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	<title>Paulo Abi-Ackel &#8211; PDT</title>
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		<title>Com voto contrário do PDT, Câmara rejeita prosseguimento de denúncia contra Temer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 19:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Abi-Ackel]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="672" height="440" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/img201708021628255930537MED.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/img201708021628255930537MED.jpg 672w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/img201708021628255930537MED-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/img201708021628255930537MED-300x196.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/img201708021628255930537MED-137x90.jpg 137w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/img201708021628255930537MED-600x393.jpg 600w" sizes="(max-width: 672px) 100vw, 672px" />O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, nesta quarta-feira (02), por 263 votos a 227 e 2 abstenções, a autorização para o Supremo Tribunal Federal (STF) abrir processo criminal contra o presidente da República, Michel Temer, por crime de corrupção passiva (SIP 1/17), seguindo parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ)....]]></description>
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<p>Esta foi a primeira vez que a Câmara dos Deputados votou uma solicitação para instauração de processo contra um presidente da República. Com a decisão, o STF não poderá analisar a denúncia contra Temer apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no final de junho. O presidente só poderá responder judicialmente após o término do mandato.</p>
<p>A votação nominal do parecer teve início por volta de 18h20 e avançou até as 21h51. Já as sessões para discutir o tema começaram às 9h31. O ministro Edson Fachin, responsável pela Operação Lava Jato no STF, disse nesta quarta-feira que vai decidir como ficará a tramitação das acusações contra o presidente Michel Temer.</p>
<p>O PDT foi um dos partidos que votou contra o relatório e a favor da investigação do presidente. O líder da bancada ao lamentar a derrota, mas lembrou que as eleições estão próximas. “Hoje sofremos mais uma derrota. Um presidente ilegítimo consegue se manter no poder, mas 2018 está próximo e o Brasil vai às urnas mostrar toda sua força e grandeza. Cada cidadão deixará claro o país que quer viver e deixar para seus filhos”, disse.</p>
<p><strong>Denúncia</strong></p>
<p>A denúncia do procurador-geral contra Temer foi elaborada a partir de delação premiada do empresário Joesley Batista, do grupo J&amp;F, que controla o frigorífico JBS e outras empresas.</p>
<p>Segundo Janot, Temer teria recebido R$ 500 mil do empresário por meio do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, então assessor especial de Temer. Rocha Loures chegou a ser preso em junho por determinação do ministro Edson Fachin, do STF, relator do inquérito sobre o caso (Inq 4517). No final do mesmo mês, a prisão foi convertida em prisão domiciliar.</p>
<p>Janot pediu reparação de danos pela infração (de R$ 10 milhões para Temer e de R$ 2 milhões para Rocha Loures); perdimento dos recursos em favor da União; e decretação da perda da função pública.</p>
<p>Como a denúncia é por crime comum, a Constituição Federal determina o julgamento pelo STF, mas desde que 2/3 dos deputados considerem procedente a acusação. Na Câmara, a denúncia foi transformada na Solicitação para Instauração de Processo (SIP) 1/17.</p>
<p>A SIP foi debatida na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que aprovou em julho parecer contrário à autorização para o Supremo investigar o presidente da República.</p>
<p>O parecer foi elaborado pelo deputado Paulo Abi-Ackel após a comissão derrotar parecer favorável apresentado anteriormente pelo deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ). Abi-Ackel considerou que, na denúncia da PGR, não há provas que justifiquem processo contra Temer.</p>
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