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	<title>justiça social &#8211; PDT</title>
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	<title>justiça social &#8211; PDT</title>
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		<title>Unir agora para divergir amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 20:39:05 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="322" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920-100x31.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920-300x94.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920-768x241.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920-268x84.jpg 268w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920-600x189.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>A História é a mestra da vida. A sentença de Cícero, orador romano, chamava atenção para as lições que podiam ser extraídas do conhecimento do passado. Elas serviam ainda para que as pessoas entendessem melhor o presente e projetassem futuros mais generosos.</p>
<p>Na circunstância em que o Brasil se encontra, governado por uma extrema-direita com tintas fascistas encarnada na figura do presidente Jair Bolsonaro, cabe aos democratas buscar caminhos que recoloquem o país na trilha da liberdade, da justiça social, do desenvolvimento sustentável e da defesa intransigente dos direitos humanos universais. Entender as lições da História, nesse processo, é fundamental.</p>
<p>É notório, por exemplo, que a desunião de partidos e organizações progressistas e de esquerda, ainda que não tenha sido responsável direta pelo fato, facilitou a ascensão dos nazistas na Alemanha. Na Espanha, a união de partidos republicanos de esquerda permitiu a vitória da Frente Popular nas eleições de 1936. O governo popular acabou tendo que enfrentar a reação da extrema-direita, comandada pelo general Francisco Franco, na Guerra Civil Espanhola. Durante o processo, a desunião dos grupos antifascistas acabou facilitando a tarefa dos franquistas, apoiados por Hitler e Mussolini, e a Espanha mergulhou na ditadura franquista.</p>
<p>Por outro lado, na mesma Espanha, o Pacto de Moncloa, assinado em 1977, uniu amplos segmentos políticos e da sociedade civil organizada espanhola para, ressaltadas as suas diferenças, garantir a transição democrática após a ditadura, traçando compromissos comuns nos campos da economia, da democracia, do direito, da previdência e da educação.</p>
<p>“Só tenho um objetivo, a destruição de Hitler, e isso simplifica minha vida consideravelmente. Se Hitler invadisse o inferno, eu faria pelo menos uma referência favorável ao diabo na Câmara dos Comuns”. Com essas frase, o conservador Winston Churchill justificou a aliança com Stalin e a União Soviética para a causa imediata maior: derrotar o nazismo.</p>
<p>Com tudo isso, creio ser necessário um amplo movimento de combate à extrema-direita bolsonarista no Brasil. Uma união em nome de pautas comuns – que não anulem nossas diferenças, mas ressaltem  nossas semelhanças – que garanta de forma inegociável a democracia e a justiça social, sem abrir mão desses pilares.</p>
<p>Dialogar, buscar consensos, abrir mão ocasionalmente de certas expectativas, inclusive eleitorais, em nome de uma unidade firme de defesa da liberdade se tornou a tarefa urgente dos nossos dias. Se não tivermos agora a capacidade de nos unir, no futuro talvez não possamos ter o direito de exercer e debater livremente as nossas divergências.</p>
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		<title>Nossa voz grita por um Brasil mais estável e mais justo, por Weverton Rocha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 21:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Crise sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="786" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-100x77.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-300x230.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-768x590.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-117x90.jpg 117w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-600x461.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Quando comecei a escrever esse artigo, o Brasil contava mais de 26 mil mortos e perto de 500 mil casos confirmados de Covid-19. São números sobre os que não consigo falar sem me sentir chocado, porque vejo nomes por trás deles. Mas quem vê o noticiário político do Brasil, tem a impressão de que o país não está vivendo essa terrível crise sanitária.</p>
<p>O presidente, que deveria ser o líder máximo da nação, está preocupado com apoiadores, fake news, possíveis opositores nas eleições de 2022, mas não emite uma palavra de apoio às famílias vitimadas pelo coronavírus, nem uma frase que traga um norte de como vamos vencer essa batalha. Não dá para continuar aceitando isso como normal.</p>
<p>Esta semana, os líderes de partido de oposição no Senado e na Câmara se reuniram para organizar um posicionamento frente à crise. Tivemos uma reunião produtiva que, na minha avaliação, apresenta um caminho para toda a sociedade: não vamos nos calar. A intenção, obviamente, não é ampliar a crise. Mas não é razoável que, a pretexto de não atiçar ainda mais a sanha autoritária do presidente, continuemos normalizando atitudes que são inaceitáveis.</p>
<p>Não é aceitável que a imprensa seja impedida de trabalhar e tratada com hostilidade – por isso apresentei um projeto aumentando em dois terços a pena para quem agredir jornalistas quando estiver trabalhando ou em função da profissão; não é aceitável que instituições, como Congresso e STF, sejam atacados diariamente – embora estejam trabalhando como nunca para ajudar a combater a pandemia; não é aceitável que o país seja ameaçado semanalmente com a possibilidade de uma saída autoritária; e, principalmente, não é aceitável que o País não tenha um plano nacional de enfrentamento ao Covid-19.</p>
<p>Quando o coronavírus chegou ao Brasil, assumimos que seria o maior desafio a ser enfrentado pela nossa geração. De lá para cá, dois ministros da saúde se demitiram por não suportar a falta de respeito à ciência, uma reunião ministerial se notabilizou por, além de inúmeros desmandos, não dar importância ao tema e o Brasil ganhou destaque na imprensa internacional por frases ultrajantes do presidente, como “E daí?”, para o número de mortos.</p>
<p>Hoje, a Saúde tem um ministro interino e o foco do presidente está totalmente voltado para a política, a má política. O presidente precisa deixar de ser agente do caos e passar a ser pelo menos presidente, já que dificilmente será líder da nação.</p>
<p>Nós, da oposição, não somos maioria no Congresso. Mas nossa voz será ouvida e será uma voz de cobrança, de representação do povo brasileiro. Não cederemos às chantagens contra a democracia e nem vamos continuar fazendo de conta que nada demais está acontecendo.</p>
<p>Vamos continuar trabalhando para aprovar as medidas que são necessárias para o enfrentamento à pandemia. Mas cobraremos de saída da crise, baseada em dados médicos e científicos. Cobraremos um ajuste da postura do presidente Bolsonaro ao cargo que ocupa. Cobraremos o respeito ao estado democrático de direito. Cobraremos mais cuidado com o Brasil.</p>
<p>Uma hora nossa voz será ouvida. E encontrará eco nas vozes dos brasileiros que também querem um país melhor. Lutamos por um Brasil mais estável, mais tranqüilo e com mais justiça social. Esse é um Brasil possível, só precisamos lutar por ele, sem calar nossas vozes.</p>
<p><em>*Weverton Rocha, senador e líder do PDT no Senado</em></p>
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		<title>Há cinco anos, Brasil perdia Neiva Moreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 03:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Brizola]]></category>
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		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="729" height="375" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira..jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira..jpg 729w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-100x51.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-300x154.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-175x90.jpg 175w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-600x309.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 729px) 100vw, 729px" /><p>Hoje (10), o PDT recorda o amigo José Guimarães Neiva Moreira, um nordestino que acreditava na justiça social, na fraternidade dos povos, no resgate da população pobre e desassistida do Brasil. O eterno deputado trabalhista viveu convicto de que a política é o caminho para mudar sociedades e trazer esperança à gente desamparada. Falecido há cinco anos, Neiva deixou sua biografia como testemunho de que é possível lutar por um mundo mais justo.</p>
<p>Maranhense de Nova Iorque, Neiva Moreira nasceu em 10 de outubro de 1917. Tornou-se jornalista ainda muito jovem e atuou em veículos como o periódico <em>Pacotilha</em>, os jornais <em>Diário da Noite</em> e <em>O Jornal</em>, e a revista <em>O Cruzeiro</em>. Em 1950, José Guimarães entra para a política sendo eleito deputado à Assembleia Legislativa do Maranhão. Lá, mostra sua veia nacionalista defendendo a criação da Petrobrás e da Eletrobrás. Nascia então o político que brigaria, até a última instância, pelo desenvolvimento soberano nacional, pela melhoria de vida do povo brasileiro.</p>
<p>Após a morte de Getúlio Vargas, em um período de grande instabilidade política, o então deputado federal Neiva Moreira foi um dos fundadores da Frente Parlamentar Nacionalista. Quando Jango assumiu a presidência da República, o parlamentar defendeu conscientemente as Reformas de Base. Queria o bem do povo brasileiro; acabou arrastado pelo mesmo tsunami que destituiu o presidente.</p>
<p>Com o Golpe Militar, em 1964, Neiva Moreira foi deposto e exilado – não antes de amargar alguns meses como preso político. Passou 15 anos migrando entre países da America latina graças ao surgimento sucessivo de governos totalitaristas. Foi recebido e expulso da Bolívia, do Uruguai, da Argentina e do Peru. Seu último pouso foi no México, onde ficou de 1976 até a reabertura política no Brasil em 1979, quando retornou ao país.</p>
<p>De volta a sua pátria, aliou-se a Brizola e ajudou a fundar o Partido Democrático Trabalhista (PDT). Neiva Moreira, enfim, retomou sua luta amparado por uma legenda que, assim como ele, é norteada pelo senso de justiça social. Em 1982, foi nomeado secretário de Comunicação Social do Estado do Rio e, em seguida, presidente do Banco de Desenvolvimento daquele Estado, pelo governador Leonel Brizola.</p>
<p>Na década seguinte, Neiva Moreira foi eleito para a Academia Maranhense de Letras e voltou a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Até o último momento, brigou pelo desenvolvimento do país acreditando na possibilidade da erradicação da miséria, da redistribuição de renda e no poder da educação como agente transformador da sociedade.</p>
<p>Em poucas palavras, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, descreveu José Guimarães Neiva Moreira: “O Neiva, como Brizola, Darcy, Jango e Getúlio, é a prova cabal de que vale a pena fazer política com sonhos, com ideias, com utopias”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bresser Pereira: ‘Defender Dilma será um dever cívico’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2016 13:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[justiça social]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Carlos Bresser Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Temer]]></category>
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					<description><![CDATA[Luiz Carlos Bresser Pereira deu uma palestra no Grupo de Reflexão sobre o Brasil Contemporâneo, da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (EHESS), em Paris. Entre os intelectuais brasileiros, ele é uma das vozes mais críticas ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.  A Rádio França Internacional (RFI) entrevistou Bresser e nela ele...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz Carlos Bresser Pereira deu uma palestra no Grupo de Reflexão sobre o Brasil Contemporâneo, da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (EHESS), em Paris. Entre os intelectuais brasileiros, ele é uma das vozes mais críticas ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.  A Rádio França Internacional (RFI) entrevistou Bresser e nela ele comenta o fato de ter sido um dos escolhidos pela presidente para defendê-la no Senado, no julgamento do impeachment. “Terei não só o prazer, como o dever cívico de defendê-la”, afirma o ex-ministro de José Sarney e de Fernando Henrique Cardoso, para quem o impeachment de Dilma gera “um forte arranhão na democracia brasileira&#8221;.</p>
<p>“Temer não terá apoio para nada”, aposta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira abaixo os principais trechos da conversa.</p>
<p><strong> É o fim de um ciclo de democracia e justiça social no Brasil?</strong></p>
<p>&#8212;  Sim, é o fim. É uma análise que faço no meu último livro, A Construção Política do Brasil, em que eu divido a história do Brasil independente em três grandes ciclos. O primeiro, do Império, eu chamo de Estado e integração Territorial. Depois, tem um período intermediário, a Velha República, até chegarmos a um novo ciclo, de 1930 e 1980, que chamo de nação e desenvolvimento. É o momento da revolução capitalista brasileira, com a figura marcante de Getúlio Vargas. Depois, de 1980 até 2014, temos o ciclo democracia e justiça social. Tivemos a transição democrática, que foi alcançada, e a justiça social, que foi modestamente melhorada. Ainda estamos longe dela, mas caminhamos na sua direção. A origem do problema é que, a partir de 1930, a economia do Brasil para, cresce a uma taxa muito menor do que nos 50 anos anteriores. A ideia de se ter redistribuição da renda e diminuição das desigualdades sem crescimento econômico é praticamente impossível, de forma que agora se chega ao fim deste ciclo. E ainda surge uma direita algo violenta neste final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O ano de 2014 foi o da reeleição de Dilma Rousseff. Para o senhor, o início do segundo mandato dela foi marcado pelo fim deste ciclo?</strong></p>
<p>&#8212; Sim. Para mim, antes mesmo da grande recessão e da grande crise econômica, política e moral que teremos se desencadeando em 2015, já estava claro que esse ciclo de democracia e justiça social estava se esgotando. A grande tentativa política dos governos Lula-Dilma tinha sido de fazer um pacto político e de classes desenvolvimentista. Um pacto que juntasse os trabalhadores e a burocracia pública aos empresários industriais, aos empresários produtivos. Foi o que ocorreu na era de Getúlio Vargas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O capitalismo em qualquer país do mundo é ou desenvolvimentista, ou liberal. Se for liberal, é um capitalismo dos rentistas e dos financistas, como vimos nos Estados Unidos e na França, a partir de 1980. Nós, com a chega do Collor à presidência, teremos um ciclo que chamo de liberal-dependente. O governo Fernando Henrique foi neoliberal no plano econômico, mas não no plano social. E agora, neste novo governo que surgiu após este impeachment absolutamente inaceitável, vemos uma tentativa de desmontar o nosso Estado de bem estar social no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como um dos fundadores do PSDB, como o senhor vê a postura de líderes da sigla nesta crise, especialmente o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso?</strong></p>
<p>&#8212; Durante o primeiro ano do governo de Fernando Henrique, eu vi que a política econômica do governo era muito equivocada, porque era uma política de câmbio muito apreciado e juros muito altos. Eu insistentemente falei com o Fernando Henrique, insistia nisso uma vez por mês. Ele era muito simpático e ainda é simpaticíssimo, uma pessoa da melhor qualidade. Mas ele estava assessorado por economistas que haviam se tornado totalmente conservadores, de forma que eu não consegui nada.</p>
<p>O que eu vi, depois que saí do governo, é que a guinada do PSDB para a direita era muito forte. Acontecera não só na política econômica, de privatizações e liberalização, como na política externa, dependente dos Estados Unidos e de políticas ortodoxas. Eu demorei 10 anos para sair do PSDB. Pensei muito, meus amigos estavam todos lá, mas eu vi que, realmente, a virada para a direita tinha sido muito grande.</p>
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<p><strong>O senhor está entre os indicados como testemunhas pela presidente Dilma Rousseff, na sua defesa contra o impeachment. O que o senhor pretende argumentar em favor da presidente?</strong></p>
<p>&#8212; Terei todo o prazer, e não só o prazer, como o dever cívico de defendê-la. No meu entendimento, esse impeachment, sob o ponto de vista jurídico, é uma farsa. Nós todos sabemos – inclusive os relatores, os impetrantes em geral do processo – que o motivo real do impeachment não foram as famosas pedaladas. Essas foram irregularidades que todo o presidente, em todo o país, faz. Não é só no Brasil, e nunca foi origem de impeachment antes. Foram outras as razões – e outras razões são inaceitáveis. Ponto.</p>
<p>As outras razões foram essencialmente que a direita, a classe capitalista rentista e financista brasileira, resolveu que não queria mais ser governada pelo PT. Eles nunca quiseram – o Brasil entrou em uma crise em 2002, por causa da eleição do Lula. Mas, depois, o Lula tentou de todas as maneiras fazer compromissos e acordos, que eram necessários, e a coisa foi indo. Mas depois a economia começou a derrapar fortemente, em 2012, e a taxa de lucro dos empresários industriais caiu de maneira dramática, para 5% e depois para 4% ao ano, muito abaixo da taxa de juros, nesse momento essa direita se uniu. Os economistas passaram a fazer uma gritaria a respeito do “pibinho” e a respeito dos erros de política econômica que ela de fato cometeu, vários. Mas, para a surpresa dessa direita, a presidente foi reeleita, e num quadro muito curioso: nunca vi um presidente ser reeleito no Brasil sem nenhum apoio das classes dirigentes. Até no caso do Lula, havia algum apoio. Dessa vez, não havia nada, de forma que, em seguida, os derrotados imediatamente começaram a pedir o impeachment.</p>
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<p><strong>Mas Dilma também desfrutou de cada vez menos apoio da sociedade, não?</strong></p>
<p>&#8212; A popularidade de Dilma despencou, em parte por uma grande inabilidade política dela. O resultado foi que deu certo a demanda da oposição e de uma direita nova que surgia, cheia de ódio. Fiquei muito impressionado com isso. O ódio apareceu em 2013, mas ficou claro para mim em 2014. Foi a primeira vez que eu vi ódio na política brasileira – e ódio é incompatível com política. Na política, há adversários, não inimigos. Inimigos se confrontam em guerras, e o Brasil entrou nessa guerra. Juntou-se essa direita violenta, com o Aécio Neves e o PSDB, que queriam ganhar o que não tinham ganho. E, no final, veio essa maravilha chamada PMDB, com os senhores Eduardo Cunha e Temer, “paladinos da moralidade pública”.</p>
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<p><strong>Na sua avaliação, quais as chances de a presidente conseguir reverter essa situação?</strong></p>
<p>&#8212; É difícil prever como vai ser. As suas chances são pequenas, mas é possível. Esse impeachment é uma farsa jurídica, que causa um forte arranhão na democracia brasileira. Esse governo entendeu a baixa popularidade da presidente como o apoio para políticas econômicas violentamente contra os trabalhadores.</p>
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<p><strong>O governo Temer teria apoio para fazer cortes drásticos nas políticas sociais? </strong></p>
<p>&#8212; Eu não creio que ele terá apoio para nada. Esse governo começou mal e está caminhando mal. Existe o conceito sociológico de legitimidade, de apoio na sociedade civil, apoio em quem tem poder. A Dilma sofreu esse impeachment porque perdeu o apoio da sociedade civil, principalmente dos ricos, mas também dos iletrados. Esse novo governo que está começando não pode ter ilegitimidade maior. É só olhar. As pessoas que lutaram pelo impeachment devem estar olhando para si mesmas e pensando: será que era isso mesmo que eu queria?</p>
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