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	<title>José Augusto Ribeiro &#8211; PDT</title>
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	<title>José Augusto Ribeiro &#8211; PDT</title>
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		<title>Carlos Lupi: 100 anos do nascimento de Leonel Brizola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 19:57:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-600x298.jpg 600w" sizes="(max-width: 789px) 100vw, 789px" />Homenagem incluirá biografia de Brizola escrita por José Augusto e estátua em tamanho real No próximo dia 22 de janeiro, o Brasil celebra o centenário de nascimento de Leonel Brizola, Herói da Pátria, título esse conferido pelo Congresso Nacional aos brasileiros que se destacaram na luta pelo país. Nós, do PDT – partido fundado por...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-600x298.jpg 600w" sizes="(max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p><em><strong>Homenagem incluirá biografia de Brizola escrita por José Augusto e estátua em tamanho real </strong></em></p>
<p style="font-weight: 400;">No próximo dia 22 de janeiro, o Brasil celebra o centenário de nascimento de Leonel Brizola, Herói da Pátria, título esse conferido pelo Congresso Nacional aos brasileiros que se destacaram na luta pelo país. Nós, do PDT – partido fundado por Brizola em maio de 1980 –, vamos comemorar esta data à altura da sua luta em defesa da democracia e Educação do nosso povo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Brizola deixou sua marca em inúmeras gerações. Quando governador do Rio Grande do Sul, ainda na década de 1960, chegou a empregar 36% do orçamento do estado em Educação. Construiu 4,8 mil escolas – que ficaram conhecidas como Brizoletas – e garantiu mais de 500 mil novas matrículas por todo estado. O número de professores, que à época era de pouco mais de 4 mil, saltou para 22 mil.</p>
<p style="font-weight: 400;">Já no Rio de Janeiro, implantou os mais de 500 Cieps, escolas de tempo integral, cravadas nas áreas mais vulneráveis do estado. Isso transformou Brizola no maior feitor de escolas do país. Sua biografia também registra a maior resistência à primeira tentativa de golpe militar, ainda em 1961, quando Jânio Quadros renunciou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Através da Campanha da Legalidade, liderou a partir do Palácio Piratini – sede do governo do Rio Grande do Sul – a resistência civil e, pelas ondas do rádio, garantiu a posse de Jango Goulart como presidente, retardando em três anos o golpe, efetivado em 1964 – quando deixou o Brasil rumo ao exílio mais longo entre todos os perseguidos pelo regime ditatorial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Estamos preparando uma grande programação para marcar o centenário de nascimento de Brizola. Uma estátua em tamanho natural será inaugurada na sede nacional do PDT, em Brasília. Vamos lançar uma biografia de Brizola escrita pelo jornalista José Augusto Ribeiro, além de uma sessão solene no dia 22 de janeiro de 2022 no Congresso Nacional e a inauguração de uma exposição de fotos, também no Congresso Nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">A Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini também articula sessões solenes em centenas de Câmaras Municipais espalhadas pelo Brasil, para que a história deste homem que dedicou sua vida à democracia e à Educação jamais seja esquecida. Outros projetos estão sendo estudados também.</p>
<p style="font-weight: 400;">Eu, como sucessor de Brizola na direção partidária, tenho muito orgulho de lembrar a cada momento da minha vida, no pós-morte de Brizola, que ele está vivo nos nossos ideais, nossos pensamentos e, acima de tudo, na nossa coragem de lutar pelo Brasil.</p>
<p style="font-weight: 400;"><em><strong>*Carlos Lupi é presidente nacional do PDT</strong></em></p>
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		<title>Bolsonaro, pandemia, Vargas e o lixo da História</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 19:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Carta de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[José Augusto Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="417" height="309" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Carta-de-Lisboa.-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Carta-de-Lisboa.-1.jpg 417w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Carta-de-Lisboa.-1-100x74.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Carta-de-Lisboa.-1-300x222.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Carta-de-Lisboa.-1-121x90.jpg 121w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" />A jornalista Beatriz Bissio, fundadora de “Cadernos do Terceiro Mundo” com Neiva Moreira, publicou recentemente um belo artigo na revista online Diálogos do Sul sobre as reuniões preparatórias no México e a realização do “Encontro de Lisboa” em 1979, liderados por Leonel Brizola, juntando os trabalhistas que viviam no exílio com os brasileiros que combatiam...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="417" height="309" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Carta-de-Lisboa.-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Carta-de-Lisboa.-1.jpg 417w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Carta-de-Lisboa.-1-100x74.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Carta-de-Lisboa.-1-300x222.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Carta-de-Lisboa.-1-121x90.jpg 121w" sizes="auto, (max-width: 417px) 100vw, 417px" /><p>A jornalista Beatriz Bissio, fundadora de “Cadernos do Terceiro Mundo” com Neiva Moreira, publicou recentemente um belo artigo na revista online <em>Diálogos do Sul </em>sobre as reuniões preparatórias no México e a realização do “Encontro de Lisboa” em 1979, liderados por Leonel Brizola, juntando os trabalhistas que viviam no exílio com os brasileiros que combatiam a ditadura dentro no Brasil – unidos em torno da ideia de refundar o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB); e retomar o projeto de País de Getúlio Vargas, interrompido com a deposição do presidente João Goulart pelos militares em 1964.</p>
<p id="viewer-akr2u" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">“Fui testemunha de um sonho: a urgente necessidade de refundar o Trabalhismo”, é o título do artigo escrito por Beatriz Bissio. Link</span></p>
<p id="viewer-6chfp" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">No texto, Beatriz detalha as articulações que resultaram no encontro em Portugal, com a presença de personalidades como próprio Brizola, Dona Neusa, Neiva Moreira, Francisco Julião, Darcy Ribeiro, Doutel de Andrade, Brandão Monteiro, Jackson Lago, José Gomes Talarico, Theotônio dos Santos, Bocaiúva Cunha, Vânia Bambirra, Danilo Groff, Maria Yedda Linhares, Bayard Demaria Boiteux, Hésio Cordeiro, José Maurício Linhares, Trajano Ribeiro, Georges Michel, Paulo Timm, Jorge Roberto Silveira, Betinho, Alfredo Sirkis e tantas outras figuras importantes na refundação do Trabalhismo. Iniciativa que também teve o apoio, mas não a presença física, de líderes como Luís Carlos Prestes e Abdias do Nascimento.</span></p>
<p id="viewer-a6u4j" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Um relato rico e detalhado dos acontecimentos que levaram à criação do Partido Democrático Trabalhista (PDT), depois que o general Golbery, ainda no início da refundação do PTB no Brasil, com a ajuda de ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), surrupiou a sigla PTB de Brizola. Isto o obrigou, com a ajuda dos companheiros de anos de luta que reuniu em Lisboa, a fundar o PDT para abrigar os verdadeiros herdeiros do legado político de Getúlio Vargas – para retomar, como costumava dizer, ‘o fio da História’ do Trabalhismo.</span></p>
<p id="viewer-9a1p8" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">É a própria Beatriz que, no texto, faz as perguntas: “Qual a razão de estar agora fazendo esta síntese e trazendo à tona estas lembranças?” e “Que faria, neste momento (2021, em plena pandemia), o PDT liderado por Brizola e secundado por aqueles bravos brasileiros e brasileiras? E ela mesma responde: “Possivelmente estaria denunciando o governo atual e convocando a uma grande aliança de forças progressistas (&#8230;)”.</span></p>
<p id="viewer-8ia9l" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Em seguida, Beatriz Bissio aprofunda a crítica ao PDT de hoje: “O PDT de 2021 está longe de ser o herdeiro daquele sonho” (…); “O que se constata é a nítida perda de protagonismo decorrente do abandono dos mais importantes compromissos do Trabalhismo”.</span></p>
<p id="viewer-dhd80" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Com todo respeito e carinho que me é merecedora, permita-me discordar, companheira Beatriz Bissio. Não sem antes concordar com sua constatação de que Brizola, se ainda estivesse aqui conosco, “possivelmente estaria denunciando o governo atual e convocando a uma grande aliança de forças progressistas”. Até porque, esta foi a tônica de toda a vida de Brizola; determinação profunda que o transformou – na minha suspeita opinião de brizolista –no maior político brasileiro surgido no pós-guerra.</span></p>
<p id="viewer-79fqk" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Seu compromisso com as causas brasileiras era tão enraizado que, no dia 29 de julho de 1984, escreveu e publicou:</span></p>
<p id="viewer-cvt6i" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr"><em>“Em meu longo exílio, preparei-me para voltar. Ao ser eleito, preparei-me para defender os sagrados interesses do povo fluminense, que me honrou com a sua confiança. Vamos ver quem está com a melhor causa. E também quem possui autoridade moral e espírito público para dizer onde se encontra o interesse coletivo. Espero que me reconheçam ao menos este direito: o de transformar em diálogo o deprimente monólogo a que a população perplexa vem assistindo na atualidade”</em>.</span></p>
<p id="viewer-7g9f6" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Todos nós temos conhecimento do bloqueio que a grande imprensa brasileira promoveu contra ele até o seu último dia de vida. Grande mídia, que Paulo Henrique Amorim apelidou de PIG, e Brizola definiu e acusou, dezenas de vezes, de agir como espécie de “partido único”, que não vacilava, para atacá-lo; e quando não encontrava na política o argumento necessário, invadia até a intimidade de sua família.</span></p>
<p id="viewer-2fv30" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Este exercício de tiro ao alvo não começou, como podem pensar os mais jovens, a partir de sua volta do exílio. Vinha de longe, como ele sempre dizia ter vindo. </span></p>
<p id="viewer-1fdh7" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Em uma reunião no Diretório Estadual do PDT do Rio de Janeiro, no dia 4 de fevereiro de 2002, sobre a encampação da multinacional <em>Bond and Share</em>, ocorrida em 1959, quando governava o Rio Grande do Sul, Brizola explicou:</span></p>
<p id="viewer-8t748" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">“(…) <em>Mas fiquei surpreso, quando eu pratiquei aquele ato. Olha, começou uma campanha nacional: os jornais do Chateaubriand saíram a campo e… pau daqui, pau dali; briga daqui, briga dali – por toda parte. Eu passei a ser um perigo nacional. E noticiários na Europa, Estados Unidos, contra mim – fotografia nas revistas. Até na revista </em><strong>Time</strong><em>: eu a cavalo, parecia um bandido… E eu estranhava: como podem fazer isso comigo?</em>…”.</span></p>
<p id="viewer-2nnk2" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">O Partido Democrático Trabalhista, além de ser o herdeiro das bandeiras do Trabalhismo brasileiro, é e tem sido defensor de todas as causas pelas quais Leonel Brizola dedicou sua vida. Por isto, herdou – também – todo o bloqueio da grande mídia que nosso líder sempre denunciou e combateu, inclusive nos incentivando, logo no início desta, a usar a Internet.</span></p>
<p id="viewer-7ih3t" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Para citar exemplo de que o PDT continua vivo e atuante, em junho do ano passado, foi o PDT que encaminhou ao Tribunal Internacional de Haia denúncia responsabilizando Bolsonaro por crime contra a humanidade diante de sua irresponsável postura no enfrentamento à pandemia de Covid-19, no Brasil. Tragédia anunciada que, nos dias de hoje, é absolutamente real: o Brasil está a caminho de ultrapassar os Estados Unidos como o país do mundo com maior número de mortes causadas pelo Coronavírus – mortes estas que poderiam ser em sua maior parte evitadas se não estivesse à frente do governo brasileiro um presidente irresponsável.</span></p>
<p id="viewer-bbu96" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Na peça encaminhada ao Tribunal de Haia, o PDT elencou as ocasiões em que o atual Presidente ignorou os alertas da Organização Mundial de Saúde (OMS) e de seu próprio Ministro da Saúde, comparecendo a manifestações extremistas e incentivando aglomerações sem o uso de máscara; além de acumular enfáticos discursos contra o isolamento social e a favor do funcionamento integral de todas as atividades econômicas, ignorando a doença e o número crescente de mortes. Não ficou de fora nem o pronunciamento em que chamou a Covid de <em>gripezinha</em>, no dia 24 de março do ano passado.</span></p>
<p id="viewer-6griv" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Hoje, muitos meses depois, quando o número oficial de mortos já ultrapassa 310 mil pessoas; quando a rede hospitalar do país entra em colapso e doentes morrem aos milhares diariamente sem o adequado atendimento médico, mais do que nunca se mostra atual a providência tomada pelo PDT em junho de 2020 – seguindo na linha de legítimo herdeiro do legado de Getúlio Vargas: o criador do Ministério da Educação e Saúde Pública, onze dias depois de sua posse no governo provisório, em 1930.</span></p>
<p id="viewer-6hi32" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">É bom citar também que, recentemente, no último dia 19 de março, o PDT deu entrada, no Supremo Tribunal Federal, uma ação para que o Poder Executivo seja obrigado a reabastecer os hospitais e demais estabelecimentos de saúde do país com os insumos básicos necessários ao tratamento da Covid e outras enfermidades. Já falta; ou é iminente a falta de equipamentos e remédios fundamentais: falta oxigênio, medicamentes e material para intubação de pacientes graves; além de leitos nos estabelecimentos de saúde espalhados por todo o país. Hoje, pessoas morrem em filas de esperas de UTI, nas portas de hospitais, ou em casa.</span></p>
<p class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Também há a carta do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, dirigida semana passada a dois dirigentes da Internacional Socialista, George Papandreou e Luis Ayala, pedindo o apoio da Organização para a quebra de patentes das vacinas já em uso no combate à pandemia de Covid-19. No pedido, Lupi argumenta que o atual sistema mundial de saúde “não foi moldado para lidar com pandemias”, porque enquanto a indústria farmacêutica e os países desenvolvidos lucram com as vendas de vacinas, milhares de pessoas morrem pela doença nos países pobres. </span></p>
<p class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">A carta cita o debate ocorrido no âmbito da Organização Mundial do Comércio, em setembro passado, quando a Índia e a África do Sul, com apoio da China e outros 80 países, propuseram a quebra temporária de patentes; mas os países ricos – EUA e União Europeia à frente – vetaram a proposta. Infelizmente, com o apoio do Brasil “graças à irresponsabilidade do Governo Federal e ao negacionismo do Presidente da República”, segundo Lupi.</span></p>
<p id="viewer-80nv4" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Citei estes três exemplos, atualíssimos, porque, é claro, problemas também existem. Talvez o maior deles, sem dúvida, tenham sido os seis votos de deputados federais do PDT a favor do impeachment da presidenta Dilma, em 2016. E a expulsão de apenas um dos seis. Porém, é importante frisar que mudanças na legislação protegem a traição partidária e o parlamentar; embora Brizola, lá atrás, tenha nos ensinado de que a política “ama a traição, mas detesta o traidor”. O fato é que as leis vigentes para os partidos políticos hoje no Brasil protegem a traição; permitem que, mesmo expulsos, parlamentares saiam lépidos e fagueiros em busca de “pouso” em qualquer uma das mais de 30 siglas existentes no país. Legendas de aluguel que obrigam aos partidos com História – o PDT entre eles – a conviver com esta triste realidade.</span></p>
<p id="viewer-1f60p" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Uma prática que, infelizmente, não é nova. Como nos explicou, em fevereiro de 2001, o próprio Brizola, ao citar as eleições que levaram o marechal Dutra ao poder: </span></p>
<p id="viewer-k5ke" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr"><em>“O velho Getúlio fez uma grande eleição, apoiou um candidato (Dutra), ganhou tudo, foi uma vitória grandiosa: elegeu maioria absoluta no Congresso. Lá no Rio Grande do Sul, lembro-me que entre 26 deputados federais, elegeu 22”.</em></span></p>
<p id="viewer-d3f7p" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Só que, por conta das traições, continuou Brizola, “<em>no outro dia, Getúlio não tinha nem o presidente nem os deputados</em>”. E levando o fato para o momento político que se vivia naquele ano, Brizola acrescentou:</span></p>
<p id="viewer-3qela" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr"><em>“Nós elegemos deputados estaduais junto com Marcello Alencar. (&#8230;) Mas Marcello nos tirou mais deputados estaduais do que Garotinho. A traição de Marcello foi mais lesiva: elegemos 12, ele nos tirou dez. (&#8230;) Agora elegemos nove – mas tem alguns que ainda estão no reino da indecisão: tem o reino do sofrimento, o reino da traição e tem o reino da indecisão&#8230;”</em></span></p>
<p id="viewer-1f8t4" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Brizola, na ocasião, concluiu: “<em>Vejam, não há como. Partido de massa é assim; e nós somos possuidores de patrimônios e valores. Para nós o importante é a liderança. Quem vai explicar isso aí? Os sociólogos, politicólogos estão aí discutindo isso e não sabem o que é</em>”.</span></p>
<p id="viewer-8mb2o" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">A melhor resposta do PDT ao questionamento feito pela Beatriz Bissio neste ano pandêmico de 2021, com todo carinho, está no texto escrito pelo nosso amigo comum, o jornalista e escritor José Augusto Ribeiro, na crítica que fez ao recém-lançado livro do ex-governador Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à Presidência da República em 2022 &#8211; intitulado “Projeto Nacional, o Dever da Esperança”. </span></p>
<p id="viewer-74aaq" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Logo na primeira página, Ciro repete a síntese escrita por José Augusto Ribeiro do que foi a <em>Era Vargas</em>, a trilogia de mais de mil páginas escrita pelo próprio José Augusto; para falar de seus planos, ele Ciro, para o Brasil – caso chegue à presidência da República: </span></p>
<p id="viewer-7cigp" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr"><em>“A finalidade do Estado é promover a justiça social. Mas não há justiça social sem desenvolvimento, nem desenvolvimento sem soberania”.</em></span></p>
<p id="viewer-dofvs" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Ciro junta passado e futuro do Trabalhismo brasileiro no seu livro quando, nas palavras de José Augusto, explica que “<em>mais do que um livro, a publicação é uma plataforma de governo que Ciro submete a um amplo debate, em primeiro lugar ao próprio PDT e em seguida aos outros partidos, a todas as correntes de opinião e ao eleitorado em geral</em>”, diante dos impasses que o Brasil vive hoje governado por um extremista de direita descompromissado com os reais interesses do país e do nosso povo. Vale a pena ler a <u class="sDZYg">íntegra do texto</u> (Link) de José Augusto sobre o livro do Ciro.</span></p>
<p id="viewer-9n98n" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">A eleição é no ano que vem, 2022, mas o debate precisa ser agora. A “república de Curitiba” provou que as farsas (não as de que nos falou Marx) também se repetem ao longo da História brasileira e que nós, progressistas, não podemos, jamais, esquecer o fio da História para o qual Brizola sempre nos alertou. O momento é de trabalharmos pela união, sem hegemonismos, porque quanto mais Ciro Gomes e o Plano Nacional de Desenvolvimento que prega se aproximarem do que foi a Era Vargas, estaremos no caminho correto da História.</span></p>
<p id="viewer-a3avo" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Também não podemos esquecer que o Trabalhismo nos legou exemplos edificantes: para garantir a sobrevivência de seu legado político, Getúlio Vargas precisou dar um tiro no coração; para garantir a posse de JK e João Goulart, o Marechal Henrique Teixeira Lott precisou enquadrar os golpistas de 1955; e Brizola, para garantir a posse de Jango, precisou liderar a Cadeia da Legalidade, em 1961. Mas os golpes vieram – em 1964, em 2016.</span></p>
<p id="viewer-ci7tp" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr">Em conformidade com os atos corajosos daqueles que nos inspiram na luta por um Brasil justo socialmente, desenvolvido e soberano – mais do que nunca chegou a hora de trabalhar pela união de todas as forças progressistas para jogar este arremedo de política amorfa e abjeta que temos em Brasília – com apoio (tácito ou envergonhado) do partido único – no lixo da História. </span></p>
<div id="viewer-9ql1p" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr"> </span></div>
<p id="viewer-2pve6" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><em><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr"><strong>*Osvaldo Maneschy é jornalista, filiado do PDT e Conselheiro da ABI.</strong></span></em></p>
<p id="viewer-8k512" class="XzvDs _208Ie ljrnk blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _1Fao9 ljrnk public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr"><em><span class="vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr"><strong>· </strong>Com a colaboração de Apio Gomes.</span></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As vitórias do PDT na Justiça e o AI-5 do Bolsonaro</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/as-vitorias-do-pdt-na-justica-e-o-ai-5-do-bolsonaro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=as-vitorias-do-pdt-na-justica-e-o-ai-5-do-bolsonaro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 00:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[AI-5]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[decisão contra os bancos]]></category>
		<category><![CDATA[José Augusto Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília-100x75.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília-300x225.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília-768x576.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília-120x90.jpeg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília-600x450.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Foram duas grandes vitórias, quase simultâneas. Uma foi na primeira instância, a liminar concedida pelo juiz Renato Borelli, de Brasília, na ação popular de iniciativa do Presidente do PDT, Carlos Lupi, para proibir os bancos de cobrarem juros extorsivos (mais de 2% ao mês) sobre empréstimos com base na liberação de recursos decidida pelo Banco...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília-100x75.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília-300x225.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília-768x576.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília-120x90.jpeg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Sede-Nacional-do-PDT-em-Brasília-600x450.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Foram duas grandes vitórias, quase simultâneas. Uma foi na primeira instância, a liminar concedida pelo juiz Renato Borelli, de Brasília, na ação popular de iniciativa do Presidente do PDT, Carlos Lupi, para proibir os bancos de cobrarem juros extorsivos (mais de 2% ao mês) sobre empréstimos com base na liberação de recursos decidida pelo Banco Central para aliviar a vida de empresas e pessoas. A outra foi no plenário do Supremo no julgamento da ação de inconstitucionalidade contra a medida provisória do Bolsonaro que pretendia impedir governos estaduais e prefeituras municipais de adotar medidas de distanciamento social para conter a expansão do coronavírus.</p>
<p><strong>A decisão contra os bancos</strong></p>
<p>Os bancos, com a inconsciência, a indiferença e a ganância de sempre, aproveitavam o desastre econômico produzido pelo coronavírus, para lucrar ainda mais, para extorquir dinheiro de seus clientes, mesmo que fossem empresas de cuja salvação depende a sobrevivência do próprio sistema bancário. Nisso agiam com a mesma credulidade da pobre Rainha Maria Antonieta, na Revolução Francesa, perguntando sobre os protestos populares à porta de seu palácio: “Se os pobres não têm pão, por que não comem brioches?”</p>
<p>A ação popular de Lupi vai, naturalmente, ser objeto de recursos, a liminar pode ser cassada, a ação pode chegar ao Supremo e o Supremo já não se mostra dividido, como nos casos ligados à Lava Jato, mas firme em posições de defesa do interesse público na situação de emergência criada pelo Coronavírus.</p>
<p>Os bancos, estes, não acompanham sequer o noticiário de jornais como o &#8220;conservadoríssimo&#8221; <em>Financial Times</em>, porta voz da finança internacional, que já proclamou o colapso do paradigma neoliberal diante da devastação econômica espalhada pela pandemia. Ou como o Guardian, com sede em Londres e 8 milhões de leitores de suas edições digitais em praticamente todos ou talvez todos os países do mundo.</p>
<p>O Guardian analisou há dias a possível evolução da linha política do Partido Conservador britânico, o partido do Primeiro-Ministro Boris Johnson, que teve a Covid-19 e se tratou e curou num dos hospitais públicos do Serviço Nacional de Saúde, o SUS de lá, que antes ele queria privatizar. Nessa análise, o Guardian escreveu:<br />
&#8212; Enquanto a pandemia e o lockdown (o fechamento da economia) avançam, a posição oficial do Partido Conservador é assegurar a menos pior de todas as possibilidades. Essa política pode ser resumida pelo comentário de Rishi Sunak esta semana: “A coisa mais importante que podemos fazer pela saúde de nossa economia é proteger a saúde de nosso povo. Não se trata de escolher entre a economia e a saúde pública.”.</p>
<p>Ao contrário do que poderia parecer, Rishi Sunak não é nenhum refugiado ou imigrante indiano. Ele nasceu na Inglaterra, de uma família indiana do Punjab, e é nada menos que Chanceler do Exchequer, isto é, Ministro da Economia do Boris, e figura importante do Partido Conservador – é o Paulo Guedes deles, mas já curou o pileque e a ressaca do neoliberalismo.</p>
<p>Ouviu, Paulo Guedes? Quem disso foi o Ministro da Economia do Boris Johnson: “A coisa mais importante que podemos fazer pela saúde de nossa economia é proteger a saúde de nosso povo. Não se trata de escolher entre a economia e a saúde pública.”</p>
<p>A propósito, Brizola tinha uma definição de pontaria absoluta. O neoliberalismo, dizia ele, é o revide dos medíocres. Perfeito, não é?</p>
<p>No Brasil, os bancos agiram com esperteza – e a esperteza, como dizia o vice-presidente Aureliano Chaves, pode crescer, virar bicho e comer o esperto. O governo e o Banco Central deveriam ter impedido os bancos de cobrar os juros que cobraram, mas o governo e o Banco Central são na verdade agentes dóceis e obedientes dos bancos.<br />
Felizmente o Lupi foi rápido e conseguiu a liminar contra os bancos e por mais que apareçam recursos, que ela seja cassada e o caso se prolongue, já temos um fato consumado e abertos os olhos da opinião pública e de um empresariado que já não pode submeter-se à tirania dos bancos porque passou a lutar pela própria sobrevivência.</p>
<p><strong>A decisão do Supremo contra  o AI-5 de Bolsonaro</strong><br />
Da outra grande vitória do PDT na Justiça, a decisão do Supremo contra a medida provisória que pretendia amarrar Estados e municípios a decisões do governo federal, podemos dizer que ela enterrou a tentativa do Bolsonaro de impor ao País uma espécie de novo AI-5, ou mini AI-5 que coubesse na moldura constitucional, já que os comandos militares não se mostraram dispostos até agora a promover a intervenção cobrada pela franja lunática do bolsonarismo.</p>
<p>Com sua medida provisória, Bolsonaro queria anular a competência concorrente dos Estados e municípios para adotar medidas de defesa da saúde pública contra o Coronavírus. E a maioria do Supremo decidiu que os Estados e os municípios podem adotar essas medidas, tanto quanto a União, e que o governo federal não pode superpor os seus desejos a essas medidas.</p>
<p>Sem a decisão do Supremo, Bolsonaro poderia tomar decisões que ameaçariam ou liquidariam as medidas de cautela adotadas pelos Estados e pelos municípios, acabaria com a autonomia dos estados e municípios – sobretudo os do Nordeste, todos de esquerda, e de São Paulo e do Rio, ambos de direita, mas radicalmente rompidos com Bolsonaro.<br />
Senhor da questão do Coronavírus, Bolsonaro teria nas mãos o AI-5 possível a ele, já que até agora os comandos militares não tomaram conhecimento dos apelos pela intervenção das Forças Armadas contra o Congresso e o Supremo.</p>
<p>Ainda neste domingo, aliás, participantes das manifestações bolsonaristas pediam a Bolsonaro a decretação de um novo AI-5, evidentemente para fechar o Congresso e o Supremo. No sábado, numa aglomeração diante do Palácio do Planalto, Bolsonaro apontava impotente para o edifício do Supremo, culpando-o pelo que puder acontecer.</p>
<p>A tentativa é clara: mobilizar grandes manifestações populares que provoquem um impasse institucional. Só que as manifestações de domingo foram insignificantes e os manifestantes estão longe do AI-5 que pediam. E, graças à iniciativa do PDT, o mini AI-5 tentado por Bolsonaro foi derrubado pelo poder desarmado do Supremo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>José Augusto Ribeiro: A firmeza do PDT e a senhora do Prefeito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 21:11:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputaos]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[José Augusto Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Muniz]]></category>
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					<description><![CDATA[A direção do PDT não precisou nem de 24 horas. Em apenas 12 já decidira expulsar do partido os 6 deputados que votaram pelo impeachment, apesar da questão fechada contra ele. Não foi por formalismo jurídico, foi com visão estratégica, que o PDT fechou questão. O governo estava  sob ameaça de impeachment a pretexto das...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A direção do PDT não precisou nem de 24 horas. Em apenas 12 já decidira expulsar do partido os 6 deputados que votaram pelo impeachment, apesar da questão fechada contra ele. Não foi por formalismo jurídico, foi com visão estratégica, que o PDT fechou questão. O governo estava  sob ameaça de impeachment a pretexto das tais pedaladas fiscais, mas na verdade porque sua impopularidade, decorrência sobretudo da recessão e do desemprego, despertou nas forças oposicionistas o apetite de derrubá-lo. A Lava Jato acrescentou um forte ingrediente emocional, embora nada tenha atingido a honra pessoal da Presidente: ao contrário, até o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso faz questão de ressalvar a integridade dela.</p>
<p>Quando, porém,  um governo fica reduzido a menos de um terço de votos firmes no Poder Legislativo e além disso aparece nas pesquisas com bem mais de metade das opiniões contra ele, nem é preciso que tenha cometido qualquer crime de responsabilidade. Se não cometeu, inventa-se algum.</p>
<p>O propósito de derrubar o governo não era salvar o Brasil das supostas sequelas das pedaladas fiscais: era impedir que ele continuasse a sustentar o que tem de bom.</p>
<p>O PDT apoiou a Presidente Dilma em duas eleições, assim como apoiara Lula, e participava do governo apesar das resistências do PT. Tinha o dever, portanto – não só moral e político, mas estratégico &#8211; de ficar firme contra o impeachment, mesmo discordando das concessões da Presidente ao modelo de ajuste fiscal do ex-ministro Joaquim Levy. O PDT ficou firme, mas outros partidos e até ministros, que apoiavam essas concessões e também as cobravam, saltaram fora do barco, na hora da tormenta, numa verdadeira corrida de ratos.</p>
<p>Pode ser que a curto prazo a posição do PDT contra o impeachment não seja compreendida, porque boa parte da opinião pública está intoxicada pela ação da grande mídia. Mas a longo prazo será compreendida e respeitada – e longo prazo, na velocidade vertiginosa de nossos dias, pode ser daqui a apenas dois anos, na campanha  de 2018, se não tivermos eleições antes para Presidente da República.</p>
<p>Na votação do impeachment na Câmara dos Deputados, no espetáculo de exibicionismo, vulgaridade e em alguns momentos boçalidade escancarada que a TV nos mostrou, chamou alguma atenção, mas  seria imediatamente esquecido se não fosse um fato acontecido horas depois, o voto de uma senhora representante do povo de Minas Gerais, Raquel Muniz, da qual nunca se ouvira falar antes.</p>
<p>Na antevéspera, ela dicursara na Câmara para antecipar seu voto, mas ninguém prestou atenção. E disse:</p>
<p>&#8211; A corrupção que assola o nosso País é a ferrugem que impede o desenvolvimento. Não podemos mais permitir essa situação. Em Montes Claros, minha cidade natal, o Prefeito Ruy Muniz, senhoras e senhores, criou a Secretaria de Prevenção à Corrupção. E, lá, temos lutado para dar mais qualidade de vida aos montes-clarenses, para garantir dignidade à nossa gente.</p>
<p>Como tantos outros votantes, a deputada Raquel Muniz aproveitou a declaração de voto para homenagear uma penca de filhos, uma neta e a mãe,  além de apontar a administração do Prefeito Ruy Muniz como exemplo de competência e seriedade e prova de que não se deve desistir do Brasil. O Prefeito Ruy Muniz, soube-se logo, é marido de Sua Excelência, a deputada.</p>
<p>Em seguida, sorridente e exuberante, a deputada enunciou seu voto gritando “Sim! Sim! Sim!” três, quatro, cinco  vezes seguidas e dando pulinhos de alegria, como uma adolescente excitada pela proximidade de Mick Jagger ou  Roberto Carlos.</p>
<p>Foi o  momento de glória da ilustre e  antes ignorada representante do povo e excelentíssima família, só faltando a referência carinhosa ao poodle,  à gata ou ao canarinho de estimação. Mas, como se dizia na Roma antiga, sic transit gloria mundi&#8230;</p>
<p>Nas primeiras horas da manhã seguinte, a polícia federal bateu na porta do senhor prefeito e marido de madame e levou-o preso por ordem de um  Tribunal Regional Federal, sob a acusação de sabotar os hospitais da própria prefeitura de Montes Claros. Deixados sem recursos, esses hospitais cancelaram mais de 20 mil consultas e  mais de 13 mil exames de laboratório, canalizados então para hospitais privados, sobretudo um de propriedade do excelentíssimo senhor prefeito e sua excelentíssima família.</p>
<p>Se a deputada for casada em regime de comunhão de bens, o hospital é também de sua propriedade. Se não for, é beneficiária, de algum modo, dos ganhos do marido.</p>
<p>São  desse nível muitos dos julgadores do impeachment, o que a imprensa estrangeira tem registrado com mais insistência que a mídia brasileira. Diante da constrangedora impressão deixada pela noite do impeachment, não podemos ter dúvida de que as sugestões de convocação imediata de uma nova eleição presidencial teriam ainda mais apoio popular se os mandatos legislativos, na Câmara e no Senado, também fossem renovados.</p>
<p>Isso não parece possível, porque o próprio Congresso teria de encurtar o mandato de seus integrantes. Numa eleição presidencial, porém, o PDT pode surgir com força surpreendente, graças a sua firmeza nestes dias de tempestade e ao fato de ter um candidato, Ciro Gomes, que pode ser no Brasil uma alternativa idêntica à que o velho senador socialista Bernie Sanders oferece neste momento  aos  Estados Unidos.</p>
<p>Ciro, ao falar pela primeira vez no PDT, anunciou que, assim como na candidatura  anterior, não vai aceitar  dinheiro dos bancos em sua campanha. Sanders recusou contribuições de grandes empresas e financia a campanha com milhões de contribuições individuais de até 30 dólares. Essa decisão sensibilizou e mobilizou especialmente o eleitorado jovem e os comícios de Sanders são bem maiores e mais entusiásticos que os da própria Hillary Clinton.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(*) José Augusto Ribeiro é escritor e jornalista.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>José Augusto Ribeiro: A corrida dos ratos</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/jose-augusto-ribeiro-a-corrida-dos-ratos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jose-augusto-ribeiro-a-corrida-dos-ratos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Apr 2016 12:17:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão do impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[José Augusto Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Jovair Arantes]]></category>
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					<description><![CDATA[Mal terminara a reunião da comissão do impeachment e até deputados que tinham votado contra ele saíram correndo em busca do Vice-Presidente Michel Temer e partidos até então integrados na base de apoio ao governo, ocupando cargos de todos os escalões, inclusive ministérios, desembarcaram de seus compromissos para anunciar o voto pró-impeachment no plenário da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mal terminara a reunião da comissão do <em>impeachment</em> e até deputados que tinham votado contra ele saíram correndo em busca do Vice-Presidente Michel Temer e partidos até então integrados na base de apoio ao governo, ocupando cargos de todos os escalões, inclusive ministérios, desembarcaram de seus compromissos para anunciar o voto pró-<em>impeachment</em> no plenário da Câmara. Parecia uma cena de desenho animado, os bichinhos se acotovelando e atropelando no esforço desesperado para tentar a <em>pole position.</em></p>
<p>Os debates na comissão foram um festival de intolerância, ignorância  e exibicionismo que rivalizaria com o Febeapá dos anos da ditadura. O solitário representante masculino de um recém-registrado Partido da Mulher Brasileira, que de mulher só tinha um longo rabo de cavalo descendo-lhe até o traseiro, ofereceu ao colegas e aos telespectadores o espetáculo da referência a um autor trágico identificado por ele, na leitura de seu discurso, como esquilo, quando é certo que o texto de autoria alheia mencionava Ésquilo, com E maiúsculo e acento agudo.</p>
<p>O relator estava tão pouco familiarizado com o parecer que lhe coube ler, mas certamente não escreveu nem estudou antes de entrar em cena, que cometeu repetidamente a pronúncia  “capita” em vez de capta e em dado momento, tentando ler o oxítono “é mist<strong><u>é</u></strong>r”, é conveniente, é preciso fazer isso ou aquilo, leu o paroxítono “é Míster”, que aqui reproduzo com maiúscula e acento na letra “i”, e poderia reproduzir com a abreviatura Mr., porque ele talvez estivesse crente de que homenageava Mister Trump, o queridinho da extrema-direita mais obtusa nos Estados Unidos.</p>
<p>Até o dia do relatório, além disso, o relator mantinha um protegido seu num bom cargo no governo e esqueceu de pedir que o camarada se demitisse para não fazê-lo passar vergonha.</p>
<p>Se fossem mais espertos, esses maratonistas sôfregos se poupariam e nos poupariam o espetáculo pusilânime de sua corrida e depois fariam vênia ao Vice votando em voz baixa pelo <em>impeachment</em>. Juro que o  propósito deste artigo era apenas registrar a decisão do PDT ao fechar questão contra o <em>impeachment</em>, decisão sóbria e digna, sem qualquer exibicionismo. Mas não resisti à tentação contar essas coisas, porque o contraste é muito esclarecedor.</p>
<p>Mesmo discordando de muita coisa do governo Dilma, sobretudo de suas concessões no campo da política econômica e dos direitos sociais, o PDT ficou firme no cumprimento dos compromissos assumidos ao aceitar participação no governo e agora decide ficar firme na hora da tormenta. O que quer que aconteça daqui para a frente, isso lhe valerá o respeito do país.</p>
<p>Em contraste com a atitude do PDT, fica escandalosamente clara a conduta indecente de parlamentares e partidos que até a véspera participavam do governo e se aproveitavam dele e na hora do perigo, e só então, se descobriram no papel virginal de donzelas encouraçadas na defesa de uma virtude até então bem complacente.</p>
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