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	<title>Palácio da Alvorada &#8211; PDT</title>
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	<title>Palácio da Alvorada &#8211; PDT</title>
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		<title>Jeferson Miola: Temer restringe direitos de Dilma com medo das ruas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jun 2016 17:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Governo usurpador]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Temer]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio da Alvorada]]></category>
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					<description><![CDATA[A fragilidade de um governo ilegítimo e usurpador é medida pelo regime de força e de exceção que emprega para conter a indignação e a revolta democrática e popular. O governo usurpador Temer-Cunha padece de uma crise irreversível de legitimidade. É um governo totalmente desmoralizado e desacreditado perante a sociedade brasileira e grande parte dos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fragilidade de um governo ilegítimo e usurpador é medida pelo regime de força e de exceção que emprega para conter a indignação e a revolta democrática e popular.</p>
<p>O governo usurpador Temer-Cunha padece de uma crise irreversível de legitimidade. É um governo totalmente desmoralizado e desacreditado perante a sociedade brasileira e grande parte dos países do mundo.</p>
<p>Os fascistas já perceberam que não terão trégua, perceberam que sofrerão uma oposição frontal de um povo cada vez mais radicalizado na luta e na resistência. Estão assustados com a vitalidade militante das juventudes, mulheres, estudantes, artistas, setores culturais e da maioria da população que promove permanentemente o constrangimento e o escracho dos golpistas.</p>
<p>O governo usurpador busca, desesperadamente, encerrar o capítulo de uma novela que, a depender do povo radicalizado nas ruas, só terá fim com a devolução do mandato da Presidente Dilma.</p>
<p>Coordenados por Eduardo Cunha, fizeram um trâmite acelerado do impeachment na Câmara dos Deputados – ritmo célere que foi reproduzido no Senado pelo PMDB e PSDB com a cumplicidade do DEM, PPS, PTB, PP, PR e seus satélites.</p>
<p>Diante do ambiente radicalizado e da degradação constante da imagem do governo usurpador e dos fascistas, eles agora tentam antecipar o julgamento final no Senado, abreviando o prazo de 180 dias definido na Constituição.</p>
<p>Depois da “<em>assembléia geral dos bandidos</em>” de 17 de abril, da farsa do processo do <em>impeachment</em> no Senado e da revelação das conversas gravadas de Sérgio Machado com alguns dos chefes de quadrilha do PMDB, muitas pessoas de boa fé que inocentemente defendiam o <em>impeachment</em>, hoje se arrependem de terem sido manipuladas pela turba golpista e pela Rede Globo.</p>
<p>Os golpistas sabem que, a cada dia que passa, a cada novo escândalo, a cada nova revelação sobre as bandalheiras da quadrilha que tomou o Poder de assalto, aumenta a pressão popular que poderá reverter a posição de alguns senadores, que passariam a votar contra a fraude do <em>impeachment</em>. Por isso os golpistas se apressam, fazem uma corrida contra o tempo.</p>
<p>O governo usurpador decidiu suspender a compra de alimentação da Presidente Dilma, reduzir sua equipe de assessores e proibir viagens dela com aviões da FAB. Baseado num parecer do Subchefe-usurpador de Assuntos Jurídicos da Casa Civil – ninguém menos que Gustavo do Vale Rocha, advogado de Eduardo Cunha que foi posto pelo próprio Cunha neste cargo estratégico –, o governo usurpador decidiu restringir as viagens de Dilma somente entre Brasília e Porto Alegre, onde tem sua residência.</p>
<p>Dilma ainda é a Presidente da República de direito e, ainda que temporariamente afastada enquanto dura a farsa do processo de <em>impeachment</em>, é a maior autoridade do Estado brasileiro, e por isso fica submetida a critérios de segurança e proteção estabelecidos pela Constituição.</p>
<p>Não é desejo ou opção pessoal de qualquer Presidente do Brasil viajar a qualquer momento e a qualquer lugar com aviões da FAB, e dispor de estrutura de precursoria e de segurança – é uma exigência legal e constitucional que deve ser rigorosamente observada.</p>
<p>Ora, proibir a Presidente Dilma de usar os únicos meios exclusivos que a Constituição permite que ela use, equivale a mantê-la em prisão domiciliar. É uma decisão que tem o claro objetivo de cassar os direitos políticos da Presidente, impedindo-a de participar de atos institucionais, como as manifestações de defesa do Estado Democrático de Direito, defesa da Constituição e defesa do próprio mandato que está sendo surrupiado por uma quadrilha.</p>
<p>O governo usurpador, com medo das ruas, quer manter Dilma em prisão domiciliar e cassar seus direitos políticos. Este ato inconstitucional e arbitrário dá a medida da fraqueza e da torpeza do governo usurpador, que sabe que está com seus dias contados.</p>
<p>Não passarão!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(*) Jeferson Miola é militante do PT e coordenou o 5° Forum Social Mundial, em Porto Alegre.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dilma: ‘Mantenham-se mobilizados pela democracia’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2016 07:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio da Alvorada]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="584" height="328" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/nosbraçosdopovo.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/nosbraçosdopovo.jpg 584w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/nosbraçosdopovo-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/nosbraçosdopovo-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 584px) 100vw, 584px" />A presidente Dilma Rousseff, no discurso que fez ao sair do Palácio do Planalto pela manhã pediu ao povo para se manter mobilizado em defesa da democracia. &#8220;Mantenham-se mobilizados, unidos e em paz. A luta pela democracia não tem data para terminar. É luta permanente  e nós vamos vencer&#8221;, afirmou. Ela também  classificou o processo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="584" height="328" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/nosbraçosdopovo.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/nosbraçosdopovo.jpg 584w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/nosbraçosdopovo-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/nosbraçosdopovo-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 584px) 100vw, 584px" /><p>A presidente Dilma Rousseff, no discurso que fez ao sair do Palácio do Planalto pela manhã pediu ao povo para se manter mobilizado em defesa da democracia. &#8220;Mantenham-se mobilizados, unidos e em paz. A luta pela democracia não tem data para terminar. É luta permanente  e nós vamos vencer&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ela também  classificou o processo de impeachment que o Senado abriu contra ela como uma “grande injustiça” no pronunciamento que fez em frente ao Planalto, de onde saiu pela porta da frente &#8211; e fez questão de cumprimentar a multidão que se reuniu no local para saudá-la.</p>
<p>Ao falar do impedimento ela relacionou o acontecimento com outras passagens de sua vida, como quando teve de lutar contra o câncer e a ditadura. Ela frisou  que a vida sempre reservou grandes desafios para ela e que continuará lutando “com todos os meios legais”.</p>
<p><em>“O destino sempre me reservou muitos desafios, muitos e grandes desafios. Alguns pareciam intransponíveis, mas eu consegui vencê-los”</em>, afirmou a presidenta.<em> “O que mais dói, neste momento, é a injustiça (…) é perceber que estou sendo vítima de uma farsa jurídica e política. Mas não esmoreço”</em>, disse. <em>“Aos brasileiros que se opõem ao golpe, independentemente de posições partidárias, faço um chamado: mantenham-se mobilizados, unidos e em paz. A luta pela democracia não tem data para terminar”.<br />
</em><br />
Dilma afirmou que foi vítima de uma “intensa e incessante” sabotagem desde o início de seu segundo mandato, com o objetivo de criar um ambiente propício para o golpe, e classificou o impeachment como uma farsa jurídica.</p>
<p>Ela disse ainda que não cometeu qualquer crime de responsabilidade. <em>“Esta farsa jurídica deve-se ao fato de que eu, como presidenta, nunca aceitei e nem aceitarei chantagem de qualquer natureza”.<br />
</em><br />
Ela admitiu ter cometido erros e disse que, no entanto, que eles não são motivos para a abertura do processo.</p>
<p><em>“Posso ter cometido erros, mas não cometi crimes. Estou sendo julgada injustamente por ter feito tudo o que a lei me autorizava a fazer.Os atos que pratiquei foram legais, corretos, atos necessários, atos de governo. Atos idênticos foram executados pelos presidentes que me antecederam”.</em></p>
<p>Antes de deixar o Palácio, Dilma disse que o fato de o próximo governo não ter sido eleito é um potencial risco para fazer com que a crise aumente no País, e acrescentou que o golpe não é contra seu mandato, e sim contra as conquistas sociais dos 13 anos de seu governo e do ex-presidente Lula.</p>
<p>&#8220;O meu Governo jamais reprimiu movimentos sociais, o meu Governo jamais reprimiu manifestações políticas, mesmo as que eram contra mim, o que é o risco que corremos agora&#8221;, disse Dilma Rousseff à população que a aguardava no exterior do Palácio do Planalto, em Brasília, depois de ter sido formalmente informada da suspensão do seu mandato.</p>
<p>&#8220;O que faz um governo ilegítimo diante de protestos, diante da divergência, diante de movimentos contrários? Sabem o que faz? Governos assim caem na tentação de reprimir os protestos, de reprimir as reivindicações&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Dilma deixou o Palácio do Planalto acompanhada do ex-presidente Lula da Silva, ex-ministros e auxiliares diretos.</p>
<p>&#8220;Hoje para mim é um dia muito triste, mas vocês conseguem fazer com que a tristeza e que eu tenha que, junto com vocês, com o calor, a energia e o carinho que vocês me passam, eu tenha aqui um momento de alegria&#8221;, agradeceu.</p>
<p>Para Dilma Rousseff &#8220;traição e injustiça são talvez as mais terríveis palavras que recaem sobre uma pessoa&#8221;, e continuou: &#8220;este momento que nós estamos vivendo é um momento em que as forças da injustiça e da traição estão soltas por aí&#8221;, dirigindo-se diretamente a Temer e vários ex-ministros seus que votaram a favor do seu afastamento.</p>
<p>EQUIPE PESSOAL</p>
<p>O ‘Diário Oficial’ da União de ontem trouxe a nomeação da equipe que a acompanhará  no Palácio do Alvorada, que continuará sendo sua residência oficial, até a conclusão do processo.</p>
<p>Dilma permanecerá afastada da presidência por até 180 dias para se defender das acusações de crime de responsabilidade fiscal. Durante o afastamento, o Senado vai elaborar um novo parecer, com a ajuda de um ministro do Supremo Tribunal Federal,  sobre as denúncias contra a petista, debater o documento e votá-lo.</p>
<p>Ex-assessor especial de Dilma, Giles Azevedo foi exonerado da função para assumir a secretaria executiva do Gabinete Pessoal da presidenta. Sob seu comando estarão os 14 assessores especiais nomeados hoje (12) para auxiliar Dilma a montar sua defesa.</p>
<p>Sandra Márcia Chagas Brandão exercerá o cargo de chefe do gabinete adjunto de Gestão e Atendimento, no qual será assessorada por Cleonice Maria Campos Dorneles, também nomeada hoje.</p>
<p>A equipe também será integrada pelo ex-subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Jorge Rodrigo Araújo Messias, pelo jornalista Olímpio Antônio Brasil Cruz e pelo fotógrafo Ricardo Stuckert Filho.</p>
<p>Os outros assessores especiais nomeados são Daisy Aparecida Barretta, Elisa Smaneoto, Mario Marona e Paula Zagotta de Oliveira.</p>
<p>Katia Amorim Soares Lima ocupará o cargo de assistente no gabinete adjunto, no qual também estarão lotados Maria de Fátima Gouveia Maciel, Telma Rejane Lima Lopes, Michelle Ikeda Constantino da Silva e Wagner Caetano.</p>
<p>&nbsp;</p>
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