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	<title>Movimento Negro do PDT &#8211; PDT</title>
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	<title>Movimento Negro do PDT &#8211; PDT</title>
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		<title>Movimento Negro do PDT: 40 anos de luta coerente em defesa do povo afro-brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jun 2021 17:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[abolição da escravatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="915" height="615" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn.jpg 915w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn-300x202.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn-768x516.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn-134x90.jpg 134w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn-600x403.jpg 600w" sizes="(max-width: 915px) 100vw, 915px" />O Brasil é o país do continente americano que recebeu o maior fluxo de africanos escravizados entre os séculos XVI e XIX. No entanto, passados mais de 130 anos da abolição da escravatura, eles ainda encontram problemas no processo de sua plena integração social e do exercício de seus direitos de cidadania. A explicação para...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="915" height="615" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn.jpg 915w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn-300x202.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn-768x516.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn-134x90.jpg 134w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/mn-600x403.jpg 600w" sizes="(max-width: 915px) 100vw, 915px" /><p>O Brasil é o país do continente americano que recebeu o maior fluxo de africanos escravizados entre os séculos XVI e XIX. No entanto, passados mais de 130 anos da abolição da escravatura, eles ainda encontram problemas no processo de sua plena integração social e do exercício de seus direitos de cidadania. A explicação para esses entraves está no racismo à moda brasileira e suas ambiguidades.</p>
<p>Uma das características desse racismo foi a criação do mito da democracia racial que, além de camuflar as desigualdades raciais e os conflitos latentes, prejudicou o processo de construção da identidade coletiva da população negra e atrasou a discussão na sociedade sobre as reinvindicações de políticas de ação afirmativa e reparação.</p>
<p>O racismo, o preconceito e a discriminação, predominantes no Estado e disseminados na sociedade como um todo, contribuem para a perpetuação das injustiças e desigualdades, impedindo que o Brasil se torne, efetivamente, uma nação pluriétnica, desenvolvida com igualdade e equidade.</p>
<p>O Partido Democrático Trabalhista, na atual contemporaneidade, foi o primeiro partido brasileiro a fazer o enfrentamento ao racismo, mesmo antes de sua fundação. Com a elaboração da Carta de Lisboa, seus signatários reconheceram que o negro escravizado contribuiu de forma eficaz na construção desta nação, sendo por mais de três séculos o propulsor da economia e das riquezas brasileiras.</p>
<p>“O quarto compromisso programático do PDT é com a causa da população negra, como parte fundamental da luta pela democracia, pela justiça social e a verdadeira unidade nacional. Este compromisso concretizaremos no combate a discriminação social em todos os campos, em especial, no da educação e da cultura e nas relações sociais e do trabalho. A democracia e a justiça só se realizarão, plenamente, quando forem erradicados da nossa sociedade todos os preconceitos raciais, e forem abertas amplas oportunidades de acesso a todos, independente da cor e da situação de pobreza.&#8221;</p>
<p>Nesse contexto é que foi fundada e instalada, no dia 7 de junho de 1981, na antiga sede do PDT localizada na rua Álvaro Alvim 48, Rio de Janeiro, a Secretaria do Movimento Negro PDT, em ato solene que contou com a presença de Leonel Brizola, Abdias Nascimento e diversas lideranças da luta antirracista. Sua principal finalidade é<br />
desenvolver atividades relativas às aspirações, inquietudes e reivindicações dos afro-brasileiros (as) do lugar que atuam, mantendo estreito e permanente vínculo com eles (as) e tem como princípios o trabalhismo, nacionalismo, tolerância e respeito à diversidade.</p>
<p>Ao longo desses quarenta anos, o PDT nos poderes do executivo estaduais e municipais, legislativo, bem como no âmbito interno, ratificou seu compromisso através de práticas como implantação e proposições de ações afirmativas, leis inclusivas e também que punem o racismo como crime inafiançável como é o caso da Lei Caó, de autoria do nosso saudoso deputado Carlos Alberto Caó.</p>
<p>Temos a convicção de que muito dessas performances vanguardistas deveram-se à sensibilidade, ao humanismo, comprometimento e engajamento do estadista Leonel Brizola e da influência e ajuda de grandes brasileiros(as) com: Abdias Nascimento, Edialeda Salgado Nascimento, Lélia Gonzales, Sebatião Rodrigues Alves, José Miguel, Hemetério dos Santos, Manoel Lopes Nascimento, Maria Christina Ramos, Vanda Ferreira, Maria Alice dos Santos, João Francisco dos Santos, Marília Santiago, Eni Canarim, Carlos Alberto Caó, Oswaldo Cândido, Maria José Lopes da Silva, Adélia Azevedo dos Santos, Renilda Nascimento, Alceu Colares, Albuíno Azeredo e tantas outras e outros que estão dando continuidade no enfrentamento ao preconceito, racismo e discriminação.</p>
<p>Vida longa à Secretaria Nacional do Movimento Negro do PDT!</p>
<p><em><strong>*Ivaldo Paixão é presidente nacional do Movimento Negro do PDT</strong></em></p>
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		<title>Movimento Negro do PDT realiza debate online com o tema: &#8220;Genocídio Negro&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 18:39:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Negro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-live.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-live.jpg 800w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-live-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-live-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-live-768x576.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-live-120x90.jpg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-live-600x450.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Genocídio Negro. Esse será o tema do debate do Movimento Negro do PDT, no próximo sábado (06), a partir das 18h30. Na ocasião, será realizado uma reflexão a cerca da conjuntura política que o País está vivendo e suas influências sobre a comunidade negra.</p>
<p>Nos últimos 20 anos, o assassinato de jovens negros cresceu 400% no Brasil. O mundo vive tempos de revolta. Vivemos em tempos de clara inferiorização do negro que luta por direitos iguais.</p>
<p>Para reafirmar que vidas negras importam, estarão presentes Ivaldo Paixão, presidente nacional do movimento negro do PDT com William Almeida, secretário de gênero e raça da Juventude Socialista do PDT no Amapá, para mediar o espaço de debate e reflexão.</p>
<p>Transmissão online será feita pela página do <a href="https://www.facebook.com/ReiventarAmapa/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Reinventar Amapá</a> no Facebook.</p>
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		<title>Referência mundial pela igualdade racial, Abdias Nascimento completaria 103 anos hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 13:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Negro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="615" height="417" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2014/03/abdias_14.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2014/03/abdias_14.jpg 615w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2014/03/abdias_14-100x68.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2014/03/abdias_14-300x203.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2014/03/abdias_14-600x407.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 615px) 100vw, 615px" /><p>Em sua longa trajetória de militância, Abdias Nascimento (1914-2011), que completaria hoje (14) 103 anos, dedicou-se intensamente às causas do movimento negro, com destaque para o combate ao preconceito e a discriminação racial, fortalecendo, assim, a defesa da igualdade.</p>
<p>Bacharel em ciências econômicas e exaltado por ser ainda dramaturgo, pintor, escritor e professor, Abdias ficou no exílio durante 13 anos após a edição, em 1968, do Ato Institucional nº 5 pelo regime militar. Após a volta do exílio (1968-1978), ingressou na política para participar, ao lado de Leonel Brizola, das lutas do PDT, onde foi vice-presidente. Na sequência, foi eleito deputado federal, de 1983 a 1987, e exerceu mandato de  senador entre 1997 e 1999, como suplente de Darcy Ribeiro.</p>
<p>Nascido em Franca (SP), Abdias, sempre esteve à frente de projetos pioneiros na luta pela igualdade racial, como o Teatro Experimental do Negro e o jornal Quilombo, além de ser um dos principais idealizadores do Dia da Consciência Negra.</p>
<p>Para o portal desinformemonos.org, ele declarou que a Lei Áurea não passava de uma mentira cívica. “Sua comemoração todo ano fazia parte do coro de autoelogio que a elite escravocrata fazia em louvor a si mesma no intuito de convencer a si mesma e à população negra desse esbulho conhecido como ‘democracia racial’, reafirmou..</p>
<p>Sobre o racismo no Brasil, diz ele se caracteriza pela covardia. “Ele não se assume e, por isso, não tem culpa nem autocrítica. Costumam descrevê-lo como sutil, mas isto é um equívoco. Ele não é nada sutil, pelo contrário, para quem não quer se iludir ele fica escancarado ao olhar mais casual e superficial”, relatou.</p>
<p>“O olhar aprofundado só confirma a primeira impressão: os negros estão mesmo nos patamares inferiores, ocupam a base da pirâmide social e lá sofrem discriminação e rebaixamento de sua autoestima em razão da cor. No topo da riqueza, eles são rechaçados com uma violência que faz doer”, completou.</p>
<p>Ao analisar a classe dominante brasileira, Abdias remete ao histórico da disparidade nacional, que é alimentada diariamente. “Quando não discrimina o negro, a elite dominante o festeja com um paternalismo hipócrita ao passo que apropria e ganha lucros sobre suas criações culturais sem respeitar ou remunerar com dignidade a sua produção”, avaliou.</p>
<p>“Os estudos aprofundados dos órgãos oficiais e acadêmicos de pesquisa demonstram desigualdades raciais persistentes que acompanham o desenvolvimento econômico ao longo do século 20 e início do 21 com uma fidelidade incrível: à medida que cresce a renda, a educação, o acesso aos bens de consumo, enfim, à medida que aumentam os benefícios econômicos da sociedade em desenvolvimento, a desigualdade racial continua firme”, acrescentou.</p>
<p><a href="http://pdt-rj.org.br/index.php/o-brasil-vive-o-mito-da-igualdade-racial-afirma-ivaldo-paixao/" data-wpel-link="internal">Em entrevista ao site do PDT,</a> o presidente do Movimento Negro do PDT, Ivaldo Paixão, exalta a importância de Abdias para o partido e para as questões raciais no país. “O Movimento Negro do PDT teve sorte de ter um ícone internacional na luta das questões raciais como o senador Abdias. Brizola também foi fundamental, incluindo o combate à desigualdade racial em seus programas, tanto de governo quando do partido”, afirmou.</p>
<p>Ao analisar a situação política, ele aponta para o nível da instabilidade nacional. “Ali colocamos em prática o nosso discurso. “Hoje, me preocupo com esse governo interino. Tenho visto o esvaziamento das secretarias de igualdade social do Ministério da Cultura e isso é um retrocesso. Mas é esse tipo de coisa que nos motiva e dá força para nos reestruturarmos e enfrentarmos o processo que está acontecendo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nota do Movimento Negro do PDT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 17:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Negro]]></category>
		<category><![CDATA[instabilidade política]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Negro do PDT]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Lava Jato]]></category>
		<category><![CDATA[opinião popular]]></category>
		<category><![CDATA[papel da mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Weverton Rocha]]></category>
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					<description><![CDATA[Estamos vivendo um momento de instabilidade política que afeta todas as instituições do País, e essa situação está sendo agravada pela irresponsabilidade de alguns meios de comunicação. O papel da mídia é fundamental para informar a população sobre as mudanças que estão ocorrendo nos poderes Executivo e Judiciário. Porém, percebemos que não são os fatos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos vivendo um momento de instabilidade política que afeta todas as instituições do País, e essa situação está sendo agravada pela irresponsabilidade de alguns meios de comunicação.</p>
<p>O papel da mídia é fundamental para informar a população sobre as mudanças que estão ocorrendo nos poderes Executivo e Judiciário. Porém, percebemos que não são os fatos que estão sendo veiculados, mas a opinião de alguns, cujo objetivo é fomentar o ódio e direcionar a opinião popular.</p>
<p>A emenda apresentada pelo Dep. Weverton Rocha foi proposta com o objetivo de ampliar o combate à corrupção, e esse é o desejo do povo brasileiro.</p>
<p>Entretanto, alguns setores da mídia decidiram por veicular que esta emenda irá acabar com a Operação Lava Jato. Essa alegação é absurda, mas ganha atenção da sociedade, que neste momento, não sabe em quem pode acreditar. A Operação Lava Jato é uma investigação da Polícia Federal, e a própria Associação dos Policiais Federais já afirmou que a emenda em nada afeta às investigações, que irão continuar.</p>
<p>A possibilidade de punição de membros do Judiciário que atuam de forma diversa do regramento legal, não é o fim da Operação Lava Jato e do combate à corrupção, mas sim a garantia de que o Judiciário também não poderá ser corrompido. Os juízes e promotores não estão acima da Lei, assim como, não estão os procuradores que ameaçaram renunciar de forma irresponsável. Isso é prevaricação!</p>
<p>Por conta da veiculação dessas opiniões equivocadas, o Dep. Weverton Rocha foi covardemente agredido por um cidadão movido por estes discursos fascistas totalmente alheios ao texto da emenda.</p>
<p>Não podemos nos deixar enganar por estes discursos que nada contribuem para o fortalecimento da nossa sociedade.</p>
<p>O debate é necessário, mas não pode ser fundamentado em mentiras.</p>
<p>O Brasil precisa fortalecer suas instituições, e isso só será possível se ninguém estiver acima da Lei.</p>
<p>Por este motivo, apoiamos integralmente a emenda do Dep. Weverton Rocha das 10 medidas contra a corrupção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Brasília-DF, 01 de Dezembro de 2016.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>SECRETARIA NACIONAL DO MOVIMENTO NEGRO PDT</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Líderes do PDT repudiam ataques a atletas nas redes sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2016 20:06:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMT]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Ação da Mulher Trabalhista]]></category>
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		<category><![CDATA[Rafaela Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última segunda-feira (8), Rafaela Silva se consagrou campeã olímpica de judô. O ouro veio quatro anos depois de sua desclassificação nos jogos de Londres e de ataques racistas desferidos nas redes sociais. A nadadora Joanna Maranhão passou a sofrer o mesmo tipo de covardia nas redes, após ser desclassificada das piscinas: “merece ser estuprada...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-46903 alignleft" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Rafaela-e-Joanna-300x169.jpg" alt="Rafaela e Joanna" width="300" height="169" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Rafaela-e-Joanna-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Rafaela-e-Joanna-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Rafaela-e-Joanna-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Rafaela-e-Joanna.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Rafaela-e-Joanna-160x90.jpg 160w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />Na última segunda-feira (8), Rafaela Silva se consagrou campeã olímpica de judô. O ouro veio quatro anos depois de sua desclassificação nos jogos de Londres e de ataques racistas desferidos nas redes sociais.</p>
<p>A nadadora Joanna Maranhão passou a sofrer o mesmo tipo de covardia nas redes, após ser desclassificada das piscinas: “merece ser estuprada de novo”, disse um internauta.</p>
<p>Lideranças de movimentos pedetista em defesa do negro e da mulher acompanharam os acontecimentos e se manifestaram. Além de demonstrar indignação, os líderes fizeram uma análise racional dos fatos.</p>
<p>“A exposição das redes sociais desmitificam a crença de que o Brasil não tem preconceito. Desde a criação, o PDT luta contra o racismo no país. Rafaela Silva é vencedora em todos os sentidos, mas é exceção. Nossa briga é pela inclusão do negro, para podermos ver outras ‘Rafaelas’ no pódio”, comenta Ivaldo Paixão, presidente do Movimento Negro do PDT.</p>
<p>Já a presidente nacional da Ação da Mulher Trabalhista (AMT) do PDT, Miguelina Vecchio, foi taxativa: “O Brasil é um país misógino e xenófobo, como declarou Joanna Maranhão. Ela é vencedora duas vezes, por chegar aonde chegou sendo mulher e nordestina. A educação é o caminho para mudar essa realidade, trabalhando a equidade de gênero e social. É por isso que lutamos, dentro e fora do partido”.</p>
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