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	<title>Neiva Moreira &#8211; PDT</title>
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	<title>Neiva Moreira &#8211; PDT</title>
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		<title>Neiva Moreira: Um combatente, um resiliente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 19:42:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01-600x298.jpg 600w" sizes="(max-width: 789px) 100vw, 789px" />Em todos os seus 94 anos de vida, o trabalhista lutou incansavelmente pelo desenvolvimento do Brasil “Vamos nos encontrar muitas vezes aqui, não apenas concordando, mas também discordando, mas sobretudo, unidos pelo desejo de servir ao País e transformar a nossa pátria na grande pátria do futuro”. Esse era o desejo do jornalista e ex-deputado...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Neiva-Moreira-01-600x298.jpg 600w" sizes="(max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p><em><strong>Em todos os seus 94 anos de vida, o trabalhista lutou incansavelmente pelo desenvolvimento do Brasil </strong></em></p>
<p>“Vamos nos encontrar muitas vezes aqui, não apenas concordando, mas também discordando, mas sobretudo, unidos pelo desejo de servir ao País e transformar a nossa pátria na grande pátria do futuro”. Esse era o desejo do jornalista e ex-deputado Neiva Moreira<strong>.</strong> Um Pedetista que amava o seu país e seu estado, Maranhão. Um parlamentar que lutava por um Brasil com emprego, educação e que há 9 anos deixou seu legado e exemplo de persistência.</p>
<p>José Guimarães Neiva Moreira era um combatente, um resiliente. Assim como inúmeros trabalhistas que lutaram pelos direitos dos trabalhadores do País e pela democracia, ele foi exilado com o golpe de 1964, após exercer três mandatos na Câmara Federal.</p>
<p>Passou 15 anos migrando entre países da América Latina e em 1979, Neiva voltou ao Brasil após a aprovação da lei da Anistia. No mesmo ano, o trabalhista pôde militar ao lado de Leonel Brizola na luta pela posse do PTB e, posteriormente, na criação do PDT. O seu comprometimento era tanto que logo se tornou vice-presidente do partido.</p>
<p>Em 1993, Neiva deu início a mais um ciclo dentro do Congresso Nacional quando foi eleito deputado por mais quatro mandatos. Ele se tornou o decano dos deputados federais e o congressista mais condecorado entre os parlamentares brasileiros.</p>
<p>“Eu seria muito insincero se dissesse que não me encontro dominado por uma forte emoção de retornar a essa casa, onde durante 3 mandatos, participamos de acontecimentos decisivos da vida pública do nosso País”, declarou o pedetista em seu discurso de volta à Câmara dos deputados após o exílio. Na mesma ocasião, Neiva relembra a trajetória vivida fora de seu País e reforça a importância de continuar na luta por uma verdadeira transformação no Brasil.</p>
<p>“A nossa melhor contribuição que podemos dar a esse país, nesse momento, é procurar revitalizar a instituição parlamentar fazer com que este plenário, que em muitas oportunidades da nossa história fez estremecer esse país e mobilizar a opinião nacional, ele possa ser uma expressão das profundas inquietações que dominam o povo brasileiro, mas também das suas esperanças de futuro”, afirmou o pedetista.</p>
<p>Neiva Moreira também é reconhecido por ter lutado incessantemente pela igualdade social com redistribuição de renda, pois acreditava em um Brasil forte desenvolvido com oportunidades iguais para todos.</p>
<p>“Temos a exata dimensão da crise institucional que assola o País. A imposição de modelo que sacrifica toda a sociedade, transferindo renda dos menos aquinhoados aos mais favorecidos pelo perverso mecanismo dos juros extorsivos, da desnacionalização da indústria nacional, da desenfreada importação que elimina os postos de trabalho e lança ao desemprego parcela significativa da população brasileira”, declarou o então deputado em outro discurso na Câmara Federal.</p>
<p>Em todos os seus 94 anos de vida, Neiva Moreira trabalhou incansavelmente pelo desenvolvimento do Brasil e do Maranhão. Ele Se manteve firme e coerente em seus princípios e batalhou para que os ideais do PDT se mantivessem firmes e inabaláveis em sua trajetória<strong>.</strong></p>
<p>“Desejamos que os projetos, as emendas, as atividades da Câmara, o esforço de todos nós resulte em favor do povo brasileiro, dos excluídos, dos pobres, dos estados abandonados, como o meu Maranhão, e em favor de centenas de milhares de municípios que não sentem a presença do Poder Público”.</p>
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		<title>Fundação Leonel Brizola exalta memória trabalhista com cartilhas históricas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2018 15:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Cadernos do 3° Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Cavaleiro da Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Memória Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Doutel de Andrade]]></category>
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		<category><![CDATA[Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Carlos Prestes]]></category>
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		<category><![CDATA[Neiva Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhismo]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="635" height="406" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/10/Memórias-trabalhistas.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/10/Memórias-trabalhistas.jpg 635w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/10/Memórias-trabalhistas-100x64.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/10/Memórias-trabalhistas-300x192.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/10/Memórias-trabalhistas-141x90.jpg 141w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/10/Memórias-trabalhistas-600x384.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px" /><p>Para homenagear as grandes lideranças políticas do Trabalhismo brasileiro, a Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), através do Centro de Memória Trabalhista, vem publicando desde outubro do ano passado a série “Memórias Trabalhistas” – cartilhas de leitura fácil para entendimento e compreensão da vida e a obra desses líderes.</p>
<p>A série começou em outubro de 2017 para celebrar o centenário de nascimento de Neiva Moreira, maranhense, jornalista, companheiro da primeira hora de Leonel Brizola, fundador da revista “Cadernos do 3° Mundo”, que também exerceu mandatos de deputado federal e presidiu o PDT a partir de sua fundação.</p>
<p>A segunda cartilha homenageou Luís Carlos Prestes, o “Cavaleiro da Esperança”, resgatando a sua luta pelos excluídos do Brasil e a saga de sua coluna que marchou pelo interior do Brasil para denunciar injustiças da elite que se alternou no poder, na República velha, trabalhando contra os reais interesses do povo brasileiro. Mostra, também, a aproximação de Prestes ao Trabalhismo e ao PDT, do qual se tornou presidente de honra.</p>
<p>A terceira edição da série “Memórias Trabalhistas”, lançada em julho último, resgata a trajetória do político carioca e catarinense de coração Doutel de Andrade, um dos amigos mais próximos do presidente João Goulart, que lutou até o último instante – antes de ser obrigado a partir para o exílio – em defesa de Jango, contra o golpe de 64.</p>
<p>Outras publicações resgatando a história de grandes líderes do Trabalhismo estão programadas, mas já estão disponíveis aqui, em PDF, os textos das três primeiras cartilhas publicadas – para que você possa baixar e fazer uma viagem pela história do Trabalhismo brasileiro.</p>
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		<item>
		<title>Um tributo ao jornalista Neiva Moreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 22:58:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Frente Parlamentar Nacionalista]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Matthiesen]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Neiva Moreira]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="252" height="200" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira.jpg 252w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira-100x79.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira-113x90.jpg 113w" sizes="auto, (max-width: 252px) 100vw, 252px" /><p>Em tempos de manipulação irresponsável, de um jornalismo tortuoso que em conluio com os interesses mais impudicos à república, resgato a figura singular de José Guimarães Neiva Moreira.</p>
<p>Neiva compreendia perfeitamente que sua função não era apenas informar, mas se utilizar dos jornais, revistas, TVs e rádios para transformar, para dar voz aos despossuídos de informação e direitos, e fazer desses meios de comunicação, notícia que gere ação, e consequentemente mudanças.</p>
<p>Outra premissa essencial do jornalista é de contextualizar os acontecimentos e provocar a sua reflexão, suas implicações, e ser um agente crítico.</p>
<p>Entretanto, atributo essencial e irrenunciável do jornalismo, é ser antes de tudo, um indignado e jamais um resignado. Fazer jornalismo é descortinar os problemas, apontá-los e despir-se da notoriedade barata da manchete corruptível ou manipuladora.</p>
<p>Neiva Moreira reunia esses atributos tão altivos de um jornalista, em sua concepção plena. Nunca olvidou de sua tarefa, muitas vezes solitária, de dar voz aos renegados e marginalizados pela grande imprensa, que seguem o desígnio torpe de ser parte do sistema perverso e da manutenção de nossas desigualdades.</p>
<p>Jornalista, intelectual, político, em suas múltiplas faces, destaca-se o seu arrojo e pioneirismo, como por exemplo, em plena Guerra Fria ousou enxergar além dos horizontes impostos pelos protagonistas da bipolarização mundial.<br />
Criador da revista Cadernos do Terceiro Mundo deu notoriedade ao processo de desenvolvimento da África massacrada, roubada, e vilipendiada pelos europeus. Mergulhou nas grandes causas do Oriente Médio, em suas culturas e seus desafios, revelou a face da brutalidade e selvageria das guerras civis na emancipação de Moçambique e Angola, dentre outros conflitos.</p>
<p>Fez-se escutar personalidades como Nelson Mandela, Yasser Arafat, José Ramos Horta, Xanana Gusmão, quando estes ainda eram rotulados pejorativamente pelos barões do embuste midiático.<br />
Congregava dentro de sua atuação dois princípios &#8211; ética e paixão-, num jornalismo que serviu como referência no debate intelectual e na reflexão das raízes das desigualdades, e na luta pela soberania e na autodeterminação dos povos.</p>
<p>Neiva era nacionalista por essência. Liderou a Frente Parlamentar Nacionalista &#8211; antes do golpe de Estado que derrubou o presidente João Goulart &#8211; e por conseqüência foi levado ao exílio, transformando-o em um cidadão do mundo.</p>
<p>Combativo em seu jornalismo enfrentou as ditaduras em nosso continente. Como um contestador nato lutou o bom combate, se solidarizou e se irmanou às mazelas dos povos do terceiro mundo.</p>
<p>Cepa ilustre do jornalismo e do trabalhismo deixa um legado de honradez e de reflexão às gerações vindouras e disso tudo podemos concluir que é possível sim, um mundo mais igualitário, mais humano e com um jornalismo mais decente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Henrique Matthiesen é Bacharel em Direito e professor de formação política na Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini(FLB-AP).</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Centenário de Neiva Moreira: um marco na história do PDT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 15:07:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Neiva Moreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="729" height="375" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira..jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira..jpg 729w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-100x51.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-300x154.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-175x90.jpg 175w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-600x309.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 729px) 100vw, 729px" />O Brasil, atualmente, retrata ataques intensos do capital sobre o trabalho, do econômico perante o social, da elite contra o povo. Diante da história da nação, os fatos não são inéditos, da mesma forma que o combate feito pelos trabalhistas também não. Para retratar a linha de frente dos combates democráticos, surge o nome de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="729" height="375" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira..jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira..jpg 729w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-100x51.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-300x154.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-175x90.jpg 175w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-600x309.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 729px) 100vw, 729px" /><p>O Brasil, atualmente, retrata ataques intensos do capital sobre o trabalho, do econômico perante o social, da elite contra o povo. Diante da história da nação, os fatos não são inéditos, da mesma forma que o combate feito pelos trabalhistas também não. Para retratar a linha de frente dos combates democráticos, surge o nome de José Guimarães Neiva Moreira, jornalista e deputado federal e estadual pelo Maranhão que, hoje (10), completaria 100 anos.</p>
<p>Nascido em Nova Iorque (MA), cidade localizada a 496 quilômetros de São Luís, Neiva Moreira, como era conhecido, foi um parlamentar pedetista combatente, nacionalista, patriota e comprometido com as causas sociais. Com o Golpe Militar, em 1964, Neiva Moreira foi deposto e exilado. Após a anistia, ajudou a fundar, ao lado de Leonel Brizola, o PDT. Na década de 80, foi nomeado secretário de Comunicação Social e presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados, uma das marcas da sua atuação foi durante a votação da PEC 40, em 2003, que tratava da reforma da Previdência. Na tribuna, como líder da bancada do partido, mostrou sua posição contrária às mudanças nos direitos dos cidadãos, com destaque para as críticas à taxação de inativos e pensionistas do serviço público, acompanhando a decisão tomada pela Executiva Nacional do PDT na época.</p>
<p>“Não será com a taxação dos servidores, que contribuíram regularmente durante toda a sua vida, que o déficit da Previdência será reduzido. A medida é injusta, porque condiciona as aposentadorias a contribuições dos próprios aposentados. Afinal, não são os aposentados que devem pagar suas aposentadorias, mas sim os trabalhadores da ativa” relatava Moreira.</p>
<p>“Combater a desigualdade estrutural e o atual sistema injusto não reside no enfraquecimento econômico daqueles que já têm suas aposentadorias minguadas por constantes crises sociais”, completou Neiva, que também era membros da Academia Maranhense de Letras.</p>
<p>Em outro momento, exaltou a firmeza e coerência da sigla, que ajudou a fundar ao lado de Leonel Brizola, ao ler a mensagem da Direção Nacional do PDT à bancada: “Por considerar inúmeras as injustiças cometidas em nome de uma necessária reestruturação da Previdência Social — que todos reconhecemos ser necessária, mas com critérios corretos, que faça justiça aos servidores e preserve o povo —, votamos contrariamente à proposta de emenda constitucional em votação em segundo turno na Câmara dos Deputados”.</p>
<p><strong>Patrimônio público</strong></p>
<p>Para ele, a Petrobras sempre foi um marco de exaltação da força do Estado como força motriz do desenvolvimento do país. No microfone do Congresso, fazia questão de defender a empresa criada por Getúlio Vargas e relembrar a famosa frase do ex-presidente: “O petróleo é nosso!”</p>
<p>“Esta Casa foi um campo extraordinário de luta. Acreditar que estava tudo fácil para a Petrobras começar a funcionar é um equívoco. Não era assim, não. O petróleo era uma coisa distante, complexa, difícil, um ramo impenetrável. Algumas pessoas não entendiam de petróleo, mas sabiam das dificuldades que do Brasil para ter uma indústria nacional. Não era fácil. De outro lado, havia a presença abusiva das grandes empresas internacionais de petróleo”, explicou.</p>
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		<title>Nadyr Rosseti: corpo e alma rebeldes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 19:54:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Collares]]></category>
		<category><![CDATA[Caxias do Sul (RS)]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Tobias Barreto]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Ferrari]]></category>
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		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Manoel Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Nadyr Rosseti]]></category>
		<category><![CDATA[Neiva Moreira]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="552" height="446" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_3778.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_3778.jpg 552w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_3778-100x81.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_3778-300x242.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_3778-111x90.jpg 111w" sizes="auto, (max-width: 552px) 100vw, 552px" /><p>Nadyr Rosseti foi um político gaúcho nascido, em 17 de Julho de 1937, na cidade de Caxias do Sul. Filho de pequenos agricultores, teve 17 irmãos e viveu na localidade de Raposo (RS).</p>
<p>Rosseti se interessou pela política ainda na sua juventude e foi na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) que ele ajudou a fundar o Centro Tobias Barreto. Assim, iniciou sua militância estudantil no núcleo de estudos filosóficos. Após formar-se advogado em 1962, retornou a Caxias do Sul, onde passou a exercer a profissão juntamente com o vereador Pedro Simon.</p>
<p>Na década de 60, período de efervescência popular, que ele se aproximou do Trabalhismo. Reconheceu em Leonel Brizola, ainda em 1961, uma liderança patriótica à ser seguida na Campanha da Legalidade.</p>
<p>Com João Goulart presidente, na época, que Nadyr se elegeu pela primeira vez para um cargo político. Foram 723 votos que lhe garantiram a vaga na Câmara de Vereadores de Caxias do Sul, em 1964, pelo PTB.</p>
<p>Seus discursos muito bem posicionados na defesa das reformas de base o aproximou de expressivas figuras políticas da cidade, entre elas: o advogado da Aliança Socialista Percy Vargas de Abreu e Lima, o médico Henrique Ordovaz, que também era o então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos Bruno Segalla.</p>
<p>Era um time de Ouro que ainda contava com o trabalhista sindicalista, Abílio Webber, e o comunista Ernesto Bernardi (ARS), ambos suplentes da Legislatura.</p>
<p>A militância de Nadyr pelo PTB tomava fim com o golpe militar de 1964. Ainda na fatídica sessão ordinária de 20 de Abril de 1964 foram cassados os companheiros de Rosseti da Aliança Republicana Socialista. Mansueto Serafini conta que ele estava em um bar com Percy quando a cassação aconteceu.</p>
<p>O pioneiro de 11 de Abril de 1964, mesmo dia da posse de Castelo Branco, estampava o nome de mais de 20 presos políticos. Entre eles, os caxienses Bruno Segalla, Ernesto Bernardi, Luiz Pizetti e o trabalhista Darwin Corsetti.</p>
<p>O governo militar dava como extinto toda as atividades do PTB, colocando-o, assim, na ilegalidade. A alternativa encontrada por muitos trabalhistas e comunistas foi o MDB – Movimento Democrático Brasileiro. Foi assim, com a proximidade à Pedro Simon, que Nadyr Rosseti usou esse instrumento de oposição à ditadura para ser eleito presidente da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul, em 1965.</p>
<p>Foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul de 1967 à 1976. Seus discursos em defesa da agricultura familiar, reforma agrária e dos trabalhadores demandavam o necessário enfrentamento dos empresários da celulose de São Francisco de Paula (RS), como pode ser comprovado nos arquivos disponíveis no site da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Nadyr apoiava grupos de oposição ao governo militar clandestinamente. Ajudava com panfletos e mantimentos. Foi num churrasco, no interior do Estado, que em seu discurso disse que o governo dos militares “cairia de podre”. Isso em 1976, no governo de Ernesto Geisel.</p>
<p>O governo Geisel foi uma gestão de intervenção direta no parlamento. Em 29 de Março de 1976 dia alusivo ao golpe de 1964, Nadyr Rosseti tem seu mandato cassado pela ditadura junto com o deputado gaúcho Muller, fruto da ferrenha oposição ao regime. Ele contava que Pedro Simon negociou a sua cassação, conforme visto no livro “Autênticos do MDB”, o que estremeceu a relação dos dois. Nadyr, ainda em 70, já tinha proposto a dissolução do MDB, que pra ele não representava mais à oposição ao regime.</p>
<p>Sem mandato, Nadyr se empenha na campanha da anistia ampla e irrestrita, além de frequentar sindicatos e movimentos sociais. A campanha sai vitoriosa, em 1979, e, com a volta dos exilados, ele se aproxima novamente de Leonel Brizola na intenção de refundar o PTB.</p>
<p>Brizola perde os direitos da sigla em uma manobra de Golbery, o PTB vai para as mãos de Ivete Vargas e, com isso, a alternativa que surge é a fundação do PDT. Nadyr Rosseti, ao lado de Agenor Basso, Walter Buselatto, Bruno Segalla e Régis Prestes ajudam a criar o partido na cidade de Caxias do Sul.</p>
<p>Com seus direitos políticos estabelecidos pela Lei da Anistia, concorre em 1982 à deputado federal e é eleito, dessa vez, pelo PDT de Brizola. Empossado em fevereiro de 1983, inicia então seu mandato de caráter patriota e socialista.</p>
<p>Na famosa sessão de 25 de abril de 1984, vota à favor da emenda de Dante para restabelecer as eleições diretas para presidente da República no Brasil, porem não houve êxito. Só haveria, então, eleições, porém indiretas, em 1985, com a vitória da chapa de Tranquedo Neves, apoiada pelo PDT.</p>
<p>Rosseti não consegue a reeleição à Câmara de Deputados, em 1986. Em 1988, concorre à prefeitura de Caxias do Sul no sacrifício, dado que no decorrer de sua vida ele enfrentou problemas de saúde, pois era um fumante compulsivo, segundo relatam companheiros mais antigos. Ainda assim, ficou em terceiro lugar. O prefeito eleito pelo PFL, Mansueto Serafini, depois viria à se filiar no PDT.</p>
<p>Essa foi a última eleição disputada por Rosseti. Em 1989, ele percorre o estado com Leonel Brizola na primeira eleição presidencial pós-ditadura. Seu retrato na campanha é visto, na cidade de Caxias do Sul, no Bar 13, ao lado de Segalla e Brizola. Infelizmente, saímos derrotados.</p>
<p>Afastado da política, ele volta a exercer sua profissão de advogado e cuidar de suas propriedades. Era casado com Cecília Conde Rosseti, com quem teve uma filha. Ele faleceu no dia 16 de outubro de 1997, com apenas 60 anos.</p>
<p>Para o PDT, o ex-deputado caxiense representa a altivez do trabalhismo. As lideranças do partido sempre destacaram sua importância.</p>
<p>O secretário-geral do partido e presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini, Manoel Dias, ressaltou que “Nadyr era uma personalidade cativante e acima de tudo um nacionalista”.</p>
<p>Kallil Sebhe Neto lembra que era deputado estadual quando recebeu a notícia do falecimento de Nadyr Rosseti, na sessão de 22 de Outubro de 1997. Na oportunidade, Sebhe fez um discurso homenageando a trajetória do exímio trabalhista. “Foi uma das Glórias do PDT”, disse. Além disso, o parlamentar fez a doação de um quadro de Rosseti, que, hoje, se encontra na sede do partido em Caxias do Sul.</p>
<p>Outra liderança trabalhista histórica na cidade da Serra Gaúcha, o ex-prefeito Alceu Barbosa Velho, que pretende retomar a cadeira do PDT caxiense na Câmara Federal, vê em Nadyr Rosseti uma inspiração política e ideológica.</p>
<p>No dia 17 de Julho de 2017, lembramos, portanto, que Nadyr Rosseti poderia estar entre nós, pois completaria 80 anos. Nesse momento, com o parlamento desacreditado e entregue aos interesses antipopulares e antinacionais, que falta faz um homem que não curvou a espinha, nem nos anos de chumbo.</p>
<p>Homem que tinha coragem de ser trabalhista, mesmo quando isso poderia significar a própria morte, dada a repressão da ditadura. Nadyr tomou muitos golpes, e isso lhe fez um deputado diferenciado.</p>
<p>Na história do PDT e do trabalhismo, quando falarmos dos grandes parlamentares da sigla, lá também estará Nadyr Rosseti. Certamente, ao lado de Fernando Ferrari, Ruy Ramos, Neiva Moreira e Alceu de Deus Collares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Jonatan Fogaça é metalúrgico, presidente da Comissão Provisória do Movimento Sindical do PDT em Caxias do Sul (RS) e diretor do Sindicato dos Metalúrgicos local. Enquanto universitário, o pedetista foi coordenador do Centro.</strong></em></p>
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		<title>PDT, lutando pelo Brasil no passado, presente e futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2017 15:17:22 +0000</pubDate>
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<p>Sou militante do trabalhismo desde minha juventude. O PDT foi o primeiro e único partido ao qual me filiei. Em tantos anos, convivi com quadros históricos da maior relevância para o País, como Leonel Brizola, Jackson Lago e Neiva Moreira. Testemunhei a fidelidade aos ideais partidários nos mais diversos momentos políticos. E aprendi com eles que não é possível se omitir diante das questões mais importantes para o povo.</p>
<p>O PDT tem hoje uma posição muito clara no Maranhão e no Brasil. No estado apoiamos um projeto de renovação e desenvolvimento inclusivo. No País lutamos contra as tentativas de retrocessos em direitos importantes conquistados, como leis que mantêm o equilíbrio das relações trabalhistas e o direito a uma Previdência Social que alcance todos os setores da sociedade.</p>
<p>Nossa bandeira também é a preservação da democracia e da normalidade institucional. No meio da crise que enfrentamos, o PDT tem tido um protagonismo, junto a outros partidos de oposição, na defesa intransigente da legalidade constitucional e do direito à participação popular.</p>
<p>Como líder do PDT na Câmara dos Deputados, protocolei, junto com outros cinco partidos, um pedido de impeachment contra o presidente Michel Temer, por crime de responsabilidade, ao negligenciar seu dever de relatar crimes confessados em um encontro pouco republicano com um investigado da Lava-Jato, tarde da noite e fora da agenda, e pela suspeita de ele mesmo participar de um crime de corrupção.</p>
<p>Também defendo, em conjunto com toda a bancada federal pedetista, a realização de eleições diretas para o substituto de Michel Temer. Entendemos que nesse momento a melhor saída para a crise é devolver ao povo o direito de se manifestar sobre quem deve comandar o País.</p>
<p>Para além da crise, o PDT também tem um projeto de fortalecer a economia por meio do incentivo à produção, com geração de emprego e renda, com educação plena para que todos possam ter oportunidades iguais.</p>
<p>São 37 anos de uma longa caminhada, que, no entanto, ainda está só no começo. Ainda ajudaremos a construir muitos novos momentos da história do Brasil. E o PDT permanecerá incansável na luta para que o futuro seja melhor para nossa gente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Weverton Rocha é deputado federal e líder do PDT na Câmara dos Deputados</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Há cinco anos, Brasil perdia Neiva Moreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 03:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Jango]]></category>
		<category><![CDATA[justiça social]]></category>
		<category><![CDATA[Neiva Moreira]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="729" height="375" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira..jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira..jpg 729w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-100x51.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-300x154.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-175x90.jpg 175w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-600x309.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 729px) 100vw, 729px" /><p>Hoje (10), o PDT recorda o amigo José Guimarães Neiva Moreira, um nordestino que acreditava na justiça social, na fraternidade dos povos, no resgate da população pobre e desassistida do Brasil. O eterno deputado trabalhista viveu convicto de que a política é o caminho para mudar sociedades e trazer esperança à gente desamparada. Falecido há cinco anos, Neiva deixou sua biografia como testemunho de que é possível lutar por um mundo mais justo.</p>
<p>Maranhense de Nova Iorque, Neiva Moreira nasceu em 10 de outubro de 1917. Tornou-se jornalista ainda muito jovem e atuou em veículos como o periódico <em>Pacotilha</em>, os jornais <em>Diário da Noite</em> e <em>O Jornal</em>, e a revista <em>O Cruzeiro</em>. Em 1950, José Guimarães entra para a política sendo eleito deputado à Assembleia Legislativa do Maranhão. Lá, mostra sua veia nacionalista defendendo a criação da Petrobrás e da Eletrobrás. Nascia então o político que brigaria, até a última instância, pelo desenvolvimento soberano nacional, pela melhoria de vida do povo brasileiro.</p>
<p>Após a morte de Getúlio Vargas, em um período de grande instabilidade política, o então deputado federal Neiva Moreira foi um dos fundadores da Frente Parlamentar Nacionalista. Quando Jango assumiu a presidência da República, o parlamentar defendeu conscientemente as Reformas de Base. Queria o bem do povo brasileiro; acabou arrastado pelo mesmo tsunami que destituiu o presidente.</p>
<p>Com o Golpe Militar, em 1964, Neiva Moreira foi deposto e exilado – não antes de amargar alguns meses como preso político. Passou 15 anos migrando entre países da America latina graças ao surgimento sucessivo de governos totalitaristas. Foi recebido e expulso da Bolívia, do Uruguai, da Argentina e do Peru. Seu último pouso foi no México, onde ficou de 1976 até a reabertura política no Brasil em 1979, quando retornou ao país.</p>
<p>De volta a sua pátria, aliou-se a Brizola e ajudou a fundar o Partido Democrático Trabalhista (PDT). Neiva Moreira, enfim, retomou sua luta amparado por uma legenda que, assim como ele, é norteada pelo senso de justiça social. Em 1982, foi nomeado secretário de Comunicação Social do Estado do Rio e, em seguida, presidente do Banco de Desenvolvimento daquele Estado, pelo governador Leonel Brizola.</p>
<p>Na década seguinte, Neiva Moreira foi eleito para a Academia Maranhense de Letras e voltou a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Até o último momento, brigou pelo desenvolvimento do país acreditando na possibilidade da erradicação da miséria, da redistribuição de renda e no poder da educação como agente transformador da sociedade.</p>
<p>Em poucas palavras, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, descreveu José Guimarães Neiva Moreira: “O Neiva, como Brizola, Darcy, Jango e Getúlio, é a prova cabal de que vale a pena fazer política com sonhos, com ideias, com utopias”.</p>
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		<title>Neiva Moreira, uma das cepas mais ilustres do trabalhismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2016 16:20:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No município de Nova Iorque, no interior do Estado do Maranhão, o político, jornalista, Trabalhista e líder, José Guimarães Neiva Moreira nasceu. De DNA na mais pura genética trabalhista, Neiva se caracterizou pela luta dos marginalizados do seu estado, do Brasil, e do mundo. Um dos maiores teóricos do Terceiro Mundo &#8211; países que pairavam...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No município de Nova Iorque, no interior do Estado do Maranhão, o político, jornalista, Trabalhista e líder, José Guimarães Neiva Moreira nasceu.</p>
<p>De DNA na mais pura genética trabalhista, Neiva se caracterizou pela luta dos marginalizados do seu estado, do Brasil, e do mundo.</p>
<p>Um dos maiores teóricos do Terceiro Mundo &#8211; países que pairavam entre os antigos blocos Ocidentais que não se alinhavam nem com os EUA e nem com a URSS &#8211; foi um grande ativista.</p>
<figure id="attachment_42112" aria-describedby="caption-attachment-42112" style="width: 274px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-42112" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/Neiva-Moreira-228x300.jpg" alt="Deputado Neiva Moreira PDT-MA" width="274" height="361" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/Neiva-Moreira-228x300.jpg 228w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/Neiva-Moreira-76x100.jpg 76w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/Neiva-Moreira-768x1009.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/05/Neiva-Moreira.jpg 779w" sizes="auto, (max-width: 274px) 100vw, 274px" /><figcaption id="caption-attachment-42112" class="wp-caption-text"><strong>Deputado Neiva Moreira PDT-MA</strong></figcaption></figure>
<p>Grande líder da resistência heroica na conspiração que derrubou Jango em 1964, aproximou-se de Leonel Brizola, então governador do Estado do Rio Grande do Sul, onde começou a caminhada juntos pregando as Reformas de Base.</p>
<p>Preso e obrigado a exilar-se na Bolívia, de onde mudou para o Uruguai, para se reencontrar com Brizola e organizar a resistência contra a ditadura que perdurou por 21 anos.</p>
<p>Neiva, ali compreendeu de forma clara, que a crise brasileira jamais seria equacionada de forma profunda sem a conectividade de dois fatores &#8211; a união dos povos oprimidos, particularmente aqueles dos países vizinhos que sofriam as mesmas pressões que os nossos – e a resistência e esclarecimento deste mesmo povo.</p>
<p>Neste período, suas ponderações também se voltavam para os países que passavam pela luta de libertação de seu povo. Neiva se irmana com os povos da Argélia, Angola, Moçambique e outros países conflagrados pela luta, transformando-se em narrador das crônicas de suas lutas, e participando inclusive diretamente de suas pelejas, amarguras e triunfos.</p>
<p>Ainda no exílio foi um dos organizadores do encontro de Lisboa, onde os trabalhistas se reuniram para traçar mais uma vez a luta contra a ditadura e a possibilidade de anistia no Brasil.</p>
<p>Com a aprovação da anistia, Neiva retorna ao seu país fazendo questão de desembarcar em sua terra natal, o estado do Maranhão, onde organizou o PDT já que a legenda PTB fora roubada de forma vil dos trabalhistas, numa manobra de Golbery arquiteto e operador do golpe de 1964.</p>
<p>De volta às atividades políticas, refundou os cadernos “Terceiro Mundo”, revista que abordava de forma crítica a luta e o desenvolvimento dos renegados do Primeiro Mundo.</p>
<p>Neiva Moreira foi presidente nacional do PDT, líder na Câmara dos Deputados por duas vezes, presidente da Comissão de Relações Exteriores e por fim tornou-se um dos principais assessores do governador do Maranhão, Jackson Lago, liderando do Palácio dos Leões a resistência à cassação de Lago, por fim consumada, em 2009, por pressões da oligarquia maranhense.</p>
<p>Viveu intensamente as lutas mais caras de seu Maranhão, do povo brasileiro e dos povos oprimidos do Terceiro mundo.</p>
<p>Referência ímpar do Trabalhismo pátrio, deixou como legado a obstinação de que é preciso resistir, pelejar e sonhar com a justiça social, com o próximo.</p>
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