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		<title>Rodrigo Neves valoriza força e experiência da chapa PDT-PSD para reconstruir o Rio de janeiJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Feb 2022 18:44:16 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="718" height="507" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Rodrigo-Neves-valoriza-força-e-experiência-da-chapa-PDT-PSD-para-reconstruir-o-RJ.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Rodrigo-Neves-valoriza-força-e-experiência-da-chapa-PDT-PSD-para-reconstruir-o-RJ.jpg 718w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Rodrigo-Neves-valoriza-força-e-experiência-da-chapa-PDT-PSD-para-reconstruir-o-RJ-100x71.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Rodrigo-Neves-valoriza-força-e-experiência-da-chapa-PDT-PSD-para-reconstruir-o-RJ-300x212.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Rodrigo-Neves-valoriza-força-e-experiência-da-chapa-PDT-PSD-para-reconstruir-o-RJ-127x90.jpg 127w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Rodrigo-Neves-valoriza-força-e-experiência-da-chapa-PDT-PSD-para-reconstruir-o-RJ-600x424.jpg 600w" sizes="(max-width: 718px) 100vw, 718px" /><p class="yiv4803543192MsoNormal"><em><b>Pré-candidato <span class="yiv4803543192">pedetista</span> abordou a formação da aliança regional selada por Carlos Lupi e Eduardo Paes</b></em></p>
<p class="yiv4803543192MsoNormal">A força e a experiência da chapa única entre PDT e PSD para reconstruir o estado do Rio de Janeiro foram enaltecidas pelo <span class="yiv4803543192">pré</span>-candidato <span class="yiv4803543192">pedetista</span>, Rodrigo Neves, em entrevista para a Rádio Tupi nesta sexta-feira (4). O ex-prefeito de Niterói (RJ) colocou a aliança regional, que também conta com o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Felipe Santa Cruz (PSD) como opção, no patamar de “primeira via”.</p>
<p class="yiv4803543192MsoNormal">Na conversa com a jornalista Isabele Benito, o <span class="yiv4803543192">pedetista</span> ratificou a importância da articulação do presidente nacional do seu partido, Carlos Lupi, com o prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), que selou o acordo na última quarta-feira (2). O grupo definirá, ao longo dos próximos meses, o nome para encabeçar a chapa de “perfis complementares”.</p>
<p class="yiv4803543192MsoNormal">“Essa aliança reúne as duas melhores experiências de governança e de gestão pública do Rio de Janeiro. A experiência do Eduardo Paes e a tradição do PDT e do Trabalhismo, que já governa, há quase 30 anos, Niterói e fez dela a melhor em qualidade de vida do estado”, destacou, mencionando o seu sucessor, o prefeito Axel Grael, bem como as gestões de Leonel Brizola no Palácio Guanabara, que contaram com o apoio do sociólogo Darcy Ribeiro.</p>
<p class="yiv4803543192MsoNormal">“É uma aliança muito forte para viabilizar uma alternativa ao Rio diante da tragédia que a gente está vivendo em todas as áreas, como na social, com o desespero das pessoas sofrendo com o desemprego, fome, pobreza e dificuldades, como a falta de atendimento nas unidades de saúde”, completou.</p>
<p class="yiv4803543192MsoNormal">A gravidade da “pior crise” na história fluminense, retratada ainda na educação pública com “crianças e jovens, há quase dois anos, praticamente sem aulas”, demanda representantes capazes de estancar “a situação dramática” gerada nas últimas décadas.</p>
<p class="yiv4803543192MsoNormal">“O fato de reunirmos as lideranças que têm as melhores experiências em gestão é muito bom para não só ganhar a eleição, porque vamos vencer, mas sobretudo para fazer um governo que seja capaz de reconstruir o Rio”, projetou.</p>
<p class="yiv4803543192MsoNormal">“Nós não podemos arriscar, nem errar nessa eleição de 2022, que, provavelmente, é a mais importante desde a fusão do Rio de Janeiro na década de 70. Então acredito que a gente precisa reunir todas as forças democráticas e progressistas que tenham esse compromisso com a boa gestão”, finalizou.</p>
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		<title>O Centenário de Brizola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2022 19:35:23 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="703" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa-100x69.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa-300x206.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa-768x527.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa-131x90.jpg 131w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/portalbrizolinhaa-600x412.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Neste sábado (22/02/22), Leonel de Moura Brizola completaria 100 anos. Uma das lideranças produzidas e formadas pela política brasileira mais conectadas com as entranhas do seu povo. Foi o único a ser eleito governador em dois estados brasileiros, do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, além de ter sido prefeito de Porto Alegre (RS) e parlamentar. Sob os ideais trabalhistas, no Rio Grande, enquanto governador, promoveu a reforma agrária, sob a égide de uma firme organização política e social dos agricultores, e aqueceu a economia do estado por meio da agricultura familiar. Tinha um entendimento de induzir o desenvolvimento por meio da indústria, tendo implantado a Aços Finos Piratini, a Açúcar Gaúcho e outras de trigo. Entendendo o Estado como coordenador estratégico desse desenvolvimento, nacionalizou, de forma célere, a Companhia Elétrica para que não faltasse energia para as indústrias, após a recusa dos americanos em fazer as concessões. Triplicou, assim, a produção elétrica.</p>
<p>Por outro lado, Brizola garantiu o acesso à educação em todas as partes do Estado, multiplicou o número de escolas, criando uma rede pública de ensino primário e médio, além de formar e contratar dezenas de professores para o antigo “colegial”. Para financiar toda a política social do seu governo, criou de forma pioneira a Caixa Econômica Estadual com linhas de crédito popular e acessível aos parques industriais. Um visionário em defesa do Brasil e da democracia de tal forma que foi o principal líder, mentor e organizador da Campanha da Legalidade, uma mobilização da sociedade civil e dos segmentos militares para defesa da posse do presidente eleito, João Goulart, em sucessão à Jânio Quadros que renunciara.</p>
<p>Com a ditadura militar, mais a frente, foi obrigado a partir para o exílio. No seu retorno, mesmo tendo perdido a sigla tradicional trabalhista no Brasil, reorganizou as lideranças e fundou o PDT. Foi eleito governador do Rio de Janeiro com Darcy Ribeiro de vice. Juntos, implementaram os CIEPS (Centros Integrados de Educação Pública), cujo projeto arquitetônico era de Oscar Niemeyer, no qual, os alunos ficavam em horário integral e tenham acesso à alimentação supervisionada por nutricionistas, cuidados odontológicos, prática de esportes, leitura e de incentivo à cultura. Valorizando o samba como expressão popular e nacional, construiu o Sambódromo da Marquês de Sapucaí, projeto de Niemeyer, para o desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. A estrutura fora do carnaval era utilizada como salas de aula. Uma simbiose entre a revolução educacional e cultural. Como no Sul, emitiu títulos de posse para as comunidades do Rio, fez regularização fundiária e alterou a condução da segurança pública, afirmando ser a necessidade daqueles locais a presença e os serviços do Estado e não da polícia militar. “No meu governo, polícia não sobe o morro”, dizia. Não era um chamado à impunidade, mas a ciência de que o povo precisava emergencialmente de educação, emprego e renda, e não de repressão.</p>
<p>Brizola era um líder popular, nacionalista e também preocupado com os povos indígenas, com o povo negro e com a luta das mulheres. Abrigou no PDT nomes como Mário Juruna, primeiro indígena deputado federal; Carlos Alberto Oliveira, o Caó, deputado constituinte responsável pela inclusão na Constituição do crime de racismo como inafiançável e imprescritível, militante negro, que também deu nome à lei 7.716/89, que regulamentou a previsão constitucional; Abdias do Nascimento, Lélia Gonzáles, dirigentes do Movimento Negro Unificado, entre outras figuras, como a sambista Beth Carvalho. Difícil era não ter em Brizola uma referência social.  Alçado pela popularidade, tentou ser presidente em algumas oportunidades, sem sucesso eleitoral, mas foi fundamental para formação do Estado Brasileiro e da consciência nacional. Neste centenário do nascimento de Brizola, com um Brasil tão fragilizado, não é desarrazoado dizer: que falta nos faz Leonel! Brizola segue vivo na mente e nos corações do povo brasileiro como o melhor presidente que este país não teve.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Discurso de Carlos Lupi na Convenção Nacional do PDT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 21:05:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="799" height="533" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c.jpg 799w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 799px) 100vw, 799px" /><p>Ciro é PDT. E o PDT é Ciro porque rebeldia e esperança estão no DNA desse que é o mais nacionalista dos nossos partidos políticos. O único que, desde a sua fundação até hoje, sempre se manteve fiel aos interesses do Brasil e do seu povo.</p>
<p>O PDT foi o primeiro partido a defender os direitos do trabalhador, o apoio aos mais pobres, a reforma agrária e o voto feminino. Foi também o pioneiro na defesa dos índios e na luta pela igualdade racial</p>
<p>O fato é que o PDT sempre acreditou no Brasil e sempre lutou pelo Brasil. E, assim, honra o legado do grande Getúlio Vargas, o presidente que mais aliou rebeldia e esperança em toda a nossa história.</p>
<p>Graças à rebeldia de Getúlio, o Brasil deixou de ser um país rural e submisso aos interesses das grandes potências. Com ele, surgiram a Companhia Siderúrgica Nacional, a Vale e a Petrobras, entre tantos outros projetos que transformaram o Brasil numa potência industrial e afirmaram a sua soberania.</p>
<p>Foi também a rebeldia de Getúlio que deu forma e concretude às esperanças do povo brasileiro. Ele criou as primeiras leis de proteção aos trabalhadores, como o salário-mínimo e a CLT. Garantiu às mulheres o direito de votar e serem votadas. E valorizou como nunca a cultura e a identidade nacional. É o legado de Vargas que nos inspira até hoje. Mas também o de outro grande brasileiro: Leonel de Moura Brizola, que amanhã estaria fazendo 100 anos.</p>
<p>Brizola sempre foi rebelde. Como governador do Rio Grande do Sul, ele criou a Campanha da Legalidade que garantiu a posse de João Goulart, nacionalizou empresas estrangeiras, fez uma ampla reforma agrária e massificou o ensino.</p>
<p>Mais tarde, governador do Rio, ele manteve a rebeldia, colocando em prática políticas públicas até então ignoradas ou pouco valorizadas no Brasil. Muito do que conquistamos em termos de meio-ambiente, ações afirmativas, agricultura familiar e ensino de tempo integral se deve a Brizola</p>
<p>E, assim como Getúlio, Brizola sempre teve a esperança como companheira inseparável. A partir de seu próprio exemplo, de um menino que foi lavador de pratos e engraxate, ele provou que o brasileiro pode mais. Que o Brasil pode mais. Basta a gente acreditar e seguir em frente.</p>
<p>Seria impossível citar todos os outros nomes que representam a rebeldia e a esperança do PDT. Mas, do mesmo modo, seria impossível não citar alguns deles.</p>
<p>Como Darcy Ribeiro, que dedicou toda a sua vida e obra à defesa de nossa identidade nacional. Como Abdias Nascimento, uma das maiores referências da luta antirracista no Brasil. Como Carlos Alberto Caó, autor da lei que transformou o racismo em crime. E como José Maria Rabelo, um dos nossos fundadores, que nos deixou há poucos dias e a quem eu peço uma salva de palmas.</p>
<p>São esses exemplos e valores que Ciro Gomes representa. Ciro é o mais rebelde dos políticos brasileiros. E o único que traz a esperança de que é possível transformar o Brasil na nação que todos nós sonhamos: mais próspera, igualitária e feliz.</p>
<p>Foi movido à rebeldia que Ciro desafiou a velha política do Ceará e, aos 31 anos, se tornou prefeito de Fortaleza. O prefeito de capital mais jovem e bem avaliado do Brasil. Depois, aos 33 anos, ele foi eleito governador do Ceará. O governador mais jovem e bem avaliado do Brasil.</p>
<p>Foi a rebeldia que fez Ciro realizar o que muitos consideram impossível. Como o Canal do Trabalhador, que ele construiu em 90 dias durante seu governo, salvando Fortaleza e sua região metropolitana de sofrer um colapso no abastecimento de água. Já ministro da Integração Nacional, Ciro viabilizou o projeto de transposição do rio São Francisco, obra que era aguardada há mais de um século e hoje leva água a milhões de nordestinos.</p>
<p>Como ministro da Fazenda, Ciro também foi rebelde. Ele enfrentou especuladores, baixou a inflação e salvou o Plano Real de fracassar como fracassaram tantos outros planos ante dele. Ciro, e isso poucos lembram, também foi o ministro responsável pela lei que permite a participação dos trabalhadores nos lucros de uma empresa.</p>
<p>E foi assim, movido a rebeldia, que Ciro concretizou a esperança de milhões de brasileiros. Ele ajudou o Ceará a construir a melhor educação pública do Brasil. E com o programa Viva Criança, reduziu como nunca a mortalidade infantil no seu estado, o que fez dele o primeiro governante latino-americano a receber o prêmio Maurice Paté, da Unicef.</p>
<p>Hoje, mais do que nunca, a rebeldia de Ciro é uma necessidade vital. Porque o Brasil não cresce há dez anos e tem mais de 13 milhões de desempregados. Porque o Brasil, país que mais produz comida no mundo, tem mais da metade da sua população passando fome ou comendo menos do que precisa. Porque o Brasil tem o menor salário-mínimo os últimos dez anos e é o campeão mundial de concentração de renda e desigualdade social. E porque, como sintoma de tudo o que já foi falado, o Brasil a cada dia se torna um país mais pobre, violento, dividido e injusto.</p>
<p>Com sua rebeldia, Ciro traz a esperança de que as coisas podem ser diferentes. Que um outro caminho é possível. Que vamos sair dessa que é a maior crise social, política, econômica e moral da nossa história. Para isso, Ciro traz com ele um projeto concreto. É o PND &#8211; Projeto Nacional de Desenvolvimento, que nasceu da contribuição de centenas de pessoas e da experiência que Ciro acumulou em 40 anos de uma vida pública limpa, honesta, totalmente dedicada a combater às injustiças de qualquer espécie e a melhorar a vida dos brasileiros.</p>
<p>O PND é um projeto de país e não um projeto de poder. Ele apresenta os projetos e as propostas que nasceram da experiência, da viva vivida, mas também da rebeldia daqueles que querem ver o Brasil recuperar a sua esperança.</p>
<p>O PND é rebelde e traz esperança porque não vai mais permitir que os pobres continuem pagando mais impostos que os ricos. Porque vai combater a pior humilhação que um ser humano pode sofrer, que é não ter comida pra colocar na mesa. Porque tem propostas concretas para incluir milhões de brasileiros e brasileiras no mercado de trabalho, com salário digno. Porque vai romper com esse modelo que há décadas condena o Brasil à estagnação na economia e à corrupção na política. E, por último, o PND traz esperança porque coloca os interesses do povo brasileiro em primeiro lugar.</p>
<p>O PND é Ciro. Ciro é o PDT. E o PDT é o Brasil. Vamos juntos. Vamos à vitória.</p>
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		<title>Um certo Leonel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 02:33:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha da Legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[pregação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhismo]]></category>
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<p>O general paisano dos caboclos sem chão prometia terra em troca de lealdade nas peleias entreveradas dos senhores da guerra.</p>
<p>Esperançado, o posseiro José, pai de um bebê prometido de se chamar Itagiba em cartório, alistou-se nas hostes rebeldes do caudilho destemido. Queria um chão de seu para tirar o sustento da família. Coragem não lhe faltava. Lá se foi.</p>
<p>O nenê ensaiava os primeiros passos quando a gargalhada histérica da metralhadora apresentou a custo de muito sangue as lendárias cargas de cavalaria a ponta de lança na Revolução maragata de 1923.</p>
<p>Uma época épica enterrava seus mortos em cova rasa e empurrava para décadas incertas as esperanças no futuro, talvez para nunca mais. Ao retornar dos combates, o pai do pequenino que se chamaria Itagiba foi morto a traição. Não demorou para Oniva, a mãe do menininho, ser avisada que deveria entregar o pequeno pedaço de terra ao dono de papel passado. Que buscasse seu lugar com as crias no aperto da cidade.</p>
<p>As asperezas da vida se apresentavam sem cerimônia ao molequinho que brincava na rua com uma espada de pau. Imitava um certo Leonel dos ervais em ação contra os inimigos traiçoeiros. E Leonel passou a chamar-se por conta própria, para lidar com o trauma da orfandade. Itagiba desapareceu da história sem nunca ter entrado. E Leonel passou a ser para todos, menos para o cartório, por dessas coisas do Brasil profundo. Na falta de escola, aprendeu a desenhar as letras guiado pela mão da mãe, à luz de lampião.</p>
<p>Logo descobriu que precisava ajudar a levar comida para a mesa. No vaivém incessante das ruas, em busca de alguns trocados, engraxava sapatos e entregava encomendas. Nas caminhadas, uma construção o fazia parar, na tentativa de adivinhar o que acontecia lá dentro. Tanto se esforçou para escalar o muro em volta que alertou alguém, por acaso o diretor do colégio metodista, reverendo Isidoro Pereira, que o acolheu em sua casa e o matriculou. Um dia se saberá o quanto a evolução da ideia de educação avançou no Brasil devido a esse gesto de compaixão.</p>
<p>Logo o reverendo percebe no garotinho a vivacidade, a determinação – nada lhe parece impossível – e a vocação de liderança.</p>
<p>Ao natural, acontece o estalo de tentar a sorte em Porto Alegre, para continuar os estudos e trabalhar. O prefeito de Carazinho, Albino Hillebrand, jamais esqueceria o olhar do “menino pobre” à espera de sua assinatura na requisição de uma passagem de trem na segunda classe. Nem o sentimento de gratidão se apagaria na memória de Leonel.</p>
<p>Sozinho, embalado pela batucada monótona dos trilhos, começa a grande aventura da vida de Leonel. Ninguém o espera ao descer do fumegante maria fumaça, na mesma gare em que Getúlio Vargas subiu no trem vitorioso da Revolução de 30, poucos anos antes.</p>
<p>Ele se sente acolhido por gente como ele vinda de todos os cantos do Estado. Confia em si mesmo e nas pessoas que, por sua vez, confiam naquele garoto resoluto. Havia confiança na troca de olhares e lugar para mais um que viesse com boas intenções. Era assim, embora não se soubesse o motivo. Lá fora o mundo beirava a convulsão, aqui a Revolução de 30 reorganizava o Brasil. A confiança no futuro fazia as coisas darem certo. As pessoas juntavam as suas bondades. Era natural que se confiassem. O rapazinho não poderia imaginar que um dia inspiraria a confiança nas pessoas nele e ele nelas. Tampouco que expressaria a vontade das pessoas por seus atos e palavras vida afora. Sem saber, mergulhava nos insondáveis mistérios do inconsciente coletivo. O Brasil e Leonel se apresentavam um ao outro. Era cedo para saber o resultado desse encontro. Leonel ainda não existia pela lei. Às pressas terá que providenciar a certidão de nascimento para matricular-se na escola técnica de agricultura de Viamão. Só então tem o direito de chamar-se pelo nome de seu herói.</p>
<p>Logo ao formar-se muda-se para Porto Alegre, a procura de trabalho. Em sequência será operador de balança, ascensorista, jardineiro e operário de uma fábrica de graxa. Passa em concurso para fiscal de moinho do ministério da Agricultura. Frequenta o curso supletivo do colégio Júlio de Castilhos e ingressa na escola de Engenharia.</p>
<p>Está se aproximando a hora em que vai tocar sem querer no fio invisível da história, a ligação entre as atitudes banais do cotidiano às decisões que afetarão a vida de todos. O fio da política, o mesmo da emboscada a seu pai e da expulsão de sua mãe para a periferia da cidade.</p>
<p>Algo estava mudando nas ruas pacatas de Porto Alegre. De hora para outra, as pessoas queriam se reunir nas praças, como se estivessem despertando de uma letargia. O que conversavam, no entanto, não conferia com o ambiente de sofisticação na escola de Engenharia. Indiferentes às tropas e até tanques que cercavam as praças, o povo não arredava pé. Queriam a permanência de Getúlio.</p>
<p>É nas ruas que ouve falar pela primeira vez do Trabalhismo, àquela altura mais um sentimento de identidade social que um pensamento. Getúlio e o Trabalhismo despertavam a vontade das pessoas por uma vida condigna. Era a mesma vontade de Leonel. Percebe claramente que o Trabalhismo é o lado sacrificado da sociedade que começa a se organizar. O seu lado. Era a mensagem de uma experiência concreta de vida conduzindo um projeto de dignidade social com lugar para todos. Uma ideologia brasileira para o Brasil.</p>
<p>Brizola, que na prática tinha aberto pessoalmente o caminho para uma vida melhor, enxerga o Trabalhismo como o meio político de criar condições de ascensão social massiva. Não seria surpresa para alguém que perdeu o pai numa traição a reação furiosa de alguns setores da sociedade às propostas trabalhistas de salário mínimo, industrialização e educação. Será espantosa, sim, a descoberta que setores ditos esclarecidos vêem o Brasil como um eterno fazendão. Em seguida, começam a desabar sobre os cabeças do Trabalhismo a acusação de estarem a serviço do comunismo. As nuvens pesadas da Guerra Fria estacionam sobre o Brasil.</p>
<p>Leonel junta-se aos fundadores do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e empenha-se na estruturação do movimento popular que em breve sacudirá as urnas.</p>
<p>Elege-se deputado estadual em 1947 levantando a bandeira da educação pública. Forma-se engenheiro civil e casa-se com Neusa Goulart. Adota a didática de explicar a raiz das questões ao público, iniciativa que o transformará em professor de conscientização política. Suas falas expressam a combinação ideal de teoria e prática. Reelege-se deputado estadual, candidata-se a prefeito de Porto Alegre e perde, assume a secretaria de Obras do governo estadual. Elege-se deputado federal e desta vez (1955) vence a eleição a prefeitura da capital. De imediato acaba com as filas de matrículas lançando o programa Nenhuma criança sem Escola. Está se delineando a carreira política que assombrará o país pela lucidez, criatividade, tino administrativo e coragem. Da prefeitura salta para o governo do Estado (1958). Prioriza o planejamento, reestrutura o serviço público, funda bancos (Caixa Econômica Estadual e Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul), usina de açúcar (Agasa), de cebola (Progasa), aciaria (Aços Finos Piratini), abre estrada estratégica (atual BR-386), cria um jardim zoológico.</p>
<p>Novamente, ataca o déficit educacional. Os deputados negam a criação da taxa de Educação? Lança letras do Tesouro, atrativas e de resgate pontual. Articula correntes de solidariedade de escolas onde for necessário. As prefeituras cedem o local e fornecem o material de construção junto com doações de particulares. Quartéis abrem seus pátios. Os vilarejos remotos passam a ostentar a sua escola. Nas cidades, ruas interditadas a pedido dos moradores viram pátios buliçosos. Abre um programa especial de bolsas nas escolas particulares.</p>
<p>Ao fim de quatro anos, 5.962 escolas primárias e 228 técnicas recortam a paisagem gaúcha. São 20 mil professores e 400 mil alunos a mais.</p>
<p>Na volta do exílio, de São Borja a Porto Alegre, ficará contando do alto, nos dedos, as escolinhas que avistava na vastidão do pampa.</p>
<p>As realizações que farão o sobrenome de Leonel circular pelo mundo acontecem paralelamente ao frenesi administrativo. Desapropria a Fazenda Sarandi, área comprovadamente ociosa, e outra que depois de drenada estava sendo ocupada por fazendeiros, o Banhado do Colégio, onde implanta com pioneirismo uma agrovila. Naquela época estados podiam legislar sobre reforma agrária.</p>
<p>Depois de tentativas infrutíferas de negociação, desapropria uma concessionária de energia elétrica (Bond and Share) e uma empresa telefônica do grupo ITT. Fidel Castro ainda não havia feito as suas. John Kennedy protesta. Entra na lista negra do capital internacional e na de revelações da esquerda continental.</p>
<p>Prenome e sobrenome se juntarão no episódio da Legalidade mas é Brizola que se perpetua na memória popular pelo destemor com que neutralizou um golpe militar. Ele não se permitia acessos de vaidade. O único gesto de orgulho conhecido era o de se considerar o governante que mais construiu escolas. Ao relembrar a resistência que comandou, em eventos públicos, era econômico nos detalhes, como que a proteger segredos recônditos. Não havia segredos de gaveta.</p>
<p>Tudo foi às claras desde o momento em que determinou a mobilização contra a tentativa de violação da Constituição. Leonel confiou na resposta do povo a seu gesto e o povo confiou na bravura de Brizola. Ficou o exemplo de levante cívico para sempre.</p>
<p>Não se conhece uma retaliação de Brizola contra adversários políticos. Três dos governadores nomeados que se sucederam no Palácio Piratini após o golpe de 64 foram derrotados por ele nas urnas. Um gesto ostensivo de vingança contra os eleitores.</p>
<p>A incansável pregação trabalhista contra o retrocesso do neoliberalismo, insuficiente para superar os reveses eleitorais, permanece intocado para todas as gerações.</p>
<p>Seus ensinamentos não envelhecem, pelo contrário, fertilizam o pensamento político, como acontece com as reflexões sobre a grande mídia.</p>
<p>Peito aberto, lastreado apenas por sua autoridade política de inegável integridade, denunciou a cumplicidade dos conglomerados midiáticos com as imposições antinação e antipovo.</p>
<p>A acolhida do povo fluminense após o exílio e a derrota eleitoral de 1989 testemunham o reconhecimento a sua luta de toda uma vida.</p>
<p>“Entre nós existem os brasileiros comprometidos e brasileiros não comprometidos. Quem são os brasileiros comprometidos?</p>
<p>São aqueles que integram a casta dos privilegiados. São aqueles que não têm pressa para nada, usufruem mais direitos do que usufrui a grande maioria do povo brasileiro, embora a lei a todos declare iguais. São aqueles que, encastelados em suas posições, não se sentem obrigados a um mínimo de solidariedade ou dever com o povo deste país. São aqueles que brandem as teses do liberalismo econômico, com elas encobrindo o seu egoísmo antissocial e anticristão e a ânsia anti-humana da riqueza e sua desarvorada sede de poder econômico e político. São aqueles que defendem o latifúndio e, quando falam em liberdade, não estão defendendo senão a sua liberdade de continuarem ricos num país de pobres. E quando falam de segurança não pensam senão na estabilidade dos seus negócios, enquanto o resto da nação afunda na incerteza, no temor, no medo”. (Conferência na cidade de Presidente Prudente (SP), em 25 de novembro de 1961).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Carlos Alberto Kolecza é jornalista.</strong></em></p>
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		<title>Lupi: “Pré-candidatura do Ciro Gomes está firme, forte e crescente”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 07:21:08 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="yiv4050024216MsoNormal"><em><b>Presidente nacional do PDT critica a ação da Polícia Federal contra o postulante ao Planalto</b></em></p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, afirmou que a pré-candidatura de Ciro Gomes a presidente da República “está firme, forte e crescente”, apesar das frustradas tentativas externas de desestabilização do projeto trabalhista. O posicionamento ocorreu, nesta sexta-feira (17), ao longo do debate virtual com o secretário-geral nacional do partido, Manoel Dias, na nova edição da “Escola de Candidatos”.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">No segundo encontro da série organizada pela Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini no Rio de Janeiro (FLB-AP/RJ) e que homenageia o ex-vereador carioca Fernando William, Lupi analisou o potencial do Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND), que é um pilar fundamental da possível gestão pedetista no Palácio do Planalto e reflete os princípios do Trabalhismo.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">“Representando a atualização do projeto de Getúlio Vargas, o PND é liderado pelo irreversível e irrevogável candidato pelo PDT, Ciro Gomes. [&#8230;] Ele vai não só garantir, mas avançar com os direitos dos trabalhadores”, assegurou.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">“Nós somos o depositário fiel de Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola, pois garantimos o legado trabalhista. O partido se diferencia porque respeita a sua história ao defender os direitos sociais e a educação de qualidade para todos, bem como o constante questionamento ao monopólio do sistema financeiro”, completou.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">Ao criticar a operação da Polícia Federal, na última quarta-feira (15), na residência de Ciro, em Fortaleza (CE), Lupi indicou a possível influência política em ações contra o presidenciável pedetista, o que demanda uma mobilização consistente em prol do Estado Democrático de Direito.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">“Temos parte da Polícia Federal manipulada não só pelo [Jair] Bolsonaro, mas também pelo [Sérgio] Moro. Nós vamos resistir e lutar até o fim. Eu quero convocar todos vocês para que defendam o Brasil. Nunca essa pátria precisou tanto de nós para manter a soberania e pluralidade nacionais”, disse Lupi.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">Colocando a formação de quadros e organização por núcleos de base como um mecanismo propulsor do projeto trabalhista, Manoel Dias vislumbra a consequente conscientização política dos cidadãos e a progressiva transformação do país através do voto.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">“A alternativa para o Brasil é um governo nacionalista e compromissado com a massa, que está abandonada. O que vivemos, hoje, é uma batalha reiterada contra os abusos e a opressão da direita e do capital financeiro. Por isso, o Ciro incomoda tanto”, opinou Dias, que também preside nacionalmente a FLB-AP.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">“O partido sente orgulho da sua origem. Nossos governos, como todos os de Leonel Brizola, contam com três eixos: soberania, trabalhadores e educação. É o Trabalhismo vivo e cada vez mais presente”, concluiu.<b></b></p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal"><b>Programação</b></p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">Em janeiro de 2022, o curso contará com aulas virtuais sobre “Saúde, ciência e inovação” no dia 11, às 19h; “Direitos humanos e cidadania das minorias sociais” no dia 18, às 19h, e “Cultura e Educação” no dia 25, às 19h.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">No mês seguinte, sempre às 19h, os alunos poderão acompanhar ainda, pela internet, análises referentes à “Juventude e seus desafios” no dia 1; ao “Direito à cidade: sustentabilidade e urbanização” no dia 8, e ao “Papel do Brasil no cenário global” no dia 15.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">A “Segurança Pública” será abordada no dia 15 de março, às 19h, em uma nova atividade através do Zoom. No dia 22 de março, às 19h, o ex-prefeito de Niterói e pré-candidato ao governo fluminense pelo PDT, Rodrigo Neves, estará na FLB-AP/RJ para detalhar o “Papel do Estado e o Desenvolvimento do Rio de Janeiro”. Na sequência, a pauta do dia 29 de março, às 19h, pelo Zoom, será a “Comunicação e o Marketing de campanha”.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">A “Legislação eleitoral” será o tema central do último debate, que está programado para ser executado, através do Zoom, no dia 5 de abril, às 19h.</p>
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		<title>Juventude Socialista realiza formação política durante plenária no Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 01:07:21 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="623" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro-100x61.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro-300x183.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro-768x467.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro-148x90.jpg 148w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro-600x365.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="yiv3404455196MsoNormal"><em><b>Historiador pedetista Wendel Pinheiro analisou o legado do Trabalhismo a partir do seu novo livro</b></em></p>
<p class="yiv3404455196MsoNormal">A Juventude Socialista (JS) do Rio de Janeiro realizou, neste sábado (11), uma formação política durante a última plenária do movimento do PDT em 2021. No auditório da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), no Centro da capital, a formação foi conduzida pelo historiador e membro do Diretório Nacional do partido, Wendel Pinheiro.</p>
<p class="yiv3404455196MsoNormal">Baseado no seu livro &#8220;Um Tempo Bem Melhor Pra Se Viver&#8221;, que foi lançado nacionalmente no começo de dezembro, Pinheiro detalhou o legado do Trabalhismo ao longo das décadas, incluindo os progressos consolidados por líderes como Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola.</p>
<p class="yiv3404455196MsoNormal">Na sequência, o presidente estadual da JS, Matheus Novais, promoveu, em conjunto com secretário de Criatividade e Inovação da FLB-AP e pré-candidato a deputado federal, Leonardo Lupi, um debate sobre as conjunturas políticas local e nacional, além da contribuição do movimento nas eleições de 2022. Entre os destaques, a viabilização de jovens nas nominatas pedetistas e do Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND).</p>
<p class="yiv3404455196MsoNormal">&#8220;É hora de potencializar o projeto trabalhista. A voz da juventude fará a diferença no processo de transformação do nosso país, que é conduzido pelo nosso pré-candidato a presidente da República, Ciro Gomes. O PND chegará a cada canto do Brasil”, disse Novais.</p>
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		<title>Manoel Dias diz que Ciro é uma alternativa “transformadora” para o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 01:34:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[FLB-AP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil-100x67.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil-300x200.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil-768x512.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil-135x90.jpeg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Manoel-Dias-diz-que-Ciro-é-uma-alternativa-“transformadora”-para-o-Brasil-600x400.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="yiv6627997936MsoNormal"><em><b>Secretário-geral do PDT ressalta viabilidade do projeto trabalhista para combater sistema neoliberal</b></em></p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">Manoel Dias, secretário-geral nacional do PDT, considera o pré-candidato ao Palácio do Planalto, Ciro Gomes, uma alternativa “transformadora” para o Brasil. “Representante trabalhista preparado para libertar o povo brasileiro das mazelas do neoliberalismo”, disse, ao participar no último domingo (21), em Florianópolis (SC), do relançamento do livro “O caminho da Revolução Brasileira”, de Moniz Bandeira, promovido pela Juventude Socialista (JS) catarinense.</p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">Ao citar os ex-presidentes da República Getúlio Vargas e João Goulart (Jango), além do ex-governador do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, Dias ratificou que o Trabalhismo viabilizou progressos estruturantes ao longo dos últimos 100 anos. E agora, através do PDT, oferece um plano de governo viável e que prioriza as camadas mais vulneráveis da sociedade e contraria o atual modelo econômico.</p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">“Ciro desponta como uma voz que contesta o sistema financeiro. Com um Projeto Nacional de Desenvolvimento repleto de alternativas transformadoras, o Brasil voltará a buscar a justiça social ao passo que estimulará a retomada econômica. Capital e trabalho podem andar harmonicamente na mesma direção”, destacou o pedetista, que também preside o partido no estado e a Fundação Leonel Brizola Alberto Pasqualini (FLB-AP).</p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">Exaltando a presença de Nildo Ouriques, presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA) e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a presidente estadual da JS, Luana Morales, fez uma análise histórica dando ênfase ao impacto negativo da deposição de Jango pelas Forças Armadas, em 1964.</p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">&#8220;Essa obra de Moniz foi escrita em 1962, antes do golpe militar de 64, onde as contradições do capitalismo estavam tão acirradas que o debate sobre a revolução era latente e inevitável. A ditadura militar precisou de 21 anos para sufocar a consciência de classe, que efervescia nos movimentos populares e, até hoje, precisa se autointitular de Revolução de 1964 para mascarar a história”, disse.</p>
<p class="yiv6627997936MsoNormal">“Hoje, na dramática conjuntura brasileira, o capitalismo rentístico tem demonstrado a sua face mais cruel. Por isso, debates como este são necessários para fomentar a libertação das amarras do imperialismo&#8221;, finalizou.</p>
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		<title>A Educação no governo Jango</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2021 17:29:54 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/joao_goulart_foto_voyager-Personalizado.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/joao_goulart_foto_voyager-Personalizado.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/joao_goulart_foto_voyager-Personalizado-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/joao_goulart_foto_voyager-Personalizado-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/joao_goulart_foto_voyager-Personalizado-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/joao_goulart_foto_voyager-Personalizado-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/joao_goulart_foto_voyager-Personalizado-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p>A Educação, a Saúde e o Trabalho, além da assistência social, foram prioridades na Era Vargas. Juscelino Kubitschek prosseguiu com o projeto de Getúlio Vargas nesses setores e na questão do desenvolvimento econômico. A historiografia brasileira fala pouco do que fez João Goulart (Jango). Principalmente, pela Educação.</p>
<p>Deposto em 1964, pelos militares e por setores conservadores, que defendiam o capital estrangeiro, João Goulart – um fazendeiro que tinha curso superior &#8211; formou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – entendia muito bem de administração e era um político que sabia dialogar.</p>
<p>Após a renúncia de Jânio Quadros, em agosto de 1961, a Campanha da Legalidade liderada por Leonel Brizola e a decisão de transformar o regime presidencialista em parlamentarista, votada e aprovada pelo Congresso, João Goulart tomou posse e recebeu a faixa presidencial de Ranieri Mazzilli, que estava interinamente na presidência e era o presidente da Câmara Federal.</p>
<p>A posse de Jango foi em 7 de setembro de 1961. Há 40 anos, portanto. As ideias visionárias da Era Vargas e a modernidade que caracterizou o governo de Juscelino Kubitschek se somaram à jovialidade do governo João Goulart.</p>
<p>O presidente Jango acolheu os projetos revolucionários de gênios como Paulo Freire, Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira. Três grandes expoentes da Educação brasileira. Os três educadores tiveram muita coisa em comum. Eles marcaram, de forma decisiva, as mudanças no setor que aconteceram no governo de João Goulart.</p>
<p>Paulo Freire criou o método de Educação de Adultos; Anísio Teixeira ajudou a criar escolas com propostas inovadoras em diferentes estados brasileiros; e Darcy Ribeiro, antropólogo de formação e educador incansável, implantou projetos elogiados em todo o mundo e escreveu muitos livros.</p>
<p>Formado em Direito pela Universidade de Recife, Paulo Freire preferiu dar aulas de português em escolas do ensino médio. Em 1963, o número de analfabetos no Brasil chegava a 40% da população, entre adultos e crianças.</p>
<p>Preocupado com a realidade social do Nordeste, Freire, com seu novo método de alfabetizar, em 45 dias conseguiu fazer ler e escrever trabalhadores rurais de um pequeno município do Rio Grande do Norte. Seu vitorioso método, desejado a adultos e jovens, serviu como experiência para todas as regiões do Brasil e, também, para o mundo.</p>
<p>Um dos principais responsáveis pelas grandes mudanças que marcaram a Educação nos anos 60, Anísio Teixeira, no governo de João Goulart, em Brasília, esteve à frente da missão de estabelecer o sistema de Educação Pública do Distrito Federal e, junto com Darcy Ribeiro, idealizou implantou a Universidade de Brasília.</p>
<p>Formado em Direito, no Rio de Janeiro, em 1922, Anísio Teixeira foi nomeado secretário de Educação de Salvador, com apenas 24 anos. Também na década de 20, ele cursou mestrado na Universidade de Columbia, nos EUA. Influenciado pelo educador John Dewey, seu grande mestre, defendeu a escola pública, gratuita e obrigatória. Na Bahia e em Brasília criou o conceito de escolas-parque, que funcionavam como complemento das escolas-classe.</p>
<p>Antropólogo, sociólogo, escritor e político, Darcy Ribeiro formou-se em 1946, em Ciências Sociais, na Escola de Sociologia e Política de São Paulo, e, em 1956, passou a dirigir o Museu do Índio. No final dos anos 50, Darcy Ribeiro conheceu Anísio Teixeira e foi trabalhar no INEP, criado por Anísio Teixeira.</p>
<p>O Sistema Educacional do DF e a UnB foram sonhados por Juscelino Kubitschek, que convidou Anísio Teixeira para implantar os dois projetos. Mas, a execução e a inauguração só aconteceram em 1962, no governo de Jango. Darcy Ribeiro foi o primeiro reitor da Universidade de Brasília.</p>
<p>Chefe da Casa Civil de João Goulart, foi obrigado a exilar- se no Uruguai e todos os projetos de Educação Pública para o Brasil foram interrompidos, com o golpe militar de 1964. No exílio, Darcy Ribeiro ajudou na reorganização da Universidade do Uruguai e, depois, em Argélia, da Universidade de Argel.</p>
<p>Quando Leonel Brizola assumiu seu primeiro governo no Estado do Rio de Janeiro, em 1983, implantou, ao lado de Darcy Ribeiro, os Centros Integrados de Ensino Público, projeto pedagógico inspirado nas concepções de Anísio, que garantia assistência em tempo integral aos estudantes com atividades recreativas e culturais para além do ensino formal.</p>
<p><em><strong>* Everton Gomes é cientista político e secretário nacional de Relações Internacionais e Institucionais da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP).</strong></em></p>
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		<title>Noventa e nove anos de Darcy Ribeiro: é preciso inventar o Brasil que queremos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2021 05:02:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Cultural Darcy Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Pasqualini]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Lauri Bernardes]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="610" height="454" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande.jpg 610w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande-100x74.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande-300x223.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande-121x90.jpg 121w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande-480x357.jpg 480w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande-600x447.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 610px) 100vw, 610px" />&#8220;Nesse seu aniversário, nada mais justo do que repensarmos juntos com suas obras e ensinamentos&#8221; Se estivesse vivo, em um lugar além da memória dos que amam este país, Darcy Ribeiro estaria completando 99 anos de vida neste dia 26 de outubro de 2021. E não há algo mais necessário para esse momento que o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="610" height="454" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande.jpg 610w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande-100x74.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande-300x223.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande-121x90.jpg 121w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande-480x357.jpg 480w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/darcy_ribeiro_site_grande-600x447.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 610px) 100vw, 610px" /><p><em><strong>&#8220;Nesse seu aniversário, nada mais justo do que repensarmos juntos com suas obras e ensinamentos&#8221;</strong></em></p>
<p>Se estivesse vivo, em um lugar além da memória dos que amam este país, Darcy Ribeiro estaria completando 99 anos de vida neste dia 26 de outubro de 2021. E não há algo mais necessário para esse momento que o Brasil vive, do que exercitar o que Darcy Ribeiro aconselhou a todos os brasileiros em vida: “a coisa mais importante para os brasileiros é inventar o Brasil que queremos”.</p>
<p>Para celebrar o legado de 99 anos desse, que foi um dos políticos e líderes mais importantes da história do País, o PDT Nacional e o Movimento Cultural Darcy Ribeiro (MCDR) querem contar para as pessoas qual é o Brasil que queremos, a partir das vozes de suas lideranças e militantes.</p>
<p>Afinal, Darcy Ribeiro sempre defendeu tudo o que o Brasil mais precisa hoje: educação pública de qualidade e em tempo integral, desenvolvimento, preservação das riquezas naturais, trabalho para todos e diminuição das desigualdades.</p>
<p>Certamente, estaria lutando contra os retrocessos trabalhistas, econômicos, sociais e ambientais do atual desgoverno. Estaria lutando contra os ataques à cultura e à educação pública. E claro, contra o fascismo e outros “ismos” que estão colocando o país de volta no mapa da fome da pobreza.</p>
<p>Darcy Ribeiro sempre acreditou no povo brasileiro, pois conhecia ele como poucos. E nesse seu aniversário nada mais justo do que repensarmos juntos com suas obras e ensinamentos, qual o Brasil que queremos. Sabendo que queremos um Brasil sonhado por Darcy, Leonel Brizola, Alberto Pasqualini e tantos outros.</p>
<p>É com o orgulho desses nomes que o PDT e o MCDR vão responder:</p>
<p>Qual é o Brasil que queremos?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Lauri Bernardes é secretário-geral nacional do Movimento Cultural Darcy Ribeiro</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>No RJ, prefeituras do PDT priorizam Educação e valorizam professores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 20:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Axel Grael]]></category>
		<category><![CDATA[Cieps]]></category>
		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Drª Fernanda Ontiveros]]></category>
		<category><![CDATA[José Bonifácio]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Nos projetos trabalhistas executados, no Rio de Janeiro, pelos prefeitos de Niterói, Axel Grael (PDT), de Cabo Frio, José Bonifácio (PDT), e de Japeri, Drª Fernanda Ontiveros (PDT), a priorização da Educação e a valorização dos professores permitem um acúmulo progressivo de resultados positivos, mesmo com percalços impostos pela Covid-19. A temática foi contemplada no...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p style="font-weight: 400;">Nos projetos trabalhistas executados, no Rio de Janeiro, pelos prefeitos de Niterói, Axel Grael (PDT), de Cabo Frio, José Bonifácio (PDT), e de Japeri, Drª Fernanda Ontiveros (PDT), a priorização da Educação e a valorização dos professores permitem um acúmulo progressivo de resultados positivos, mesmo com percalços impostos pela Covid-19. A temática foi contemplada no <a href="https://www.facebook.com/FLBAPRIO/videos/588164255632771" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/FLBAPRIO/videos/588164255632771&amp;source=gmail&amp;ust=1634405767371000&amp;usg=AFQjCNEq6s3WDqQHiXnFhMB83vPexSf9Jw" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">painel</a> virtual promovido pelo Movimento Trabalhista Pela Educação nesta quinta-feira (14).</p>
<p style="font-weight: 400;">Durantes as interações, os secretários municipais de Educação Elicéa da Silveira (Cabo Frio), Vinicius Wu (Niterói) e Caroline Ontiveros (Japeri) sustentaram o compromisso das gestões com uma das bases históricas do partido e do ex-governador fluminense Leonel Brizola, que é nacionalmente reconhecido pela construção de mais de 500 Centros Integrados de Educação Pública (Cieps) nas décadas de 80 e 90.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com 36 mil alunos e seis mil servidores, Elicéa da Silveira descreveu a reorganização da pasta a partir da execução de novos concursos públicos, de reformas estruturais nas unidades e organização das rotinas por causa da pandemia. Em consonância, cita o impacto negativo da falta de continuidade das ações brizolistas por governos opositores, como o de Moreira Franco.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Acho que todos os problemas que vivemos na sociedade, hoje, nós não teríamos se o programa do PDT, que começou lá em 1983, tivesse continuado. Eu assisti, participei e vi acontecer. Era o caminho, que infelizmente foi interrompido abruptamente”, avaliou Elicéa da Silveira, ao mencionar ainda Darcy Ribeiro.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Fazemos o melhor para as nossas crianças. [&#8230;] A gente procura saídas e soluções, mas não podemos perder o foco. Como vivi a educação [de tempo] integral do governo Leonel Brizola, eu sei que é possível. Temos que nos unir para voltar àquele modelo”, completou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para Vinicius Wu, “o PDT foi, nas últimas décadas, o que melhor soube apresentar respostas para os dilemas e desafios da educação básica no Brasil”. Tendo como referências as cidades do Rio de Janeiro e Sobral (CE), o secretário diz que não há paralelos nacionais de desenvolvimento no ensino público.</p>
<p style="font-weight: 400;">“É um ativo que precisa ser valorizado e muito reconhecido. Tanto no passado, quanto no presente, essa visão que organiza as estratégias [&#8230;] tem referenciais que podem, sim, ser universais, mas evidentemente sempre teremos um olhar para o local, para o específico”, ponderou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Salientando a evolução dos mais de 30 mil alunos, o reconhecimento dos profissionais com projeto de cargos e salários e a expansão da rede de Niterói, principalmente nas gestões do ex-prefeito pedetista e pré-candidato ao governo do estado, Rodrigo Neves, entre 2013 e 2020, Wu mencionou o expressivo volume de recursos assegurados estrategicamente.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Sempre temos que melhorar e aperfeiçoar, mas é uma referência. Niterói investe em educação mais do que o dobro da média nacional. São R$ 18.700 per capita. Com muito orgulho, é a cidade que mais investe no estado do Rio”, detalhou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com parcerias e diálogo, Caroline Ontiveros aponta a construção qualificada, em conjunto com os servidores, como caminho para dirimir o atraso e precariedade acumulados, em Japeri, ao longo de mais de 90 anos.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Primeira mulher eleita em Japeri, Fernanda Ontiveros foi eleita pela bandeira do Trabalhismo e representa a esperança para a população. [&#8230;] É o resgate da educação como principal fonte transformadora da sociedade. Só com ela vamos mudar a realidade”, disse, exaltando, como fonte inspiradora, a administração do partido em Brejo Santo, no Ceará.</p>
<p style="font-weight: 400;">  “O desafio é enorme, principalmente por termos uma rede hoje, infelizmente, com um dos piores ‘Idebs’ (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) do estado do Rio de Janeiro, além do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)”, contextualizou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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