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	<title>O processo civilizatório &#8211; PDT</title>
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		<title>Pobre país sem Brizola e Darcy</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2017 20:54:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Michiles]]></category>
		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="597" height="370" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Brizola-e-Darcy.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Brizola-e-Darcy.jpg 597w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Brizola-e-Darcy-100x62.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Brizola-e-Darcy-300x186.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Brizola-e-Darcy-145x90.jpg 145w" sizes="(max-width: 597px) 100vw, 597px" />Exercitar a mente com um trabalho prazeroso é o que todos aspiram encontrar na vida, antes que, pronto, tudo acabe. Porque, o que importa a velha morte? O diabo, diria Darcy Ribeiro, é perder a vida. Essa sim é uma perda. Um dano à vida. Esta é a sensação em ler, reler, pensar, admirar, comparar,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="597" height="370" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Brizola-e-Darcy.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Brizola-e-Darcy.jpg 597w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Brizola-e-Darcy-100x62.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Brizola-e-Darcy-300x186.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Brizola-e-Darcy-145x90.jpg 145w" sizes="(max-width: 597px) 100vw, 597px" /><p>Exercitar a mente com um trabalho prazeroso é o que todos aspiram encontrar na vida, antes que, pronto, tudo acabe. Porque, o que importa a velha morte? O diabo, diria Darcy Ribeiro, é perder a vida. Essa sim é uma perda. Um dano à vida.</p>
<p>Esta é a sensação em ler, reler, pensar, admirar, comparar, refletir sobre os textos de Darcy Ribeiro e a liderança de Leonel Brizola. Os dois faziam a práxis política como a soma da teoria e a prática.</p>
<p>Darcy usava uma linguagem rápida, falava com pressa, tentando acompanhar seu pensamento e não perder tempo. Ele tinha pressa. Tinha fome de tempo. Sabia que o tempo é curto para realizar tanto e muitos sonhos. Gostava de se reconhecer como um indignado. Talvez por isso costumava distinguir os intelectuais em duas categorias: os áulicos e os iracundo. Aqueles enredados na sombra do poder para se darem bem e os outros, iracundos, irados, insatisfeitos que buscavam uma identidade própria para a formação e assunção da civilização brasileira.</p>
<p>Brizola falava como um artesão, costurando cada fala para realizar seu pensamento.</p>
<p>Darcy ao escrever em 1968 sua obra impactante que intitulou &#8220;O processo civilizatório&#8221;, tentou interpretar os milênios da civilização a partir de um complexo sistema de crenças, meios de produção e tecnologia. Tripé que utilizaria para formular as possibilidades autóctones de história para surgir uma civilização que deixaria o resto do mundo surpreso com a riqueza e pluralidade da cultura brasileira. Até chegar no seu O povo brasileiro que desafiou a dicotomia de classe entre burguesia versus proletariado de Marx e propor o preconceito social de classe como categoria mais específica para entender a formação cultural da sociedade brasileira.</p>
<p>Vivemos tempos tristes. Desalentadores. A barbárie com seus dentes afiados.</p>
<p>Não se faz mais gente como Darcy e Brizola. Esse tipo de material humano se esgotou da prateleira dos deuses. Nos resta a mitologia de suas estórias narradas.  Vivemos um tempo pobre de políticos. Tempo risível.</p>
<p>Darcy e Brizola falavam de educação em tempo integral, crianças na escola como um templo sagrado do futuro do país. Educação como investimento no presente dessas crianças para construir futuros pesquisadores, profissionais e não vítimas de balas  perdidas, matando a nação. Hoje, tudo virou pó entre gangues de políticos em torno de interesses e dinheiro.</p>
<p>Pobre país sem Darcy. Sem Brizola.</p>
<p>Diante do imperativo da força do povo, Getúlio ofereceu sua vida em holocausto. Darcy e Brizola ofereceram a apoteose para o desfile da sua história, feita em direção ao olimpo dos titãs, desafiando a estupidez do poder que insiste em humilhar o futuro.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>*Carlos Michiles é Ph.D em Ciência Política pela Universidade de Manchester, Inglaterra e fundador do PDT.</em></strong></p>
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