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	<title>LGBTfóbico &#8211; PDT</title>
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		<title>“Todo dia na vida de um LGBT é uma luta”, Amanda Anderson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 18:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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<p>“Não queremos pedir o reconhecimento da nossa cidadania porque somos cidadãos. Queremos, sim, pedir o reconhecimento do nosso direito constitucional de exercer uma cidadania plena”, declarou a líder na abertura do evento.</p>
<p>Advoga, administradora e primeira vice-presidente transexual da União Nacional dos Estudantes MT/MS (UNE), Amanda é candidata a vereadora em Cuiabá e abriu precedente jurídico para candidatas travestis e transexuais ocuparem a vaga feminina, além do reconhecimento do nome social.</p>
<p>Em entrevista, a pedetista falou sobre a luta LGBT e a atuação do movimento que preside no Partido Democrático Trabalhista.</p>
<p><strong><em>PDT</em> – Como surgiu o PDT Diversidade?</strong></p>
<p><strong><em>Amanda Anderson</em> –</strong> Em 2012, ingressei no PDT. A falta de um movimento voltado ao público LGBT nos partidos políticos brasileiros me chamava muito a atenção. Então, comecei o projeto buscando lideranças nos Estados, formando executivas e, em 2015, no dia 22 de agosto, concretizamos isso dentro do partido. Trouxemos o movimento de colaboração partidária PDT Diversidade, que é pioneiro no país.</p>
<p><strong><em>PDT</em> – De que forma atua o movimento?</strong></p>
<p><strong><em>Amanda</em> –</strong> O cerne do PDT Diversidade são os Direitos Humanos. A gente busca as pautas que estão para votação no Congresso, damos o nosso palpite por meio de ofícios, desenvolvemos Projetos de Lei&#8230; Enfim, buscamos uma conscientização da população para a causa LGBT.</p>
<p><strong><em>PDT</em> – Muita gente está ignorante quanto o que busca o movimento LGBT. Qual o significado dessa luta?</strong></p>
<p><strong><em>Amanda</em> –</strong> A luta LGBT está intrínseca no ser humano que vive essa condição. Desde sempre, lutamos. Primeiro, é preciso aceitar a si mesmo, o que é difícil quando todos te olham com reprovação. Depois, é hora de lidar com o preconceito da sociedade. O LGBT é combativo por natureza, por necessidade de sobrevivência a um mundo desigual, excludente e LGBTfóbico.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>PDT</em> – Como você chegou a presidência de um movimento como esse?</strong></p>
<p><strong><em>Amanda</em> –</strong> Minha história pessoal me trouxe aqui. Sofri na minha própria família, fui expulsa de casa ainda adolescente e tive que dar a volta por cima. Todo dia na vida de um LGBT é uma luta. O simples ato de sair à rua é uma atitude de resistência e de superação. O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBT. Se eu superei descriminação da família, nas universidades que cursei e na sociedade em geral, preciso continuar lutando para que essa situação mude, para que nós consigamos o que é nosso de direito, o reconhecimento como seres humanos e cidadãos.</p>
<p><strong><em>PDT</em> – Você é a primeira candidata transexual a vereadora em Campo Grande. De que forma está encarando essa candidatura?</strong></p>
<p><strong><em>Amanda </em>–</strong> Ter disposição para enfrentar uma realidade conservadora nacional, pautas de retrocesso em todos os municípios como a lei da mordaça, escola sem partido, entre outros, requer que tenhamos representatividade na política. Não mais permitir que heterossexuais possuam nossos direitos igualitários.</p>
<p>Ser candidata travestis ou transexual requer coragem para lutar e enfrentar conceitos sociais seculares. Uma candidatura com essa representatividade, pela quantidade nacional de candidatos LGBTs, demonstra que não vamos desistir, vamos resistir e persistir.</p>
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