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	<title>Nelson Marconi &#8211; PDT</title>
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		<title>Nelson Marconi diz que autonomia do Banco Central contraria princípios democráticos </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 19:22:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="915" height="478" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Nelson-Marconi-diz-que-autonomia-do-Banco-Central-contraria-princípios-democráticos-.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Nelson-Marconi-diz-que-autonomia-do-Banco-Central-contraria-princípios-democráticos-.jpg 915w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Nelson-Marconi-diz-que-autonomia-do-Banco-Central-contraria-princípios-democráticos--100x52.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Nelson-Marconi-diz-que-autonomia-do-Banco-Central-contraria-princípios-democráticos--300x157.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Nelson-Marconi-diz-que-autonomia-do-Banco-Central-contraria-princípios-democráticos--768x401.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Nelson-Marconi-diz-que-autonomia-do-Banco-Central-contraria-princípios-democráticos--172x90.jpg 172w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Nelson-Marconi-diz-que-autonomia-do-Banco-Central-contraria-princípios-democráticos--600x313.jpg 600w" sizes="(max-width: 915px) 100vw, 915px" /><div class="p_R b_2w4l8N I_52qC em_N X_fq7 N_6LEV ir3_Z1tiXR3 it3_689y j_ZlOSbd message-view" tabindex="40" data-test-id="message-view" data-test-expanded="true" data-iskeynav="true">
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<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing"><em><b>Para o economista, medida retira do governo a </b><b>capacidade de também discutir a política monetária</b></em><b></b></p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing"><b> </b>Coordenador do plano de governo do presidenciável Ciro Gomes, do PDT, desde 2018, o economista Nelson Marconi desaprovou, em <a href="https://oglobo.globo.com/economia/epoca/concordamos-em-discordar-stfdeve-confirmar-autonomia-do-banco-central-aprovada-no-congresso-no-fim-de-2020-1-25167862" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">entrevista</a> para o jornal O Globo nesta terça-feira (24), a autonomia do Banco Central no Brasil, pois vai “contra os bons princípios de qualquer regime democrático”. Em 2021, a medida foi aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">Para Marconi, que também é vice-presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), “o que está sendo feito é “exagerar na dose” para tirar do presidente, ou do governo federal, “a capacidade de também discutir a política monetária”.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">Tal cenário pode gerar, segundo ele, desalinhamento com as bases da gestão eleita democraticamente e nenhuma garantia de progresso nacional.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">“O que torna o país mais atrativo para investimento estrangeiro é ter um país crescendo com uma estabilidade política, institucional e econômica. O fato de você ter autonomia do Banco Central influi muito pouco nisso. O que influi na verdade é o arcabouço operacional do Banco Central, e isso já existe”, explicou.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing"><b>O Banco Central deve ser autônomo?</b></p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">Nelson Marconi: O Banco Central tem que ter autonomia operacional, e essa ele já tem. O que eu sou contrário é à independência da gestão do Banco Central. O que eles estão chamando de autonomia, na verdade é independência, e ela vai contra os bons princípios de qualquer regime democrático.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">Se você pensa do ponto de vista técnico ou político, ela está tentando fazer um insulamento do Banco Central como se ele não fosse governo. Lógico que é um órgão de estado, mas a gestão dele está logicamente associada ao governo que foi eleito no momento.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing"><b>A autonomia do Banco Central dá mais efetividade às decisões de política monetária?</b></p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing"><b>NM:</b> A efetividade que o Banco Central precisa ter ele já tem. O que está sendo feito é exagerar na dose para tentar tirar do presidente, seja lá qual for o presidente, ou do governo em si, a capacidade de também discutir a política monetária. E aí eu acho que a efetividade é até menor.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">Hoje nesse modelo está muito claro, até pela crise econômica e pela prática, a separação entre a política monetária que o Banco Central executa e a política fiscal, que é o que o governo realiza em termos de receita, em termos de despesa. Elas são absolutamente associadas, não tem como dissociar esses assuntos.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">Ao fazer o projeto de independência do Banco Central, o que está se tentando é dissociar duas coisas que são indissociáveis. Acho que a efetividade é pior quando você tem esse modelo.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing"><b>O projeto que tornou o Banco Central autônomo é suficiente para blindar a diretoria contra influências do governo?</b></p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing"><b>NM:</b> Acho que essa blindagem, da forma como está colocada, errada. Enfim, eu entendo que esse projeto de certa forma dá um poder maior para a diretoria do Banco Central, mas de qualquer forma você vai ter uma pressão inevitável, inexorável, que vai vir do governo e muitas vezes da sociedade sobre o Banco Central.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">A pressão vai existir de qualquer forma, e muitas vezes ela é saudável, dependendo de como se exerce essa pressão. Agora, precisa na verdade de coordenação dentro do governo e não isolamento das áreas dentro do governo.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">Voltando para a pergunta, realmente, você vai permitir esse isolamento maior, mas esse isolamento maior vai ser prejudicial, vai ter pressão da mesma forma.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing"><b>Qual deve ser a postura de um presidente do BC apontado por um governo, mas que, por conta dos mandatos descasados dos do presidente, acaba trabalhando com governos diferentes?</b></p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing"><b>NM:</b> Antes de começar o governo, ele deveria conversar com o presidente, participar do planejamento desse novo governo, da elaboração das metas, dos instrumentos que vão ser necessários para efetivar a política. Ele deveria atuar conjuntamente, participar desse processo e atuar com o ministro da Economia e junto ao presidente.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">Ele deveria ter uma atitude, e espero que ele tenha, colaborativa. Apesar de ter esse mandato que não é coincidente, deveria ter uma postura absolutamente colaborativa com o governo. Seria a melhor forma de minimizar o impacto da independência da forma como foi desenhada.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing"><b>A autonomia do Banco Central torna o país mais atrativo para investimentos estrangeiros?</b></p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing"><b>NM:</b> O que torna o país mais atrativo para investimento estrangeiro é ter um país crescendo com uma estabilidade política, institucional e econômica. O fato de você ter autonomia do Banco Central influi muito pouco nisso. O que influi na verdade é o arcabouço operacional do Banco Central, e isso já existe.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">Há um Banco Central hoje com independência já votada e temos um governo fazendo tudo que você está vendo, instabilidade institucional, economia e política ao ponto máximo. É óbvio que não vai vir investimento para cá por conta disso, não é o fato do Banco Central ser mais independente.</p>
<p class="yiv0588503444gmail-MsoNoSpacing">O que vai trazer recursos é dizer: olha, o país tem metas, taxas de crescimento, estratégia de como ele vai agir, respeita os contratos, estimula o crescimento com estabilidade e isso tudo é um objetivo do governo, o Banco Central não vai fazer sozinho isso. Então, BC independente é muito pouco para atrair o recurso.</p>
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		<title>Nelson Marconi classifica venda do capital da Petrobras como erro histórico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 17:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[FLB-AP]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Nelson-Marconi-classifica-venda-do-capital-da-Petrobras-como-erro-histórico.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Nelson-Marconi-classifica-venda-do-capital-da-Petrobras-como-erro-histórico.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Nelson-Marconi-classifica-venda-do-capital-da-Petrobras-como-erro-histórico-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Nelson-Marconi-classifica-venda-do-capital-da-Petrobras-como-erro-histórico-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Nelson-Marconi-classifica-venda-do-capital-da-Petrobras-como-erro-histórico-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Nelson-Marconi-classifica-venda-do-capital-da-Petrobras-como-erro-histórico-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Nelson-Marconi-classifica-venda-do-capital-da-Petrobras-como-erro-histórico-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p class="yiv6895383611MsoNormal"><em><b>Segundo economista, empresa estatal precisa estar alinhada a um projeto de desenvolvimento nacional</b></em></p>
<p class="yiv6895383611MsoNormal">O economista Nelson Marconi avalia que as ofertas públicas iniciais (<i>IPOs</i>, em inglês) de ações da Petrobras, no mercado financeiro, foi uma ação equivocada dos últimos governos, pois mudou a razão da existência da maior empresa brasileira: o progresso nacional.</p>
<p class="yiv6895383611MsoNormal">Iniciado, em 1997, pelo então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, o processo transformou em empresa estatal de economia mista a atual líder mundial em tecnologia para a exploração e produção de petróleo em águas profundas e ultraprofundas.</p>
<p class="yiv6895383611MsoNormal">Segundo Marconi, que é professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e vice-presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), e que contribuiu diretamente na elaboração do plano de governo de Ciro Gomes, em 2018, a Petrobras “produz insumos estratégicos ao país e sua atuação deve estar alinhada a um projeto de desenvolvimento”, o que, na prática, não ocorre mais.</p>
<p class="yiv6895383611MsoNormal">Elucidando o caminho ditado inclusive por Jair Bolsonaro, Marconi relembra que ouviu, de diretores na gestão Temer, que a empresa deveria produzir apenas óleo bruto, por ser mais rentável, e acompanhar a precificação flutuante do mercado internacional. Para ele, é o desvio da finalidade da companhia criada por Getúlio Vargas para contribuir com a evolução da nação e beneficiar, consequentemente, o cidadão.</p>
<p class="yiv6895383611MsoNormal">“Os preços da Petrobras devem seguir seus custos e prever uma margem que garanta a rentabilidade necessária para fazer seus investimentos, modernizar-se e produzir bens de maior valor agregado. E não atuar como uma empresa que só pensa na remuneração dos acionistas”, defende, ao completar “Não é à toa que os presidentes da empresa caem por causa dessa política de preços maluca que acompanha as oscilações internacionais.”</p>
<p class="yiv6895383611MsoNormal">E faz questão de condenar ainda a justificava da política vigente, que tenta vincular o &#8220;rentismo&#8221; de uma minoria, abastecida pela influência neoliberal estrangeira, a erros pregressos.</p>
<p class="yiv6895383611MsoNormal">“Não venham dizer que a empresa tem que atuar da forma como vem fazendo devido as falcatruas anteriores. Falcatruas são falcatruas em qualquer modelo de empresa e devem ser sempre punidas. Não misturemos as coisas”, finalizou.</p>
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		<title>A esperança é o projeto de Ciro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 17:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[experiência cearense]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Marconi]]></category>
		<category><![CDATA[políticas macroeconômicas]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Nacional: O Dever da Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Contas Nacionais]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="848" height="499" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Novo-livro-de-Ciro-Gomes-essa.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Novo-livro-de-Ciro-Gomes-essa.jpeg 848w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Novo-livro-de-Ciro-Gomes-essa-100x59.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Novo-livro-de-Ciro-Gomes-essa-300x177.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Novo-livro-de-Ciro-Gomes-essa-768x452.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Novo-livro-de-Ciro-Gomes-essa-153x90.jpeg 153w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Novo-livro-de-Ciro-Gomes-essa-600x353.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 848px) 100vw, 848px" /><p>Em sua coluna nesta Folha (“A esperança de Ciro fica a dever”; 8.nov.20), Samuel Pessôa criticou o recente livro de Ciro Gomes, “Projeto Nacional: O Dever da Esperança”.</p>
<p>Nada além do esperado, até demorou demais. Ciro segue os preceitos das teorias que melhor explicam o processo histórico de desenvolvimento dos diversos países, e que a observação empírica comprova, desde a Inglaterra nos primórdios até a Ásia atual: para o país ser bem-sucedido, é necessária uma estratégia contínua de ação conjunta das forças de mercado e do Estado, de modo a auxiliar as empresas a aumentarem a sua competitividade e a acelerar o processo de inclusão social e distribuição de renda. Um dos melhores livros que descreve esse processo é “Como os países ricos ficaram ricos&#8230; e por que os países pobres continuam pobres”, de Erik Reinert.</p>
<p>Pensando na práxis, o que dizer então do “intervencionista” governo alemão, que lançou uma “estratégia de desenvolvimento industrial” com metas para 2030? E do recente plano de reativação da União Europeia, que prevê apoio ao investimento privado em energia limpa e tecnologias essenciais? E da China então, país que mais cresce no mundo há anos, na qual o planejamento e as parcerias público-privadas são essenciais? Até o FMI defende hoje a política industrial, ou de reestruturação do sistema produtivo, se assim quiserem chamar.</p>
<p>Samuel, por sua vez, quer desconstruir a explicação consensual sobre o processo de desenvolvimento econômico do Brasil no século 20 e dizer que o problema básico foi a ausência de investimento na educação, o intervencionismo e, após a Constituição de 1988, o desequilíbrio fiscal.</p>
<p>Bem, a necessidade de priorizar o investimento em educação é óbvia; a <a href="https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2020/11/exemplo-do-ceara-aponta-caminhos-para-alfabetizacao.shtml" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">experiência cearense</a> sob o comando de Ciro e seus aliados, e seus resultados mundialmente reconhecidos, indica como fazê-lo. O equilíbrio fiscal a longo prazo (e não o “austericídio”) também é essencial para o Estado coordenar o processo de desenvolvimento e realizar os investimentos públicos que integram essa estratégia; não é à toa que Ciro conseguiu recomprar a dívida pública do Ceará junto ao mercado quando foi governador e elevar os investimentos.</p>
<p>Por outro lado, não é óbvio — e Samuel certamente não discute esse ponto — que o processo de desenvolvimento é uma luta feroz entre as nações, que brigam para se posicionar melhor e, assim, defender seus interesses e os de seus cidadãos. Lembremos a <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/11/china-ataca-acao-dos-eua-contra-5g-da-huawei-apoiada-pelo-brasil.shtml" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">atual disputa em torno do 5G </a>e a recente compra, por parte do governo alemão, da participação em uma empresa de alta biotecnologia para evitar a sua aquisição por chineses, assim como os americanos têm feito em relação às suas empresas.</p>
<p>Além disso, para que uma estratégia de desenvolvimento seja bem-sucedida, as políticas macroeconômicas, de desenvolvimento industrial, científico, tecnológico e comercial e de infraestrutura devem ser consistentes e alinhadas aos interesses do país e à estratégia de desenvolvimento. Não basta educar a população e possuir equilíbrio fiscal; é preciso que o setor privado demande a contratação das pessoas mais educadas.</p>
<p>Dados do <a href="https://arte.folha.uol.com.br/mercado/2020/entenda-como-e-feito-o-pib/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Sistema de Contas Nacionais</a> mostram que, em 2017, 68% das ocupações no Brasil se concentravam em setores de baixo conteúdo tecnológico, que pagavam remunerações equivalentes a 62% da média nacional; enquanto isso, 2,5% das ocupações encontravam-se em setores de médio-alto e alto conteúdo tecnológico, que praticavam remunerações 2,7 vezes superior à mesma média.</p>
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<p>O mercado, por si só, não vai resolver esse desequilíbrio; as políticas públicas precisam criar condições para que a rentabilidade privada nos setores mais sofisticados se eleve, pois é menor em economias como a brasileira, e com isso eles demandem mais trabalhadores. Não há outra forma de alcançar o progresso. Não será com estratégias liberalizantes que reduzam a atuação do Estado a políticas sociais compensatórias que seremos bem-sucedidos.</p>
<p>Samuel chama de maniqueísta a visão de Ciro, um político que conhece perfeitamente a história e os interesses dos grupos econômicos no Brasil e no mundo. Por outro lado, o colunista tenta se apresentar como neutro, pretensiosamente técnico e isento de influências políticas, o que é impossível nessa discussão. Porém, o modelo de desenvolvimento adotado por um país implica prevalência de setores e grupos de agentes econômicos no processo de desenvolvimento. Que isso fique muito claro.</p>
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<p><strong><em><cite class="c-author__name">*Nelson Marconi é p</cite>rofessor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (Eaesp-FGV), foi pesquisador visitante na Kennedy School, em Harvard, e coordenador do programa de governo do candidato à Presidência da República Ciro Gomes em 2018</em></strong></p>
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		<title>Nelson Marconi: O Banco Central já possui toda a autonomia de que precisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 21:55:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[CMN]]></category>
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		<category><![CDATA[Nelson Marconi]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="613" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Nelson-Marconi-O-Banco-Central-já-possui-toda-a-autonomia-de-que-precisa.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Nelson-Marconi-O-Banco-Central-já-possui-toda-a-autonomia-de-que-precisa.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Nelson-Marconi-O-Banco-Central-já-possui-toda-a-autonomia-de-que-precisa-100x60.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Nelson-Marconi-O-Banco-Central-já-possui-toda-a-autonomia-de-que-precisa-300x180.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Nelson-Marconi-O-Banco-Central-já-possui-toda-a-autonomia-de-que-precisa-768x459.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Nelson-Marconi-O-Banco-Central-já-possui-toda-a-autonomia-de-que-precisa-150x90.jpg 150w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Nelson-Marconi-O-Banco-Central-já-possui-toda-a-autonomia-de-que-precisa-600x359.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>A política monetária é um dos instrumentos mais importantes de política econômica. Através dela, define-se a taxa de juros, que é uma das principais variáveis utilizadas para controlar o nível de atividade e de emprego e a inflação.</p>
<p>O Banco Central define não só a taxa juros, mas o volume de crédito, a taxa de câmbio, enfim, dentre outras variáveis que vão exercer muita influência sobre o emprego e os preços. Isso afeta a vida de todo mundo. E como funciona hoje a autonomia operacional do Banco Central, que já existe?</p>
<p>O Conselho Monetário Nacional (CMN) define a meta de inflação para os anos seguintes. Se a meta for baixa, e a produtividade não se elevar, o ajuste se dará sobre o nível de emprego da economia. É bom que todos saibam disso. O contrário certamente também é verdadeiro.</p>
<p>Uma vez definida a meta de inflação, o Banco Central já possui a autonomia necessária para definir a taxa de juros e as demais variáveis citadas acima que auxiliarão no controle do nível de atividade, emprego e inflação. Na verdade, o que é necessário aperfeiçoar é:</p>
<p>1) Quem define a meta? Hoje é o presidente do BC e o Ministro da Economia, apenas, o que é muito restritivo.<br />
2) A forma e alcance da responsabilização dos gestores da política monetária.<br />
3) O próprio regime de metas, no tocante à forma como a inflação deve retornar à meta quando há uma alta.</p>
<p>Agora, se isso já existe, o que pretende o <a class="stylish-link" title="Senadores querem autonomia do Banco Central, mas sem duplo mandato…" href="https://portaldisparada.com.br/economia-e-subdesenvolvimento/autonomia-do-banco-central-br-fed/" target="_blank" rel="noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">projeto que será votado no Senado</a>? Há aperfeiçoamentos em relação à legislação atual, mas o ponto principal, que é um absurdo, consiste em definir que o presidente da República não possa nomear o presidente do Bacen no início de seu mandato.</p>
<p>O presidente da República poderia nomear um de seus principais colaboradores da política econômica, uma posição fundamental, ocupada por alguém que precisa ter afinidade com o projeto de desenvolvimento para o qual o presidente terá sido eleito, só no 3º ano de seu mandato.</p>
<p>Se quem define a meta de inflação é o CMN e o BC já possui a autonomia operacional que precisa, para que isso? Na verdade, implicitamente, está se afirmando que o presidente não tem condições de propor a política econômica, e quem reuniria essas condições seria um grupo de técnicos iluminados do BC. É como se a decisão técnica pudesse ser fosse dissociada da política. Não existe essa dissociação. É um absurdo que o presidente só possa escolher o ocupante de um cargo tão importante no 3º ano de seu mandato.</p>
<p>O BC já possui a autonomia de que precisa. Tirar a escolha de seu chefe, por parte do presidente, no início de seu mandato, dado o poder do mercado financeiro no mundo atual, e mais ainda na economia brasileira, será a entrega do galinheiro à raposa. É a única explicação para essa proposta.</p>
<p>E mais, o grupo que decide a meta de inflação, que deve se somar à do emprego, precisa ser ampliado. Outros atores do setor produtivo devem ser escutados. É uma decisão muito importante para a sociedade e não pode ser definida por uma dupla apenas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (Eaesp-FGV), foi pesquisador visitante na Kennedy School, em Harvard, e coordenador do programa de governo do candidato à Presidência da República Ciro Gomes em 2018</em></strong></p>
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		<title>&#8220;Nós precisamos ter uma taxa de câmbio que estimule o investimento”, afirma Ciro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 21:15:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Benevides Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Marconi]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="621" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/09/40877343_1822775117843159_4839644753442111488_n.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/09/40877343_1822775117843159_4839644753442111488_n.jpg 960w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/09/40877343_1822775117843159_4839644753442111488_n-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/09/40877343_1822775117843159_4839644753442111488_n-300x194.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/09/40877343_1822775117843159_4839644753442111488_n-768x497.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/09/40877343_1822775117843159_4839644753442111488_n-139x90.jpg 139w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/09/40877343_1822775117843159_4839644753442111488_n-600x388.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p>O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, juntamente com os economistas Mauro Benevides Filho e Nelson Marconi estiveram reunidos na manhã desta quarta-feira (5) com economistas, professores e estudantes. O encontro, que aconteceu em São Paulo, teve com objetivo apresentar à sociedade e às instituições as propostas de seu plano de governo.</p>
<p>“Dialogar com esses especialistas é muito importante para dar à população a melhor saída para essa crise que o Brasil vive”, disse o pedetista. “Essa iniciativa faz parte de uma série de reuniões importantes”, completou.</p>
<p>Ciro, Mauro Benevides Filho e Nelson Marconi, além de apresentar suas ideias, também escutaram críticas e sugestões.</p>
<p>Além do encontro, Ciro também falou com jornalistas. Em um dos pontos da entrevista, Ciro defendeu uma taxa de câmbio que estimule o investimento e a geração de emprego.</p>
<p>&#8220;O Banco Central, sob meu governo, será mandato a perseguir a menor inflação a pleno emprego. O compromisso é administrar uma taxa de câmbio sem qualquer tipo de tabelamento ou artificialismo, mas tensionar a taxa de câmbio do inverso do que o Brasil tem feito ao longo dos últimos vinte anos”, disse.</p>
<p>Para ele, o país tem criado uma taxa de câmbio que desestimula a produção e estimula ciclos insustentáveis de consumo. “Nós precisamos ter uma taxa de câmbio que estimule o investimento, a geração de emprego e que garanta no tempo que a economia vai ter um padrão crescente de consumo&#8221;, disse.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Mercado e Estado são complementares&#8221;, diz coordenador de campanha do Ciro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 13:47:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Marconi]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="768" height="512" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" />Anunciado oficialmente como um dos responsáveis pela coordenação do programa de governo por Ciro Gomes na última quinta (8) &#8211; durante o lançamento da sua pré candidatura à Presidência pelo PDT, Nelson Marconi deu entrevista à Folha de São Paulo e afirmou que “mercado e Estado são complementares”. Marconi também se mostrou contrário à privatização...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="768" height="512" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/15207196925aa4574c997ae_1520719692_3x2_md-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><p>Anunciado oficialmente como um dos responsáveis pela coordenação do programa de governo por Ciro Gomes na última quinta (8) &#8211; durante o lançamento da sua pré candidatura à Presidência pelo PDT, Nelson Marconi deu entrevista à <b>Folha de São Paulo</b> e afirmou que “mercado e Estado são complementares”. Marconi também se mostrou contrário à privatização de setores estratégicos da economia &#8211; como energia e petróleo.</p>
<p>Formado em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1987), mestrado em Economia de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas &#8211; SP (1993) e doutorado em Economia de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas &#8211; SP (2001), Marconi é coordenador do curso de Graduação da Escola de Economia de São Paulo da FGV, membro do corpo permanente do curso de pós-graduação em Administração Pública da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV, e professor associado (licenciado) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, entre outros títulos. Leia a íntegra da entrevista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alexa Salomão (<a href="https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/03/mercado-e-estado-sao-complementares-diz-coordenador-de-programa-de-ciro.shtml" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Folha de São Paulo</a>)</p>
<p>Tendo ao seu lado Roberto Mangabeira Unger e Mauro Benevides Filho, o economista Nelson Marconi foi oficialmente anunciado como responsável pela coordenação do programa de campanha de <b>Ciro Gomes</b>, pré-candidato à presidência pelo PDT.</p>
<p>Marconi é, &#8220;sem medo de ser feliz&#8221;, desenvolvimentista. Acredita que o estado deve atuar na economia e que a produção industrial e o consumo geram crescimento.</p>
<p>Tem restrições a privatizações em setores que considera estratégicos, como energia. Não venderia a Eletrobras e pode rever o marco do setor petróleo. Mas diz que as reformas são essenciais e que não há divisão entre estado e mercado: &#8220;eles são complementares&#8221;, afirma.</p>
<p><b>Folha &#8211; Como ocorreu a aproximação com Ciro Gomes?</b></p>
<p><b>Nelson Marconi &#8211; </b>Começou há uns dois anos, na Fundação Getulio Vargas, num seminário sobre novo desenvolvimentismo. Eu sou um desenvolvimentista sem medo de ser feliz. Nós convidamos, Ciro veio e gostou. Mas ficamos próximos no final do ano passado quando achei que ele seria um bom candidato. Organizei reuniões em casa com 30, 40 pessoas para falarem as suas ideias para ele.</p>
<p><b>Quem participava?</b></p>
<p>Acadêmicos da FGV, UFRJ, da UnB, USP, PUC. Alguns empresários, gente do mercado financeiro –e não me pergunte os nomes. Me comprometi a não citar ninguém.</p>
<p><b>O plano de governo já teria alguma direção?</b></p>
<p>Temos um princípio geral importante: não existe divisão entre estado e mercado. Eles são complementares. Nos últimos anos, o mercado foi negligenciado. Não pode isso, porque é ele que traz soluções de eficiência. Mas também não podemos agora ir para o extremo oposto.</p>
<p>No que se refere as medidas, o programa está em um estágio inicial, mas posso adiantar algumas coisas que eu pessoalmente tenho em vista. Primeiro, é preciso desenvolver a indústria e dos serviços que fazem parte desse setor, como design, engenharia, automação e boa parte da pesquisa que gera inovação.</p>
<p><b>Para muitos economistas, Dilma Rousseff errou ao ampliar subsídios e fazer nacionalização artificial de algumas áreas para fortalecer a indústria. Vocês vão nessa linha?</b></p>
<p>Não, é diferente. Dilma cometeu muitos erros. Ciro e eu já discutimos isso. Temos de defender o interesse da empresa nacional, mas isso não significa não ter empresa internacional aqui ou fechar o mercado. Significa defender a participação do Brasil no mercado externo, promovendo a exportação de industrializados. A prioridade é a indústria 4.0. Aí a associação entre capital privado, via venture capital, universidades e institutos de pesquisa, é fundamental.</p>
<p><b>Qual a posição em relação a privatizações?</b></p>
<p>Entendemos que existem setores estratégicos –energia elétrica, petróleo– que não podem ser privatizados. No que se refere a concessões, ora, por favor: é ótimo privatizar estradas, aeroportos.</p>
<p><b>Mas energia é a área que mais atrai investimentos privados hoje, especialmente chinês.</b></p>
<p>Pois então, como é que vamos dar uma usina hidrelétrica para um estrangeiro? E se tivermos um problema de fornecimento? Vamos ter de negociar com os chineses? Empresas chinesas são financiadas pelo governo chinês. Não tem muita lógica entregar uma riqueza nacional para ser gerenciada por empresas ligada a um governo estrangeiro.</p>
<p><b>Então, no programa não haveria privatização da Eletrobras?</b></p>
<p>Até podemos conversar sobre a vende projetos menores na área, mas a Eletrobras, não.</p>
<p><b>As regras no setor de petróleo foram alteradas para uma maior participação de empresas privadas. Vocês manteriam a mudança ou iriam rever?</b></p>
<p>Esse setor gera muita pesquisa e inovação para o resto da economia. A gente entende que o país tem uma reserva importante, o pré-sal. Não faz sentido vender petróleo por um preço muito menor do que a receita que ele vai gerar no futuro, como vimos acontecer recentemente. Acho complicado um modelo que leve a esse tipo de abertura.</p>
<p><b>Mudariam as regras outra vez?</b></p>
<p>Isso não está fechado, mas vamos avaliar, sim.</p>
<p><b>As reformas são consideradas prioridades para muitos pré-candidatos. E para vocês?</b></p>
<p>Isso sim! Somos a favor de todas: fiscal, da Previdência, tributária. A tributária é uma prioridade. Bernard Appy [economista especializado em tributação] tem uma proposta muito interessante e estamos olhando. Mas avaliamos também mexer na tributação sobre herança, sobre lucros e dividendo –desde que não haja bitributação. Enfim, passar o ônus mais para a renda do que para a produção.</p>
<p><b>O senhor era crítico da reforma da Previdência que vinha sendo feita. Qual seria a proposta de vocês?</b></p>
<p>Como o próprio Ciro já falou, ter uma idade mínima é importante. Uma ideia que estamos amadurecendo é ampliar o regime de capitalização [o beneficiário é responsável por fazer sua poupança].</p>
<p><b>Já discutiram a questão da segurança?</b></p>
<p>Esse tema é central. Nós já vínhamos preocupados com a questão antes da intervenção no Rio. Melhorar a segurança passa necessariamente por uma política de combate ao tráfico de drogas e investimentos em inteligência.</p>
<p><b>E na educação?</b></p>
<p>O Ciro tem uma experiência muito boa no Ceará, em especial na educação básica, que tem hoje os melhores indicadores de educação do país. Temos a preocupação de conseguir replicar essa experiência em todo o Brasil. Ampliar a experiência de Sobral.</p>
<p><b>Qual a posição em relação ao Bolsa Família?</b></p>
<p>O nosso ideal seria ter um programa social que atingisse todos até uma determinada faixa de renda, como um salário mínimo, mas do ponto de vista fiscal, a gente não sabe se isso é possível.</p>
<p><b>Para muitos economistas, a prioridade é resolver o déficit fiscal porque ele está pressionando a dívida. Como o senhor vê a questão?</b></p>
<p>De imediato, precisa mexer nos privilégios do setor público, fazer um pente fino para tornar o estado eficiente. Olhar para os muitos subsídios que estão aí, custam bilhões, e avaliar quais devem ser mantidos. A questão fiscal é importantíssima para mim e para o Ciro. Ele nunca governou com déficit. É experiente. É o melhor candidato –mas eu sou suspeito para falar.</p>
<p><b>Muitos dizem que ele é uma pessoa difícil?</b></p>
<p>Ciro é absurdamente capacitado e inteligente. Tem visão de país e um projeto para o Brasil. Mas tem um estilo político próprio. Fala forte. Mas o Brasil está passando por uma fase que precisa disso mesmo, de coragem para mudar. E ele é um cara corajoso.</p>
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