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	<title>Mário Juruna &#8211; PDT</title>
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		<title>Mário Juruna: um autêntico líder para a comunidade indígena no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2021 22:25:33 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p><em><strong>O pedetista deixou um exemplo de garra e luta por melhorias na qualidade de vida da população indígena</strong></em></p>
<p>Com tantas pautas em vigência e de grande importância para a comunidade indígena, o momento não poderia ser mais propício para relembrar o nascimento de Mário Juruna (PDT), o primeiro índio a ser eleito no poder legislativo do País, que hoje completaria 78 anos.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados, Juruna defendeu alguns direitos considerados básicos para a comunidade indígena. Em um de seus mais importantes discursos na Casa, o pedetista cobra mais representatividade indígena na política brasileira e a necessidade de investimento em educação de qualidade para a classe.</p>
<p>“Eu quero apresentar exemplo com minha candidatura, porque hoje já podia ter deputado índio. Podia ter deputado aqui no Brasil, mas nós não somos culpados. Quem é culpado, é responsável, é essas pessoas que não dão oportunidade pra índio. É por isso que nós só aprende, só estuda o primário”, afirmou Juruna.</p>
<p>Embora tenha crescido a representatividade indígena no Brasil, hoje nos deparamos com um cenário ainda mais grave do que o relatado por Juruna na Câmara Federal, pois várias tribos estão amedrontadas com a possibilidade de perda de territórios com a tese do marco temporal – medida que está sendo votada nesta semana no Supremo Tribunal Federal (STF) – que estabelece a demarcação de terras indígenas delimitando apenas as que já eram ocupadas por eles antes da data de promulgação da Constituição de 1988.</p>
<p>A medida também é defendida por Bolsonaro durante sua campanha eleitoral, em 2018, onde ele prometeu acabar com a reserva indígena no Brasil. Além disso, tramita o Projeto de Lei (PL) na Câmara dos Deputados, arquivado desde 2018, que visa transformar o marco temporal em lei com o PL nº 490/2007.</p>
<p>Segundo o Atlas Violência 2021, o Brasil registrou o assassinato de 2.074 indígenas entre 2009 e 2019 – resultado que fez a taxa de letalidade violenta praticada contra os grupos étnicos saltar 22% no período. Para a comunidade, além de ser um retrocesso na garantia de direitos indígenas, com a tese do marco temporal, o número de mortes pode aumentar em decorrência de disputas de terras promovidas tanto pelo poder público quanto pelo setor privado.</p>
<p>Na época de seu discurso na Câmara, Juruna já ressaltava a necessidade de criação de mecanismos capazes de assegurar as tribos de todo Brasil.</p>
<p>“Sou homem do povo, sou homem de campo, quando me criei não encontrei nem um branco, não encontrei nem um avião, nem automóvel, nem estrada; onde me criei era sertão, eu só escutava canto do passarinho, e hoje eu encontro muito pressão contra índio, e invasor, e estrada. A gente está recebendo muita pressão”, afirmou o pedetista.</p>
<p>Não restam dúvidas sobre a importância da luta dos povos indígenas brasileiros pela preservação da cultura, por garantia de direitos civis e políticos e direitos a territórios ocupados durante décadas por seus ancestrais. Como dizia Mário Juruna, é necessário um fortalecimento dos índios em todas as áreas políticas do País para que haja uma representação justa e democrática.</p>
<p>“E muita gente que achava, quando eu entrei na política, muita gente falava contra Juruna, falava: “Imagina como que Juruna vai entrar no plenário, imagina, o índio, o que é que vai resolver no plenário, como é que índio vai representar índio?” E eu quero saber: imagina, o que é que o branco pode? Talvez índio pode representar melhor do que qualquer deputado, qualquer senador e qualquer da República”.</p>
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		<title>Leonel Brizola, o preferido dos índios do Paraná nas eleições presidenciais de 1994</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 03:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
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<p class="yiv2130622304MsoNormal"><em><b>Etnia Kaingang valorizou a luta do PDT em prol da causa e a representativa vitória de Mário Juruna</b></em></p>
<p class="yiv2130622304MsoNormal">O compromisso do PDT com os indígenas foi simbolizado, em 1994, pelo apoio maciço da população da reserva Marrecas, no Oeste do Paraná. 84% dos representantes da etnia Kaingang escolherem Leonel Brizola na eleição para presidente da República, segundo registros dos jornais O Estado do Paraná e Folha de Londrina em 8 de outubro.</p>
<p class="yiv2130622304MsoNormal">A apuração mostrou que, ao contrário da maioria dos “eleitores brancos”, 145 dos 173 Kaingang votaram no ex-governador do Rio de Janeiro como forma de reconhecimento ao protagonismo da sigla no Brasil.</p>
<p class="yiv2130622304MsoNormal">O chefe da reserva, Dival de Souza, explicou que dois fatores foram determinantes: o programa do partido, que “defende uma política de proteção”, e a vitória de Mário Juruna para deputado federal, em 1982. Com 31 mil votos no Rio de Janeiro, o cacique Xavante revolucionou ao conquistar, de forma inédita, uma cadeira no Congresso Nacional.</p>
<p class="yiv2130622304MsoNormal">“O PDT foi o primeiro partido a eleger um deputado federal, o índio Juruna. Sem falar que o sociólogo Darcy Ribeiro, militante do PDT, é um dos profissionais mais ativos com os índios brasileiros”, destacou.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Juruna: cacique Xavante que, pelo PDT, revolucionou o Congresso Nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2020 01:13:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FLB-AP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[cacique Xavante]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Memória Trabalhista]]></category>
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		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Desde Barra do Garças (MT)]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura militar]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Juruna]]></category>
		<category><![CDATA[podcast do CMT]]></category>
		<category><![CDATA[Voz da verdade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="700" height="438" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Juruna-cacique-Xavante-que-revolucionou-pelo-PDT-o-Congresso-Nacional.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Juruna-cacique-Xavante-que-revolucionou-pelo-PDT-o-Congresso-Nacional.jpg 700w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Juruna-cacique-Xavante-que-revolucionou-pelo-PDT-o-Congresso-Nacional-100x63.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Juruna-cacique-Xavante-que-revolucionou-pelo-PDT-o-Congresso-Nacional-300x188.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Juruna-cacique-Xavante-que-revolucionou-pelo-PDT-o-Congresso-Nacional-144x90.jpg 144w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Juruna-cacique-Xavante-que-revolucionou-pelo-PDT-o-Congresso-Nacional-600x375.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p>“Se tiver ao menos mais cinquenta Juruna, o Juruna já tinha mudado o Brasil. Vira a mesa.” Em um discurso histórico na tribuna da Câmara dos Deputados,  primeiro parlamentar indígena do Brasil, marcou o Dia do Índio, em 19 de abril de 1983. Com marcos como esse,Mário Juruna, o cacique Xavante, que nesta quinta-feira (3) estaria completando 77 anos, segue revolucionário a partir do legado que construiu ao longo da sua trajetória nacional.</p>
<p>Desde Barra do Garças (Mato Grosso), a liderança dedicou seus esforços para questionar e transformar, dentro do possível para a época, a realidade dos indígenas após séculos de repressões e abusos. E isso foi possível com o ineditismo que agitou os corredores do Congresso Nacional após sua eleição, em 1982, com 31 mil votos pelo PDT de Leonel Brizola, no Rio de Janeiro.</p>
<p>“Juruna é o primeiro índio que está representando brasileiro, porque o Governo brasileiro não dá oportunidade pra índio, porque ele quer continuar tutelar toda vida índio. E nós não somos tutelados, somos responsáveis, nós somos gente, nós somos ser humano”, afirmou, durante a sua manifestação, que também pode ser conferida em áudio, ao final do texto, no podcast do Centro de Memória Trabalhista (CMT).</p>
<p>E, justamente, a novidade parlamentar poderia representar, segundo ele, um movimento que renderia uma mudança de paradigmas não só na política, mas também na sociedade brasileira. Para isso, reafirmava a necessidade de ampliar o espaço e as oportunidades para todos os segmentos da população.</p>
<p>“Cada um de nós tem consciência e cada um de nós tem capacidade. Ninguém tem menos capacidade. Todos nós tem capacidade e todos nós têm inteligência e todos nós tem a vontade para assumir onde quer que existe poder. Eu acho esse já é fruto está nascendo aqui dentro do Brasil, esse já é sinal que está nascendo aqui dentro do plenário. Único índio que tá falando hoje, único”, comentou, ao receber aplausos.</p>
<p>Nesse processo, a luta pelo regime democrático – conquistado, posteriormente, com a Constituição de 1988 -, ratificava seu anseio por um país mais justo e igual após décadas de ditadura militar.</p>
<p>“Vamos pensar juntos e mudar o regime do Brasil. Nós vamos mudar a nossa mentalidade. Vamos buscar a nossa inspiração e vamos assumir mais ainda. Nós não podemos praticar a sujeira que acontece diante de nós. Nós podemos virar o nosso Brasil c nós podemos virar a mesa-redonda e vamos mudar a casa e vamos pegar vassoura e vamos levar sabonete para o terreiro. Eu mesmo não aceito mais que o Governo assume. Eu não aceito mais”, disse o líder Xavante, que faleceu em 2002.</p>
<p><strong>Voz da verdade</strong></p>
<p>No podcast do CMT, a emoção do pedetista ao defender seu povo:</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: EP#73-Alceu Collares em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra e às Religiões de Matriz Africana, em 16 de novembro de 2005" style="border-radius: 12px" width="624" height="351" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/show/6qYk5uYNWeZzEcXLDb2DTt/video?utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>A seguir, o discurso, na íntegra, publicado no Diário do Congresso Nacional, em 20 de abril de 1983:</p>
<p>O SR. MÁRIO JURUNA (PDT &#8211; RJ. Sem revisão do orador.) &#8211; Sr. Presidente, é hoje a nossa semana, a Semana do Índio, foi votada do Presidente Vargas, que se lembrou para poder deixar a semana do índio no escrito pra nós. foi muito bonito semana do gente, é muito bacana, como acontece pra semana do trabalhador, como acontece com a semana do metalúrgico. Então, por que não tem uma semana do índio? Então, precisa que nós vamos conservar essa semana da gente. Segundo, eu quero apresentar exemplo com minha candidatura, mesmo, porque hoje já podia ter Deputado índio antes 400 anos e podia ter índio aqui há 1.500 anos pra trás. Podia ter Deputado aqui no Brasil mas nós não somos culpados. Quem é culpado, é responsável do Brasil é essa pessoa que não dá oportunidade pra índio. É por isso que nós só aprende, só estuda só o primário. Só nós que aprende o ABC, que nós aprendemos o chamando que casa boa. Então, é isso que nós não queremos.</p>
<p>Então, primeiro eu quero falar em nome do companheiro trabalhador, porque vocês é a mesma coisa como índio, é a mesma coisa como posseiro, é a mesma coisa como lavrador e é a mesma coisa como a tribo. Esse pessoal que está lá em cima, que a gente sofre repressão da autoridade, esse pessoal, meus companheiros, é todo pessoal o filho do empresário, o filho do Deputado, o filho do Senador. Esse resto que é o pessoal que está lá em cima é pessoal filho de pobre e, por isso, eu quero considerar mais ainda esse pessoal que leva sacrifício, pessoal que sofre muito mais que a gente que está vivendo muito bem aqui na Câmara Federal. (Palmas.) E muita gente que achava, quando eu entrei na política, muita gente falava contra Juruna, falava: &#8220;Imagina, como que Juruna vai entrar no plenário, imagina, o índio, o que é que vai resolver no plenário, imagina, como é que índio vai representar índio?&#8221; E eu quero saber: imagina, o que é que o branco pode? Talvez índio pode representar melhor do que qualquer Deputado, qualquer Senador e qualquer da República. (Palmas.) Juruna é o primeiro índio que está representando brasileiro, porque o Governo brasileiro não dá oportunidade pra índio, porque ele quer continuar tutelar toda vida índio. E nós não somos tutelados, somos responsáveis, nós somos gente, nós somos ser humano. (Palmas.) Esse meu candidato muita vergonha para brasileiro que tem consciência. Quem não tem consciência, a gente me trata como objeto, agente me trata como boneca. E quando eu passo aqui dentro de plenário e alguns companheiros à frente de mim e diz cara emburrada, é ridículo.</p>
<p>Eu não vim aqui fuxicar com ninguém, eu vim aqui pra trabalhar, pra defender povo, eu vim aqui pra lutar, eu vim aqui pra conseguir barreira (Palmas.) Eu quero que gente começa a respeitar nome de Juruna. Eu quero que gente trata índio brasileiro o mais possível dentro do melhor. Porque até hoje o companheiro, o Agnaldo Timóteo, a gente falava contra ele: Como é que cantor tem direito pra ser Deputado? Como é que Agnaldo, cantor, tem direito pra ser Deputado? Como é que o negro tem direito pra ser Deputado como o branco tem direito? Nós também tem direito, tem capacidade e nós também tem capacidade para assumir. (Palmas.) Cada um de nós tem consciência e cada um de nós tem capacidade. Ninguém tem menos capacidade.</p>
<p>Todos nós tem capacidade e todos nós têm inteligência e todos nós tem a vontade para assumir onde quer que existe poder. Eu acho esse já é fruto está nascendo aqui dentro do Brasil, esse já é sinal que está nascendo aqui dentro do plenário. Único índio que tá falando hoje, único. Deputado tá falando hoje: não é terceiro, não é quinto deputado, não é cinquenta Deputado. Se tiver ao menos mais cinquenta Juruna, o Juruna já tinha mudado o Brasil, vira a mesa. (Palmas.) Esse dia, a semana passada, que o Presidente da República tava fazendo provocação contra Juruna tá provocando para ele mesmo. Como ele tem coragem para dizer aqui dentro do plenário que ele tá furando a lei do plenário? Ele tem que respeitar a lei do plenário. Não é Presidente que cria a Lei de Segurança. Esse Presidente foi eleito uma pessoa, ele foi indicado uma pessoa, ele tem de reconhecer isso: o Juruna foi eleito por carioca. (Palmas.)</p>
<p>Agora, como que este Presidente foi indicado por uma pessoa c qualquer um Ministro indicado por uma pessoa, como é que tem coragem para dizer que homem que ganhou por noventa e uma pessoa. Eu não admiti e qualquer Presidente da República não pode ter coragem para dizer contra companheiro e qualquer um de nós. O Presidente precisa respeitar o candidato Deputado. Agora, também a FUNAI é irmã do Presidente, filho do Presidente; esses funcionários públicos e todos os milicos, filhos do Presidente. (Palmas.) Este pessoal, este Presidente deve tomar conta do funcionário público onde que gente recebe repressão, onde gente está passando fome, onde tem gente que está precisando ajuda do Governo Federal. Não é candidato, não. Ele podia preocupar mais com problema da miséria no Brasil, não com o juruna. (Palmas.)</p>
<p>Olha, minha gente, eu quero pedir favor a vocês também, companheiros. Eu tenho muito respeito a povo que fica em pé em liberdade, que fica sentado em liberdade. Aqui não é obrigado que a gente chama atenção do outro, porque temos que respeitar os outros. (Palmas.) Agora, o problema da Fundação Nacional do Índio. Nós estamos tutelados pela FUNAI e somos considerados como criança e somos menores da criança e FUNAI é papaizinho e FUNAI é padrasto do índio. Agora, como é que a FUNAI está deixando índio morrendo de fome, como é que FUNAI está deixando a terra para fazendeiro, como FUNAI não assume estatuto ao lado do índio? Onde está o Estatuto do Índio. Onde está a lei do Estatuto do Índio e por que não pode criar outro estatuto?</p>
<p>O estatuto repressão é contra índio, estatuto é chamado por Estatuto da Fundação Nacional Militar. Tem que mudar tudo isso. É militar que está contra índio, é FUNAI que está contra índio, não é posseiro e não é fazendeiro (Palmas) e FUNAI está matando índio, acabando índio. A gente que estuda bastante, cria projeto mais rápido, a gente quer resolver projeto em 4 anos, porque 4 anos é rápido. Projeto tem que ser aprovado todo dia; de manhã, de tarde, projeto anda mais pra frente, não precisa ficar na gaveta. Ninguém pode estudar com projeto, porque projeto é fácil para resolver. Só falta capacidade, que a gente assume, para poder aprovar projeto. Por que o Brasil está na miséria? Por que o Brasil está na inflação? Por que o Brasil está na fome? Porque aqui não tem homem de capacidade, porque aqui Governo brasileiro é comprometido (Palmas.)</p>
<p>Quem quer ser homem que pensa com brasileiro, quem quer ser homem eleito com povo não precisa ter homem no Governo Federal, Governo da República não pode ser indicado por uma pessoa. Presidente da República tem que ser mais votado com povo brasileiro (Palmas.) Até eu me lembro muito bem que antes de 64 Brasil tinha muito ouro, era muito sagrado e hoje Brasil não tem mais muito ouro não. Está estragado. O Brasil não tem mais ouro. Quem está estragando o Brasil é o próprio Governo Federal, é este Presidente da República que está estragando nosso Brasil, junto com Delfim, esse responsável pelo Brasil. (Muito bem! Palmas.)</p>
<p>Gostaria também de deixar liberdade a qualquer pessoa ou Deputado. Como eu sempre disse, tenho grande respeito aos companheiros. Quem quiser poder falar. Quem está falando na mesa é Juruna. Então, eu gostaria de ouvir todo mundo, cada um dar opiniões. Aprendi com vocês e vocês querem aprender comigo. V. Ex&#8217; está falando sobre o Projeto. O Ministro do Interior tem obrigação de apresentar para mim projeto aonde está criando projeto, que local, aonde vai fazer a moradia para índio, que local. Quero que e1e explica para mim. Quero que ele apresenta projeto do índio, isto é que é importante, porque eu, aqui dentro do plenário, não quero que gente esconde o projeto. E através do Deputado Juruna quero acompanhar todo o projeto, aonde o Governo vai aplicar dinheiro, onde o Governo vai fazer moradia para índio (Palmas.) Quero assumir também compromisso com autoridade. Eu não quero que gente só bate-papo, eu não quero que gente apresente projeto sem aprovar nada. (Palmas.)</p>
<p>Como eu já disse, quero falar problema do Brizola. Até todo mundo &#8211; não é todo mundo &#8211; até milico que é contra Brizola. Agora, o Brizola é homem, foi cassado, como acontece com o índio, e por isso apoio Brizola e por isso eu quero dar liberdade para Brizola, porque, como acontece como posseiro, como acontece com o Índio, o Brizola foi expulso do Brasil, sem necessidade. E por que o Governo não expulsa outro agora? Expulsa todo o Ministério, tira todo o Ministério! (Palmas.) bota na rua todo mundo! (Palmas) &#8211; Se o Governo Federal, ele tem capacidade, ao lado do povo, se o Governo Federal assume, como homem, tira meia dúzia de Ministro que atrapalha o nosso Brasil. Tirava meia dúzia, o Presidente da República. qualquer um de nós apoiava ele. Nós apoiamos o Presidente da República e nós levava para crescer mais ainda o nome dele. Desse jeito, ninguém vai apoiar o Presidente. Ninguém pode apoiar sujeira. Eu mesmo não pode apoiar sujeira (Palmas.) porque eu quero que o Presidente muda o nosso Brasil. Porque o Presidente é, responsável da Nação, o Presidente é juízo do povo, o Presidente é o pai do povo, O pai do Brasil. Agora, como está hoje, o Presidente é o pai do povo? Não existe pai do povo. não. Aqui não tem pai do povo, não. (Palmas.) É por isso que gente está passando fome e por isto gente que vive com inflação e por isto que povo está passando necessidade, porque o Presidente não é do povo. O Presidente foi eleito com empresário, Presidente foi compromisso com multinacional, com fazendeiro, com empresário e grande empresário. E do pobrezinho não tem povo, não. Não tem gente. não. Se Presidente pai do Brasil Presidente segurava toda barra que está acontecendo no Brasil. E aqui gente tá morrendo. E por quê? Porque não tem Presidente, não tem autoridade. E toda autoridade é comprada, toda autoridade está-se vendendo, quer o dinheiro, quer ganhar dinheiro. (Palmas.)</p>
<p>Eu quero que vocês, companheiros, saibam que eu não tou falando, não sou Presidente da República, não. Cada um de vocês deve pensar: será isto não presta&#8217;? Será só o Presidente que presta? Será que o Presidente não presta? Eu também não presto? Cada um de vocês, companheiro, deve pensar, não ê só Presidente. Defeito: às vezes, Presidente ê bom e assessor diretor, quem engana o Presidente, assessor que não leva verdade para Presidente. Por isto que Presidente passa mal assessorado. Se tiver assessor bom, se tiver diretor bom que levava recomendação do povo, eu acredito que Presidente atendia pedido do povo. Por isto, companheiros, quero recomendar vocês, porque nós, a gente está querendo fazer eleição direta, eleição do povo, eleição livre, eleição de liberdade. O Governo brasileiro fica, deixa direção. Porque essa liberdade do povo, e cada um povo vai assumir compromisso dele, onde povo vai votar. Então, o Presidente, ele não pode furar qualquer consciência do povo, e por isso eu apoio povo brasileiro. Então, como sou homem do povo, sou homem de campo, sou homem que fui criado do mato, fui criado no sertão, quando me criei não encontrei nem um branco, não encontrei nem um avião, nem automóvel, nem estrada; onde me criei era sertão, eu só escutava canto do passarinho, e hoje eu encontro muito pressão contra índio, e invasor e, estrada. O chefe do transporte quer fazer estrada, quer tirar reserva do índio, quer acabar terra do índio. A gente está recebendo muita pressão. Então, a gente quer acabar com isso, e nós não podemos prender. Esse que acontece da repressão diante da gente.</p>
<p>Eu quero os companheiros e V. Ex&#8217;, Sr. Presidente, vamos pensar direito. Quem vai ser Presidente da República? Será vocês cada um do você, Sr. Deputado? Você não vai vender seu consciência? Será você não vai se enganado? Eu acha que gente pode indicar sem ser comprometido. A gente não tem que ver com estrangeiro, a gente brasileira que quer assumir independente. O brasileiro tem capacidade. (Palmas.) Por que brasileiro não assume sozinho? Governo brasileiro vai viver à custa do estrangeiro? O estrangeiro é o mandador pra brasileiro, e o Governo é recebedor do estrangeiro e não está lembrando o nosso povo; não quer lembrar o nosso povo. Por isso não aceito o macaco velho, não aceita o saco velho mesma farinha. Banana foi plantada ano passado, não vai dar mais fruta. Que adianta que nós vamos conservar, que a gente plantou a banana, no ano atrasado, três anos passados? Depois, não vai dar mais cacho. O que adianta, o que nós vamos querer macaco velho? Esse pessoal não sabe mais trabalhar, não sabe mais atender pessoas, esse pessoal tem que ser aposentado cuidar da aposentadoria em casa. O coronel, militar, ele tem que voltar para o quartel, onde existe o lugar dele. Não é para tomar o dinheiro do civil, não é para tomar a liberdade do civil. Quem está trazendo inflação e a fome é o próprio Governo Federal, os militares, Polícia Federal, Governo do Estado, Governo do Regional, esse pessoal que está trazendo a miséria para o povo brasileiro. E por isso, durante o meu mandato, não admito que povo passe necessidade. Quero pedir a ajuda de vocês, companheiros de cada Partido: do PDT, PMDB, PDS. Quero que vocês pensem juntos. Vamos pensar juntos e mudar o regime do Brasil. Nós vamos mudar a nossa mentalidade. Vamos buscar a nossa inspiração e vamos assumir mais ainda. Nós não podemos praticar a sujeira que acontece diante de nós. Nós podemos virar o nosso Brasil c nós podemos virar a mesa-redonda e vamos mudar a casa e vamos pegar vassoura e vamos levar sabonete para o terreiro. Eu mesmo não aceito mais que o Governo assume. Eu não aceito mais.</p>
<p>Ora, esse projeto não vou ler. Quero apresentar pra V. Exª pra mudar esse Regimento da FUNAI pra poder ter Conselho Indígena trabalhar na FUNAI, criar a Fundação do Índio. Não é Fundação Nacional do Índio, Fundação do Índio. Quem vai administrar a FUNAI é índio, não ê pessoa aposentado, não é pessoa reservado. (Palmas.) Sr. Presidente, eu já vou deixar Mesa. Quero encomendar a companheiros c V. Exª que eu tenho encaminhado projeto Comissão do Índio. Quero que vocês ajuda. Não vai ajudar interesse de mim, não. Vamos ajudar a comunidade indígena e vamos criar o projeto que vá atender comunidade brasileira. Então ele não chama brasileiro, ele não chama ser humano, ele não chama mesmo natureza. A gente não pode ser melhor que outros. E nós vamos ver todo mundo igual, como quando eu tive na Holanda, é país pequeno, todo holandês vive igual. Aqui Brasil é muito grande e muita gente tá precisando da terra. Aqui, eu quero pedir V. Exª, Presidente, vamos pensar juntos, vamos reformar a nossa Brasil, viu? Vamos dividir, terra é para posseiro, é terra para fazendeiro, é terra para índio, vamos dividir a nossa terra. Muito obrigado todos vocês, companheiros. (Palmas prolongadas!)</p>
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		<title>Mário Juruna: maior protagonista na luta pelos direitos indígenas no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 20:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Juruna]]></category>
		<category><![CDATA[povo indígena]]></category>
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<p>De origem Xavante,  grande parte localizada no estado do Mato Grosso, Juruna se tornou cacique da tribo aos 17 anos. Teve seu primeiro contato com o homem branco em 1958. Toda a sua trajetória foi fundamentada na luta em defesa das terras e do povo indígena.</p>
<p>“Sou homem do povo, sou homem de campo, quando me criei não encontrei nem um branco, não encontrei nem um avião, nem automóvel, nem estrada; onde me criei era sertão, eu só escutava canto do passarinho, e hoje eu encontro muito pressão contra índio, e invasor, e estrada. A gente está recebendo muita pressão”, afirmou Mário Juruna em seu mais famoso discurso na Câmara Federal.</p>
<p>Juruna ficou conhecido como combativo e questionador. Não confiava na palavra do homem branco e por isso, sempre carregava com ele um gravador portátil, que registrava todas as conversas com autoridades e denunciava quando os políticos não cumpriam o que era prometido ao povo indígena.</p>
<p>O cacique também foi o responsável por levar a conhecimento de todo País a atual situação em que o povo indígena vivia, denunciando os abusos sofridos.</p>
<p>Em 23 de março de 1983, Juruna criou a Comissão Permanente do Índio no Congresso Nacional – o que seria um início da atual Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara – além de atuar junto as comunidades e instituições de proteção dos povos indígenas do Brasil.</p>
<p>Ao final da sua histórica fala, e ao mesmo tempo muito atual, o deputado federal Mário Juruna faz um apelo ao presidente da Câmara da época. “Aqui eu quero pedir a V.Excia., presidente, vamos pensar juntos, vamos reformar o nosso Brasil, viu? Vamos dividir, terra é para posseiro, é terra para fazendeiro, é terra para índio, vamos dividir a nossa terra”, finalizou o cacique.</p>
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		<title>Ciro Gomes e Carlos Lupi comemoram o Dia do Índio em aldeia Xavante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2018 17:23:10 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="947" height="500" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/04/ciro-dia-do-indio.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/04/ciro-dia-do-indio.jpg 947w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/04/ciro-dia-do-indio-100x53.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/04/ciro-dia-do-indio-300x158.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/04/ciro-dia-do-indio-768x405.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/04/ciro-dia-do-indio-170x90.jpg 170w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/04/ciro-dia-do-indio-600x317.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 947px) 100vw, 947px" /><p>O pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, e o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, visitam hoje (19), Dia Nacional do Índio, as aldeias Guadalupe e São Marcos, em Mato Grosso. A comitiva pedetista na terra do Xavante Mário Juruna – primeiro e único deputado federal indígena do País pelo PDT –, também conta com a presença de Rafael Weree, neto de Juruna e presidente do Movimento Indígena da legenda.</p>
<p>Pela manhã, ao desembarcar no aeroporto de Aragarças (GO), Ciro falou com jornalistas. Disse que passaria o dia na comunidade Xavante para discutir e aprender com os índios. Ciro também respondeu sobre eleições e disse que é preciso ter disciplina para produzir a solução que o Brasil precisa e, nesse contexto, afirmou que está dedicado para isso.</p>
<p>“O eleitorado brasileiro quer mudança e a mudança que ele procura parece ter compromisso com interesses populares, que estão sendo perseguidos hoje por essa turma que o Michel Temer representa. É a turma que se juntou para fazer o golpe contra a presidente Dilma Rousseff”, disse. “Minha responsabilidade cresce muito e estou sentindo nos meus ombros”, reiterou.</p>
<p>Questionado novamente sobre o resultado da última pesquisa Datafolha, onde alcança 9% em todos os cenários em que Lula não é candidato, reforçou que a pesquisa é o “retrato de um momento” e que é preciso ter paciência.</p>
<p>“Para quem já acumulou a experiência que eu acumulei, sabe que pesquisa nesse momento é muito mais a visibilidade, notoriedade e nível de publicidade, que é desigual. A campanha coloca tudo isso como igual e a população, quando acompanhar os debates, saberá de onde o candidato veio, se ele tem a ficha limpa. Dessa vez, vai ter uma relevância muito grande e eu quero crer que a chance de servir a esse País como presidente está aumentando”.</p>
<p>Ciro também respondeu a perguntas de caráter econômico, como o agronegócio do Mato Grosso.  Disse que o segmento &#8211; especialmente o Centro-Oeste &#8211; carrega o Brasil “nas costas”, com pessoas que acordam cedo e trabalham muito.</p>
<p>“Logo mais, as pessoas vão saber como se produz uma economia eficaz, como se administra a taxa de câmbio, como o agronegócio pode ter competitividade no estrangeiro, como se administra uma política exterior de comércio, como se equaciona a infraestrutura para dar maior competitividade e como a gente nacionaliza a base industrial que é necessária para a agricultura funcionar”, pontuou.</p>
<p><strong>Líder Xavante</strong></p>
<p>Mário Juruna foi um líder indígena e político brasileiro. Filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), foi o primeiro e único deputado federal indígena do Brasil. Juruna nasceu na Aldeia Xavante Namunkurá, no município de Barra do Garças, em Mato Grosso.</p>
<p>Foi eleito deputado federal pelo PDT em 1982, representando o estado do Rio de Janeiro. Sua eleição teve uma grande repercussão por ser o primeiro índio a se eleger deputado federal no país.</p>
<p>Mário Juruna morreu na noite de 17 de julho de 2002, em decorrência de uma diabetes.</p>
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		<title>PDT fortalece Movimento Indígena com filiação do cacique Álvaro Sampaio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2017 21:19:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_0929-2.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_0929-2.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_0929-2-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_0929-2-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_0929-2-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_0929-2-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_0929-2-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />“Vamos dar prosseguimento ao legado de Mário Juruna, Leonel Brizola e Darcy Ribeiro”, afirmou o cacique Álvaro Sampaio ao se filiar ao PDT nessa terça-feira (22), na sede nacional do partido, em Brasília. Recebida pelo presidente nacional do Movimento Indígena, Rafael Weree, a liderança da etnia Tukano, que é originária do Amazonas, na região de...]]></description>
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<p>Sobre o cenário nacional, o cacique ponderou que a formação de quadros é um passo fundamental para o fortalecimento da causa.</p>
<p>“Eu preciso dizer, claramente, ao Brasil, que precisamos renovar a força política com candidatos do povo. Buscar liberdade, defender os povos indígenas, e outras minorias, que não tem tido muito espaço no Congresso Nacional”, disse Álvaro, que estava acompanhado dos militantes Regina Bessa e Serebhi Lula.</p>
<p>Ao abonar a ficha de filiação, Rafael Weree exaltou o fortalecimento das ações pedetistas em todos os estados. “Recebemos, com muito orgulho, a nossa liderança de luta aqui. Álvaro Tukano chega para somar na luta”, garantiu. “Agora, com o trabalho que estamos desenvolvendo, a partir da estruturação do movimento, vamos combater os ataques vindos do governo Michel Temer”, concluiu.</p>
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		<title>Legado de Mário Juruna impulsiona Movimento Indígena do PDT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 00:25:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[FLP-AP]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Juruna]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Indígena do PDT]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Weree]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />“Só falta a gente voltar a gravar de novo as promessas do homem branco”, ponderou Rafael Weree, presidente nacional do Movimento Indígena do PDT (Movi-PDT), ao relembrar o uso do gravador pelo seu avô, Mário Juruna, cacique Xavante que foi o primeiro e único deputado federal indígena do Brasil. Na entrevista para a Fundação Leonel...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/IMG_2095-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>“Só falta a gente voltar a gravar de novo as promessas do homem branco”, ponderou Rafael Weree, presidente nacional do Movimento Indígena do PDT (Movi-PDT), ao relembrar o uso do gravador pelo seu avô, Mário Juruna, cacique Xavante que foi o primeiro e único deputado federal indígena do Brasil. Na entrevista para a Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLP-AP), Weree fez um resgate do legado do líder pedetista, analisou as políticas públicas para os índios e criticou a instabilidade gerada pelo governo Temer na democracia nacional.</p>
<p>O país reúne, atualmente, cerca de 900 mil indígenas, que estão espalhados por todas as regiões do país. Nesse cenário, o responsável por mobilizar a militância desse segmento apresenta um diagnóstico preocupante.</p>
<p>“Desde 1500, estamos na luta para manter a nossa população, tradição e floresta. Hoje, nós enfrentamos dificuldades ainda maiores, se comparado ao período do meu avô (década de 1980). Essa situação é ocasionada pela falta de liderança no meio político para defender a nossa população e os nossos direitos”, afirmou.</p>
<p>Para reverter o panorama calamitoso, Weree indicou que o planejamento inclui levar ferramentas, como os cursos de formação política da Universidade aberta Leonel Brizola (ULB), diretamente para as aldeias. “Formamos turmas em Mato Grosso e muitos já receberam até o diploma. Nossa população precisa saber quem são os nossos adversários nesse campo. Muitas vezes, por inocência e assédio dos políticos locais, a gente acaba votando nesses pessoas que trabalham contra nós”, disse.</p>
<p>“No passado, tivemos um líder político que alcançou o cargo de deputado federal. Desta vez, nós queremos aumentar o número de figuras representativas. Esse caminho, iniciado lá trás, está sendo construído e fortalecido com a participação dos jovens indígenas no partido, que conta, agora, com o MoviPDT. Assim, nós poderemos gritar pelo nosso povo e pelos nossos direitos com gente preparada”, assegurou, ao convidar a população para ingressar na sigla.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/fqcnww4P_Gg" width="348" height="348" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><strong>Juruna</strong></p>
<p>Segundo Weree, Juruna fez história no Brasil a partir de uma candidatura fortalecida por Leonel Brizola. “Foi uma grande sacada de líderes do Trabalhismo, como Brizola e Darcy Ribeiro,  que ajudaram o  meu avô a entrar na política. Ele já era cacique da terra indígena São Marcos, onde liderava uma comunidade Xavante. Por tantos problemas enfrentados naquele tempo, eles encontraram também um grande homem, que lutava pelas causas sociais”, exaltou.</p>
<p>“Nós estamos trabalhando na perspectiva de eleger, novamente, um novo parlamentar para o Congresso, mas, no primeiro momento, é preciso oferecer formação e conhecimento para o nosso povo. Assim, será um diferencial para fortalecer a nossa luta e garantir um voto consciente”, acrescentou.</p>
<p><strong>Política</strong></p>
<p>“Nesse mundo, não precisamos radicalizar o ponto de vista, porém existem pautas que devem ser discutidas, e não atropeladas, pois nossos direitos estão garantidos na Constituição”, ressaltou Weree, ao ratificar a falta de respeito de parte da sociedade, da classe política e até do Judiciário.</p>
<p>“Eu posso dizer, pela experiência também, que, no povo brasileiro, muitas famílias humildes valorizam a existência dos indígenas como povo originário. Porém, existe uma classe, com até doutorado, não tem a humildade de reconhecer”, lamentou.</p>
<p><strong>Governo</strong></p>
<p>Inconformado com o avanço de políticas públicas danosas para o segmento, o presidente do MoviPDT criticou também a tentativa de retirada de direitos a partir de um paralelo com uma famosa declaração de um deputado federal. “Tiririca se enganou ao falar que pior do que está, não fica. Para nós, indígenas, o que está ruim ficou pior. Se estão querendo tirar direitos dos trabalhadores, do povo brasileiro, imagina para nós, o que pode vir ainda”, observou.</p>
<p><strong>Reservas</strong></p>
<p>Ao analisar a reiterada tentativa de representantes do agronegócio e da mineração de ocupar reservas indígenas asseguradas, na sua grande maioria, pela legislação brasileira, Weree aponta para a possibilidade real de eliminação de milhares de tribos e de destruição do meio ambiente.</p>
<p>“Essa questão é complexa, representa uma ameaça e não tem limite o crescente avanço do agronegócio, responsável pelo intenso desmatamento. Não é só a nossa vida que está em jogo, mas os nossos recursos naturais também. Os venenos utilizados (pelas indústrias) nos alimentos acabam chegando aos rios, onde nós coletamos água e tomamos banho”, concluiu.</p>
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		<item>
		<title>Dia do Índio: Há 34 anos, Juruna revolucionava Congresso com discurso histórico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 18:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Índio]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Juruna]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[Xavante]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Deputado-federal-Mário-Juruna-PDT-RJ.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Deputado-federal-Mário-Juruna-PDT-RJ.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Deputado-federal-Mário-Juruna-PDT-RJ-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Deputado-federal-Mário-Juruna-PDT-RJ-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Deputado-federal-Mário-Juruna-PDT-RJ-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Deputado-federal-Mário-Juruna-PDT-RJ-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Deputado-federal-Mário-Juruna-PDT-RJ-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>“Juruna é o primeiro índio que está representando brasileiro, porque o governo brasileiro não dá oportunidade pra índio”, destacava, há 34 anos, no Congresso Nacional, o deputado federal pelo PDT do Rio de janeiro, Mário Juruna, durante o histórico discurso, em referência ao Dia do Índio, proferido em 19 de abril de 1983.</p>
<p>Reconhecidamente combativo e com uma personalidade forte, foi para a tribuna mostrar a representatividade e força de um cacique Xavante, que ficou reconhecido por sua luta incansável pelos direitos dos povos indígenas.</p>
<p>“Eu não vim aqui fuxicar com ninguém, eu vim aqui pra trabalhar, pra defender povo, eu vim aqui pra lutar. Eu quero que gente começa a respeitar nome de Juruna. Eu quero que gente trata índio brasileiro o mais possível dentro do melhor”, cobrava Juruna.</p>
<p>Sobre a presença de minorias no parlamento, o cacique mostrou o lamentável cenário da legislatura: “Único índio que tá falando hoje, único deputado que tá falando hoje: não é terceiro, não é quinto deputado, não é cinquenta deputado. Se tiver ao menos mais cinquenta Juruna, o Juruna já tinha mudado o Brasil”.</p>
<p>Sobre o líder do seu partido, ele foi enfático: “O Brizola é homem, foi cassado, como acontece com o índio, por isso eu apoio Brizola e por isso quero dar liberdade para Brizola”.</p>
<p>No link abaixo, você confere o discurso de Mário Juruna na íntegra.</p>
<p><a href="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Discurso-do-deputado-federal-Mário-Juruna-no-Plenário-da-Câmara-dos-Deputados.pdf" data-wpel-link="internal">Discurso do deputado federal Mário Juruna no Plenário da Câmara dos Deputados</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Allan Pombo &#8211; A juventude do PDT a serviço do Brasil</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/allan-pombo-a-juventude-do-pdt-a-servico-do-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=allan-pombo-a-juventude-do-pdt-a-servico-do-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2016 13:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Allan Pombo]]></category>
		<category><![CDATA[Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[escola de tempo integral]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Juruna]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="720" height="479" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo.....jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo.....jpeg 720w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-100x67.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-300x200.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-135x90.jpeg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-600x399.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" />Integrante da Juventude Socialista do PDT e membro do Diretório Nacional da legenda, Allan Pombo, 28 anos, é nascido em Guamá, periferia de Belém do Pará. Formado em Administração, foi presidente de Grêmio secundarista, diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE), chefe do Departamento de Políticas Públicas para Juventude (DPJ) do Ministério do Trabalho e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="720" height="479" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo.....jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo.....jpeg 720w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-100x67.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-300x200.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-135x90.jpeg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-600x399.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p>Integrante da Juventude Socialista do PDT e membro do Diretório Nacional da legenda, Allan Pombo, 28 anos, é nascido em Guamá, periferia de Belém do Pará. Formado em Administração, foi presidente de Grêmio secundarista, diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE), chefe do Departamento de Políticas Públicas para Juventude (DPJ) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), onde representou o órgão na Organização das Nações Unidas (ONU). Em sua trajetória ele também atuou como assessor especial da Presidência dos Correios e foi candidato a vereador pelo PDT.</p>
<p>Nestas eleições Allan Pombo compõe a chapa majoritária do partido, como vice-prefeito, que disputa o segundo turno da Prefeitura de Belém. Nesta entrevista, ele destaca o papel da juventude brasileira no futuro do Brasil e fala sobre o trabalho que pretende desenvolver caso seja eleito. Ele também aponta suas referências intelectuais e partidárias e mostra como as bandeiras do PDT e o exemplo de Brizola continuam influenciando os novos quadros políticos forjados pela juventude pedetista por todo o País.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PDT &#8211; Qual a importância do engajamento do jovem na política?</strong></p>
<p><strong>Alan Pombo</strong> &#8211; A juventude brasileira hoje representa 25% da população. São mais de 50 milhões de jovens que têm um futuro pela frente. O jovem, por si só, quer ser protagonista da própria história; quer ser dono do seu futuro, ter voz ativa e no seu destino mandar. Por isso a juventude tem um papel fundamental na construção da sociedade, da política, do social. É a juventude que vai construir o amanhã. Precisamos de oportunidades, de educação de qualidade, esporte, lazer, além de termos perfil dinâmico e criativo vamos potencializar esse perfil. O jovem tem que estar ativo para construir o futuro desejado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PDT &#8211; Quais são suas referências políticas?</strong></p>
<p><strong>Alan Pombo</strong> &#8211; Sou nascido em Belém, em um bairro de periferia, o Guamá. Senti na pele a falta de oportunidades, ter amigos mortos, outros de sucesso. Educação e oportunidade sempre foram as referências e, no Brasil, o grande defensor desta bandeira foi o comandante Leonel Brizola, tanto que me filiei ao partido do Brizola, o partido da educação. Brizola, que não só defendia a educação como prioridade, foi o governador que mais construiu escolas de tempo integral da América Latina, talvez do mundo. Darcy Ribeiro, Getúlio Vargas, João Goulart e Mário Juruna, foram grandes nacionalistas. E, no Pará, grandes escritores como Dalcídio Jurandir, Benedito Monteiro, que foi do PDT, também defendiam a Amazônia, a resistência cabana, e tudo isso nos remete à luta. Particularmente, no Pará, a cabanagem foi um movimento de resistência pelo qual os jovens tomaram o poder, e temos como referência Reginaldo Angelim, que coordenou e comandou com apenas 21 anos de idade e já mostrava que a juventude quando se une consegue tomar o poder. Agora, é através do voto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PDT &#8211; Quando decidiu militar politicamente e por que o PDT?</strong></p>
<p><strong> Alan Pombo &#8211;</strong> Comecei a militar no movimento estudantil. Estudei na escola Madre Zarife Sales, até a 8ª série, onde fundei e fui o presidente do grêmio e defendíamos, além das matérias convencionais, atividades culturais, esportes, feira de ciências, teatro&#8230; Que a educação fosse priorizada e de maneira integral.</p>
<p>Já na universidade fui do diretório e do setor acadêmico, e assim, diretor da UNE. O PDT foi onde me identifiquei. Um partido nacionalista, de grandes estadistas, que defende um Brasil soberano, a defesa integral de suas riquezas, de suas estruturas de Estado; contra as privatizações. O PDT é o que acreditamos para o Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PDT &#8211; Como a tecnologia mudou as inter-relações políticas entre os jovens?</strong></p>
<p><strong>Alan Pombo</strong> &#8211; Com o avanço da globalização, aumentamos a relação pessoal com o mundo, ficou muito mais forte. É importante a integração política, econômica, cultural, para entender o mundo, o contexto político social para entender as experiências e tomar como exemplo para o Brasil. Hoje o avanço tecnológico se personifica na relação com as redes sociais, muito mais forte, rápido e dinâmico. Lógico que existem falhas, nem tudo que está disponível nas redes é verdade. Temos que ter um controle para não influenciar o pensamento das pessoas para o negativo. As pessoas têm que ir a fundo nos acontecimentos e buscar a história em outras fontes. Não podemos deixar de ler e procurar entender o contexto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-49280 alignright" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha-300x169.jpg" alt="Allan Pombo em Campanha" width="300" height="169" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />PDT &#8211; Você é candidato a vice-prefeito de uma importante capital do Brasil, com chances reais de vitória. Caso seja eleito, como será sua atuação na função?</strong></p>
<p><strong>Alan Pombo</strong> &#8211; Nós tínhamos 40 segundos de tempo de TV contra quase quatro minutos do atual prefeito. O primeiro turno foi uma luta desigual e, justamente através das redes sociais, conseguimos romper um pouco esta barreira, mas ainda sim é desproporcional. A mídia ainda manipula e aliena e temos que combater isso. As redes sociais estão servindo para criar uma resistência popular e social para mostrar o outro lado que a mídia tenta impor. É importante por um lado, mas sempre tomando cuidado para não acreditarmos em tudo que se vê.</p>
<p>Será uma honra ser vice-prefeito de Belém do Pará, chamada de Metrópole da Amazônia.  Nos últimos anos foi simplesmente abandonada, com descaso em saúde, em educação, transformando-se numa das capitais mais violentas do Brasil. Mas é possível termos em Belém escolas de tempo integral, onde as crianças aprendam as disciplinas rotineiras importantes mas onde também tenham teatro, aulas de dança, de música, coral, incentivo à cultura da capoeira, o empreendedorismo</p>
<p>Como vice-prefeito, se for eleito, teremos muito para fazer e avançar, um mandato que seja de todos; buscar diálogos com a juventude. Organizar plenárias de bairros, fortalecer os conselhos municipais, os conselhos da juventude que hoje estão parados em Belém, e os conselhos distritais. Será uma honra ser vice-prefeito e contribuir para Belém se transformar em uma cidade escola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PDT &#8211; Mande um recado para os militantes da JS-PDT.</strong></p>
<p><strong>Alan Pombo</strong> &#8211; Representei a Juventude Socialista PDT como candidato, assim como muitos companheiros pelo Brasil, que emprestaram seu nome, para apresentar nossa aguerrida Juventude, que tem mais de 35 anos de luta em defesa do povo brasileiro. Criada pelo comandante Leonel Brizola, que foi um jovem indignado e a indignação e a luta da JS é algo emocionante no Brasil, por isso, tenho muito orgulho. Em cada estado temos nossos quadros, nossos companheiros, hoje, muitos eleitos vereadores pelo Brasil e vice-prefeitos, já no primeiro turno. Então, cada um tem um tijolo nesta construção e aqui o que está em jogo não é só uma eleição, são projetos não só para Belém, mas para as demais cidades do Brasil. É a resistência popular, o Trabalhismo, o Brizolismo. Ganhar é só um passo, o desafio é, através do PDT, fazermos a revolução trabalhista e educacional que o Brasil precisa.</p>
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		<title>Movimento Indígena do PDT conquista apoio do povo Xavante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2016 18:21:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Curso Básico de Formação Política]]></category>
		<category><![CDATA[FLP-AP]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini]]></category>
		<category><![CDATA[Guaranis]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Zumpichiatti]]></category>
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		<category><![CDATA[Movimento Indígena do PDT]]></category>
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		<category><![CDATA[Xavante]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-48447 alignleft" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/20160909_105234-1-300x169.jpg" alt="Rafael Weere, xavante, neto do Juruna e articulador do Movimento Indígena do PDT" width="300" height="169" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/20160909_105234-1-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/20160909_105234-1-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/20160909_105234-1-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/20160909_105234-1.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/20160909_105234-1-160x90.jpg 160w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />Ministrar o Curso Básico de Formação Política da <a href="http://ulb.org.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Universidade Leonel Brizola</a> (ULB) e apresentar o Movimento Indígena do PDT. Esses foram os principais objetivos da visita de dez dias ao povo Xavante, realizada no início deste mês pela <a href="http://www.flb-ap.org.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini</a> (FLP-AP). A empreitada também permitiu estreitar relações com as lideranças locais, dentre as quais já despontou o inesquecível Cacique Mário Juruna, primeiro deputado federal indígena do Brasil que, não por acaso, era pedetista.</p>
<p>“Fomos abrir conversas com as lideranças indígenas Xavantes para apresentarmos o partido, a Fundação e o pensamento político Trabalhista acerca de diversas questões, bem como conhecer a realidade e as demandas dessa população”, explica Rafael Weree, e atual articulador do Movimento Indígena do PDT, que representa a continuidade da luta liderada por seu avô, Mário Juruna.</p>
<p>Localizados na região Centro-Oeste do País, mais especificamente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, os Xavantes integram as sete etnias que atualmente compõem o Movimento Indígena do PDT, que está em plena fase de reestruturação. Os outros grupos são: Tukanos, Taurepang, Javaé e os Mura, da região Norte (Amazonas, Roraima e Tocantins), Kuikuros, Bakairi e Kisedje, de Mato Grosso.</p>
<p>Weree lembra que a questão indígena está entre os cinco principais compromissos do PDT, primeiro partido político do Brasil a trabalhar a questão indígena em seu Programa. Graças ao intermédio do pedetista, inclusive, a receptividade das aulas nas aldeias Xavante foi excelente.</p>
<p>“Ficou muito explícito para nós que as principais lideranças políticas das aldeias que visitamos estão atentas à política nacional e que elas perceberam a importância da participação direta do indígena nessas questões”, define Leonardo Zumpichiatti, coordenador e professor da ULB.</p>
<p>Ao todo, foram três reservas visitadas: São Marcos (Barra do Garças e General Carneiro), Parabubure (Campinápolis e Xavantina) e Pimentel Barbosa (Canarana).  Em São Marcos, as aldeias visitadas foram São Marcos (base) e Hu’uhi. Em Parabubure, as aldeias Madre Laura, erguida recentemente, Dez Mandamentos, Três Reis Magos, Santa Clara, São José, São Felipe e Corpo Cristo. E, em Pimentel Barbosa, a aldeia Belém.</p>
<p><strong>Interação</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-48450 alignright" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/IMG_5591-1-300x169.jpg" alt="Movimento Indígena do PDT conquista apoio do povo Xavante" width="300" height="169" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/IMG_5591-1-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/IMG_5591-1-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/IMG_5591-1-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/IMG_5591-1.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/IMG_5591-1-160x90.jpg 160w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />A participação dos alunos, conforme relatam Zumpichiatti e Rafael Weree, foi intensa, com muitas perguntas e interações, do início ao fim. Os cursos foram ministrados em português e traduzidos para a língua xavante por José Robri, outra liderança indígena e principal base do PDT local.</p>
<p>O resultado da visita, de acordo como os pedetistas, foi animador. Além da solicitação para que, em breve, aconteçam outras rodadas do curso, Zumpichiatti e Weree foram convidados a participar de várias reuniões com as lideranças Xavantes, para expor os temas da política nacional e a visão do PDT.</p>
<p>A intenção, explicam os pedetistas, é fazer com que o Movimento Indígena e a FLP-AP se façam presentes entre os Xavantes pelo menos a cada seis meses. Além disso, a Fundação está preparando professores indígenas para a formação e capacitação política, inclusive por meio de videoaulas e material impresso específico, ambos traduzidos para o idioma Xavante, outro feito inédito entre os partidos políticos brasileiros.</p>
<p>“Como a inserção na política se faz necessário na percepção das lideranças indígenas Xavantes, nosso curso tem como contribuição o entendimento do processo histórico de formação do capitalismo e da democracia liberal burguesa, bem como a nossa prática política e ideológica, enfim, o processo político como um todo, para que, em breve, eles possam se organizar para intervirem na política local e nacional”, explica Leonardo Zumpichiatti.</p>
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