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		<title>A Eletrobras e a soberania do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 22:05:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Eletrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/privatização-eletrobras.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/privatização-eletrobras.jpg 800w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/privatização-eletrobras-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/privatização-eletrobras-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/privatização-eletrobras-768x576.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/privatização-eletrobras-120x90.jpg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/privatização-eletrobras-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" />A Eletrobras, assim como a Petrobras, foi concebida no projeto nacionalista de desenvolvimento do Brasil, na década de 1950, pelo presidente Getúlio Vargas: “Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobras foi obstaculada até o desespero. Não...]]></description>
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<p>A dificuldade denunciada por Vargas em sua Carta Testamento, foi comandada pelos grupos estrangeiros que dominaram, por dezenas de anos, toda produção, transmissão e distribuição de energia em nosso País.</p>
<p>Os primeiros investimentos estrangeiros, sob o regime de concessão, foram feitos por uma empresa canadense do Grupo Light, em São Paulo, por volta de 1900.</p>
<p>Esse processo atraiu outros grupos e, a partir de 1920, monopolizaram o setor elétrico. No rastro veio o Grupo Amforp que, através da <em>Bond and Share</em>, passaram a controlar empresas nacionais. Coube a Grupo Light controlar o sistema dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro e a Amforp diversos estados entre eles o Rio Grande do Sul.</p>
<p>No Rio Grande do Sul a Companhia de Energia Elétrica Rio – Grandense (CEERG), filial da Bond and Share, detinha o monopólio da distribuição de energia elétrica, apesar da concessão vencida e de não atender à demanda industrial.</p>
<p>Com a economia estagnada, o então governador Leonel Brizola (1959-1962), propôs à CEERG ampliar a oferta de energia. O grupo americano, todavia, exigiu a renovação da concessão por mais 30 anos. Diante da negativa de novos investimentos pela multi, Brizola tomou a decisão de encampar a empresa pelo Estado e desapropriar a Bond and Share pelo valor simbólico de CR$ 1, em Decreto publicado no DO, em 13 de maio de 1959. Depositado o pagamento, o governo do Estado tomou posse dos bens da CEERG e criou a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE).</p>
<p>A decisão do bravo governador Brizola, teve grande influência na aprovação, pelo Congresso, do projeto de criação da Eletrobras, em 1961, pela Lei 3.890.</p>
<p>Assim, em 1962, no governo do presidente João Goulart, que deu continuidade ao projeto desenvolvimentista de Vargas, foi constituída a empresa, com a finalidade de coordenar o sistema elétrico nacional.</p>
<p>Holding de um sistema de empresas do setor elétrico, a Eletrobras controla 164 usinas, sendo 36 hidroelétricas e 128 termoelétricas, com capacidade instalada de aproximadamente 40% da geração e 60% das linhas de transmissão do Brasil.</p>
<p>Mais de 60 anos depois, da denuncia do Presidente Vargas, a história se repete. O Brasil, como qualquer país, não pode abrir mão do domínio energético, sob pena de ter a sua soberania ameaçada.</p>
<p>A eventual privatização da Eletrobras, além da dilapidação do patrimônio público, devolve às &#8220;multis&#8221;, o processo iniciado em 1900, da entrega às empresas estrangeiras a exploração da energia no Brasil, colocando em risco a soberania nacional. Somente um governo trabalhista nacionalista, com respaldo popular, poderá reverter em favor dos brasileiros, esse crime de Lesa Pátria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Hari Alexandre Brust  é membro da Executiva Estadual do PDT</em></strong></p>
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