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	<title>Ministério do Trabalho &#8211; PDT</title>
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		<title>Regulamentação do ponto eletrônico instituída por Lupi é revogada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 17:19:37 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/ponto_eletronico.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/ponto_eletronico.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/ponto_eletronico-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/ponto_eletronico-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/ponto_eletronico-768x576.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/ponto_eletronico-120x90.jpg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/ponto_eletronico-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><h3><em> </em><em>Apesar de perecer jurídico desfavorável, Governo promove retrocesso em diversas normas trabalhistas</em></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>No último dia 10, o Ministério do Trabalho e Previdência (MTP) – extinto e recriado recentemente pelo atual Governo – promoveu nova série de retrocessos na esfera trabalhista. Sob o argumento de “simplificar e desburocratizar” regulamentações já consolidadas, a pasta alterou diversas normas relacionadas à carteira de trabalho, registro sindical e profissional, fiscalização, etc. Dentre as mudanças  está o registro eletrônico de ponto, sobre o qual houve consulta pública no início deste ano e um parecer jurídico expondo riscos e ilegalidades na alteração.</p>
<p>O MTP revogou a Portaria nº 1510/2009, editada pelo extinto Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que, à época, estava sob a gestão do ministro Carlos Lupi, atual presidente nacional do PDT. A norma regulamentava o ponto eletrônico, padronizando os aparelhos que passaram a ser registrados junto ao órgão regulador e a emitir comprovante impresso dos horários de entrada e saída dos trabalhadores.</p>
<p>De acordo com trecho citado no parecer da Dalanzen e Pessoa Sociedade de Advogados, de fevereiro deste ano, atribuído ao desembargador Luiz Alberto Vargas, “O comprovante impresso é crucial para o êxito do projeto moralizador contido na Portaria do MTE. Será, por certo, através do controle exercido pelos maiores interessados (os próprios trabalhadores) que as normas contidas na Portaria “sairão do papel” e chegarão à vida real”.</p>
<p>A regulamentação surgiu justamente para evitar fraudes, garantir a segurança das informações e facilitar a fiscalização pelos auditores fiscais. Sem esse instrumento de controle, a relação trabalhador-empregado no País retrocede mais de 10 anos no tempo e, novamente, fica passível de abusos como a sonegação de horas extras, por exemplo.</p>
<p>Na prática, o que o atual Governo faz é instituir um novo modelo de Registrador Eletrônico de Ponto (REP) – o aparelho – que não precisa atender as exigências de padronização, registro e emissão de comprovantes impressos. Segundo a Dalanzen e Pessoa Sociedade de Advogados, “ao invés de se propor um novo modelo com requisitos de segurança equivalente, o texto proposto sugere um equipamento menos confiável e de fabricação mais simples”.</p>
<p>O parecer jurídico dizia ainda que a alteração normativa – a época uma proposta – não observava os requisitos e pressupostos estabelecidos na lei e na Constituição pela “completa ausência de justificativa, dos objetivos que ela busca atingir e da pormenorização de como cada alteração/retroação regulatória se mostra necessária, adequada e proporcional a estes fins”. O documento ainda fala sobre a ausência de “análise dos impactos positivos e negativos que as propostas de regulação terão sobre as relações de trabalho”.</p>
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		<title>Carlos Lupi afirma que Ministério do Trabalho é figurativo no governo Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 21:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="681" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/32751791504_f1a38f8930_b.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/32751791504_f1a38f8930_b.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/32751791504_f1a38f8930_b-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/32751791504_f1a38f8930_b-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/32751791504_f1a38f8930_b-768x511.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/32751791504_f1a38f8930_b-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/32751791504_f1a38f8930_b-600x399.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><div class="p_R b_2w4l8N I_52qC em_N X_fq7 N_6LEV ir3_Z1tiXR3 it3_689y j_ZlOSbd message-view" tabindex="40" data-test-id="message-view" data-test-expanded="true" data-iskeynav="true">
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<p class="yiv7119607564MsoNormal"><em><b>Ex-ministro da Pasta, presidente do PDT criticou a política de precarização do emprego e subtração de direitos</b></em></p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, indicou que o presidente da República, Jair Bolsonaro, recriou o Ministério do Trabalho no modelo figurativo, pois serve apenas de base para sustentar medidas de precarização do emprego e subtração de direitos. Ex-ministro da pasta, o pedetista avaliou, em entrevista para o <a href="https://tv.estadao.com.br/broadcast,papo-com-editor-pelo-que-fez-ao-povo-brasileiro-bolsonaro-e-digno-cadeia-diz-carlos-lupi,1193161" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">programa</a> “Papo com Editor”, da TV Estadão, nesta segunda-feira (30), que a política do governo federal não recuperará o mercado, pois também não estimula setores essenciais, como construção civil e serviços.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">Durante o diálogo com os jornalistas Eduardo Gayer e Gustavo Porto, Lupi afirmou que o órgão – extinto em 2019 e recriado no mês passado – não representa, atualmente, a essência originalmente implementada, em 1930, pelo então presidente Getúlio Vargas, que é a intermediação de trabalhadores com empresários, bem como o garantidor de direitos.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">“Decisão errada foi ter acabado. Agora, ele criou como uma espécie de ministério figurativo. A grande discussão que tem que ser travada é sobre para que ele serve. Se não for um instrumento da relação entre capital e trabalho, da defesa do combate ao trabalho análogo ao escravo, trabalho infantil, da regulação dos reajustes salariais e, principalmente, se não tiver <a dos> grandes fundos da América Latina: o Fundo de Amparo ao Trabalhador e o FGTS”, pontuou.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">Sobre as intervenções do Palácio do Planalto, via medida provisória, para fomentar o mercado, o pedetista, que acumulou recordes de vagas criadas com carteira assinada e pleno emprego ao longo da sua gestão, indica que é um pacote utilizado para ampliar a precarização e a subtração de conquistas históricas da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">“Primeiro, isso é subemprego. Porque emprego que não tem 13º salário, férias remuneradas, depósito do fundo de garantia não é emprego. É só para dar índice”, disse.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">“Como ministro do Trabalho, eu peguei o Caged [Cadastro Geral de Empregados e Desempregados] completamente desmoralizado e ele passou, depois de cinco anos, a pautar a bolsa de valores”, acrescentou.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">A saída, segundo ele, “é o Estado ser o grande implementador, desenvolvedor e investidor de políticas que geram emprego”. Nesse caminho, o país conseguirá retomar o “círculo virtuoso da economia”.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">“Investimento maciço na construção civil, com pequenas, médias e grandes obras públicas, e isenção na área de serviços, porque é uma área que gera emprego rápido e fácil e sem grande especialização”, indicou.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">“Como temos uma ‘besta-fera’ no poder, ele não compreende isso”, complementou.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal"><b>Enfrentamento</b></p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">Sobre a série de ameaças e atos antidemocráticos de Bolsonaro, Lupi mostrou que o partido está atento e mobilizado para seguir lutando, “na política e Justiça”, em prol do Estado Democrático de Direito, da sociedade brasileira e das instituições.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">“Ele alimenta a parcela raivosa, odienta, da direita que saiu do armário. [&#8230;] Tudo o que esse profeta da ignorância faz é pensando em segmentar e solidificar essa base eleitoral e nós temos que enfrentá-lo”, relatou, contrariando movimentos golpistas e autoritários.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">“Se é na conversa, a gente conversa com todo mundo. Agora, com gente como o Bolsonaro, nós só vamos conseguir vencê-los no voto e não aceitando qualquer tipo de tom mais elevado conosco”, salientou, mencionando medidas judiciais da sigla em todo o país e a expectativa de prisão do chefe da União pelas consequências da pandemia.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal"><b>Alternativa</b></p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">Ao analisar o cenário eleitoral brasileiro para 2022, o líder pedetista defendeu a pré-candidatura de Ciro Gomes a presidente como opção viável dentro do espectro de opções, mas deixou uma ressalva com relação ao bolsonarismo.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">“Na política, você colocar e criar divergência, alimentar diferenças, não quer dizer que você é inimigo. Por isso que tem dois turnos na eleição. No primeiro turno apresenta a sua plataforma, seus projetos, e no segundo os mais afins estarão juntos”, explicou.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">“Não há possibilidade do PDT estar com esse profeta da ignorância chamado Bolsonaro. Nós vamos combatê-lo com todas as forças. Agora, achar que ele é tão forte que nos impeça de disputar uma eleição por achar que ele vai ganhar, é não acreditar na inteligência do povo brasileiro”, confirmou, projetando o segundo turno entre Ciro e Lula, do PT, a partir do rompimento da polarização.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">A viabilidade pedetista, na opinião de Lupi, está vinculada ao Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND), que está sendo aprimorado, desde 2018, de forma coletiva e integrada. Como influência, o plano mostra vinculação às bandeiras trabalhistas de Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola, que é o fortalecimento do Estado em setores estratégicos.</p>
<p class="yiv7119607564MsoNormal">“A Petrobras foi criada por Getúlio. [&#8230;] O monopólio estatal do petróleo significa energia, futuro da sociedade. Não podemos destruir uma empresa, que é a mais valiosa [no Brasil] e jogá-la na iniciativa privada para só ter lucro, sem ter compensação devida, como aquilo que representou a história do pré-sal”, ponderou, defendendo o comando público em áreas vinculadas à soberania nacional.</p>
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		<title>Fundação do Rio do Janeiro e Centro de Memória iniciam campanha “Trabalhismo fez e faz”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 14:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Protagonista, transformador e nacionalista. Há mais de 90 anos, a doutrina que guia o PDT ratifica seu compromisso com a soberania e o progresso social e econômico do Brasil. Para exaltar esse vínculo contínuo, a Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini do Rio (FLB-AP/RJ) e o Centro de Memória Trabalhista (CMT) iniciaram, nesta segunda-feira (12),...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p style="font-weight: 400;">Protagonista, transformador e nacionalista. Há mais de 90 anos, a doutrina que guia o PDT ratifica seu compromisso com a soberania e o progresso social e econômico do Brasil. Para exaltar esse vínculo contínuo, a Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini do Rio (FLB-AP/RJ) e o Centro de Memória Trabalhista (CMT) iniciaram, nesta segunda-feira (12), a campanha virtual “Trabalhismo fez e faz”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Pelas redes sociais, a ação integrada das organizações pedetistas divulgará 71 registros históricos ao longo de dois meses. Em ordem cronológica a partir de 1930, o primeiro card abordará a criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, que ocorreu no primeiro e revolucionário governo do presidente da República Getúlio Vargas. Em 1953, na segunda gestão getulista, ocorreu a nomeação de João Goulart (Jango) para a pasta do Trabalho.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ao longo das décadas, o trabalhismo permitiu ao país atingir os maiores índices de desenvolvimento. A conjuntura se concretizou pelo investimento prioritário em áreas consideradas essenciais, como educação, trabalho, saúde, energia e economia.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nas administrações federais de Vargas e Jango – presidente a partir de 1961 e deposto pelo golpe militar de 1964 –, destacam-se as criações de empresas estatais, como a Petrobras, Eletrobras, Vale do Rio Doce, bem como a promulgação de legislações regulamentadoras, como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a centralização pública da exploração, produção, refino e transporte do petróleo brasileiro.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Brizola presente </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Os governos de Leonel Brizola, nos estados do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, foram responsáveis pelos maiores progressos do ensino público registrados no país. Só entre 1959 e 1963, o gestor trabalhista viabilizou, pelo antigo PTB, a construção de mais de seis mil escolas em todas as regiões gaúchas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Entre as décadas de 80 e 90, já pelo PDT, Brizola implementou, em parceria com o sociólogo Darcy Ribeiro, o projeto fluminense dos Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs), que totalizaram mais de 500 unidades espalhadas pelos municípios fluminenses.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para o coordenador do CMT, Henrique Matthiesen, a iniciativa busca ratificar a representatividade construída “em prol da justiça social” e que contribui diretamente com o Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND) do presidenciável Ciro Gomes.</p>
<p style="font-weight: 400;">“O PDT mostra coerência ao não só valorizar o legado trabalhista, como também colocá-lo como balizador do projeto pedetista para as eleições de 2022. É a saída responsável para a retomada de um país gigante e capaz”, explicou.</p>
<p style="font-weight: 400;">O secretário nacional de Criatividade e Inovação da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), Leonardo Lupi, colocou os diferenciais trabalhistas como catalisadores do partido no pleito do próximo ano.</p>
<p style="font-weight: 400;">“É fundamental lembrar os feitos e contribuições do trabalhismo para o Rio de Janeiro e todo o Brasil. A memória é importante para dar base à nossa militância e ao nosso discurso para as próximas eleições&#8221;, disse.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para acompanhar as publicações, acesse os canais da <a href="https://www.facebook.com/FLBAPRIO" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/FLBAPRIO&amp;source=gmail&amp;ust=1625959509297000&amp;usg=AFQjCNFkz_l3Qvy8BHgUk1JoEuLZovQl0Q">Fundação</a> e do <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista&amp;source=gmail&amp;ust=1625959509297000&amp;usg=AFQjCNE33EUsuq_S4Cz4twpEuylkWWvkpQ" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">CMT</a>.</p>
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		<title>Quando o salário mínimo valia 500 dólares&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2020 04:49:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="900" height="656" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas.jpg 900w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas-100x73.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas-300x219.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas-768x560.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas-123x90.jpg 123w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas-600x437.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" />As brutais realidades deste 2020 – no Brasil, o Bolsonaro; no mundo, o coronavírus – não permitiram ao País, até agora, perceber que poderia estar comemorando os noventa anos da Revolução de 30 e os 80 anos, neste 1º de maio, da decretação de seu primeiro salário mínimo. O primeiro salário mínimo foi decretado no...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="900" height="656" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas.jpg 900w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas-100x73.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas-300x219.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas-768x560.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas-123x90.jpg 123w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Getúlio-Vargas-600x437.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p>As brutais realidades deste 2020 – no Brasil, o Bolsonaro; no mundo, o coronavírus – não permitiram ao País, até agora, perceber que poderia estar comemorando os noventa anos da Revolução de 30 e os 80 anos, neste 1º de maio, da decretação de seu primeiro salário mínimo.</p>
<p>O primeiro salário mínimo foi decretado no 1º de maio de 1940, embora já tivesse figurado na plataforma da Aliança Liberal, o programa de governo anunciado por Getúlio Vargas, no início de sua campanha de candidato oposicionista à Presidência da República, em janeiro de 1930.</p>
<p>A fraude na eleição disputada por Getúlio, para a escolha do sucessor do Presidente Washington Luís – que considerava a questão social caso de polícia – resultou, junto com outros motivos, na Revolução de 30 e na investidura do governo provisório de Getúlio. Em apenas três semanas Getúlio criou o Ministério do Trabalho e logo decretou suas primeiras leis trabalhistas. Mas o salário mínimo demorou ainda dez anos, travado de um lado por acontecimentos como a falsa revolução falsamente constitucionalista de 1932 e como o levante comunista de 1935, e de outro lado pela Constituinte de 1933 e 1934 e pelo Congresso eleito em 1935, que adotaram, para o salário mínimo, critérios aos quais o Ministério do Trabalho teve de adaptar os estudos em andamento.</p>
<p>Além disso, o salário mínimo era também para usar a linguagem de hoje, uma espécie de <em>upgrade</em> de toda a legislação trabalhista. Sem ele, de pouco valeria o trabalhador ter sua carteira profissional assinada e anotada e seu sindicato em condições de lutar por ele. O salário-mínimo impunha um efeito cascata e todos os salários ficavam de certo modo indexados a ele. Foi necessário, portanto, conseguir antes a absorção das leis trabalhistas anteriores.</p>
<p>As primeiras tabelas de salário mínimo variavam de região para região, porque os níveis do custo de vida tinham grandes diferenças conforme se tratasse de cidades grandes, como o Rio de Janeiro ou São Paulo, ou cidades pequenas em que, por exemplo, os aluguéis eram muito mais baratos. Decretadas em 1940, essas tabelas foram reajustadas por Getúlio em 1943, devido à alta de preços provocada pela Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Com a derrubada de Getúlio em 1945, o salário-mínimo de 1943 foi congelado e mantido no mesmo patamar ao longo dos cinco anos de mandato do presidente Eurico Gaspar Dutra, de 31 de janeiro de 1946 a 31 de janeiro de 1951, apesar de uma alta no custo de vida que pode ter chegado a 40% nesse período.</p>
<p>Getúlio voltou ao governo em 1951, cercado por ameaças golpistas de todo lado, mas teve condições, na virada de 51 para 52, de reajustar o mínimo e corrigir as perdas provocadas pelo congelamento que Dutra impusera (inclusive intervindo em metade dos sindicatos então existentes).</p>
<p>Foi em 1954 que Getúlio causou o maior impacto em matéria de salário-mínimo, reajustando-o em 100%. Esse novo mínimo, confirmado pelo Supremo, começaria a ser pago nos primeiros dias de agosto, quando foi deflagrada a crise que tentou derrubar Getúlio. Ele respondeu com o gesto heroico do suicídio, que preservou todas as conquistas de seus dois governos, da legislação trabalhista à Petrobras e salvou até o novo mínimo, no qual o novo governo, chefiado pelo vice Café Filho, não teve coragem de mexer.</p>
<p>Apesar da crise, e da previsão dos adversários de Getúlio de que o novo mínimo afundaria a economia brasileira, o que aconteceu foi que a economia industrial do Brasil cresceu 12% em 1954, porque Getúlio expandira exponencialmente nosso mercado interno.</p>
<p>Com Getúlio, o Brasil era a economia que mais crescia no mundo e, graças a isso – e ao reajuste de 100% em 1954 –, o salário mínimo brasileiro chagou a valer 500 dólares no governo do presidente Juscelino Kubitschek, eleito em 1955.</p>
<p>Hoje, quanto vale nosso salário mínimo de pouco mais de mil reais? Com o dólar a mais de cinco, ele vale, na melhor das hipóteses, por volta de 200 dólares e não vai passar disso enquanto Bolsonaro e seus neoliberais continuarem no governo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*José Augusto Ribeiro é escritor e Jornalista,  formado pela Faculdade de Direito na Universidade do Paraná. Foi editor político do jornal O Estado do Paraná, onde atuou em defesa da Campanha da legalidade , em 1961, pela posse do presidente João Goulart. Foi assessor do editor internacional do Diário Carioca, redator da revista O Cruzeiro, subeditor internacional do Jornal do Brasil, editor internacional da Última Hora, editor de pauta do Jornal do Brasil, diretor de redação do Correio da Manhã, editor chefe de O Globo, comentarista político e chefe de redação da Rede Bandeirantes de Televisão. Foi assessor de imprensa de Tancredo Neves, de Leonel Brizola e escreveu os livros: “De Tiradentes à Tancredo Neves – Uma História das Constituições Brasileiras” e “A Era Vargas” e “Jânio Quadros – O Romance da Renúncia” e “Tancredo Neves: A Noite do Destino”.</strong></em></p>
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		<title>Com emenda de Túlio Gadêlha, Câmara aprova PL que amplia alcance da renda emergencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 17:45:50 +0000</pubDate>
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<p>De acordo Túlio Gadêlha, dados do Ministério do Trabalho mostram que 34 mil pessoas trabalham como cuidadores no Brasil. Já segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta, segundo afirma, 153 mil trabalhadores domésticos, grupo em que a profissão de babá se enquadra, e 8,5 mil artesãos no país.</p>
<p>O PL do Senado promove mudanças na Lei nº 13.982, de 2 de abril de 2020, expandindo o alcance do auxílio emergencial de R$ 600 a ser pago a trabalhadores informais de baixa renda durante a pandemia.</p>
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		<title>Respeitem o Ministério do Trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2018 17:33:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="445" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho.jpg 800w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho-300x167.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho-768x427.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho-162x90.jpg 162w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho-600x334.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" />A condução que o governo ilegítimo tem dado ao Ministério do Trabalho é ultrajante à classe trabalhadora, ao povo brasileiro, e à memória dos que o edificaram. Se não bastasse o crime de lesa-trabalhador, por conta da reforma trabalhista, que apenas retirou direitos já consagrados, agora o presidente Michel Temer humilha o Ministério do Trabalho,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="445" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho.jpg 800w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho-300x167.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho-768x427.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho-162x90.jpg 162w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Ministério-do-Trabalho-600x334.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>A condução que o governo ilegítimo tem dado ao Ministério do Trabalho é ultrajante à classe trabalhadora, ao povo brasileiro, e à memória dos que o edificaram.</p>
<p>Se não bastasse o crime de lesa-trabalhador, por conta da reforma trabalhista, que apenas retirou direitos já consagrados, agora o presidente Michel Temer humilha o Ministério do Trabalho, com a insistência de nomear como ministra, Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson.</p>
<p>Construído por Getúlio Vargas, em 26 de novembro de 1930, foi uma das primeiras iniciativas que a Revolução de 30 efetivou. Getúlio mudara neste ato, de forma incontestável, séculos de exploração e abusos.</p>
<p>Enfim direitos e garantias à classe trabalhadora começaram a ser reconhecidos, a relação capital e trabalho abriam novas perspectivas em um novo paradigma de proteção aos que verdadeiramente produzem.</p>
<p>Nascia, diante deste ato, o ódio perpétuo das classes dominantes contra o trabalhismo, em especial, os abastados paulistas oligárquicos, que se utilizavam da exploração da mão de obra quase escrava para seu autoenriquecimento.</p>
<p>A consolidação das leis trabalhistas também representou um duro golpe aos filhos das Capitanias Hereditárias. Um salto gigantesco para emancipação da classe trabalhadora, e direitos como: férias, décimo terceiro salário, jornada de trabalho definida, licença maternidade, entre outros foram aplicados.</p>
<p>Outro filho ilustre do Trabalhismo que teve um relevante papel desempenhado no Ministério do Trabalho foi João Goulart, onde contrariando ferrenhamente os abastados, promoveu um aumento de 100% no valor do salário mínimo à época. Jamais Jango foi absolvido. Sofrera um golpe de Estado quando era presidente da República.</p>
<p>Esses são apenas alguns fatos que marcam o Ministério do Trabalho, com sua importância para o Brasil e para os trabalhadores.</p>
<p>O apequenamento e sua decomposição só servem aos interesses espúrios de quem quer escravizar, novamente, o trabalhador brasileiro. Só servem a quem quer retirar direitos, e se locupletam com o retrocesso do Brasil.<br />
Fruto do que há de mais atrasado, esse governo ilegítimo é responsável por essa situação de degradação do Ministério do Trabalho, como também pela precarização do trabalho no nosso país.</p>
<p>Respeitem o trabalhador!<br />
Respeitem o Ministério do Trabalho!<br />
Respeitem o Brasil!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Manoel Dias é presidente da Fundação Leonel Brizola- Alberto Pasqualini e ex- Ministro do Trabalho e emprego.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Folha: Dilma nega que Carlos Lupi pode deixar Ministério do Trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 02:19:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="215" height="121" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/03/lupi1_1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/03/lupi1_1.jpg 215w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/03/lupi1_1-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/03/lupi1_1-160x90.jpg 160w" sizes="auto, (max-width: 215px) 100vw, 215px" />A presidente Dilma Rousseff negou nesta quinta-feira qualquer possibilidade de o ministro Carlos Lupi (Trabalho) deixar o cargo. Ontem, o PDT, partido do qual Lupi &#233; presidente de honra, foi exclu&#237;do da primeira reuni&#227;o da presidente com os l&#237;deres partid&#225;rios. O PDT foi a sigla menos fiel ao governo na vota&#231;&#227;o do sal&#225;rio m&#237;nimo. &#8220;O...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="215" height="121" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/03/lupi1_1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/03/lupi1_1.jpg 215w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/03/lupi1_1-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/03/lupi1_1-160x90.jpg 160w" sizes="auto, (max-width: 215px) 100vw, 215px" /><p>A presidente Dilma Rousseff negou nesta quinta-feira qualquer possibilidade de o ministro Carlos Lupi (Trabalho) deixar o cargo.</p>
<p>Ontem, o PDT, partido do qual Lupi &eacute; presidente de honra, foi exclu&iacute;do da primeira reuni&atilde;o da presidente com os l&iacute;deres partid&aacute;rios. O PDT foi a sigla menos fiel ao governo na vota&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo.</p>
<p>&#8220;O ministro Lupi &eacute; um ministro da minha inteira confian&ccedil;a. O PDT estar&aacute; no Minist&eacute;rio do Trabalho. Agora, eventuais problemas dentro da base v&atilde;o ser resolvidos pelo pr&oacute;prio partido, e n&atilde;o pelo governo&#8221;, afirmou a presidente.</p>
<p>Dilma tratou os rumores de uma eventual sa&iacute;da de Lupi como especula&ccedil;&atilde;o da imprensa.</p>
<p>&#8220;Acho estranho como &eacute; que em alguns momentos [ministros] ficam ou saem de acordo n&atilde;o comigo. Eu sou, nesta hist&oacute;ria, a &uacute;ltima a saber.&#8221;</p>
<p>Folha.com</p>
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		<title>No Planalto, Dilma empossa Lupi no Ministério do Trabalho</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/no-planalto-dilma-empossa-lupi-no-ministerio-do-trabalho-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=no-planalto-dilma-empossa-lupi-no-ministerio-do-trabalho-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 21:19:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="600" height="300" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/01/posse.lupi_.dilma_.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/01/posse.lupi_.dilma_.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/01/posse.lupi_.dilma_-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/01/posse.lupi_.dilma_-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" />O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, presidente licenciado do PDT, disse &#224; Ag&#234;ncia Estado que o partido pleiteia a presid&#234;ncia de Itaipu para o Senador Osmar Dias que disputou o governo do Paran&#225; com Beto Richa (PSDB). &#8220;N&#243;s temos v&#225;rias reivindica&#231;&#245;es no segundo escal&#227;o&#8221;, teria afirmado Lupi, &#160;segundo a ag&#234;ncia, lembrando tamb&#233;m que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="300" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/01/posse.lupi_.dilma_.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/01/posse.lupi_.dilma_.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/01/posse.lupi_.dilma_-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2011/01/posse.lupi_.dilma_-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p>O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, presidente licenciado do PDT, disse &agrave; Ag&ecirc;ncia Estado que o partido pleiteia a presid&ecirc;ncia de Itaipu para o Senador Osmar Dias que disputou o governo do Paran&aacute; com Beto Richa (PSDB). &ldquo;N&oacute;s temos v&aacute;rias reivindica&ccedil;&otilde;es no segundo escal&atilde;o&rdquo;, teria afirmado Lupi, &nbsp;segundo a ag&ecirc;ncia, lembrando tamb&eacute;m que o PDT foi o primeiro partido &ndash; antes inclusive do PT &ndash; a apoiar a candidatura de Dilma &agrave; presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica.</p>
<p>Ainda de acordo com a Ag&ecirc;ncia Estado, o PDT, atrav&eacute;s de Lupi, estaria pleiteando tamb&eacute;m espa&ccedil;o na Eletrosul: &ldquo;Queremos estatais onde possamos desenvolver um trabalho de pol&iacute;tica p&uacute;blica de fortalecimento dessas empresas&rdquo;, teria argumentado Lupi segundo o jornal &ldquo;O Estado de S&atilde;o Paulo&rdquo;.</p>
<p>Segundo o portal &ldquo;Bem Paran&aacute;&rdquo;, a diretoria de v&aacute;rias estatais continuam em aberto entre elas a da Itaipu Binacional, hoje presidida pelo ex-deputado federal Jorge Samek, do PT paranaense. Na opini&atilde;o do portal trocar Samek por Dias &ldquo;n&atilde;o &eacute; tarefa f&aacute;cil&rdquo; porque o petista seria &ldquo;cota pessoal&rdquo; do ex-presidente Lula.</p>
<p>Para que Dias assuma, ser&aacute; necess&aacute;rio deslocar Samek para a dire&ccedil;&atilde;o de outra estatal para que Osmar Dias assuma &ldquo;como oficialmente pediu a presidente Dilma o presidente nacional do PDT e ministro do Trabalho, Carlos Lupi&rdquo;.</p>
<p>Um outro pedido direto de Lupi &agrave; presidenta foi pelo ex-prefeito e ex-governador de Alagoas, Ronaldo Lessa, que disputou o governo na &uacute;ltima elei&ccedil;&atilde;o com Theot&ocirc;nio Vilela Filho (PSDB), reeleito, tamb&eacute;m a pedido do ent&atilde;o presidente Luis In&aacute;cio da Silva &ndash; para fortalecer no estado o palanque de Dilma Roussef. Como Dias no Paran&aacute;.</p>
<p>(Foto de Renato Fernandes Alves)</p>
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