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	<title>John W. Foster Duller &#8211; PDT</title>
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		<title>&#8220;Contradições que libertam&#8221;, por Christopher Goulart</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2018 15:57:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[John W. Foster Duller]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="755" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart-100x74.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart-300x221.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart-768x567.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart-122x90.jpg 122w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart-600x442.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />A inspiração do título deste texto, a quem desde já possa interessar-se, surge com uma sugestão que recebi em razão da data do dia 1 de março. Explico. Esta é a data de aniversário de meu avô, João Belchior Marques Goulart (99 anos), ex-presidente do Brasil. Os anos passam e permanentemente procuro marcar tal ocasião....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="755" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart-100x74.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart-300x221.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart-768x567.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart-122x90.jpg 122w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Ex-presidente-João-Goulart-600x442.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>A inspiração do título deste texto, a quem desde já possa interessar-se, surge com uma sugestão que recebi em razão da data do dia 1 de março. Explico. Esta é a data de aniversário de meu avô, João Belchior Marques Goulart (99 anos), ex-presidente do Brasil.</p>
<p>Os anos passam e permanentemente procuro marcar tal ocasião. Compreender a essência do ideário trabalhista é uma causa de vida que assumi, porém,o maior desafio é traduzir publicamente esse legado, na prática do dia a dia.</p>
<p>O amadurecer diário me indica que o êxito para tal contribuição, reside na persistência e assimilação de conteúdo. No interesse por conteúdo, tornei-me adepto à filosofia positivista que ensina que “Os vivos são sempre e cada vez mais governados necessariamente pelos mortos”. Por isso, busco as respostas em nossos ancestrais. Entre eles Martinho Lutero, que teria dito “A paz, se possível, mas a verdade a qualquer preço”. Tal pensamento lapidou o título desde ambicioso texto.</p>
<p>O Monge, professor de teologia do Século XV, figura central da reforma protestante, ensina exatamente que a nossa libertação reside em contradições. Para ele, a paz é um ideal a ser perseguido, sem abrir mão da verdade.</p>
<p>Confidencio aqui com os leitores que nessa busca da verdade, compreendi a necessidade de conhecer o cinismo da falsidade e maldade, sem aderir a nenhuma delas.</p>
<p>Na vida, torna-se importante saber nadar com elegância na piscina da mediocridade, mantendo em mente o foco de uma vitória a ser compartilhada com muitos.</p>
<p>Em entrevista ao historiador John W. Foster Duller, três anos e sete meses após Jango ser deposto do Brasil pelo Golpe Civil-militar de 1964, declarou meu avô: “Meu maior crime foi tentar combater a ignorância”.</p>
<p>Ontem e hoje, contraditoriamente, o “combate à ignorância” se mantém como o maior obstáculo para aqueles que se dispõe a contribuir com a causa pública, ao mesmo tempo em que é ainda condição elementar no caminho da verdadeira libertação individual e da nação brasileira. São algumas lições, inspiradas pela vida de meu avô.</p>
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