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	<title>Oscar Niemeyer &#8211; PDT</title>
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		<title>O Centenário de Brizola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2022 19:35:23 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="703" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa-100x69.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa-300x206.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa-768x527.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa-131x90.jpg 131w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa-600x412.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Neste sábado (22/02/22), Leonel de Moura Brizola completaria 100 anos. Uma das lideranças produzidas e formadas pela política brasileira mais conectadas com as entranhas do seu povo. Foi o único a ser eleito governador em dois estados brasileiros, do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, além de ter sido prefeito de Porto Alegre (RS) e parlamentar. Sob os ideais trabalhistas, no Rio Grande, enquanto governador, promoveu a reforma agrária, sob a égide de uma firme organização política e social dos agricultores, e aqueceu a economia do estado por meio da agricultura familiar. Tinha um entendimento de induzir o desenvolvimento por meio da indústria, tendo implantado a Aços Finos Piratini, a Açúcar Gaúcho e outras de trigo. Entendendo o Estado como coordenador estratégico desse desenvolvimento, nacionalizou, de forma célere, a Companhia Elétrica para que não faltasse energia para as indústrias, após a recusa dos americanos em fazer as concessões. Triplicou, assim, a produção elétrica.</p>
<p>Por outro lado, Brizola garantiu o acesso à educação em todas as partes do Estado, multiplicou o número de escolas, criando uma rede pública de ensino primário e médio, além de formar e contratar dezenas de professores para o antigo “colegial”. Para financiar toda a política social do seu governo, criou de forma pioneira a Caixa Econômica Estadual com linhas de crédito popular e acessível aos parques industriais. Um visionário em defesa do Brasil e da democracia de tal forma que foi o principal líder, mentor e organizador da Campanha da Legalidade, uma mobilização da sociedade civil e dos segmentos militares para defesa da posse do presidente eleito, João Goulart, em sucessão à Jânio Quadros que renunciara.</p>
<p>Com a ditadura militar, mais a frente, foi obrigado a partir para o exílio. No seu retorno, mesmo tendo perdido a sigla tradicional trabalhista no Brasil, reorganizou as lideranças e fundou o PDT. Foi eleito governador do Rio de Janeiro com Darcy Ribeiro de vice. Juntos, implementaram os CIEPS (Centros Integrados de Educação Pública), cujo projeto arquitetônico era de Oscar Niemeyer, no qual, os alunos ficavam em horário integral e tenham acesso à alimentação supervisionada por nutricionistas, cuidados odontológicos, prática de esportes, leitura e de incentivo à cultura. Valorizando o samba como expressão popular e nacional, construiu o Sambódromo da Marquês de Sapucaí, projeto de Niemeyer, para o desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. A estrutura fora do carnaval era utilizada como salas de aula. Uma simbiose entre a revolução educacional e cultural. Como no Sul, emitiu títulos de posse para as comunidades do Rio, fez regularização fundiária e alterou a condução da segurança pública, afirmando ser a necessidade daqueles locais a presença e os serviços do Estado e não da polícia militar. “No meu governo, polícia não sobe o morro”, dizia. Não era um chamado à impunidade, mas a ciência de que o povo precisava emergencialmente de educação, emprego e renda, e não de repressão.</p>
<p>Brizola era um líder popular, nacionalista e também preocupado com os povos indígenas, com o povo negro e com a luta das mulheres. Abrigou no PDT nomes como Mário Juruna, primeiro indígena deputado federal; Carlos Alberto Oliveira, o Caó, deputado constituinte responsável pela inclusão na Constituição do crime de racismo como inafiançável e imprescritível, militante negro, que também deu nome à lei 7.716/89, que regulamentou a previsão constitucional; Abdias do Nascimento, Lélia Gonzáles, dirigentes do Movimento Negro Unificado, entre outras figuras, como a sambista Beth Carvalho. Difícil era não ter em Brizola uma referência social.  Alçado pela popularidade, tentou ser presidente em algumas oportunidades, sem sucesso eleitoral, mas foi fundamental para formação do Estado Brasileiro e da consciência nacional. Neste centenário do nascimento de Brizola, com um Brasil tão fragilizado, não é desarrazoado dizer: que falta nos faz Leonel! Brizola segue vivo na mente e nos corações do povo brasileiro como o melhor presidente que este país não teve.</p>
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		<title>Quatros anos sem Oscar Niemeyer, o arquiteto dos Cieps</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2016 01:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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<p>O Complexo Arquitetônico da Pampulha, Brasília e a sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, identificam Niemeyer em qualquer lugar do mundo. Já a militância esquerdista e a visão de igualdade social do gênio – componentes indissociáveis do seu trabalho –, figuram na subjetividade do legado concreto.</p>
<p>Darcy Ribeiro e Leonel Brizola conheciam bem a ideologia de Niemeyer. Os três enfrentaram o exílio durante a ditadura militar por idealizar uma nação verdadeiramente democrática que amparasse o povo brasileiro. O desejo comum se traduziria na construção dos Centros Integrados de Educação Pública (Cieps).</p>
<p>No primeiro governo de Brizola no Rio de Janeiro (1983 &#8211; 1987), Darcy concebeu um projeto educacional que previa o ensino público de qualidade em período integral, os Cieps. Oscar Niemeyer, então, foi convidado para desenvolver o projeto arquitetônico.</p>
<p>Em 1985 estava pronto o primeiro Ciep. As curvas saídas da prancheta de Niemeyer, hoje são uma referência no Estado. O projeto educacional, no entanto, foi abandonado após os governos de Brizola. Da pretensão de uma educação pública qualificada, ficaram apenas os prédios como lembrança.</p>
<p>A essência do Ciesps morreu e seus idealizadores, também, não estão mais entre nós. Por isso, nesta data, o PDT saúda a existência do homem a imortalizar no concreto a aspiração trabalhista de construir um país justo para cada um dos seus cidadãos.</p>
<p>“Prefiro pensar que um dia a vida será mais justa, que os homens não se olharão a procurar defeitos uns nos outros. Que haverá sempre a ideia de que em todos há um lado bom. Nesse dia, será com prazer que um procurará ajudar o outro.” Oscar Niemeyer</p>
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		<title>Aniversário de Darcy Ribeiro é comemorado no Rio e em Brasília</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2016 17:59:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 26 de outubro será o 94° aniversário do antropólogo, escritor e político brasileiro Darcy Ribeiro. Para comemorar a data, dois eventos homenageiam esse que é um dos grandes nomes da história do PDT, conhecido, principalmente por sua dedicação à causa indígena e à educação no país.</p>
<p>Nesta terça-feira (25) e na quarta-feira (26), o Memorial Darcy Ribeiro, localizado no Campus da Universidade de Brasília (UnB), comemora os 20 anos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, um dos principais projetos do educador. O evento, que vai de 10h às 14h, terá a participação de professores, conferencistas e palestrantes que discutirão temas voltados para a educação no Brasil.</p>
<p>Também no dia 26, a partir das 19h, a <a href="http://www.fundar.org.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Fundação Darcy Ribeiro</a>, no Rio de Janeiro, promove o lançamento do livro “Berta Ribeiro – Aos índios, com amor”. Trata-se de uma biografia da mulher de Darcy Ribeiro, escrita pela jornalista, escritora e educadora Ana Arruda Callado.</p>
<p><strong>Darcy Ribeiro</strong></p>
<p>Darcy Ribeiro começou sua vida profissional como antropólogo do Serviço de Proteção aos Índios, onde criou o Museu do Índio e, em parceria com os irmãos Villas-Boas, formulou o Parque Indígena do Xingu. No mesmo período, conheceu e se casou com Berta Gleizer, que se tornaria uma grande parceira intelectual. Posteriormente, ingressa na área educacional e formula o projeto de criação da Universidade de Brasília.</p>
<p>Em sua trajetória política, foi ministro da Educação e ministro-chefe da Casa Civil durante o governo de João Goulart, vice-governador do Rio de Janeiro, em 1982, durante do governo de Leonel Brizola, secretário de Cultura e coordenador do Programa Especial de Educação e senador da República de 1991 até sua morte, em 1997.</p>
<p>Durante seu exílio, em diversos países da América Latina, atuou como pesquisador, professor e reformador de universidades. Nesse período, iniciou uma intensa produção de livros que o transformou em um dos imortais da Academia Brasileira de Letras (ABL), onde viria a ocupar a cadeira 11 em 1993. Nos últimos anos de vida surpreendeu com sua produção de poemas.</p>
<p>Sua produção na área da educação e da cultura deixou marcas no país: criou universidades, centros culturais e uma nova proposta educativa com os, com destaque para a idealização dos Centros Integrados de Educação Pública (Cieps), concebidos com a parceria de Leonel Brizola e Oscar Niemeyer, além de deixar inúmeras obras traduzidas para diversos idiomas.</p>
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