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	<title>Mandato Goura &#8211; PDT</title>
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		<title>17 de maio &#8211; Dia Internacional contra LGBTIfobia – A luta é por Respeito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 16:19:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito-100x56.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito-300x169.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito-768x432.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito-160x90.jpeg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito-600x338.jpeg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Há exatos 30 anos o Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças. Desde então, o dia 17 de maio vem sendo reiteradamente lembrado como Dia Internacional de combate à LTBTIfobia. Em 2020, além de lutar contra a violência e preconceitos diários, é preciso assegurar que as medidas de emergência...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito-100x56.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito-300x169.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito-768x432.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito-160x90.jpeg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/17-de-maio-Dia-Internacional-contra-LGBTIfobia-–-a-luta-é-por-Respeito-600x338.jpeg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Há exatos 30 anos o Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças. Desde então, o dia 17 de maio vem sendo reiteradamente lembrado como Dia Internacional de combate à LTBTIfobia. Em 2020, além de lutar contra a violência e preconceitos diários, é preciso assegurar que as medidas de emergência adotadas no combate a Covid-19 não aumentem as desigualdades e nem conduzam a um aumento da discriminação contra a comunidade LGBTI.</p>
<p>Até 1990, considerava-se a homossexualidade como doença. “Considerava-se pessoas Travestis e Transexuais dentro desse âmbito, pelo apagamento das identidades de gênero pela medicina e sociedade”, lembrou a presidente nacional do PDT Diversidade, Amanda Anderson.</p>
<p>A data remete ao princípio do reconhecimento de pessoas LGBTIs como humanas e detentoras de sua cidadania. E, para Amanda Anderson, representa o início de uma luta que até os dias atuais não conseguiu a concretização de seu reconhecimento constitucional, o que muito “se dá pela ausência de parlamentares comprometidos, tendo os parcos passos caminhados através do judiciário”, argumentou.</p>
<p>No Brasil, a homofobia e transfobia foram criminalizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2019, com pena de prisão de até cinco anos.</p>
<p><strong>Enfrentamento na esfera política</strong></p>
<p>O PDT, em 2015, foi o primeiro partido a criar um movimento LGBTI para compor a luta por Direitos Humanos e tem estado presente na luta contra a discriminação e preconceito em todas as esferas.</p>
<p>Em âmbito nacional e estadual, o partido se posicionou oficialmente contra o projeto Escola Sem Partido e orientou a mesma posição em todos os municípios.</p>
<p>Na Assembleia Legislativa do Paraná, o Mandato Goura tem realizado várias ações de conscientização e combate a LGBTIfobia.</p>
<p>Em 2019, uma audiência pública para lembrar a luta foi realizada no dia 22 de maio. O Mandato também lançou uma cartilha sobre o tema em parceria com o Coletivo Cássia. <strong> </strong></p>
<p><strong>O país que mais mata Supremo Tribunal Federal</strong></p>
<p><strong> </strong>O Brasil, de acordo com dados levantados por entidades e organizações da sociedade civil, uma vez que o governo não tem levantamentos oficiais sobre o assunto, é o país que mais mata LGBTIs no mundo.</p>
<p>Segundo os dados mais recentes da “Transgender Europe” (TGEU), por exemplo, rede europeia que apoia os direitos da população Trans, no Brasil entre 1° de outubro de 2017 e 30 de outubro de 2018, 167 transexuais foram mortos.</p>
<p>Já o dossiê (<a href="https://antrabrasil.files.wordpress.com/2020/01/dossic3aa-dos-assassinatos-e-da-violc3aancia-contra-pessoas-trans-em-2019.pdf" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">https://antrabrasil.files.wordpress.com/2020/01/dossic3aa-dos-assassinatos-e-da-violc3aancia-contra-pessoas-trans-em-2019.pdf</a>) da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), aponta que no ano de 2019, foram 124 assassinatos de pessoas Trans, sendo 121 Travestis e Mulheres Transexuais e 3 Homens Trans. Destes, de acordo com o levantamento,  apenas 11 casos tiveram os suspeitos identificados, o que representa 8% dos dados, e que apenas 7% estão presos.</p>
<p>“É um dia para nos lembrar que a resistência e resiliência ainda persistem no coração dessa população, incansável e guerreira, pelo reconhecimento de sua cidadania”, frisou.</p>
<p><strong>A melhor arma para o combate é a Educação</strong></p>
<p><strong> </strong>Doutor em Educação, diretor-presidente da Aliança Nacional LGBTI e diretor-executivo do Grupo Dignidade, Toni Reis é categórico: o combate ao preconceito e violência só se dará pela educação.</p>
<p>“Eu não estou nem falando em aceitação. Estou falando em educação para o respeito. Se for para a aceitação, vai ser maravilhoso”, afirmou.</p>
<p>Para Toni Reis, o respeito às diferenças só pode ser conquistado através da educação. “Precisamos de educação familiar, educação formal e de respeito. As pessoas são diferentes no modo de vida, no gosto, na fé, na preferência por comidas, na sexualidade. Independente da questão religiosa ou partidária, precisamos de educação sexual e de gênero”, afirmou.</p>
<p><strong>Quando falta a educação, o caminho é a criminalização  </strong></p>
<p><strong> </strong>O advogado, Coordenador Nacional da Área Jurídica da Aliança LGBTI+ e Assessor Jurídico na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, Marcel Jeronymo, acrescenta que, além da Educação, que é essencial na luta contra o preconceito e a violência, a criminalização também tem papel fundamental.</p>
<p>Marcel avalia que existe uma porcentagem mínima da população que pratica crime de discriminação por maldade. Segundo ele, grande parte pratica por ignorância. Para essa grande parcela, a solução passa pela educação para o respeito e a diversidade sexual e de gênero.</p>
<p>“E para essa parcela que sabe o que faz e, portando, o faz por maldade, eu defendo a criminalização. A aplicação da decisão do STF, que equipara o preconceito e a discriminação à comunidade LGBTI ao crime de racismo. E essa aplicação deve ser feita inclusive nas delegacias e nos processos em tramitação”, defendeu.</p>
<p>Marcel também citou a importância das ações de combate a projetos que incentivem o preconceito e a discriminação da população LGBTI, a exemplo da Escola Sem Partido.</p>
<p><strong>ONU alerta para o combate à Covid-19 com respeito à diversidade</strong></p>
<p><strong> </strong>Uma declaração histórica, assinada por 96 relatores especiais e especialistas independentes das Nações Unidas e peritos regionais em matéria de direitos humanos, assegura que a luta contra a pandemia da COVID-19 não se dá em igualdade de condições.</p>
<p>Conforme publicação da ONU, “As leis de criminalização, ainda que existentes em 70 países, criam um maior risco de abuso policial, detenção e detenção arbitrária durante toques de recolher e ocultam a coleta e análise de dados”. (<a href="https://nacoesunidas.org/especialista-independente-da-onu-alerta-que-estados-devem-incluir-comunidade-lgbti-na-resposta-a-covid-19/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">https://nacoesunidas.org/especialista-independente-da-onu-alerta-que-estados-devem-incluir-comunidade-lgbti-na-resposta-a-covid-19/</a>)</p>
<p>Nesse sentido, o alerta é para que os governos de todo o mundo garantam que as medidas de emergência adotadas contra a pandemia do novo coronavírus não acentuem “as desigualdades nem as barreiras estruturais que enfrentam as pessoas com orientações sexuais e identidades de gênero diversas, e que não conduzam a um aumento da violência e da discriminação contra estas pessoas”.</p>
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