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	<title>Lei de Execução Penal &#8211; PDT</title>
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		<title>Subtenente Gonzaga defende Regime Penitenciário de Segurança Máxima no País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 18:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="671" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671-300x197.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671-768x503.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671-137x90.jpg 137w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671-600x393.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>A Comissão Especial da Câmara dos Deputados criada para analisa os 36 projetos que integram o <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=327891" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">PL 7223/06</a> e que cria o Regime Penitenciário de Segurança Máxima no Brasil, aprovou, na última semana, o parecer favorável de seu relator, o deputado federal Subtenente Gonzaga (PDT-MG).  O pedetista defende que o principal objetivo da proposta é criar regras mais duras para os presos envolvidos com organizações criminosas.</p>
<p>O tema conquistou a atenção dos parlamentares após as rebeliões ocorridas em penitenciárias de diferentes estados brasileiros, no inicio deste ano, desencadeadas por disputas entre facções criminosas rivais.</p>
<p>Os conflitos ocorridos nas cidades de Manaus (AM), Roraima (RR) e em Nísia Floresta, na Grande Natal (RN) deixaram mais de 100 detentos mortos, de acordo como números divulgados. Somado aos agentes penitenciários feitos reféns, os conflitos revelaram a fragilidade do sistema penitenciário nacional e mobilizaram a opinião pública.</p>
<p>Para o Subtenente Gonzaga, o estabelecimento do regime de segurança máxima no País será fundamental para impedir as ligações entre os presos e as organizações criminosas, o que, em sua opinião, “apaziguará o clima nas penitenciárias”.</p>
<p>&#8220;Queremos aproveitar esse projeto para efetivamente oferecer alternativas ao sistema prisional, tanto do ponto de vista de um regime disciplinar, que dê mais eficácia aos gestores quanto à interrupção da comunicação nos presídios”, declarou o Subtenente.</p>
<p>A proposta, de origem no Senado, altera a Lei de Execução Penal, de 1984 e o Código de Processo Penal. Entre outras medidas, o Regime de Segurança Máxima prevê que o detento seja recolhido em cela individual, realize banho de sol de, no máximo, duas horas diárias, e seja proibido de se comunicar com outros detentos e agentes penitenciários.</p>
<p>As novas regras também estabelecem que todas as eventuais saídas do presídio sejam monitoradas e as visitas mensais dos familiares controladas por meio de gravação e filmagem, além de o detento e seu parente se comunicarem via interfone, separados por um vidro.</p>
<p>O texto aprovado pelo Subtenente também determina que os estabelecimentos penitenciários, especialmente os destinados ao regime disciplinar diferenciado e o regime de segurança máxima, disponham de equipamentos de segurança como bloqueadores de telecomunicação para telefones celulares e radiotransmissores, entre outros.</p>
<p>“Hoje, temos o absurdo de ser crime você entrar no presídio com telefone, mas não ser crime você utilizar o telefone. Portanto, também estamos propondo, como um efeito da condenação, lá no Código Penal, a perda do sigilo da privacidade da comunicação para que, no regime fechado, possam ser destruídos os sistemas de comunicação”, explica o parlamentar.</p>
<p><strong>Cumprimento de pena</strong></p>
<p>Outra preocupação do Subtente é a alteração das regras da progressão de regime de cumprimento de pena que, hoje, permite ao condenado a oito anos de prisão ser solto após cumprir um sexto da pena. Nesse sentido, ele destaca a importância de o regime disciplinar de segurança máxima permitir o isolamento por até quatro anos.</p>
<p>“É inaceitável que um sexto da pena seja suficiente para um criminoso que tenha recebido uma pena mínima de oito anos – pois não estamos falando de um criminoso qualquer –, porque nós sabemos que o regime fechado só é cumprido quando a condenação é superior a oito anos”, argumenta o subtenente.</p>
<p>O deputado explica que, de acordo com as novas regras, o tempo mínimo para que o preso venha a ser solto passará de um sexto da pena para um quinto, o que corresponde a 20%, para os crimes que não reincidentes. No caso de uma reincidência, esse percentual sobe para 30%. Se o condenado for chefe de uma organização criminosa, o piso sobe para 40%. No crime hediondo, que hoje é 40%, passaria para 50% e 70%, em caso de reincidência.</p>
<p>“É um relatório que avança no atendimento ao clamor da população, que está exigindo sim, que haja um maior rigor no cumprimento das penas no nosso sistema prisional do Brasil”, afirma o relator, para quem o texto aprovado agrega os anseios de todos os setores envolvidos.</p>
<p>“Estou acreditando em uma convergência. Tivemos o cuidado de dialogar com vários setores&#8230; do Governo Federal, do governo estadual&#8230; Por isso, esse projeto realmente nos parece um avanço”, avalia o Subtenente Gonzaga.</p>
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		<title>Subtenente Gonzaga defende estratégias para aprovação de projetos de segurança pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 20:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Execução Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional da Associação Nacional das Entidades Representativas dos Policiais e Bombeiros Militares]]></category>
		<category><![CDATA[Subtenente Gonzaga]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Subtenente-defende-estratégias-para-aprovação-de-projetos-de-segurança-pública.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Subtenente-defende-estratégias-para-aprovação-de-projetos-de-segurança-pública.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Subtenente-defende-estratégias-para-aprovação-de-projetos-de-segurança-pública-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Subtenente-defende-estratégias-para-aprovação-de-projetos-de-segurança-pública-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Subtenente-defende-estratégias-para-aprovação-de-projetos-de-segurança-pública-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Subtenente-defende-estratégias-para-aprovação-de-projetos-de-segurança-pública-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Subtenente-defende-estratégias-para-aprovação-de-projetos-de-segurança-pública-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>O deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) defendeu estratégias para aprovações de projetos que vão beneficiar a policial e bombeiro militar e a Segurança Pública, durante o Encontro Nacional da Associação Nacional das Entidades Representativas dos Policiais e Bombeiros Militares (ANERMB ), realizado em Brasília nesta terça-feira, 1º de agosto de 2017.</p>
<p>Entre os temas que foram discutidos estão: o fim da prisão, contida no PL C 148 de autoria do deputado; o projeto de lei que altera a lei de tortura; a revisão do Código Penal Militar e Processual Penal Militar; e o projeto que tipifica a resistência e desobediência à ação policial.</p>
<p>Também foi abordado o projeto que altera a Lei de Execução Penal para tornar mais rígido o cumprimento das penas, em especial, dos crimes praticados contra Policiais e integrantes de organização criminosas. O deputado defendeu ainda a proposta do Ciclo Completo de Polícia e o acesso único à carreira.</p>
<p>Subtenente Gonzaga iniciou o semestre ainda mais preocupado com as questões relativas aos policiais e bombeiros militares e continuará trabalhando para honrar a confiança depositada nas últimas eleições. “Estamos vigilantes para que se mantenham todos os nossos direitos e que nenhum golpe ocorra como na tentativa de acabar com a paridade na aposentadoria referente à previdência militar”, afirmou o deputado.</p>
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		<title>Subtenente Gonzaga analisa medidas severas contra o crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 23:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Infopen]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Execução Penal]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="532" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Subtenente-Gonzaga-analisa-medidas-severas-contra-o-crime-organizado.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Subtenente-Gonzaga-analisa-medidas-severas-contra-o-crime-organizado.jpg 800w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Subtenente-Gonzaga-analisa-medidas-severas-contra-o-crime-organizado-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Subtenente-Gonzaga-analisa-medidas-severas-contra-o-crime-organizado-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Subtenente-Gonzaga-analisa-medidas-severas-contra-o-crime-organizado-768x511.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Subtenente-Gonzaga-analisa-medidas-severas-contra-o-crime-organizado-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Subtenente-Gonzaga-analisa-medidas-severas-contra-o-crime-organizado-600x399.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Desde o início deste ano, as cidades de Manaus (AM), Roraima (RR) e Nísia Floresta, na Grande Natal (RN), têm sido alvo de uma série de conflitos no sistema carcerário, causados por brigas entre facções criminosas rivais. Diante dessa crise, o deputado federal Subtenente Gonzaga (PDT- MG) analisará 36 projetos que tratam da segurança pública nacional, com medidas severas contra o crime organizado que alteram, inclusive, a Lei de Execução Penal.</p>
<p>Segundo uma pesquisa feita pelo Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen), a população carcerária do Brasil é a quarta maior do mundo, com 622 mil detentos, atrás apenas de Estados Unidos (2,2 milhões), China (1,6 milhão) e Rússia (644 mil). Além disso, o Brasil tem uma taxa de mais de 300 presos para cada mil habitantes, mais do que o dobro da média mundial, conforme dados do Centro Internacional de Estudos Prisionais (ICPS, sigla em inglês).</p>
<p>A situação do Brasil é ainda mais grave porque, além da superlotação, falta de investimentos e estruturas precárias, os presídios enfrentam a falta de organização e controle no tráfico de armas e drogas, o que contribui para que as facções continuem a controlar toda e qualquer ação dentro das penitenciárias.</p>
<p>Segundo o Subtenente Gonzaga, relator da comissão especial instalada em fevereiro deste ano e que trata dos 36 projetos – compostos pelo <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=327891" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">PL 7223/06</a> e apensados –, é necessário priorizar financeiramente o sistema prisional para trabalhar a segurança de forma estratégica.</p>
<p>“É preciso ampliar os números de vagas, mas também, mudar a lógica arquitetônica das penitenciárias, porque, mesmo com o rigor das buscas, os visitantes acabam transportando drogas e armas. E pior, ainda existem os maus agentes, que apesar de serem poucos, acobertam a entrada desses produtos fazendo um grande estrago”, pontua o parlamentar.</p>
<p>Uma das propostas, o <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=568378" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">PL 5183/13</a>, altera a periodicidade de visitas, que de semanais passam a ser mensais, e cancela as visitas íntimas. Conforme o texto, haverá um controle maior nos encontros com os familiares, por meio de gravações e filmagens, já que o detento ficará separado de seu parente por um vidro e a comunicação feita via interfone.</p>
<p>Os contatos com advogados também serão balizados pela legislação proposta. Além de mensais, as visitas deverão ser agendadas previamente e com o conhecimento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).</p>
<p>Outro projeto analisado pelo Subtenente Gonzaga é o <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=493420" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">PL 592/11</a>, que determina a aplicação do regime disciplinar máximo ao preso provisório ou condenado, envolvido em organizações criminosas, quadrilha, bando ou no comando de rebeliões e crimes dentro e fora do presídio. Se aprovada, medida alterará a Lei de Execução Penal, criando o regime de segurança máxima nos presídios.</p>
<p>Já o <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2078990" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">PL 4656/16</a>, amplia o prazo de duração do regime disciplinar diferenciado – aquele com maior grau de isolamento e restrições de contato com o mundo exterior. De acordo com a proposta, a duração máxima do novo regime será de 720 dias prorrogáveis, prevendo recolhimento em cela individual e banho de sol de no máximo duas horas diárias. Além disso, será proibida a comunicação com outros presos e com os agentes penitenciários e as eventuais saídas do presídio também deverão ser monitoradas.</p>
<p>Como o pedestista pretende ouvir, em audiências públicas, todos os setores da sociedade envolvidos no tema, como agentes penitenciários e especialistas, ele avalia que a elaboração de seu parecer levará cerca de dois meses, incluindo a sugestão de um substitutivo que contemple todas as medidas propostas.</p>
<p>&#8220;Há dezenas de propostas, como as da CPI do Sistema Carcerário, que se encerrou em 2015, e ainda não há nenhum projeto apensado aqui, então acho que haverá muitas demandas. E essa comissão é resultado do trabalho da Comissão de Segurança Pública. Levantamos essa discussão principalmente quando da crise no Rio Grande do Norte, em agosto, e no Acre, em setembro”, afirma o deputado.</p>
<p>Segundo o Subtenente Gonzaga, a comissão especial estará à disposição de todos para construir um texto que, de fato, responda à necessidade do sistema carcerário brasileiro.</p>
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