mas como já era esperado, tendo em vista seu histórico político e os ideais que ele representa, não tem sido dessa forma.</p>
<p>Hoje, 24 de agosto de 2021, o presidente em vigência tem feito, periodicamente, inúmeras atrocidades que contradizem tanto com os “bons costumes”<em>–</em> defendido por ele e uma de suas principais marcas durante a campanha <em>– </em> quanto a seguridade de direitos fundamentais aos brasileiros que ele tanto prometeu.</p>
<p>Desde o início do seu mandato, Bolsonaro incita violência, desordem e atos que, mais de uma vez, já foram provados como institucionais e que agridem a democracia conquistada pelos brasileiros. Vem tentando destruir, em apenas 4 anos de mandato,<em> </em>nem concluídos ainda<em>,</em> tudo o que o Estado Brasileiro construiu até hoje.</p>
<p>Um dos exemplos claros que tem tomado espaço nos noticiários dos últimos dias é a privatização de estatais essenciais no desempenho de serviços para a sociedade e fundamentais para a soberania nacional como a Petrobras, Eletrobras e Correios.</p>
<p>Na época de Getúlio Vargas a situação não era muito diferente. Existia uma luta constante de grandes potências mundiais que queriam impedir que a nossa pátria se tornasse forte e soberana.</p>
<p>“Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo, renunciando a mim mesmo, para defender o povo”, afirmou o trabalhista em sua carta.</p>
<p>Com a campanha “O petróleo é nosso”, Getúlio, como um verdadeiro estadista que era, criou a Petrobras, empresa capaz de controlar todo o mercado do óleo no País, mesmo com as multinacionais fazendo forte pressão contra a iniciativa. Da mesma forma, o &#8220;pai dos pobres&#8221;, como também era conhecido, criou em seu governo a Eletrobrás, que garantiria autonomia energética.</p>
<p>“Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobras e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre”, afirmou Getúlio.</p>
<p>Segundo o balanço já divulgado pela própria Eletrobras, a empresa mostra o quanto é lucrativa ao anunciar um rendimento líquido de 2,5 bilhões no segundo trimestre deste ano, valor 439% maior que o resultado obtido no segundo trimestre de 2020, o que claramente desmente o principal argumento utilizado pelo governo em favor da privatização.</p>
<p><strong>Impactos da privatização na vida do brasileiro</strong></p>
<p>Com a privatização da Eletrobras, o Brasil vai enfrentar uma série de mudanças em relação ao preço da energia consumida, desemprego em massa de grandes e pequenas empresas ligadas a própria Eletrobras, aumento de outros bens que necessitam da matéria prima como o gás e o petróleo produzido também pela empresa e, consequentemente, o aumento dos produtos alimentícios.</p>
<p>Já na privatização dos Correios, além do também aumento dos serviços oferecidos, em um País com tanta discrepância social como o nosso, manter o serviço postal administrado pelo Brasil faz parte de políticas públicas de desigualdades sociais.</p>
<p>Em sua carta, Getúlio chama a população para ser resistência em meio ao caos que ele já previa. &#8220;Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência&#8221;.</p>
<p>Com um sistema de saúde tentando se manter após o surgimento da pandemia, mais de 500 mil mortes causadas pelo Covid- 19, inúmeros pais e mães de família lidando com o desemprego em massa <em>–</em> agora com a extinção das estatais <em>–</em> , temos uma via para um verdadeiro Projeto Nacional de Desenvolvimento, Ciro Gomes. Em 2022, teremos, novamente, a chance de nos reerguer e continuar a lutar por um País forte, consolidado, soberano e democrático.</p>
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		<title>100 anos de Brizola: Lupi acerta com José Augusto Ribeiro data para lançamento de novo livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 16:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[Tijolaços]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="381" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/100-anos-de-Brizola-Lupi-acerta-com-José-Augusto-Ribeiro-data-para-lançamento-de-novo-livro.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/100-anos-de-Brizola-Lupi-acerta-com-José-Augusto-Ribeiro-data-para-lançamento-de-novo-livro.jpeg 640w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/100-anos-de-Brizola-Lupi-acerta-com-José-Augusto-Ribeiro-data-para-lançamento-de-novo-livro-100x60.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/100-anos-de-Brizola-Lupi-acerta-com-José-Augusto-Ribeiro-data-para-lançamento-de-novo-livro-300x179.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/100-anos-de-Brizola-Lupi-acerta-com-José-Augusto-Ribeiro-data-para-lançamento-de-novo-livro-151x90.jpeg 151w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/100-anos-de-Brizola-Lupi-acerta-com-José-Augusto-Ribeiro-data-para-lançamento-de-novo-livro-600x357.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p>O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, acertou com o jornalista e escritor José Augusto Ribeiro esta manhã (23) detalhes para o lançamento no dia 22 de janeiro do ano que vem, em Brasília, dentro das solenidades pelos 100 anos de nascimento de Leonel Brizola, do livro de sua autoria sobre a trajetória política do fundador do PDT. A obra, que já está praticamente pronta, se encontra em fase de revisão final, e o seu lançamento no dia do nascimento de Brizola será um dos eventos programados para celebrar o centenário.</p>
<p>Também foi acertada o lançamento de coletânea dos “Tijolaços” de Brizola também no ano que vem, dentro da programação pelos 100 anos do nascimento do líder e fundador do partido. Os “Tijolaços” do Brizola foram artigos, sempre assinados,  publicados na grande imprensa brasileira na forma de anúncios –  como forma de reagir ao brutal boicote que Brizola sofria da grande mídia.  Isto ao longo dos  seus dois mandatos de governador  eleito pelo povo do Rio de Janeiro.</p>
<p>Ao todo Brizola publicou quase 600 artigos, ou “Tijolaços”, para manifestar o seu ponto-de-vista sobre acontecimentos no país e no Rio de Janeiro – como forma de enfrentar o boicote sistemático da grande mídia a ele pelo fato de ser candidatíssimo à presidência da República com grandes chances de vencer. O livro reunirá uma parte dos artigos, especialmente os que escreveu em defesa da soberania nacional, da educação e do desenvolvimento do Brasil para dar uma vida melhor ao povo brasileiro – metas permanentes do PDT.</p>
<p>Os preparativos para as homenagens a Brizola e o planejamento de eventos continuam nos próximos dias, em reuniões virtuais e presenciais comandadas pelo presidente do PDT junto com integrantes do partido e da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini.  Na  reunião de ontem, na sede da Fundação Brizola-Pasqualini no Rio, também foi discutido o lançamento no Rio de Janeiro, ainda em local a ser anunciado, de publicação  sobre a história da Petrobrás da série “Legados Trabalhistas” do Centro de Memória Trabalhista do PDT. Com este objetivo também participou da reunião na manhã de hoje o dirigente da Fundação Brizola – Pasqualini, seção RJ, Pedro Porto (na foto).</p>
<p>O lançamento deverá ocorrer em outubro próximo e a organização do evento ficará a cargo da direção estadual da Fundação Pasqualini.  Ao todo o livro sobre a Petrobrás, de 173 páginas, inclui mais de 20 artigos sobre questões relacionadas a área de petróleo e gás assinados, entre outros, pelo pré-candidato do PDT à presidência, Ciro Gomes;  por Carlos Lupi; José Augusto Ribeiro, o deputado André Figueriedo, o atual e o ex-presidentes da Associação dos Engenheiros da Petrobrás, Pedro do Pinho e Felipe Coutinho; o ex-comandante da Escola Superior de Guerra, Brigadeiro Sergio Xavier Ferolla; o geólogo Guilherme Estrela,  responsável pela equipe da Petrobrás que descobriu o pré-sal; e o engenheiro e especialista em petróleo Paulo César Ribeiro Lima.</p>
<p>Também assinam textos publicados na cartilha a geóloga da Petrobras Patrícia Laier; o engenheiro Fernando Siqueira e ainda, fazem parte da publicação documentos inéditos no Brasil produzidos pela CIA, agência de inteligência do governo norte-americano, sobre a questão da Petrobrás e do exercício, pelo Brasil, de sua soberania através da Petrobrás – criada por Getúlio Vargas. Saga que também faz parte da publicação, através de artigos sobre Jesus Soares Pereira e outros fundadores da maior das empresas brasileiras, hoje sendo esquartejada e vendida aos pedaços pelo governo anti-Brasil de Paulo Guedes e Jair Bolsonaro.</p>
<p>A cartilha também tem um artigo inédito, escrito especialmente para ela, pelo jornalista Paulo Henrique Amorim intitulado “Tem um <em>paredón à espera dos assaltantes da Petrobrás”.</em></p>
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		<title>Ciro põe petróleo e Petrobras como estratégicos e promete reestatização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 01:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Mário Heringer]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[soberania brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Retomada da soberania brasileira integrou o segundo painel do seminário do PDT e da Fundação &#160; “Se um dia eu chegar à presidência do Brasil, toda essa alienação do esquartejamento da Petrobrás será nacionalizada novamente”, assegurou o pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo PDT, Ciro Gomes, ao colocar o petróleo como pilar estratégico de um...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Ciro-põe-petróleo-e-Petrobras-como-estratégicos-e-promete-reestatização-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="yiv2459618931MsoNormal"><em><b>Retomada da soberania brasileira integrou o segundo painel do seminário do PDT e da Fundação</b></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">“Se um dia eu chegar à presidência do Brasil, toda essa alienação do esquartejamento da Petrobrás será nacionalizada novamente”, assegurou o pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo PDT, Ciro Gomes, ao colocar o petróleo como pilar estratégico de um futuro governo soberano. O ex-governador do Ceará participou, nesta terça-feira (4), do seminário virtual “Legados Trabalhistas” do PDT e da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP).</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">“O desenvolvimento é absolutamente consequência de alguns fatores estratégicos, um deles é a energia. E o petróleo é essencial”, salientou, ao criticar o atual modelo de abertura e, consequentemente, fragilização dos interesses brasileiros, nas últimas décadas, com a venda, por exemplo, de ativos da companhia e de poços do pré-sal.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">“No mundo do petróleo, só tem duas coisas: ou é estatal, ou pertence a uma corporação cartelizada de grandes multinacionais, que se concentram nos países do Atlântico Norte”, disse, ao completar: “80% do petróleo, no mundo, pertencem aos Estados nacionais e isso não tem a ver comunismo, socialismo, capitalismo ou social-democracia. É uma decisão estratégica.”</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">Durante o segundo painel, que teve a mediação do deputado federal Dr. Mário Heringer (PDT-MG) e participação da geóloga Patricia Laier e do engenheiro Felipe Coutinho, ambos da direção da Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET, o ex-ministro da Fazenda citou o modelo nacionalista formulado pelo então presidente da República, Getúlio Vargas, na década de 50.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">Ciro descreve que o gestor trabalhista se diferenciou pela capacidade de implementar uma política que unia o interesse público, na superação da desigualdade social, com as virtudes da iniciativa privada.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">“Getúlio fez a aposta e cria a Petrobras. Colocou o Brasil na linha dos países que, estrategicamente, compreendiam que o petróleo tinha que ser uma riqueza pertencente à coletividade, à nação como um todo. E administrada em linha com os interesses estratégicos que ia afirmar um projeto nacional de desenvolvimento frente a comunidade internacional”, enalteceu, descrevendo ainda a excelência técnica acumulada pela estatal.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">Para ele, o petróleo vai além e impacta, portanto, na soberania nacional. Nesse sentido, expõe a capacidade do governo de dizer “não” e “mandar no próprio nariz”.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">“Se você subtrai a autonomia de um país em matéria de petróleo, gás e bioenergia, que é uma vocação brasileira, você, simplesmente, não movimenta os tanques de guerra. O petróleo é, portanto, um insumo essencial para a defesa do país”, descreve.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal"><strong>Presença</strong></p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">Ao citar a interdependência da sociedade com o petróleo e a vasta lista de seus derivados, Ciro fez questão de enfatizar a interferência direta no preço de qualquer produto ou serviço.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">“A gente precisa mostrar para o povo todo dia, com exemplos práticos, a importância desse assunto com a devida centralidade. Não é assunto para meia dúzia de pessoas decidirem, em Brasília, porque isso consultar o destino e a vida de todos nós”, afirmou.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">Em um paralelo com o enfrentamento da pandemia do Covid-19, Ciro evidenciou a fragilidade do Brasil na compra de vacinas e insumos, fator gerado pela desestruturação das indústrias em todas as regiões.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">“Ficamos no último lugar da vacina do coronavírus porque cometemos a imprudência, ao longo dos últimos anos, de destruir o complexo industrial e tecnológico de saúde, no Brasil, e passamos a depender até de máscaras de proteção, respiradores e imunizante que está tendo que importar da China”, disse, ao condenar as ações deletérias da família Bolsonaro na diplomacia com o país asiático.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal"><strong>Realidade</strong></p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">“O que estão fazendo com o Brasil, principalmente com a Petrobrás, é uma desconstrução sem limites”, alertou Mário Heringer, que também é presidente do PDT em Minas Gerais, diante da política de desinvestimento do governo Bolsonaro.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">“Estão esquartejando a Petrobrás, acabando com as refinarias, em detrimento do bem estar do brasileiro. Na hora que o refino passa para a mão privada, esse dinheiro, esse lucro, não vai ficar mais no Brasil, não vai ser investido no Brasil. Não haverá essa preocupação social”, analisou.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">Para o deputado mineiro, a estatal representa um dos maiores ativos da nação por participar “de todas as atividades da sociedade como alavanca em um processo de crescimento e facilitação da indústria”. Por isso, reiterou, ao longo do debate, a relevância histórica da maior companhia do país.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">Ao mencionar o novo Programa Nacional de Desenvolvimento, por Ciro Gomes, o parlamentar destacou a necessidade de uma alternativa responsável para a reconstrução do país e a superação da crise. No plano de governo pedetista, ele lembra da contemplação, em um dos seus pilares, do investimento em petróleo e gás.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal"><strong>Encerramento</strong></p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">Para concluir a série, o terceiro painel, nessa quarta-feira (5), avaliará a “guerra híbrida” interligada com a Petrobrás. O encerramento contará com contribuições do secretário-geral nacional do PDT e presidente da FLB-AP, Manoel Dias, como mediador, e o ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa, Celso Amorim, e o presidente da AEPET, Pedro Pinho, e o jornalista Beto Almeida, como palestrantes.</p>
<p class="yiv2459618931MsoNormal">Acesse a íntegra do debate <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista/videos/339336774330603" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">aqui</a>.</p>
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		<title>PDT e Fundação Leonel Brizola realizam seminário nacional sobre a Petrobras</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/pdt-e-fundacao-leonel-brizola-realizam-seminario-nacional-sobre-a-petrobras/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pdt-e-fundacao-leonel-brizola-realizam-seminario-nacional-sobre-a-petrobras</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 22:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Figueiredo]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Memória Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Mário Heringer]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="640" height="393" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/PDT-e-Fundação-Leonel-Brizola-realizam-seminário-nacional-sobre-a-Petrobrás.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/PDT-e-Fundação-Leonel-Brizola-realizam-seminário-nacional-sobre-a-Petrobrás.jpg 640w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/PDT-e-Fundação-Leonel-Brizola-realizam-seminário-nacional-sobre-a-Petrobrás-100x61.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/PDT-e-Fundação-Leonel-Brizola-realizam-seminário-nacional-sobre-a-Petrobrás-300x184.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/PDT-e-Fundação-Leonel-Brizola-realizam-seminário-nacional-sobre-a-Petrobrás-147x90.jpg 147w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/PDT-e-Fundação-Leonel-Brizola-realizam-seminário-nacional-sobre-a-Petrobrás-600x368.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" />Com Carlos Lupi e Ciro Gomes, debates virtuais reunirão lideranças políticas e do setor petrolífero A Petrobrás será o tema central do seminário virtual promovido pelo PDT em parceria com a Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP). Com três painéis entre os dias 3, 4 e 5 de maio, a iniciativa coordenada pelo Centro...]]></description>
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<div>
<div class="yiv0374956412gmail_quote">
<div dir="ltr">
<p class="yiv0374956412MsoNormal">A Petrobrás será o tema central do seminário virtual promovido pelo PDT em parceria com a Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP). Com três painéis entre os dias 3, 4 e 5 de maio, a iniciativa coordenada pelo Centro de Memória Trabalhista (CMT) fomentará o debate com a presença de lideranças da política e do setor petrolífero nacional.</p>
<p class="yiv0374956412MsoNormal">Na abertura programada para dia 3 de maio, às 19h, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, mediará o debate sobre a intrínseca relação da estatal com a soberania brasileira. Entre os participantes, a presidente nacional do PCdoB e vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos, o ex-ministro das Comunicações e deputado federal André Figueiredo (PDT-CE) e o ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo.</p>
<p class="yiv0374956412MsoNormal">Pré-candidato a presidente da República pelo PDT, Ciro Gomes analisará a histórica contribuição da Petrobrás no desenvolvimento do país ao longo do segundo painel, que ocorrerá no dia 4 de maio, às 19h. Mediado pelo deputado federal Mário Heringer, o encontro também terá como convidados a geóloga Patrícia Laier e o engenheiro Felipe Coutinho, ambos da direção da Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET.</p>
<p class="yiv8042735952MsoNormal">O terceiro painel avaliará a “guerra híbrida” envolvendo a maior companhia do Brasil. No encontro, que marcará o encerramento do evento, o secretário-geral nacional do PDT e presidente da FLB-AP, Manoel Dias, receberá o ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa, Celso Amorim, o presidente da AEPET, Pedro Pinho, e o jornalista Beto Almeida.</p>
<p class="yiv8042735952MsoNormal">Para o coordenador do CMT, Henrique Matthiesen, o seminário, que integra o projeto “Legados Trabalhistas”, representa uma oportunidade de reforçar a fundamental missão da empresa idealizada por Getúlio Vargas, em 1953.</p>
<p class="yiv8042735952MsoNormal">“Mais que uma simples estatal, ela representa um marco na luta pela independência do Brasil e emancipação do povo. É necessário abrir espaço para debates que evidenciem a luta em prol da preservação do patrimônio nacional”, afirmou.</p>
<p class="yiv8042735952MsoNormal">Para acompanhar a transmissão ao vivo, acesse o <a href="https://www.youtube.com/channel/UCYAwy2dgImXNI88uBxLu7kw" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">Youtube</a> ou o <a href="http://www.facebook.com/centrodememoriatrabalhista" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">Facebook</a>.</p>
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		<title>Getúlio, de Volta Redonda à Petrobrás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 10:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="448" height="309" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Getulio_Vargas_em_Porto_Velho_-_1940.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Getulio_Vargas_em_Porto_Velho_-_1940.jpg 448w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Getulio_Vargas_em_Porto_Velho_-_1940-100x69.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Getulio_Vargas_em_Porto_Velho_-_1940-300x207.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Getulio_Vargas_em_Porto_Velho_-_1940-130x90.jpg 130w" sizes="auto, (max-width: 448px) 100vw, 448px" />Cada ano, no dia de seu aniversário, 19 de abril, o presidente Getúlio Vargas dava um jeito de sair de circulação, deixava o Rio, então Capital da República, escondia-se na casa de algum amigo para escapar das filas de abraços e cumprimentos que de qualquer modo não o deixariam trabalhar. Getúlio preferiria, em vez de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="448" height="309" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Getulio_Vargas_em_Porto_Velho_-_1940.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Getulio_Vargas_em_Porto_Velho_-_1940.jpg 448w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Getulio_Vargas_em_Porto_Velho_-_1940-100x69.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Getulio_Vargas_em_Porto_Velho_-_1940-300x207.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Getulio_Vargas_em_Porto_Velho_-_1940-130x90.jpg 130w" sizes="auto, (max-width: 448px) 100vw, 448px" /><p>Cada ano, no dia de seu aniversário, 19 de abril, o presidente Getúlio Vargas dava um jeito de sair de circulação, deixava o Rio, então Capital da República, escondia-se na casa de algum amigo para escapar das filas de abraços e cumprimentos que de qualquer modo não o deixariam trabalhar.</p>
<p>Getúlio preferiria, em vez de comemorar o seu aniversário, que os amigos e admiradores comemorassem com ele outros aniversários, não relacionados a ele pessoalmente, mas ao Brasil. E de todas essas outras datas, suas preferidas eram 1º de maio e 3 de outubro, que marcaram toda a sua vida e seu destino.</p>
<p>Foi no 1º de maio de 1940 que Getúlio decretou o primeiro salário mínimo. E foi no 1º de maio de 1954 que o aumentou em 100%, num momento em que a economia brasileira era a que mais crescia no mundo e aguentou perfeitamente bem esse tranco que lhe aumentava exponencialmente o mercado interno.</p>
<p>Foi a 3 de outubro que eclodiu a Revolução de 1930, a segunda proclamação, agora para valer, da Independência e da República. Foi a 3 de outubro de 1950 que o Brasil teve a oportunidade de levar Getúlio de volta à Presidência da República, agora pelo voto direto. E foi a 3 de outubro de 1953 que Getúlio sancionou a lei de criação da Petrobrás*, dando ainda mais realidade ao compromisso de emancipar o país dos laços coloniais que o prendiam a um passado de atraso, pobreza e exclusão social.</p>
<p>Se ainda hoje nos lembramos de Getúlio no 19 de abril, é porque nos lembramos de todos esses 1º de maio e 3 de outubro e de seu significado. Hoje, mergulhados na tragédia da pandemia e de um governo antinacional que tenta novamente acabar com a Petrobrás, a lembrança de Getúlio, em qualquer momento, é a afirmação para nós mesmos de que o Brasil pode de novo soltar-se dos laços coloniais com que tentam prendê-lo outra vez.</p>
<p>Como de outras vezes, o Brasil está bem retardatário em relação ao que acontece no mundo. Poderíamos estar aproveitando o que acontece nos Estados Unidos (EUA) com o despejo do Trump e o novo New Deal do Biden. Foi o que Getúlio fez com o New Deal do Roosevelt e assim nos deu Volta Redonda.</p>
<p>Volta Redonda foi só o começo e transformou o Brasil em uma das dez maiores economias do mundo. De certo modo Volta Redonda nos deu a Petrobrás, e a Petrobrás, de certo modo, nos colocou em sexto lugar entre as economias mundiais. Lugar do qual recuamos muito, porque o revide veio violento e aproveitou a onda reacionária que levara Trump ao poder. Mas a onda agora reflui.</p>
<p>Nos EUA, a luta contra a Covid leva o presidente Biden a avançar muito mais do que se supunha, e até no Brasil alguns economistas antes adeptos da teoria do Estado mínimo reconsideram suas posições. Isso pode chegar a alguns setores do governo, mas não chega a seu núcleo duro e não atravessa a blindagem que isola Bolsonaro em sua paranoia e em suas certezas inabaláveis e esquizofrênicas.</p>
<p>Certezas das quais se aproveitam alguns senhores espertos, como o ex-presidente da Petrobrás, o tal Castello Branco, para consumar a venda da Refinaria Landulpho Alves, a primeira de nossas refinarias, antes do fim de um mandato para o qual não será reconduzido.</p>
<p>A Petrobrás já mostrou que tem sete vidas. Sobreviveu a Roberto Campos no primeiro governo militar, fortaleceu-se nos seguintes, sobreviveu ao Governo Collor, a FHC, a Temer e agora luta pela vida, querendo sobreviver a Bolsonaro.</p>
<p>A sofreguidão com que tentam acabar com a Petrobrás vem mostrando, ao longo de mais de 60 anos, que Getúlio fincou muito firmes as fundações do Brasil que nasceu de suas mãos. Ele sabia que a Petrobrás podia ser o símbolo mais vivo de sua herança e deu a vida por ela, depois de ainda na juventude ter adquirido uma lúcida compreensão dos desafios que o Brasil tinha pela frente.</p>
<p>Já em 1906, com apenas 24 anos de idade, Getúlio identificava e denunciou as verdadeiras razões do atraso econômico do Brasil. Foi no discurso de saudação ao presidente eleito Afonso Pena, que visitava Porto Alegre, em nome de seus colegas da Faculdade de Direito, e Getúlio não se limitou a um pronunciamento protocolar e anódino.</p>
<p>Nesse discurso Getúlio levantou um tema que surpreendia, suscitado por um jovem estudante de Direito, não de economia, num país e numa cidade situados na periferia dos grandes centros financeiros do mundo, um tema ao qual estava alheia a maioria dos protagonistas da vida política do país, ainda embalada pela ilusão de que o Brasil era e deveria continuar a ser um país “essencialmente agrícola”.</p>
<p>Getúlio recusa esse diagnóstico. Para ele, que crescera vivendo fatos e experiências que muitos outros desconheciam e que já tinha antes da faculdade um considerável acervo de leitura histórica, o Brasil não tinha de ser definitivamente um país agrícola. É essa ilusão que causa o atraso econômico do país e a miséria de seu povo.</p>
<p>– Por enquanto… – diz ele (esse “por entanto” é a ressalva que encerra uma expectativa, quem sabe um compromisso…)</p>
<p>– Por enquanto, a Pátria futura é vítima de uma coação da história: quantas causas de estagnação pesam sobre um país novo… Amarga resultante para quem se vê coacto a comprar manufaturados no estrangeiro, os gêneros da própria matéria prima que exporta.</p>
<p>O Brasil já exportava, em grande quantidade e a baixo preço, minério de ferro de ótima qualidade e importava, a preço alto, praticamente todos os produtos siderúrgicos elaborados com ele – navios, locomotivas, trilhos, a novidade que era o automóvel e as máquinas que produziriam outros bens.</p>
<p>Tinham sido importadas da Bélgica até as grades que protegiam as árvores recém-plantadas da recém-aberta Avenida Central (futura Avenida Rio Branco), no centro do Rio, inaugurada em 1904, dois anos antes do discurso do jovem Getúlio. Era de procedência britânica (e talvez continue a mesma) a louça sanitária dos mictórios, privadas e pias comprados para as obras do Teatro Municipal, nessa Avenida do Rio, iniciadas em 1903 e inauguradas em 1909.</p>
<p>O Brasil tinha vivido algumas experiências de industrialização, mas sem enfrentar a coação da história denunciada por Getúlio. No Império, o futuro Barão de Mauá construíra navios com aço importado, e na Guerra do Paraguai nada menos de um terço da frota de guerra brasileira compunha-se de navios construídos no próprio Brasil, mas com aço que chegava de fora, a preços cada vez mais altos, importado em troca de minério de ferro brasileiro exportado a preços cada vez menores.</p>
<p>Só 60 anos depois, em 1964, é que esse tema entrou na agenda do debate econômico internacional, quando a ONU criou a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), para estudar e procurar corrigir o que se chamou a deterioração dos termos de comércio internacional, ou seja, os países pobres, em geral do Hemisfério Sul, pagarem sempre mais caro pelos produtos siderúrgicos que importavam em troca de seu minério de ferro sempre mais barato.</p>
<p>Isso que Getúlio vê em 1906, pelos sintomas ou pelos efeitos, é o quadro econômico contra o qual ele vai lutar pelo próximo meio século, pelos 48 anos que ainda viverá. Como tantos outros países periféricos, o Brasil era exportador de matérias-primas e importador de produtos manufaturados. Nesse momento, o minério de ferro do Brasil impressiona os técnicos das indústrias siderúrgicas da Europa e dos EUA, mas o Brasil importa até enxadas e machados, porque o regime tarifário e cambial fechara pequenas fundições que produziam essas ferramentas.</p>
<p>Essas poucas palavras, sobre a coação da história a estrangular o futuro de países como o Brasil, concentrarão toda a política econômica da Revolução de 30, liderada por Getúlio: fazer do Brasil um país que transforme em aço o ferro de seu subsolo, que explore seu petróleo e suas fontes de energia elétrica, que produza tratores, caminhões, automóveis e até aviões, um país não mais vítima dessa coação da história, mas protagonista e criador de seu futuro.</p>
<p>Dessa visão do Brasil, coagido por uma economia aprisionada ao modelo colonial da exportação de produtos primários, é que nasceu, já em 1931, o projeto siderúrgico que marcou o primeiro governo Vargas e resultou em Volta Redonda. Nesse momento, Getúlio não tinha como conduzir simultaneamente um projeto para o petróleo, o que veio a ser a grande marca de seu segundo governo, com a criação da Petrobrás.</p>
<p>Ela nasceu marcada para morrer, e a crise de agosto de 1954 só aconteceu por causa dela. No seu auge, um de seus auxiliares, o General Mozart Dornelles, foi, à revelia dele, conversar com Assis Chateaubriand, o Rei da Mídia de então, que conhecia desde a Revolução de 30, ele combatente e Chateaubriand repórter.</p>
<p>Chateaubriand era dono de verdadeiro monopólio privado da comunicação no Brasil. Esse poder de fogo estava voltado o tempo todo contra Getúlio, cobrando sua renúncia ou sua derrubada por um golpe. Carlos Lacerda, o mais implacável e cruel inimigo de Getúlio, fala toda noite nas TVs de Chateaubriand, pedindo a deposição do governo.</p>
<p>O general foi a Chateaubriand para perguntar quais as razões daquela campanha do ódio. Chateaubriand respondeu:</p>
<p>– É só o Presidente desistir da Petrobrás que eu tiro o Lacerda da TV e entrego a quem ele quiser para fazer a defesa do governo.</p>
<p>Espantado com o preço da chantagem, o general voltou para o Palácio do Catete, sede do governo, e se aconselhou com Tancredo Neves, seu cunhado e ministro da Justiça. Devia contar a Getúlio do encontro com Chateaubriand e seu resultado?</p>
<p>– Deve sim, respondeu Tancredo. Mas nós dois sabemos que o presidente morre, mas não desiste da Petrobrás.</p>
<p>Dias depois, Getúlio sacrificou a própria vida e com isso salvou a Petrobrás e toda a herança de seus dois governos. É por isso que comemoramos, além de outras datas, a do seu nascimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*</em><em>José Augusto Ribeiro é jornalista, autor de A Era Vargas.</em></strong></p>
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