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		<title>A aprovação do PL dos agrotóxicos é uma temeridade, afirma Assis do Couto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2018 16:14:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="680" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465-300x199.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465-768x510.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465-136x90.jpg 136w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465-600x398.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />O deputado federal Assis do Couto (PDT-PR) declarou seu voto contrário ao Projeto de Lei 6299/02 que altera a lei dos agrotóxicos. Além de argumentar o perigo do aumento da utilização de agrotóxicos para a saúde da população e para o meio ambiente, o parlamentar defende que este não é o momento de discutir e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="680" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465-300x199.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465-768x510.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465-136x90.jpg 136w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/ALX5465-600x398.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p style="font-weight: 400;">O deputado federal Assis do Couto (PDT-PR) declarou seu voto contrário ao Projeto de Lei 6299/02 que altera a lei dos agrotóxicos. Além de argumentar o perigo do aumento da utilização de agrotóxicos para a saúde da população e para o meio ambiente, o parlamentar defende que este não é o momento de discutir e votar um projeto de tamanha importância, uma vez que o assunto deve estar na pauta dos pretensos candidatos à presidência da República.</p>
<p style="font-weight: 400;">“O Brasil tem que estar atento a uma nova agenda agroalimentar. Essa ideia da hegemonia da produção em escala, das distâncias entre produtores e consumidores, do custo dos transportes e da péssima qualidade dos alimentos está sendo rejeitado no mundo todo e no Brasil também. Há um movimento forte na sociedade por alimentos mais saudáveis, com mais segurança. Só não vê isso quem não quer, quem está fascinado, não sei por que interesses, nessa ideia maluca do uso desenfreado dos agrotóxicos”, argumentou Assis do Couto.</p>
<p style="font-weight: 400;">Membro da Comissão Especial que analisa o projeto, Assis do Couto afirmou que a aprovação da matéria é uma temeridade. “Esse não é um tema de direita e esquerda, não é um tema ideológico, é um tema de saúde pública e de meio ambiente. Este não é um tema de governo e oposição, é um tema de muita profundidade e não deve ser tratado dessa forma. Aqueles que pensam que hoje formam uma maioria e conseguem aprovar esse projeto, com certeza terão arrependimento logo aí na frente porque estão mexendo com a vida das pessoas. Os nossos consumidores e o nosso mercado internacional pode estar de luz amarela, quase vermelha, alertando para os perigos do agro brasileiro”, ressaltou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Assis do Couto também falou da importância de se discutir a industrialização da produção brasileira e o sistema de inspeção sanitária vegetal e animal. O parlamentar lembrou que nos últimos anos o uso de agrotóxicos no Brasil aumentou de forma absurda.</p>
<p style="font-weight: 400;">“O debate que teríamos que fazer aqui é estruturante, a questão da inspeção sanitária vegetal também deveria ser revista. O excesso de uso de agrotóxico deveria preocupar todo mundo e deveria fortalecer a nossa inspeção sanitária vegetal bem como a animal. O País deveria se preocupar com a industrialização do agro e não só com a venda de matéria-prima, isso não é sustentável”, frisou ao destacar que o embargo da União Europeia à importação de carne de aves brasileira está relacionado às deficiências do sistema de inspeção sanitária brasileiro.</p>
<p style="font-weight: 400;">A comissão especial que analisa o projeto se reuniu na terça-feira (19) para deliberar sobre o parecer do relator, deputado Luiz Nishimori (PR-PR). Porém, a reunião foi suspensa devido ao início da Ordem do Dia no Plenário da Câmara dos Deputados. Uma nova reunião está prevista para esta quarta-feira (20).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Para saber:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Novo parecer</strong><br />
A comissão especial analisa o Projeto de Lei 6299/02, do Senado, e 29 apensados. Entre eles estão o PL <a href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/AGROPECUARIA/557202-PARECER-ALTERA-REGRAS-PARA-PRODUCAO,-COMERCIALIZACAO-E-DISTRIBUICAO-DE-PESTICIDA.html" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/AGROPECUARIA/557202-PARECER-ALTERA-REGRAS-PARA-PRODUCAO,-COMERCIALIZACAO-E-DISTRIBUICAO-DE-PESTICIDA.html&amp;source=gmail&amp;ust=1529770454525000&amp;usg=AFQjCNEq3W-k8jkxYwbTjilYa_9rAjlBCg" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">3200/15</a>, do deputado Covatti Filho (PP-RS), que revoga a Lei dos Agrotóxicos (<a href="http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1989/lei-7802-11-julho-1989-356807-norma-pl.html" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1989/lei-7802-11-julho-1989-356807-norma-pl.html&amp;source=gmail&amp;ust=1529770454525000&amp;usg=AFQjCNFkLiyYE8zf1mxmsShFjrCOD6JxmQ" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">7.802/89</a>) e substitui o termo “agrotóxico” por “defensivo fitossanitário” e “produto de controle ambiental”; e o PL 1687/15, também do Senado, que cria a Política Nacional de Apoio ao Agrotóxico Natural.</p>
<p style="font-weight: 400;">No novo parecer, apresentado nesta segunda-feira (18), o relator Luiz Nishimori substitui o nome “defensivo fitossanitário” por “pesticida” – para seguir a nomenclatura mais usada internacionalmente, segundo ele – e amplia de 12 meses para 24 meses o prazo para conclusão de pedidos de registros e alterações de produtos novos em análise nos órgãos competentes.</p>
<p style="font-weight: 400;">Além disso, conforme o texto, os órgãos federais responsáveis pela agricultura, pela saúde e pelo meio ambiente passam a “analisar e, quando couber, homologar os pareceres técnicos apresentados nos pleitos de registro”. Na versão anterior, cabia a eles somente “homologar”.</p>
<p style="font-weight: 400;">O relatório de Nishimori mantém, entre outros pontos, a previsão de que os pesticidas possam ser liberados pelo Ministério da Agricultura mesmo se órgãos reguladores, como Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não tiverem concluído suas análises.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nesse caso, os produtos receberão um registro temporário, desde que possuam especificações idênticas em pelo menos 3 dos 37 países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).</p>
<p style="font-weight: 400;">Quando organizações internacionais alertarem para riscos ou desaconselharem o uso de um produto, o novo parecer de Nishimori mantém a previsão de que a autoridade competente deverá tomar providências de reanálise dos riscos, mas agora acrescenta a expressão “considerando aspectos econômicos fitossanitários e a possibilidade de uso de produtos substitutos”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Se for aprovado pela comissão, o texto de Nishimori seguirá para o Plenário.</p>
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		<title>Sérgio Vidigal realiza audiência para discutir ética e valores nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2017 20:58:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Nível Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Valores Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Escola de Ensino Fundamental]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="735" height="498" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Sérgio-Vidigal-realiza-audiência-para-discutir-ética-e-valores-nas-escolas.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Sérgio-Vidigal-realiza-audiência-para-discutir-ética-e-valores-nas-escolas.jpg 735w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Sérgio-Vidigal-realiza-audiência-para-discutir-ética-e-valores-nas-escolas-100x68.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Sérgio-Vidigal-realiza-audiência-para-discutir-ética-e-valores-nas-escolas-300x203.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Sérgio-Vidigal-realiza-audiência-para-discutir-ética-e-valores-nas-escolas-133x90.jpg 133w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Sérgio-Vidigal-realiza-audiência-para-discutir-ética-e-valores-nas-escolas-600x407.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 735px) 100vw, 735px" /><p>O deputado federal Sérgio Vidigal (PDT-ES) acredita que os valores éticos e morais são fundamentais na construção de uma escola melhor, de forma a acabar com a violência, evasão escolar, entre outros problemas enfrentados hoje pela instituição. Para isto, propôs a audiência pública com o tema &#8220;Educação para a formação de Ética e Valores”,  na Comissão de Educação, da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O objetivo da audiência é ampliar o debate sobre valores éticos entre pais, professores e alunos, desde a educação infantil.</p>
<p>“É importante refletirmos sobre a necessidade e os limites da escola se apresentar também como espaço de formação moral e ética, como lugar da apresentação de princípios. A escola não é lugar para violência”, comentou Vidigal.</p>
<p>No encontro, estiveram presentes a representante do Ministério da Educação e Cultura, Sandra Zita Silva Tine, o professor e representante do Instituto de Educação em Valores Humanos, Gonçalo Vicente Medeiros, e a presidente da Comissão de Nível Superior (Fenep), Amábile Aparecida Pacios.</p>
<p><strong id="yui_3_16_0_ym19_1_1504014563615_270960">Serra foi exemplo entre 2009 e 2012</strong></p>
<p>O professor de Filosofia, Vicente Medeiros, destacou a experiência exitosa na Serra (ES) entre 2009 e 2012, durante a gestão Vidigal, com o projeto &#8220;Educação em Valores Humanos&#8221; com objetivo de cuidar dos cidadãos além das disciplinas científicas, ainda na infância.</p>
<p>A nova metodologia de ensino propunha, em paralelo às questões técnicas, o ensino de valores como respeito, dignidade, perdão e afeto. O projeto, na época, foi apresentado pelo próprio Gonçalo. &#8220;Daí em diante, a escola passou a integrar a família”, comentou o acadêmico.</p>
<p>Na Serra, o &#8220;Programa Valores Humanos&#8221; havia sido proposto, em formato piloto, em três unidades: a Escola de Ensino Fundamental (EMEF) Julite Miranda Freitas, em Nova Almeida, a EMEF Jacaraípe, no bairro de mesmo nome e o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Professora Maria José do Nascimento, em São Domingos. No total, cerca de 1,7 mil alunos tiveram contato com essa nova filosofia de aprendizagem.</p>
<p><strong>Violência</strong></p>
<p>Infelizmente, as estatísticas refletem a falta desse tipo de debate nas escolas. O Brasil é o primeiro no ranking de violência contra professores. É o que mostra uma pesquisa global da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com mais de 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos).  O levantamento é o mais importante do tipo e considera dados de 2013. Uma nova pesquisa está em andamento e os resultados devem ser divulgados apenas em 2019.</p>
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