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	<title>PEC 241 &#8211; PDT</title>
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		<title>Carlos Lupi &#8211; Um chamado à reflexão das oposições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Dec 2016 02:47:11 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/IMG_4436.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/IMG_4436.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/IMG_4436-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/IMG_4436-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/IMG_4436-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/IMG_4436-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/IMG_4436-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Diante de um quadro complexo que se aproxima em 2017, onde as demandas para que o Brasil reencontre o crescimento econômico, resgate compromissos sociais e recupere a credibilidade das instituições, o PDT vem a público se dirigir ao campo oposicionista ao atual governo de Michel Temer, e convocar para uma reflexão sobre as eleições para a presidência da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Nesta análise, é legítimo e necessário que os partidos de oposição ofereçam um nome que represente o campo democrático, hoje formado pelo PT, PCdoB, PSOL e REDE, além do próprio PDT. Do mesmo modo, para além destes partidos, abrimos o diálogo com o PSB e outros parlamentares descontentes com a forma como a Câmara dos Deputados tem sido conduzida. Assim, o PDT apresenta para a disputa à presidência da Casa o deputado cearense André Figueiredo, que foi líder do partido na Câmara, ex-Ministro das Comunicações e atual vice-presidente nacional da legenda.</p>
<p>O PDT ressalta que o respeito aos anseios da sociedade precisa balizar as atividades parlamentares, inclusive no que se refere aos debates das pautas contra direitos do cidadão, como é o caso da reforma da previdência e a reforma trabalhista, assuntos tão caros aos que levantam a bandeira do trabalhismo, como também para os partidos aqui citados. A postura subserviente e alinhada da atual presidência da Câmara, comprometida em garantir votação de matérias no afogadilho, como ocorreu no caso da PEC 241, não pode mais encontrar guarida no Congresso Nacional. A Câmara é uma Casa de debates, e não imposições.</p>
<p>Pelo conjunto dessas preocupações, de forma franca, aberta, fraterna e democrática, o PDT intensificará nos próximos dias as conversações com os partidos do campo democrático, esperando assim construir uma força capaz de polarizar a disputa e qualificar o debate político.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>*Carlos Roberto Lupi é ex-ministro do Trabalho e emprego e </strong><strong>Presidente Nacional do PDT.</strong></p>
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		<title>A rebeldia é da natureza da juventude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2016 17:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[arbítrio]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="100" height="100" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/manoeldias-100x100.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/manoeldias-100x100.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/manoeldias-100x100-90x90.jpg 90w" sizes="auto, (max-width: 100px) 100vw, 100px" /><p>“ A ocupação das escolas é a ferramenta que a juventude tem ao seu alcance para resistir ao autoritarismo e ao arbítrio. É o direito democrático de enfrentar a falta de diálogo por parte dos golpistas nos encaminhamentos de temas vitais para a juventude e para a nação. A rebeldia é da natureza da juventude”.</p>
<p>Acompanhando os estudantes ocuparem escolas em várias partes do Brasil, me vem à lembrança uma célebre frase de Leonel Brizola: “Sou como uma planta do deserto. Uma única gota de orvalho é suficiente para me alimentar”.<br />
Vivemos tempos obscuros, em que a democracia sofre constantes ataques de um governo ilegítimo e autoritário.</p>
<p>Vejo nas ocupações uma luz de esperança. Esperança esta como verbo e não como substantivo, pois o verbo “esperançar” tem o significado de ir atrás, buscar, ter persistência, lutar. Lutar em meio ao deserto em que o Brasil mergulha.</p>
<p>Considero legítima a forma de ser ouvido. As ocupações demonstram uma resistência importante contra o arbítrio que se impõe ao nosso povo, e não compreender isso é asfixiar e criminalizar o senso crítico de uma geração que enxerga corretamente na luta política uma forma de mudança.</p>
<p>Estamos caminhando, mais uma vez, ao retrocesso.</p>
<p>Que governo é esse que, em pleno século XXI, coloca metralhadoras contra adolescentes armados de livros, cadernos e ideias?</p>
<p>Que lugar na História merece um governo que algema vários adolescentes como se fossem bárbaros bandidos?<br />
É essa digital que marca esse tempo de ilegitimidade.</p>
<p>Lutamos durante vinte anos contra a ditadura – que derrubou o governo Jango – da Presidência. Muitos morreram, muitos foram torturados, muitos tiveram seus direitos cassados, no qual me incluo. Tudo isso para conquistarmos a democracia e a liberdade. E hoje, vendo essas cenas lamentáveis, rememoramos as páginas mais repugnantes de nossa história.</p>
<p>Entretanto, a primavera que os bravos estudantes brasileiros estão demonstrando, também nos faz lembrarmos grandes ícones da resistência e da luta democrática. Hoje, floresce em todo o Brasil uma demonstração de ânimo e vigor, de ousadia que se movimenta e encara de forma altiva as medidas autoritárias e restritivas de direitos tomadas pelo governo.</p>
<p>A proposta de reforma do Ensino Médio, – antiga PEC 241 e atualmente PEC 55 – é uma afronta aos estudantes e ao povo brasileiro.</p>
<p>Quem deve desocupar são aqueles que ocupam de forma ilegítima a Presidência da República e o Ministério da Educação. As escolas pertencem aos estudantes.</p>
<p>A educação deve estimular o senso crítico, necessita ter memória social e deve discutir questões de gênero.<br />
O desejo retrógrado de acabar com a Sociologia, Filosofia, Artes Cênicas e Educação Física é um conceito arrogante de quem não consegue conviver com a democracia e a crítica. Precisamos de uma reforma educacional, entretanto, ela deve ser objeto de ampla discussão com estudantes e professores.</p>
<p>Devemos discutir a escola de tempo integral mais humanista e calçada em valores de emancipação de nossa juventude, em sua liberdade na construção de uma nação soberana e desenvolvida. Assim, deve ser o que norteia um governo responsável e preocupado com as novas gerações.</p>
<p>Prefiro ficar ao lado dos estudantes e suas legítimas ocupações, afinal eles são as gotas de orvalho do deserto que fazem florescer a primavera que nos alimenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Manoel Dias é ex-ministro do Trabalho e Emprego, secretário-geral Nacional do PDT e presidente da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini.</em></strong></p>
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		<title>Os Estados Unidos e o Futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2016 20:25:21 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano ainda não terminou, mas se configura como um dos mais impactantes da história moderna.</p>
<p>A saída do Reino Unido da União Europeia e a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos demonstram que a humanidade decidiu volver à direita e substituir valores embasados no bem comum pelo egocentrismo. Fechamos o ciclo da luta pelo “nosso” e retornamos ao “cada um por si”.</p>
<p>Analistas políticos estão atônitos, não arriscam uma previsão sobre o que virá, mas são unânimes em afirmar que o mundo não será mais o mesmo.</p>
<p>Há algumas décadas era simples saber contra o que e pelo que lutar. Pinochet, Somoza, Franco foram ditadores, tomaram o poder pela força das armas; Trump foi eleito pelo povo, apesar do racismo, da xenofobia e do sexismo.</p>
<p>Isso confunde e nos remete a um terreno imprevisível, onde o certo pode não ter amparo legal. Passamos por algo semelhante no Brasil. Apesar de eleita pelo voto popular, Dilma Roussef sofreu tal pressão, que resultou num processo de impeachment – isso não deve ocorrer com Trump.</p>
<p>A direita emergente brasileira não tolerou que os programas sociais em curso, considerados populistas, se perpetuassem. Daí, estarmos às voltas com a PEC 241, a proposta do retrocesso.</p>
<p>Apesar de bem avaliado, Barak Obama não conseguiu eleger o sucessor. Foi duramente criticado pelo Obamacare, uma reformulação do sistema de saúde que impedia que planos discriminassem pacientes.</p>
<p>Aproximou-se de Cuba e não foi tão belicista quanto muitos queriam com relação à política internacional. Deixaria esse legado para Hillary Clinton, mas os americanos não concordaram, preferiram o combate aos imigrantes e a possibilidade de ataques nucleares a terroristas.</p>
<p>Mas quando começou essa guinada à direita que se observa no mundo? É difícil precisar, mas é fato que o avanço tecnológico, que deveria aproximar as pessoas, tem servido para propagar o egoísmo e o isolacionismo, um paradoxo que merece ser estudado.</p>
<p>As chamadas redes sociais da mesma maneira que disseminam boas ideias, também propagam o ódio e a intolerância. Quem defende a democracia não costuma ser virulento, já o contrário&#8230; Foi o que aconteceu nos EUA.</p>
<p>Os intolerantes encontram em Donald Trump um porta voz, esperamos que ele não se torne um algoz da democracia.</p>
<p>O ano ainda não terminou, mas os poucos dias que faltam para 2017 devem nos levar a uma reflexão sobre que futuro estamos construindo para nossos filhos e netos. Talvez o Natal nos traga um pouco de paz, concórdia e comunhão. Estamos precisando.</p>
<p>No que concerne a mim, que exerço a atividade política desde o final dos anos 60, o quadro entristece, mas não me esmorece.</p>
<p>Pelo contrário, ganho um novo ânimo para continuar lutando pelo que é justo e certo, lutando pela democracia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Ronaldo Augusto Lessa Santos é ex-prefeito de Maceió, ex-governador de Alagoas, por dois mandatos, e, atualmente, é deputado federal pelo PDT.</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>**Artigo semanal, publicado pelo jornal Gazeta de Alagoas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A hora é de unir e mirar em 2018 – Por Carlos Lupi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2016 21:52:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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<div class="text_exposed_show">
<p>Mas o resultado das urnas nos traz também uma grande responsabilidade. Temos um projeto nacional estudado e aprovado internamente que é a candidatura do companheiro <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/cirogomes.ceara" data-hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=100004059587113" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Ciro Gomes</a> à presidência da República em 2018. Ela é irreversível. O PDT hoje é a sexta força eleitoral do país – e a maior entre os partidos de centro esquerda.</p>
<p>O trabalho é árduo. Estamos andando por todas as partes do Brasil para que possamos reunir as frentes progressistas, de centro esquerda, que se alinham ao nosso discurso nacionalmente, para que possamos chegar em 2018 com força e determinação. O Brasil mais do que nunca precisa de união.</p>
<p>Vivemos hoje uma onda conservadora, à direita, onde só existe um foco: acabar com os avanços sociais experimentados nos últimos 14 anos, onde deixamos de vez o mapa da fome mundial. Para os golpistas, especuladores e gananciosos, avanço social significa menos dinheiro para os mercadores do capitalismo internacional, ou seja, seus apoiadores. Temos hoje um Governo e parte do Congresso que são inimigos do Brasil. A retirada da exclusividade do pré sal da Petrobras é um exemplo concreto, somado ainda a PEC 241 – que congela valores de investimentos em saúde e educação pelos próximos 20 anos. Para eles, saúde e educação pública são gastos administrativos.</p>
<p>Talvez essa seja nossa maior diferença. Saúde, educação e solidariedade social, para nós, significa a construção de um país justo para todos e com oportunidades. Só assim seremos grandes. Nosso projeto tem como base principal uma nação soberana, que seja boa para o povo trabalhador, e não para o capital financeiro que cobra juros escorchantes da nossa pátria. Iremos combater isso com força e determinação.</p>
<p>Cabe à nós, do PDT, maior força eleitoral de centro esquerda confirmada pelas urnas, comandar uma aglutinação das forças progressistas para que possamos, em 2018, com Ciro Gomes, retomar a ordem institucional do Estado brasileiro. O país precisa olhar para o brasileiro. Precisa trabalhar pelo bem estar do povo, e não para multinacionais que chegam aqui e levam boa parte de nossos recursos naturais não deixando nada, como aconteceu em 1500, quando a elite portuguesa saqueou praticamente todas as nossas riquezas em suas caravelas. O modus operandi é o mesmo, o que muda são as ferramentas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Carlos Lupi</strong><br /><strong>Presidente Nacional do PDT</strong></p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>André Figueiredo e Leônidas Cristino condenam aprovação da PEC 241</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2016 22:04:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>
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		<category><![CDATA[Leônidas Cristino]]></category>
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		<category><![CDATA[regime fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em Plenário, os deputados pedetistas André Figueiredo (CE) e Leônidas Cristino (CE) condenaram a aprovação da PEC 241/16, aprovada na última segunda-feira (10) pela Câmara dos Deputados. A medida é uma proposta do Governo Federal que busca limitar os gastos da União de acordo com a inflação do ano anterior acumulada pelo Índice Nacional de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Plenário, os deputados pedetistas André Figueiredo (CE) e Leônidas Cristino (CE) condenaram a aprovação da PEC 241/16, aprovada na última segunda-feira (10) pela Câmara dos Deputados. A medida é uma proposta do Governo Federal que busca limitar os gastos da União de acordo com a inflação do ano anterior acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Na prática, ela congela os investimentos em áreas como a saúde, educação e assistência social pelos próximos 20 anos.</p>
<p>O PDT defendeu que o governo limitasse as medidas de ajuste ao seu tempo de governo, apresentando destaque que reduzia a vigência da proposta para 2018. No entanto, o texto aprovado firmou a vigência da Desvinculação de Receitas da União (DRU) até 2036.</p>
<p>“Os corruptos estão sendo presos, mas os entreguistas serão condenados pelo tribunal da História. Essa pena é muito mais dura, pois não prescreve”, criticou André Figueiredo, ao afirmar que, com a aprovação da proposta, a assistência social, a educação e a saúde perderão, aproximadamente, R$ 345 bilhões nos próximos nove anos.</p>
<p>O parlamentar cearense destaca que, em 20 anos, o montante representará R$ 868 bilhões a menos no orçamento para investimentos nos serviços públicos e políticas de desenvolvimento social e estrutural nacional, incluindo ainda os recursos para a inclusão digital, o acesso à internet gratuita no Brasil, a inovação, a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico.</p>
<p><strong>Desequilíbrio entre os Poderes</strong></p>
<p>Leônidas Cristino advertiu que a sociedade brasileira será a mais prejudicada pelo novo regime fiscal, porque, segundo ele, a PEC 241 viola a Constituição e abala o equilíbrio dos poderes Legislativo e Judiciário, como alerta a Procuradoria Geral da República (PGR). Em nota divulgada três dias antes da aprovação da medida, inclusive, a PGR considerou que a medida é inconstitucional e “ofende” a independência e a autonomia dos poderes Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público.</p>
<p>“Inspirada pelos grandes bancos e pela Fiesp [Federação das Indústrias de São Paulo], essa PEC, como está posta, visa atender somente ao mercado, em sacrifício de direitos legítimos do povo brasileiro”, afirma o deputado.</p>
<p> “Querer acelerar a economia em detrimento dos programas sociais, como saúde, educação, assistência social, ciência e tecnologia e engessar investimentos em infraestrutura é apostar no fortalecimento de um modelo excludente de desenvolvimento”, alerta Leônidas Cristino.</p>
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		<title>PEC 241– Nossa Nação está sendo sangrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2016 18:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[PEC 241]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>
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					<description><![CDATA[Nossa Nação brasileira está sendo sangrada. Já não é mais o estado de direito rasgado, nem a denúncia de um golpe de estado praticado em cima da compreensível impopularidade do governo derrubado. Fato: está na presidência da república um usurpador sem votos e ativo cúmplice da cleptocracia dominante em nossa ex-república. As gigantescas riquezas do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa Nação brasileira está sendo sangrada. Já não é mais o estado de direito rasgado, nem a denúncia de um golpe de estado praticado em cima da compreensível impopularidade do governo derrubado. Fato: está na presidência da república um usurpador sem votos e ativo cúmplice da cleptocracia dominante em nossa ex-república.</p>
<p>As gigantescas riquezas do petróleo, especialmente as ainda incontáveis reservas do pré-sal – todas descobertas com pesados investimentos públicos da Petrobras , na hora de se ressarcir e sinalizar concretamente de onde viria o dinheiro para libertar nossos filhos e netos da miséria ,da violência da doença e do atraso, foram entregues ,semana passada , sem qualquer mínima justificativa ( antecipar investimentos é pagar conta de hoje com a poupança do futuro ) aos estrangeiros. Fato: uma empresa ESTATAL da Noruega &#8220;comprou&#8221; um campo descoberto pela PETROBRAS ( campo carcará ) em que o barril de petróleo saiu do patrimônio do povo brasileiro para o patrimônio do povo norueguês por um preço menor do que uma latinha de Coca-Cola .</p>
<p>Nesta madrugada, a coalizão dominante votou – sem qualquer debate com a população – uma emenda à constituição de 1988 que, na prática, a revoga. Ficam tabeladas todas as despesas públicas do País aos valores de hoje, mais exclusivamente a taxa de inflação, menos a despesa pública, paga com o mesmo dinheiro dos impostos, feita com juros da dívida pública. Entenda-se , não será mais o entrechoque democrática de pressões e contrapressões existentes na sociedade que definirão o orçamento público, suas prioridades, seus cortes, seus privilégios, seus acertos. É um piloto automático que salva metade (quase) do dinheiro público para os banqueiros e seus clientes abastados (este ano serão mais de 550 BILHÕES DE REAIS) e põe para brigar todos os outros interesses da complexa e desigual sociedade brasileira. Entre os salários de políticos, juízes, ministério público, advinha quem, pelos próximos 20 anos vai ganhar mais que a inflação e quem, especialmente o salário mínimo, as aposentadorias, o per capita em saúde, o per capita em educação, quem vai sair perdendo, e muito?</p>
<p>Fato: o desequilíbrio das contas públicas é muito grave e tem que ser corrigido. Como se explica a mesma coalizão reajustar os maiores salários, não cobrar impostos sobre lucros e dividendos, ser regressiva na tributação dos mais ricos especialmente sobre heranças e doações, manter (sem nenhuma explicação técnica plausível) a maior taxa de juros do mundo, e congelar POR 20 ANOS, o atual e precaríssimo nível de saúde pública, educação pública, seguridade social?!</p>
<p>Junte-se a tudo isto o quase sumiço da tal operação lava-jato. Fato: por que Eduardo Cunha (PMDB) está ainda solto?</p>
<p>E querem que eu seja um lorde cordial que escolha as palavras para denunciar tudo isto e todos estes&#8230; Há limites a partir dos quais calar é covardia e ser delicado, traição!</p>
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		<title>PDT é contra a PEC 241, apontada pela PGR como inconstitucional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2016 20:29:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Fiesp]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[PEC 241]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Weverton Rocha]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do PDT na Câmara do Deputados, Weverton Rocha, discursou nesta segunda-feira (10) no plenário da Casa atacando a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que entre outras medidas, congela os gastos em saúde e educação por parte do Governo Federal pelo próximos 20 anos. Semana passada, parecer da Procuradoria Geral da República (PGR)...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-48868 alignleft" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/PDT-é-conta-PEC-241-apontada-pela-PGR-como-inconstitucional-1-300x196.jpg" alt="PDT-é-conta-PEC-241,-apontada-pela-PGR-como-inconstitucional" width="300" height="196" />O líder do PDT na Câmara do Deputados, Weverton Rocha, discursou nesta segunda-feira (10) no plenário da Casa atacando a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que entre outras medidas, congela os gastos em saúde e educação por parte do Governo Federal pelo próximos 20 anos. Semana passada, parecer da Procuradoria Geral da República (PGR) afirmou que a medida é inconstitucional.</p>
<p>&#8220;Atualmente, 47% do nosso orçamento é utilizado para resultado nominal, para pagar dívida de juros. Essa PEC que está sendo discutida aqui, por exemplo, não diz que podemos limitar 30% do orçamento para pagar juros da dívida. Ou seja, para juros e dívida externa, o orçamento está liberado&#8221;, atacou Weverton.</p>
<p>Ao anunciar o voto da bancada &#8211; pelo não à PEC &#8211; Weverton também classificou de &#8220;engodo&#8221; a proposta.</p>
<p>&#8220;Essa medida é um engodo e não é enfrentamento de crise como diz o governo e o mercado financeiro. Esta medida é garantia para os grandes. Quando o Fundo Monetário Internacional (FMI), e Fiesp e os grande empresários dizem que a medida é boa, desconfiem. Lá na ponta, quem vai sofrer é o trabalhador. O que está sendo congelado aqui é o resultado primário, que é utilizado como investimento para saúde, educação e áreas sociais&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>PEC 241</strong></p>
<p>A PEC 241 é uma proposta do governo que busca limitar os gastos da união de acordo com a inflação do ano anterior, afetando principalmente as áreas da saúde, educação e assistência social, pelos próximos 20 anos.</p>
<p>Após a aprovação da PEC 241 em comissão especial na Câmara dos Deputados, a Procuradoria Geral da República (PGR) divulgou nota em que afirma que a PEC 241, também conhecida como PEC do Estado Mínimo, é inconstitucional e “ofende” a independência e a autonomia dos poderes Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público.</p>
<p>O parecer elaborado pela Secretaria de Relações Institucionais da Procuradoria Geral da República foi divulgado na sexta-feira (7) pela assessoria do órgão.</p>
<p> Segundo nota assinada pelo secretário de Relações Institucionais da PGR, procurador Peterson de Paula Pereira, “as alterações por ela [PEC] pretendidas são flagrantemente inconstitucionais, por ofenderem a independência e a autonomia dos poderes Legislativo e Judiciário e por ofenderem a autonomia do Ministério Público e demais instituições constitucionais do Sistema de Justiça […] e, por consequência, o princípio constitucional da separação dos poderes, o que justifica seu arquivamento”.</p>
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