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	<title>PDT 40 anos &#8211; PDT</title>
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		<title>PDT, 40 anos de um caminho antropofágico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 18:37:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="600" height="450" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/tarsila_do_amaral_abaporu117556.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/tarsila_do_amaral_abaporu117556.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/tarsila_do_amaral_abaporu117556-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/tarsila_do_amaral_abaporu117556-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/tarsila_do_amaral_abaporu117556-120x90.jpg 120w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" />O ano de 1980 foi, para nós, o rito de passagem entre a ruptura e a continuidade dos ideais trabalhistas. Brizola era nossa figura-síntese: mais que líder; uma espécie de guarda-chuva que abrigava todas estas tendências – sendo influenciado e influenciador, em uma quase perfeita osmose política. É sempre bom lembrar que temos 40 anos;...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="450" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/tarsila_do_amaral_abaporu117556.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/tarsila_do_amaral_abaporu117556.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/tarsila_do_amaral_abaporu117556-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/tarsila_do_amaral_abaporu117556-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/tarsila_do_amaral_abaporu117556-120x90.jpg 120w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p>O ano de 1980 foi, para nós, o rito de passagem entre a ruptura e a continuidade dos ideais trabalhistas. Brizola era nossa figura-síntese: mais que líder; uma espécie de guarda-chuva que abrigava todas estas tendências – sendo influenciado e influenciador, em uma quase perfeita osmose política.</p>
<p>É sempre bom lembrar que temos 40 anos; atingimos a maioridade, portanto. Inserimos-nos na quadra contemporânea da política, porque, embora sejamos a continuidade histórica do PTB de Vargas, Pasqualini e Jango, demos ao Trabalhismo um viés de filiação ao socialismo democrático.</p>
<p>Somos uma construção autóctone, mas que se agrega à grande corrente da família socialista internacional. Se não somos marxistas clássicos, também não somos antimarxistas: por aqui recebemos prestistas, terceiro-mundistas, libertários, social-democratas, anti-imperialistas, verdes; e os que mais vierem, pela esquerda, em reforço às nossas principais bandeiras.</p>
<p>Em síntese: agrupamos todos estes, sem qualquer dúvida, imbuídos do sentimento de mudar o Brasil; indignados com os descaminhos nacionais construídos pelas mãos de uma elite tacanha e entreguista; e os que sonham com uma Nação igualitária para nossos filhos e netos.</p>
<p>Brizola teve a capacidade de reinventar o Trabalhismo sorvendo as diferentes contribuições daqueles que, há quatro décadas, fincaram as raízes do pedetismo. E ampliou este universo ao ouvir e escutar, com regularidade, aqueles que os poetas definem como sal da terra: porteiros, camelôs, domésticas, taxistas.</p>
<p>Assim, consolidou o projeto nacional varguista entre nossas fileiras, especialmente pela capacidade de encampar o amor pela pátria. Fez da perspectiva reformista de Jango uma bandeira de luta perene, alcançável através do esforço coletivo de todos nós – pedetista e companheiros dos partidos irmãos.</p>
<p>Dentre todas (das quais destacamos a defesa da democratização da terra e o combate à espoliação internacional pela regulação de remessas de lucros aos países centrais), Brizola ousou fincar uma bandeira de possível realização imediata; e a concretizou (ou, pelo menos, semeou). Na educação, apontava os caminhos para lutas do presente; sempre dizendo que sua realização, ao garantir escola em turno integral para milhares de jovens brasileiros, construiria um futuro melhor ao povo brasileiro.</p>
<p>Nesta longa caminhada, estiveram conosco: Prestes, Julião, Darcy, Theotônio dos Santos, Wagner Teixeira, Ruy Mauro Marini, Abdias, Juruna, Moniz Bandeira, Bayard Demaria Boiteux, Caó, professor Loureiro. E todos – juntos – bebemos nas águas de Júlio de Castilhos, Sérgio Magalhães, do ISEB, das lutas dos negros americanos por direitos civis e de uma mulherada valente e guerreira, que tem como símbolo Therezinha Zerbini, que defendeu incansavelmente a superação da ditadura com a luz da liberdade.</p>
<p>Mas não paramos por aí. Influenciaram-nos os ambientalistas (os fundadores e os contemporâneos), os cepalinos, e muita mais muita gente do povão.</p>
<p>Mas toda esta luta, toda a colaboração intelectual, toda esta organização partidária não seria vitoriosa sem que houvesse eco. Neste campo, se torna imprescindível destacar que, por aqui, fizemos do grito na praça a apoteose da popular Brizolândia. Estas vozes robustas e calejadas se tornaram o elo importante com o nosso querido povo brasileiro, tão citado e amado pelo líder Brizola.</p>
<p>E hoje, quem somos? Somos o partido de todos estes citados e reverenciados; e de mais um monte de gente: da #TurmaBoa, dos movimentos, da minha aguerrida Juventude Socialista. Somos o Partido do Lupi, do Maneca, da Diversidade, dos EcoTrabalhistas, das organizações comunitárias e dos núcleos de base.</p>
<p>Somos o Partido de muita gente; de gente diferente. Fizemos a opção pelos pobres; e, por aqui, respeitamos todos os credos, cores e orientações. Somos o Partido de trabalhadoras e trabalhadores do Brasil que optaram, lá atrás, em “botar o retrato do velho outra vez” – ato imortalizado na música de Haroldo Lobo e Marino Pinto. E de seus filhos, netos e bisnetos que percorreram o Estado, em 1982, com “Brizola na Cabeça”.</p>
<p>Somos o Partido que hoje é inundado por uma juventude brilhante, que luta e que sente o desejo de virar a mesa e começar um novo jogo que coloque o Brasil no cenário mundial dentre as nações mais desenvolvidas e sustentáveis; mas que isto seja feito com soberania e inclusão social.</p>
<p>Somos o partido do futuro presidente que diz ó xente!, que conhece as mazelas do nosso grande Brasil; que briga e que chora; que fala enrolado para uns, mas sabe como ninguém dar o recado!</p>
<p>Somos o Partido do Ciro que tem ideia, militância e exemplos. Somos o Partido dos jovens universitários e secundaristas que lotam auditórios e anfiteatros para debater, com ele, o momento nacional. Mas que, quando é preciso, inundam as ruas e fazem da luta antifascista e pela Democracia mais um de seus sacerdócios.</p>
<p>Temos o dever da esperança no peito, com muitos sotaques e muitas vezes também defeitos. Somos o Partido do Brasil, do verde e amarelo que defende, com unhas e dentes, as riquezas contra a espoliação e as perdas internacionais. Este é PDT que tem História, presente e futuro.</p>
<p>O PDT é, como dizia meu querido Cazuza, algo alternativo, diferente de tudo. Somos samba, pagode, sertanejo, repente, moda de viola, milonga e chamamé; e por que não dizer: hip hop, rap e rock&#8217;n&#8217;roll. Somos sanduba natural das praias cariocas, sarapatel e churrasco. Somos o Brasil!</p>
<p>Viva o Socialismo moreno! Viva as reformas de base, a Era Vargas e o PND. Chegou a hora de pensarmos como misturamos tudo isto e colocamos mais um S – de sustentabilidade – para construir a nova normalidade no mundo global pós-pandemia, com inclusão e respeito aos Direitos Humanos.</p>
<p>Somos o PDT dos que partiram e, ao invés de tristeza, nos deixaram exemplos a serem seguidos.</p>
<p>Somos o PDT – o Partido quarentão mais contemporâneo do Brasil.</p>
<p><strong><em>*Everton Gomes é vice-presidente da Fundação Leonel Brizola-Alberto Pasqualini do RJ e ex-presidente nacional da Juventude Socialista (JS) do PDT.</em></strong></p>
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		<title>PDT: Quatro décadas de coerência</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2020 21:17:29 +0000</pubDate>
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<p>Retornando à origem do PDT, lá na Revolução Trabalhista de 1930, é possível atestar a consistência em seu propósito. Getúlio Vargas reformou o Estado, deu dignidade aos trabalhadores e construiu aqui o conceito de soberania nacional. Anos mais tarde, Brizola impediu o intento autoritarista militar via Campanha da Legalidade e garantiu a posse constitucional do presidente João Goulart. Em 1964, veio o golpe para frear o coerente trabalho de Jango pela redução da desigualdade no País: as reformas de base.</p>
<p>Passados os anos de chumbo, retornando do exílio, Leonel Brizola deu continuidade ao projeto trabalhista. Fundou o PDT, foi governador do Rio de Janeiro e desenvolveu os Cieps – atendendo a milhões de famílias fluminenses. Mais tarde, a coerência pedetista ficou estampada na passagem de Carlos Lupi, presidente da legenda, pelo extinto Ministério do Trabalho. Em sua gestão, o Brasil experimentou o pleno emprego pela primeira e única vez em toda a história.</p>
<p>É atestado que a narrativa da imprensa e da burguesia nacionais subverte a lógica política e induz o cidadão ao erro. De que outra maneira explicar o resultado das eleições presidenciais de 2018? Ciro Gomes tentou, concorreu, manteve – e mantêm – um discurso coeso, corroborado por sua trajetória política e pela história do partido que integra, e perdeu. Mas perdeu apenas o pleito, porque tem ganhado no acerto das previsões que fez a respeito da derrocada brasileira.</p>
<p>Hoje o país está mergulhado em uma crise de saúde, estratosfericamente inflada pela crise política armada pelo próprio Governo Federal. E o PDT segue no papel que lhe cabe, defendendo o povo com propostas no Legislativo e ferocidade no Judiciário: foi o primeiro partido político a apresentar um pedido de impeachment contra Jair Bolsonaro e tem apresentado ações em diferentes instâncias judiciais contra a política genocida do mandatário brasileiro.</p>
<p>O PDT luta hoje, sobretudo, contra a incoerência. A palavra traduz fidedignamente a postura do grupo no poder Executivo nacional. A famigerada reunião ministerial de 22 de abril deste ano é a pintura completa: mais de dois mil mortos pelo Covid-19 e nenhum debate sobre medidas para conter a pandemia; o ministro do Meio Ambiente defendendo a destruição do&#8230; meio ambiente; “defensores da democracia” querendo armar a população, fechar o Congresso e prender ministros do STF; “contra a corrupção”, o presidente da República quer controlar a Polícia Federal e barrar investigações contra amigos e familiares.</p>
<p>A luta é permanente e, por vezes, inglória. O PDT completa 40 anos de legenda e 80 de história fazendo o que sempre fez: defendendo o povo, a democracia e a liberdade. A aspiração mais urgente do partido – partilhada por grande parte do país – é a impugnação do grupo bolsonarista no poder e a retomada do vilipendiado estado democrático de direito. Para isso, insiste na necessidade de impeachment.</p>
<p>A incoerência deve ser destituída a fim de que o debate coerente retorne ao cenário político do Brasil.</p>
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		<title>PDT 40 anos: da Carta de Lisboa ao protagonismo contra Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2020 02:31:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-768x576.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-120x90.jpg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-600x450.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />“Reconhecendo que é urgente a tarefa de libertação do nosso povo, nós, brasileiros que optamos por uma solução trabalhista&#8230;” No resgate da abertura da Carta de Lisboa, que marcou, em 1979, a mobilização para a reorganização do Trabalhismo no pós-ditadura, promovo um paralelo para exaltar os 40 anos de fundação do PDT e seu protagonismo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-768x576.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-120x90.jpg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-600x450.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>“Reconhecendo que é urgente a tarefa de libertação do nosso povo, nós, brasileiros que optamos por uma solução trabalhista&#8230;” No resgate da abertura da <a href="http://pdt-rj.org.br/index.php/carta-de-lisboa-40-anos-de-resistencia-do-trabalhismo/" data-wpel-link="internal">Carta de Lisboa</a>, que marcou, em 1979, a mobilização para a reorganização do Trabalhismo no pós-ditadura, promovo um paralelo para exaltar os 40 anos de fundação do PDT e seu protagonismo diante de um novo momento ímpar da história nacional: o combate ao fascismo do século 21 na figura de Bolsonaro.</p>
<p>Em quatro décadas, vivemos intensamente a luta por um país mais justo, onde a valorização do ser humano pudesse estar em equilíbrio com a soberania e o desenvolvimento nacional. Avançamos em muitos campos. Como não lembrar dos Cieps, no Rio de Janeiro? Mostramos que é possível fazer, desde que exista comprometimento com o eixo central: o povo.</p>
<p>Ao citar algumas figuras emblemáticas como Getúlio Vargas, João Goulart e Alberto Pasqualini, passando por Darcy Ribeiro, Doutel de Andrade, Abdias Nascimento e Edialeda Salgado do Nascimento &#8211; e tantas outras que merecem a mesma exaltação -, podemos perceber que o legado trabalhista faz a diferença para superar cada barreira, dificuldade e empecilho, pois está no nosso DNA lutar pelo certo, correto e digno. É questão de princípio.</p>
<p>Abro, portanto, um espaço especial para o nosso eterno líder, Leonel Brizola. Ele continua nos dando ensinamentos até hoje, pois sua sabedoria transcende o marco temporal. A cada dia, buscamos reinventar e fortalecer as ações diante das mudanças promovidas no mundo. Acompanhamos, de perto, para alcançar os objetivos democráticos, mas sem perder &#8211; ratifico com orgulho &#8211; a conexão com o cidadão em cada canto do amplo Brasil.</p>
<p>Por isso, não vamos jamais aceitar que a nossa nação seja dilapidada por um movimento antidemocrático que tem, como figura central, um rascunho de ditador genocida e antidemocrático. O presidente Bolsonaro, e sua trupe, subestimaram &#8211; diante do ápice da arrogância e prepotência &#8211; a capacidade de resistência de quem entende a nação livre, igualitária e democrática não como um slogan, mas como razão de vida.</p>
<p>Estamos nas trincheiras com congressistas, lideranças e militantes, pois temos história, legado, moral e força para, sim, lutar. Não serão milícias, muito menos a ameaça de regimes de exceção, que determinarão o futuro do Brasil, pois este poder é exclusivo do cidadão. Os tempos são outros, as “armas” também.</p>
<p>Na linha de frente, vejo, ao lado, companheiros como Carlos Lupi e Ciro Gomes, além de tantos jovens e experientes quadros que chegam para somar. O PDT é diferenciado por seguir sua essência: plural, diversificado, aberto, verdadeiro e democrático.</p>
<p>“Continuaremos firmemente, sob a inspiração da Carta Testamento do Presidente Getúlio Vargas, a caminhada junto ao povo que nos levará à emancipação da Pátria.” Como no encerramento da mensagem de Lisboa, concluo: estamos, com passos firmes e coerentes, na direção certa pada a vitória. A batalha continua, pois nunca foi fácil para nós, trabalhistas.</p>
<p><strong><em>*Manoel Dias é secretário-geral nacional do PDT, ex-ministro do Trabalho e Emprego e presidente nacional da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLB-AP).</em></strong></p>
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