<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><?xml-stylesheet type="text/xsl" href="https://pdt-rj.org.br/wp-content/plugins/rss-feed-styles/public/template.xsl"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:rssFeedStyles="http://www.lerougeliet.com/ns/rssFeedStyles#"
>

<channel>
	<title>Leite Filho &#8211; PDT</title>
	<atom:link href="https://pdt-rj.org.br/index.php/tag/leite-filho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://pdt-rj.org.br</link>
	<description>Rio de Janiero - RJ</description>
	<lastBuildDate>Tue, 17 Jan 2017 12:56:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/rosa-32x32.jpg</url>
	<title>Leite Filho &#8211; PDT</title>
	<link>https://pdt-rj.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<rssFeedStyles:button name="Like" url="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=%url%"/><rssFeedStyles:button name="G+" url="https://plus.google.com/share?url=%url%"/>	<item>
		<title>Leite Filho: Do passando fogo de Brizola ao só a bala de Lupi</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/leite-filho-do-passando-fogo-de-brizola-ao-so-a-bala-de-lupi/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=leite-filho-do-passando-fogo-de-brizola-ao-so-a-bala-de-lupi</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 03:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Housseff]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Henrique Cardoso]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Leite Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://pdt-rj.org.br/?post_type=artigo&#038;p=49867</guid>

					<description><![CDATA[A retórica do tiro está encravada na história do PDT. No caso em tela, não no viés belicista e sim como um chamamento à razão, nestes tempos turvados pela intolerância e lavagem cerebral. No auge de sua cruzada contra o desmonte do Estado executado pelo governo FHC (1995-2002), Leonel Brizola afirmou, em 2001, que “votaria...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Georgia','serif'; color: #333333;">A retórica do tiro está encravada na história do PDT. No caso em tela, não no viés belicista e sim como um chamamento à razão, nestes tempos turvados pela intolerância e lavagem cerebral. No auge de sua cruzada contra o desmonte do Estado executado pelo governo FHC (1995-2002), Leonel Brizola afirmou, em 2001, que “votaria por passar fogo” em Fernando Henrique Cardoso, caso fosse juiz de um tribunal encarregado de julgar os atos do presidente.</span></p>
<p>Dez anos depois, Carlos Roberto Lupi, outro emocional presidente do PDT, e cria afiadíssimo de Brizola, ocupando eventualmente o cargo de ministro do Trabalho, no qual pontuou com brilho outro trabalhista da velha cepa, João Goulart, se exalta e diz que só sai do ministério “a bala”.</p>
<p>Antes de regressar à atualidade, permita-me um mergulho no passado recente. Aquela descompostura de Brizola se prestou, compreensivelmente, a explorações e intrigas, as mais torpes e variadas. Chegaram a atribuir-lhe um intento magnicida. Não obstante, Brizola conseguiu o que queria: colocar em pauta um problema grave que estava sendo deliberada e criminosamente abafado.</p>
<p>Ele se referia à farra das privatizações das empresas públicas – Embratel e seus satélites, o complexo da Telebrás, a Vale do Rio Doce, o Banespa, a Petrobrás, em menor proporção, e outras. O programa de FHC, chamado depois de “privataria”, desempregou centenas de milhares de funcionários, depauperou a economia e fragilizou os poderes do Estado diante das multinacionais. Estas passaram a dominar por completo nossas telecomunicações, siderúrgicas, eletricidade, o subsolo, a água, tudo.</p>
<p>O assalto corria à solta naqueles tempos neoliberais e ninguém dava um pio, porque as empresas de mídia também repartiam o botim bilionário entrando de sola nas telefônicas da Telebrás. Quem ousasse levantar a voz era abatido ao mais tumular dos silêncios. Brizola portava a voz solitária, quase perdida no culto ao “livre mercado”. Só foi ouvido quando falou em bala, aliás, em tiro. O ano era de 2001, porquanto as privatizações já estavam quase no fim e Brizola andava rouco de tanto clamar no deserto. Foi enfático: “Com este Fernando Henrique, só passando fogo…”</p>
<p>Como já havia feito em outras ocasiões, o presidente pedetista comparou o então presidente da república a Calabar, personagem que entrou para a história como “traidor” no episódio da invasão dos holandeses na época do Brasil colonial. Como se sabe, Calabar foi preso e enforcado.<br />
O episódio ocorreu num encontro festivo com militantes pedetistas na churrascaria Mosqueteiro, na zona leste de Porto Alegre, o que não impediu o ex-governador de exaltar-se. Para ele, FHC “passou para o lado do inimigo” ao adotar uma política de “entrega” do patrimônio público aos interesses internacionais.</p>
<p>Já o petardo de Lupi, desta vez, se direciona não contra a presidenta responsável pela sua nomeação como ministro. Dilma, na verdade, cumpre um roteiro bem afinado ao de Leonel Brizola, mesmo com estilo diferente, como Lula. seu antecessor e padrinho de Lupi, também o fez.</p>
<p>Seu destino certo é a mídia, que não deixa o governo governar. No afã de encabrestar o governo, ganhar mais dinheiro, com este sensacionalismo rasteiro, e poder, a mídia decidiu agora ocupar o Palácio do Planalto para ditar, inclusive, a política externa. Isto muito incomoda seus mentores, as tais das multinacionais ou, mais contemporaneamente, o mercado.</p>
<p>No calor das câmeras, o ministro exagerou, ao avisar, que, para tirá-lo do cargo, “só abatido à bala e tem que ser bala forte, porque eu sou pesadão”. Ora, o cargo é de provimento privativo da Presidenta da República. Isso bastou para novos e virulentos ataques, além de uma bem urdida intriga com a Presidenta. O ministro estava achacando, chantageando Dilma Rousseff, mesmo porque o PDT, em outro movimento, tinha ameaçado sair do Governo, no caso da demissão de seu ministro.</p>
<p>As bolsas de aposta pela cabeça dele foram parar nas nuvens. O ministro estava no chão, era questão de horas. Dilma não ia tolerar a insubordinação, diziam os manchetões, inclusive o de O Globo de quarta, 9/11/11 (Novamente, o Globo…)</p>
<p>Nem por isso, Lupi deixou a humildade e se retratou: “Presidenta Dilma, desculpe se fui agressivo. Não foi a minha intensão. Eu te amo”.<br />
Mas reforçou sua disposição em enfrentar seus acusadores midiáticos: “Eu vou mostrar para vocês (jornalistas) que é possível a mídia errar. vou mostrar que, com o erro, vocês terão de dar espaço para defender a honra das pessoas”. A história continua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: 'Georgia','serif'; color: #333333;"><strong><em>*Leite Filho é jornalista, analista político e autor dos livros  &#8220;El Caudillo Leonel Brizola – Um Perfil Biográfico&#8221; e &#8220;Quem Tem Medo de Hugo Chávez?”.</em></strong></span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
