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	<title>Marinha do Brasil &#8211; PDT</title>
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		<title>André Figueiredo é homenageado pela Marinha do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 19:06:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Figueiredo]]></category>
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					<description><![CDATA[André Figueiredo (PDT-CE) recebe Medalha Mérito Tamandaré pelas mãos do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra, Eduardo Bacellar Ferreira O deputado federal André Figueiredo (PDT-CE) foi homenageado pela Marinha do Brasil com a Medalha Mérito Tamandaré por seu trabalho realizado à frente do Ministério das Comunicações e no Congresso Nacional. A cerimônia aconteceu nesta terça-feira...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_51084" aria-describedby="caption-attachment-51084" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-51084" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/12/IMG_0670-300x225.jpg" alt="André Figueiredo (PDT-CE) recebe Medalha Mérito Tamandaré pelas mãos do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra, Eduardo Bacellar Ferreira" width="300" height="225" /><figcaption id="caption-attachment-51084" class="wp-caption-text"><em>André Figueiredo (PDT-CE) recebe Medalha Mérito Tamandaré pelas mãos do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra, Eduardo Bacellar Ferreira</em></figcaption></figure>
<p>O deputado federal André Figueiredo (PDT-CE) foi homenageado pela Marinha do Brasil com a Medalha Mérito Tamandaré por seu trabalho realizado à frente do Ministério das Comunicações e no Congresso Nacional. A cerimônia aconteceu nesta terça-feira (15), no Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília (GptFNB-DF), também em comemoração ao Dia do Marinheiro.</p>
<p>O deputado pedetista recebeu a honraria das mãos do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra, Eduardo Bacellar Ferreira.  Ao agradecer pela homenagem, o parlamentar disse ser o reconhecimento de uma trajetória que, segundo ele, sempre esteve voltada para a defesa dos direitos dos cidadãos brasileiros e da soberania do País.</p>
<p>“Como ministro das Comunicações, líder do PDT na Câmara e militante do Trabalhismo desde a juventude no Ceará, luto para que o Brasil seja uma nação mais igual, proporcionando o desenvolvimento social associado ao progresso econômico”, exaltou.</p>
<p>Nos projetos desenvolvidos em parceria com as Forças Armadas, André Figueiredo se destacou a partir da atuação na Frente Parlamentar de Apoio ao Programa Antártico Brasileiro, o Proantar, que apoia as pesquisas realizadas no Continente Antártico por cientistas brasileiros.</p>
<p>Pelo Ministério, ele reforçou a importância das ações voltadas para expansão da conexão de banda larga e da segurança das comunicações em todo o território brasileiro. Sobre esse tema, pode-se ressaltar a Amazônia Conectada, que permitiu a construção de cabos subaquáticos lançados nas calhas dos rios da região, e o desenvolvimento do primeiro Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) do Brasil, que será lançado no início de 2017.</p>
<p><strong>Condecoração</strong></p>
<p>Criada pelo Decreto nº 42.111, de 20 de agosto de 1957, a medalha busca agraciar autoridades, instituições e personalidades, tanto civis quanto militares, de todas as nacionalidades, que promoveram serviços relevantes na história da Marinha do Brasil.</p>
<p>Entre os agraciados, também estavam o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, ministros de Estado, parlamentares, militares, além de membros do judiciário e da sociedade civil.</p>
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		<title>Brasil precisa do submarino nuclear para defender petróleo do pré-sal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 13:02:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>
		<category><![CDATA[Prosub]]></category>
		<category><![CDATA[Submarino nuclear]]></category>
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					<description><![CDATA[No início deste mês  o segundo submarino brasileiro teve uma de suas seções concluídas. O projeto faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), da Marinha, e é um dos quatro submarinos convencionais diesel-elétrico previstos, além do futuro submarino brasileiro com propulsão nuclear. Três unidades convencionais estão em construção, além da infraestrutura industrial para...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No início deste mês  o segundo submarino brasileiro teve uma de suas seções concluídas. O projeto faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), da Marinha, e é um dos quatro submarinos convencionais diesel-elétrico previstos, além do futuro submarino brasileiro com propulsão nuclear. Três unidades convencionais estão em construção, além da infraestrutura industrial para construção e manutenção.</p>
<p>“O Prosub faz parte de um amplo Programa estratégico do Estado brasileiro, que teve início em dezembro de 2008, com a assinatura de um acordo firmado entre os governos do Brasil e da França. Incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em 2013, o Prosub prevê a construção de: uma complexa estrutura industrial, no Município de Itaguaí-RJ; quatro submarinos convencionais (S-BR); e um submarino com propulsão nuclear (SN-BR)”, esclarece o contra-almirante Flávio Augusto Viana Rocha, diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha.</p>
<p>Em resposta às questões encaminhadas pelo Clube de Engenharia, o contra-almirante Viana Rocha informa, ainda, que a infraestrutura industrial e de apoio aos submarinos consiste no projeto e na construção de uma Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM), inaugurada em março de 2013. São dois Estaleiros, sendo um de Construção e outro de Manutenção, uma Base Naval, que abrigará a estrutura de Comando e Controle de Submarinos, um Centro de Instrução e Adestramento de suas tripulações, além de um Complexo Radiológico.</p>
<p><strong>Expressiva nacionalização</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-41627 alignleft" src="http://www.malungo2.com.br/pdt/desenv/wp-content/uploads/2016/04/base.submarino-300x149.jpg" alt="base.submarino" width="469" height="233" />“Esse programa”, afirma o diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha, “envolto num grande processo de capacitação nacional, por intermédio de uma significativa transferência de tecnologia e expressiva nacionalização de equipamentos, reveste-se de grande importância para o País, pois habilitará profissionais brasileiros a projetar e construir um dos mais complexos meios navais já idealizados pelo ser humano &#8211; o submarino com propulsão nuclear &#8211; e permitirá que a qualificação obtida, em uma tecnologia sensível que apenas cinco países no mundo detêm (China, EUA, França, Inglaterra e Rússia), possa ser utilizada em vários outros setores da indústria nacional.</p>
<p>A capacitação adquirida no processo de construção do SN-BR representará uma vitória da tecnologia nacional, promovendo um vigoroso arrasto tecnológico que não se restringirá, exclusivamente, ao setor militar”.</p>
<p>Sob o ponto de vista da Estratégia Naval, os submarinos com propulsão nuclear dispõem de elevada mobilidade. São fundamentais para a defesa distante das águas oceânicas (águas profundas). Por possuírem fonte virtualmente inesgotável de energia e poderem desenvolver altas velocidades, por tempo ilimitado, cobrindo rapidamente áreas geográficas consideráveis, são empregados segundo uma estratégia de movimento. Em face dessas características, podem chegar a qualquer lugar em pouco tempo, o que, na equação do oponente, significa poder estar em todos os lugares ao mesmo tempo. O submarino nuclear é simplesmente o &#8220;senhor dos mares&#8221;.</p>
<p>O Mar Territorial, nossa Zona Econômica Exclusiva e Plataforma Continental, que juntas constituem a &#8220;Amazônia Azul&#8221;, cobrem cerca de 4,4 milhões de quilômetros quadrados de superfície marítima. A simples existência de um submarino nuclear é suficiente para produzir boa parte dos efeitos desejados com sua posse. É para estar, a tempo e a hora, presente em qualquer ponto dessa vastidão oceânica, que se necessita de um submarino nuclear. Mais ainda, os interesses do Brasil, no mar, não terminam nos limites da chamada &#8220;Amazônia Azul&#8221;. Eles se estendem a qualquer lugar onde um navio navegue sob nossa bandeira, cuja proteção é dever inalienável do Estado Brasileiro.</p>
<p>Marco significativo</p>
<p>Dentro do cronograma do Prosusb um dos marcos mais significativos de sua execução é o desenvolvimento dos S-BR no Brasil, que teve início com a construção de uma Seção de Qualificação, comprovando que os engenheiros, técnicos e operários, que passaram por treinamento na França, absorveram os conhecimentos e desenvolveram a tecnologia necessária a esta atividade.</p>
<p>O cronograma completo do Programa está passando por análise para a adequação ao orçamento disponível, o que indica um consequente impacto nos prazos de conclusão dos trabalhos. A completa execução está prevista para 2025, podendo se estender até 2027, em função do seu ineditismo no que se refere à parte nuclear, que está sendo totalmente desenvolvida por técnicos e engenheiros brasileiros capacitados.</p>
<p>Quanto à construção dos submarinos, cabe mencionar: S-BR1 &#8211; foi concluída a fabricação, na Nuclep, de todas as seções do Casco Resistente, as quais já foram transferidas para a UFEM para execução das etapas subsequentes da construção. Na UFEM, a fabricação das estruturas não resistentes, suportes e tubulações estão com um avanço físico de 80%, enquanto que a etapa de pré-acabamento do submarino tem um avanço físico de 15%. O lançamento do primeiro S-BR, o Submarino &#8220;Riachuelo&#8221;, está previsto para 2018.</p>
<p>S-BR2 &#8211; A fabricação das seções do Casco Resistente alcançou um avanço físico de 55%. Na UFEM, a fabricação das estruturas não resistentes foi iniciada, tendo um avanço físico de 20%. S-BR3 &#8211; Iniciada em janeiro de 2015 a fabricação do Casco Resistente, na NUCLEP, que tem um avanço físico de 10%.  SN-BR &#8211; Sua construção tem previsão de início para 2017 e sua conclusão para 2027, encontrando-se na fase de concepção o Projeto Básico.</p>
<p>&nbsp;</p>
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