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		<title>Senado aprova lei de Sérgio Vidigal que autoriza delegado a adotar medidas protetivas à mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 20:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[integridade física]]></category>
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		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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<p>Com a sanção da nova lei, o delegado poderá decretar essas medidas, se verificar a existência de risco atual ou iminente à vida ou integridade física e psicológica da vítima ou de seus dependentes. Na legislação atual, essa é uma prerrogativa exclusiva dos juízes.</p>
<p>Segundo o projeto, a medida concedida pelo delegado só será admitida em caso de risco real ou iminente à vida ou à integridade física e psicológica da mulher e de seus dependentes. A proposta prevê ainda o direito a atendimento policial especializado e ininterrupto, realizado preferencialmente por profissionais do sexo feminino.</p>
<p>Sergio Vidigal comemorou a aprovação da matéria, no Dia Nacional Contra a Violência à Mulher, e disse que é um passo importante na ampliação dos direitos das mulheres que sofrem com a violência doméstica: “É uma medida protetora e necessária para as vítimas. Sob o ponto de vista psicológico, a vítima também se sentirá mais segura em narrar o seu caso para outra mulher”, comentou.</p>
<p>A proposta acrescenta artigos à Lei Maria da Penha para dar diretrizes a esse atendimento quando da inquirição da vítima ou de testemunha de violência doméstica.</p>
<p>“A violência doméstica em pleno século 21 é uma mancha para a nossa sociedade. Não podemos permitir nenhum tipo de violência contra as mulheres”, defendeu o deputado.</p>
<p>O parlamentar lembra que, dados do instituto Datafolha e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostram que mais de 50% das mulheres não denunciam a violência sofrida. Sem contar que 43% das agressões ocorrem dentro da residência da vítima e 61% das agressões são feitas por pessoas conhecidas da mulher.</p>
<p><strong>Medidas</strong></p>
<p>O Ministério Público também deverá ser consultado sobre a questão no mesmo prazo, de um dia. As providências complementares para proteção da vítima, chegando até mesmo à prisão do suposto agressor, poderão ser pedidas pelo delegado ao juiz.</p>
<p>A matéria ainda ressalta a necessidade de que os estados e o Distrito Federal priorizem, no âmbito de suas políticas públicas, a criação de delegacias especializadas no atendimento à mulher e de núcleos de investigação voltados ao crime de feminicídio.</p>
<p><strong>Mais proteção</strong></p>
<p>Ao ouvir o depoimento da vítima, a equipe deverá atuar de modo a preservar a integridade física, psíquica e emocional da depoente devido à sua condição peculiar de pessoa em situação de violência doméstica, além de garantir que ela, familiares ou testemunhas não terão contato direto com investigados ou suspeitos e com pessoas a eles relacionados.</p>
<p>Deverão ainda ser evitados interrogatórios, nos âmbitos criminal, cível e administrativo ou questionamentos sobre a vida privada, de modo a lembrar, de maneira dolorosa, os momentos em que ela esteve sob o jugo do agressor, nos âmbitos criminal, cível e administrativo ou questionamentos sobre a vida privada.</p>
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