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	<title>João Goulart &#8211; PDT</title>
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	<title>João Goulart &#8211; PDT</title>
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		<title>Lupi: “Pré-candidatura do Ciro Gomes está firme, forte e crescente”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 07:21:08 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/“Pré-candidatura-do-Ciro-Gomes-está-firme-forte-e-crescente”-afirma-Lupi-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="yiv4050024216MsoNormal"><em><b>Presidente nacional do PDT critica a ação da Polícia Federal contra o postulante ao Planalto</b></em></p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, afirmou que a pré-candidatura de Ciro Gomes a presidente da República “está firme, forte e crescente”, apesar das frustradas tentativas externas de desestabilização do projeto trabalhista. O posicionamento ocorreu, nesta sexta-feira (17), ao longo do debate virtual com o secretário-geral nacional do partido, Manoel Dias, na nova edição da “Escola de Candidatos”.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">No segundo encontro da série organizada pela Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini no Rio de Janeiro (FLB-AP/RJ) e que homenageia o ex-vereador carioca Fernando William, Lupi analisou o potencial do Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND), que é um pilar fundamental da possível gestão pedetista no Palácio do Planalto e reflete os princípios do Trabalhismo.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">“Representando a atualização do projeto de Getúlio Vargas, o PND é liderado pelo irreversível e irrevogável candidato pelo PDT, Ciro Gomes. [&#8230;] Ele vai não só garantir, mas avançar com os direitos dos trabalhadores”, assegurou.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">“Nós somos o depositário fiel de Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola, pois garantimos o legado trabalhista. O partido se diferencia porque respeita a sua história ao defender os direitos sociais e a educação de qualidade para todos, bem como o constante questionamento ao monopólio do sistema financeiro”, completou.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">Ao criticar a operação da Polícia Federal, na última quarta-feira (15), na residência de Ciro, em Fortaleza (CE), Lupi indicou a possível influência política em ações contra o presidenciável pedetista, o que demanda uma mobilização consistente em prol do Estado Democrático de Direito.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">“Temos parte da Polícia Federal manipulada não só pelo [Jair] Bolsonaro, mas também pelo [Sérgio] Moro. Nós vamos resistir e lutar até o fim. Eu quero convocar todos vocês para que defendam o Brasil. Nunca essa pátria precisou tanto de nós para manter a soberania e pluralidade nacionais”, disse Lupi.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">Colocando a formação de quadros e organização por núcleos de base como um mecanismo propulsor do projeto trabalhista, Manoel Dias vislumbra a consequente conscientização política dos cidadãos e a progressiva transformação do país através do voto.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">“A alternativa para o Brasil é um governo nacionalista e compromissado com a massa, que está abandonada. O que vivemos, hoje, é uma batalha reiterada contra os abusos e a opressão da direita e do capital financeiro. Por isso, o Ciro incomoda tanto”, opinou Dias, que também preside nacionalmente a FLB-AP.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">“O partido sente orgulho da sua origem. Nossos governos, como todos os de Leonel Brizola, contam com três eixos: soberania, trabalhadores e educação. É o Trabalhismo vivo e cada vez mais presente”, concluiu.<b></b></p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal"><b>Programação</b></p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">Em janeiro de 2022, o curso contará com aulas virtuais sobre “Saúde, ciência e inovação” no dia 11, às 19h; “Direitos humanos e cidadania das minorias sociais” no dia 18, às 19h, e “Cultura e Educação” no dia 25, às 19h.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">No mês seguinte, sempre às 19h, os alunos poderão acompanhar ainda, pela internet, análises referentes à “Juventude e seus desafios” no dia 1; ao “Direito à cidade: sustentabilidade e urbanização” no dia 8, e ao “Papel do Brasil no cenário global” no dia 15.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">A “Segurança Pública” será abordada no dia 15 de março, às 19h, em uma nova atividade através do Zoom. No dia 22 de março, às 19h, o ex-prefeito de Niterói e pré-candidato ao governo fluminense pelo PDT, Rodrigo Neves, estará na FLB-AP/RJ para detalhar o “Papel do Estado e o Desenvolvimento do Rio de Janeiro”. Na sequência, a pauta do dia 29 de março, às 19h, pelo Zoom, será a “Comunicação e o Marketing de campanha”.</p>
<p class="yiv4050024216MsoNormal">A “Legislação eleitoral” será o tema central do último debate, que está programado para ser executado, através do Zoom, no dia 5 de abril, às 19h.</p>
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		<title>Juventude Socialista realiza formação política durante plenária no Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 01:07:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="623" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro-100x61.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro-300x183.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro-768x467.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro-148x90.jpg 148w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Juventude-Socialista-realiza-formação-política-durante-plenária-no-Rio-de-Janeiro-600x365.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="yiv3404455196MsoNormal"><em><b>Historiador pedetista Wendel Pinheiro analisou o legado do Trabalhismo a partir do seu novo livro</b></em></p>
<p class="yiv3404455196MsoNormal">A Juventude Socialista (JS) do Rio de Janeiro realizou, neste sábado (11), uma formação política durante a última plenária do movimento do PDT em 2021. No auditório da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), no Centro da capital, a formação foi conduzida pelo historiador e membro do Diretório Nacional do partido, Wendel Pinheiro.</p>
<p class="yiv3404455196MsoNormal">Baseado no seu livro &#8220;Um Tempo Bem Melhor Pra Se Viver&#8221;, que foi lançado nacionalmente no começo de dezembro, Pinheiro detalhou o legado do Trabalhismo ao longo das décadas, incluindo os progressos consolidados por líderes como Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola.</p>
<p class="yiv3404455196MsoNormal">Na sequência, o presidente estadual da JS, Matheus Novais, promoveu, em conjunto com secretário de Criatividade e Inovação da FLB-AP e pré-candidato a deputado federal, Leonardo Lupi, um debate sobre as conjunturas políticas local e nacional, além da contribuição do movimento nas eleições de 2022. Entre os destaques, a viabilização de jovens nas nominatas pedetistas e do Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND).</p>
<p class="yiv3404455196MsoNormal">&#8220;É hora de potencializar o projeto trabalhista. A voz da juventude fará a diferença no processo de transformação do nosso país, que é conduzido pelo nosso pré-candidato a presidente da República, Ciro Gomes. O PND chegará a cada canto do Brasil”, disse Novais.</p>
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		<title>João Goulart: 45 anos de um crime contra o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 18:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Jango]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="538" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-100x53.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-300x158.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-768x403.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-171x90.jpg 171w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-600x315.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>O dia 06 de dezembro, para nós trabalhistas, é de muita comoção e lembrança. Há exatos 45 anos, João Belchior Marques Goulart, presidente deposto em um golpe civil-militar em 31 de março de 1964, era envenenado em território argentino. Crime covarde, “terrorismo de Estado”. Agressão não só contra um homem deposto de seu mandato democrático e exilado, mas contra o povo o qual esse homem assassinado jurou proteger.</p>
<p>O “Jango” é um dos casos mais emblemáticos da nossa história. Seus algozes o chamavam de “perigoso comunista”, de “populista herdeiro do outro demagogo (Getúlio Vargas) e inimigo do Brasil”. Mas o que acho mais interessante dele é que, embora os seus inimigos falassem tudo isso dele, ele fez justamente o contrário do que eles diziam. Jango era um patriota, um nacionalista, um amante do diálogo e da concertação, mas muito comprometido com os pobres e com o desenvolvimento do Brasil.</p>
<p>A elite odiava João Goulart porque ele não era subserviente ou lacaio dos interesses americanos como ela. Jango entendia que o Brasil não precisava ser como Washington, só precisa ser um país desenvolvido para todos e não só para esta elite que endeusava o “American Way on Life”.</p>
<p>João Goulart tinha pleno apoio popular quando Lincoln Gordon “fez a cabeça” da UDN, da elite econômica, da mídia e da “turma da farda” que era necessário derrubar “esse presidente perigoso”. Perigoso por que? Porque deu o aumento de 100% do salário mínimo para os trabalhadores? Por que ele assinou o decreto que estabeleceria os princípios da Reforma Agrária? Por que ele iria fazer as chamadas “Reformas de Base”? Esses eram os medos?</p>
<p>A elite tinha que ficar com muito medo!!</p>
<p>Só que tudo o que Jango propunha era pra emancipar o Brasil e seu povo. Era pra fazer o que esta feia e porca elite nunca deixou fazer. Se dependesse deles, seríamos uma reles colônia “yankee”, tipo “The United States of Brazil”, nada mais nada menos que um “grande Porto Rico”.</p>
<p>Essa nunca foi a vocação do Brasil e até hoje o Trabalhismo é perseguido porque nunca se curvou ao interesse elitista, tampouco as transnacionais que tanto sugam as nossas riquezas. Por isso quando o nome “Jango” vem à tona, eles tentam apagar João Goulart da nossa história.</p>
<p>Jango decidiu não resistir, não provocar uma guerra civil. Mas os seus algozes nunca iriam deixa-lo em paz. Foram tantas tentativas de destruição do seu nome, do seu governo, do legado Trabalhista e muitos companheiros tombaram nos porões da tortura, muitos tiveram que fugir pra não morrerem pelas mãos dos algozes.</p>
<p>E Jango foi monitorado, seguido, investigado, sua vida foi devassada e por fim, em 06 de dezembro de 1976, falece num ataque cardíaco muito suspeito. É quase impossível não dizer que o único presidente brasileiro que morreu no exílio não tenha sido envenenado de forma covarde pelos agentes da Operação Condor. Quarenta e cinco anos de um crime contra o povo brasileiro.</p>
<p>Mataram um homem, mas para desespero de seus assassinos, seu legado está mais vivo do que nunca!</p>
<p>JOÃO GOULART VIVE! VIVA JANGO! VIVA O TRABALHISMO!</p>
<p>*<strong><em>Marcelo Barros é membro do Diretório Nacional do PDT</em></strong></p>
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		<title>Ciro Gomes denuncia corrupção de Jair Bolsonaro na mídia internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 16:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio emergencial]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Evaristo-Sá-Personalizado.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Evaristo-Sá-Personalizado.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Evaristo-Sá-Personalizado-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Evaristo-Sá-Personalizado-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Evaristo-Sá-Personalizado-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Evaristo-Sá-Personalizado-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Evaristo-Sá-Personalizado-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p><em><b>Em entrevista ao grupo RTP, de Portugal, pré-candidato do PDT citou o risco de novo golpe no Brasil</b></em></p>
<p style="font-weight: 400;">“O presidente do meu país é um bandido vulgar”, avaliou o pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo PDT, Ciro Gomes, ao denunciar a histórica corrupção praticada pelo atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. O ex-governador do Ceará também analisou a conjuntura eleitoral e o risco de golpe na “colapsada democracia” nacional em <a href="https://www.rtp.pt/play/p282/e573646/visao-global" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.rtp.pt/play/p282/e573646/visao-global&amp;source=gmail&amp;ust=1634830242152000&amp;usg=AFQjCNHncKAXw-jK2AE5XVTTGP35N-DVtg" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">entrevista</a> para a rádio portuguesa Antena1, do Grupo RTP, no último domingo (17).</p>
<p style="font-weight: 400;">“[Bolsonaro] Organicamente uma persona política vendida para o povo, uma mentira. Combater a corrupção sendo corrupto desde sempre. Corrompeu a família inteira. É um bandido vil. Duro dizer isso do meu país”, afirmou o presidenciável, durante a participação no podcast Visão Global.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Eu fui contemporâneo dele na Câmara dos Deputados e ele roubava o dinheiro da gasolina, do auxilio emergencial e de salários fantasmas que não trabalhavam e assinavam o recibo para ele colocar o dinheiro do bolso”, pontuou, ao classificá-lo ainda como “perverso e fascista”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Como resultado da “desastrosa” gestão da União sustentada em um replicado modelo econômico neoliberal, o país aumenta progressivamente, segundo ele, a presença da corrupção no centro do poder e o isolamento perante a comunidade internacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Nós somos a moeda que mais se desvalorizou, estamos galgando o primeiro lugar em inflação e somos um país que não tem segurança jurídica. Estamos espancando o investimento estrangeiro. A Ford foi embora após 54 anos, a Sony após 43 anos aqui. A nossa governança é de bandidos”, disse, colocando o evidente retrocesso do “nível de maturidade da inteligência tecnológica”.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Perspectivas</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Ao ser questionado sobre a possibilidade de um novo golpe de Estado, como ocorreu, em 1964, sobre o presidente trabalhista João Goulart (Jango), Ciro apontou a articulação antidemocrática promovida pelas lideranças do governo federal.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Há esse risco, sem nenhuma dúvida. O atual presidente é chefe da baderna e o líder do caos social e econômico e gostará muito de acumular forças para interromper a democracia e implantar uma ditadura no Brasil. O que ele não tem conseguido é apoio para isso”, relatou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na sequência, o pedetista abordou a limitação da temática eleitoral na atual realidade dos cidadãos brasileiros, que está impactada pelas crises social e econômica. A simetria entre os concorrentes evoluirá, portanto, com a proximidade do pleito, programado para outubro de 2022.</p>
<p style="font-weight: 400;">“A centralidade da política, na cabeça do povo, é nenhuma, nenhuma mesmo. [&#8230;] A pesquisa é um retrato, uma fotografia, e a vida é um filme. E tem uma lógica científica, onde a amostra tem que ser representatividade de um universo homogêneo. Numa campanha em que os níveis de conhecimento das candidaturas, se são candidatos ou não são, se tem qual ou tal posicionamento, aqui ou acolá, hoje é nenhum”, explicou.</p>
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		<title>Fundação do Rio de Janeiro recebe doação de acervo sobre PDT e Trabalhismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Sep 2021 00:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[FLB-AP]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="638" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1-100x62.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1-300x187.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1-768x478.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1-144x90.jpg 144w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1-600x374.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Registros mostram momentos históricos de lideranças como Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola A Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini no Rio de Janeiro (FLB-AP/RJ) recebeu, nesta segunda-feira (27), um diversificado acervo sobre o PDT e lideranças do Trabalhismo, incluindo os ex-presidentes da República Getúlio Vargas e João Goulart e o ex-governador Leonel Brizola....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="638" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1-100x62.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1-300x187.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1-768x478.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1-144x90.jpg 144w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Fundação-do-Rio-de-Janeiro-recebe-doação-de-acervo-sobre-PDT-e-Trabalhismo.-1-600x374.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="yiv2032233575MsoNormal"><em><b>Registros mostram momentos históricos de lideranças como Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola</b></em></p>
<p class="yiv2032233575MsoNormal">A Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini no Rio de Janeiro (FLB-AP/RJ) recebeu, nesta segunda-feira (27), um diversificado acervo sobre o PDT e lideranças do Trabalhismo, incluindo os ex-presidentes da República Getúlio Vargas e João Goulart e o ex-governador Leonel Brizola. A doação foi feita pelo membro do diretório fluminense, Francisco Mendes, o “Chicão”, na sede da organização de cooperação do partido, no Centro da capital.</p>
<p class="yiv2032233575MsoNormal">Segundo o secretário nacional de Criatividade e Inovação e diretor estadual de projetos da FLB-AP, Leonardo Lupi, o material, que será digitalizado, detalha marcos da história política nacional ao longo de mais de 70 anos. Em destaque, folhetos e fotos de campanhas eleitorais e de formação política, além de reportagens das revistas Manchete, Fatos &amp; Fotos e O Cruzeiro.</p>
<p class="yiv2032233575MsoNormal">“São raridades que serão preservadas e servirão de semente para a formação das futuras gerações de pedetistas. Uma raridade é a cópia de uma carta do ex-deputado federal Benedito Cerqueira, escrita em Lisboa antes da redemocratização, sobre o antigo PTB”, disse, ao lado Pedro Porto e Vitor Almeida, diretores de Relações Institucionais e de Acervo e Memória da Fundação.</p>
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		<title>A Era Vargas e o Desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 22:06:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="630" height="453" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento.jpg 630w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-100x72.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-300x216.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-125x90.jpg 125w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-600x431.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 630px) 100vw, 630px" />Outrora próspera com Getúlio, a situação na região Amazônica, onde estão quase todas as nossas reservas naturais, é hoje lamentável Até a Revolução de 30, no Brasil não havia projetos de Desenvolvimento, Educação, Saúde, Meio-Ambiente, entre outros, tão necessários para que o povo tivesse a consciência de Cidadania. Vargas trouxe à população brasileira a noção...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="630" height="453" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento.jpg 630w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-100x72.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-300x216.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-125x90.jpg 125w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-600x431.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 630px) 100vw, 630px" /><p class="yiv1209743395p1"><em><strong><span class="yiv1209743395s2">Outrora próspera com Getúlio, a situação na região Amazônica, onde estão quase todas as nossas reservas naturais, é hoje lamentável</span></strong></em></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Até a Revolução de 30, no Brasil não havia projetos de Desenvolvimento, Educação, Saúde, Meio-Ambiente, entre outros, tão necessários para que o povo tivesse a consciência de Cidadania. Vargas trouxe à população brasileira a noção do país soberano. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Antes de Getúlio Vargas, trabalhadores eram discriminados. Quem trabalhava era tratado como escravo. Na República Velha, onde imperava a oligarquia sem perspectivas, o trabalho era mal visto. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Com uma cultura impressionante e visão de mundo repleta de horizontes para o Brasil, Vargas mostrou que todos são cidadãos e têm direitos. Não era mais a vez da elite e dos ricos, mas, principalmente dos que tinham uma profissão. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Advogado de formação, Getúlio entendia de leis e sabia que o Brasil só daria certo se projetos de Desenvolvimento fossem idealizados e executados.</span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Com uma equipe de auxiliares que vieram daquela geração de visionários, o presidente criou, praticamente, o Estado brasileiro. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Em 1930, o Brasil se encontrava em situação deplorável, do ponto de vista econômico, pelas consequências da crise de 1929, e Getúlio trouxe, como solução, pensamento desenvolvimentista aliado ao intervencionismo estatal, seguindo o modelo de Franklin Roosevelt</span><span class="yiv1209743395s2">, nos Estados Unidos, que assim superou a Grande Depressão. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Vargas abriu caminhos para a industrialização. O papel do Estado foi o de dar sustentação a atividades como siderurgia, extração e processamento de petróleo, geração e distribuição de energia elétrica. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">No Brasil, antes de Vargas, não se planejava nada. Com o presidente, a concepção de governar ganhou organização. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Nacionalista, Vargas criou, então, condições favoráveis para a discussão em torno de um Código de Águas. O primeiro Código de Águas do País, portanto, passou a vigorar, oficialmente, em 1934. O setor elétrico necessitava de regulamentação. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">A promulgação do Novo Código de Águas veio com a nova Constituição, de 1934.</span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Historiadores e especialistas consideram que o Código de Águas como uma das melhores contribuições do governo Vargas, nessa fase inicial. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">O jornalista Barbosa Lima Sobrinho, em reportagens publicadas naquela época, dizia que o Código de Águas de 1934 foi um &#8220;documento de grande sabedoria&#8221;.</span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">O aproveitamento industrial das águas deveria ser autorizado, a partir do Código de Águas, pelo governo federal, ao invés de estados e municípios. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">E, as concessões de serviços públicos de energia elétrica passaram a ser de brasileiros ou de empresas organizadas no Brasil. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Getúlio criou, também, a Comissão Federal de Forças Hidráulicas. Para fiscalizar e regulamentar os dispositivos do Código de Águas, além de incentivar o desenvolvimento da indústria hidrelétrica no Brasil. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Getúlio Vargas também foi pioneiro no que se refere à Amazônia. </span><span class="yiv1209743395s2">Gaúcho dos pampas, o presidente viajou do Rio de Janeiro para Manaus em outubro de 1940 e lá fez o &#8220;Discurso do Rio Amazonas&#8221;.</span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Anunciou, na ocasião, a incorporação da Amazônia ao território nacional. A Amazônia não seria mais ignorada. A população sofrida pelos exploradores da borracha, desde 1912, pôde ter esperança. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Quando voltou à presidência, eleito pelo povo, em 1950, Getúlio Vargas instalou a Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia, que ele idealizou no período de seu primeiro governo. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Nos governos de Juscelino Kubitschek e João Goulart houve o prosseguimento de tudo o que foi idealizado por Vargas para a Amazônia. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Mas, na ditadura militar, a situação perdeu força. Projetos de Desenvolvimento Sustentável para a região foram ignorados. </span><span class="yiv1209743395s2">E, atualmente, a situação na região onde estão quase todas as nossas reservas naturais, é lamentável.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="yiv1209743395p1"><em><strong><span class="yiv1209743395s1">*</span><span class="yiv1209743395s1">Everton Gomes é cientista político e secretário nacional de Relações Internacionais e Institucionais da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLB-AP).</span></strong></em></p>
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		<title>Hélio Fontoura indica perfil inovador e nacionalista de Brizola como diferencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 04:24:43 +0000</pubDate>
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<div dir="ltr">
<p class="yiv2591488190MsoNormal"><em><b>Em entrevista, o jornalista relembrou os mais de 40 anos como secretário particular do trabalhista</b></em></p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Secretário particular de Leonel Brizola por mais de quatro décadas, o gaúcho Hélio Fontoura, de 93 anos, detalhou a evolução da carreira política e profissional do trabalhista durante <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">entrevista</a> para o podcast “Prosas”, do Centro de Memória Trabalhista (CMT). Como diferencial, o jornalista apontou o perfil inovador e nacionalista do fundador e presidente de honra do PDT.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">A implementação do planejamento, durante as passagens pelo governo do Rio Grande do Sul, em 1953, e prefeitura da capital, em 1955, fez de Brizola, segundo ele, um gestor reconhecido não só pela organização, mas também pela eficiência.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“A administração era centralizada e a execução era descentralizada. [&#8230;] Era um administrador sério e cobrava muito”, explicou Fontoura, ao citar a criação de um gabinete exclusivo para acompanhamento das ações estratégicas da gestão estadual, principalmente no âmbito da educação e da reforma agrária.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Em um dos momentos de maior tensão, Fontoura citou o período da Campanha da Legalidade, em 1961, no Palácio Piratini, sede do governo. Entre a renúncia de Jânio Quadros e o embate para a posse do então vice-presidente João Goulart (Jango), memórias descritas pelo “encarregado da comunicação” com inevitável emoção ao lado do  governador eleito em 1958.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“A luta e entusiasmo dele [Brizola] fazia com que ninguém tivesse medo. [&#8230;] O povo estava solidário a ele. O anúncio de que a base aérea pudesse bombardear o palácio fez com que o povo não saísse da Praça da Matriz”, disse o jornalista, que é filho de Bolívar Fontoura, um dos organizadores do antigo PTB.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“Na época, não tinha a mínima importância morrer ou não, desde que a gente ficasse de cabeça erguida e lutasse por uma causa justa”, completou.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Primeiro funcionário da Assembleia Legislativa local, o taquígrafo também atuou como parlamentar, pelo PTB, entre 1963 a 1966. Por seu posicionamento político, foi cassado durante o regime militar instaurado após o golpe de 64, que depôs o presidente Jango.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“Eu sou Brizola a vida toda. Valia a pena lutar”, concluiu Fontoura, autor do livro “40 anos ao lado de Brizola” que ainda contempla o primeiro governo brizolista no estado do Rio de Janeiro, em 1982.</p>
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		<title>Trabalhistas enaltecem Brizola nos 60 anos da vitória da Legalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 15:45:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<div dir="ltr">
<p class="yiv6655751045MsoNormal"><em><b>Movimento democrático marcou, segundo lideranças do PDT, a história do Brasil ao impedir o golpe militar</b></em></p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Em exaltação ao compromisso cívico e ideológico de Leonel Brizola no levante democrático contra o golpe militar no Brasil, em 1961, lideranças trabalhistas participaram, nesta terça-feira (31), do <a href="https://www.facebook.com/pdt.org.br/videos/576501120034273" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">painel</a> de encerramento do “Seminário Campanha da Legalidade”. O evento virtual foi realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e contou com o apoio do PDT e da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP).</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Logo na abertura, Carlos Lupi, presidente nacional do partido, fomentou a contribuição do então governador gaúcho para garantir, há 60 anos, a posse do vice-presidente João Goulart no cargo de presidente da República, diante da renúncia de Jânio Quadros.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“A Legalidade é ímpar. Nada substituirá na história republicana brasileira. Foi a única página em que a sociedade civil impediu o golpe. [&#8230;] Brizola, eleito governador do Rio Grande do Sul, e a mobilização que ele fez com uma simples cadeia de rádios nos porões do Palácio Piratini”, destacou, durante a mediação do advogado Ben-Hur Rava.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Esse levante mexeu com a sociedade brasileira. É muito importante como marco. O povo tem que ter [consciência] da sua própria história. [&#8230;] Nós a abraçamos”, completou, colocando esse legado como guia para o impulsionar o combate ao bolsonarismo e suas ambições antidemocráticas.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Vice-presidente nacional do PDT e presidenta da Ação da Mulher Trabalhista (AMT), Miguelina Vecchio relatou o engajamento das mulheres, com destaque para Neusa Brizola, no “maior movimento civil de resistência” do País.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Nesse processo, muitas mulheres com papel fundamental. Vamos começar pela própria Neusa Brizola. Não dá para apagar o fato de que, além de mulher do Brizola, ela era irmã do Jango (João Goulart). Não se sujeitou a ficar fora do processo de luta e foi ficar com ele”, contou.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Para o secretário-geral nacional do partido e presidente da FLB-AP, Manoel Dias, a Legalidade uniu a nação em prol dos princípios democráticos.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Um representante, ainda emergente, conseguiu emocionar a nação inteira. A partir de uma emissora de rádio apenas, ele conseguiu levantar o Brasil para reagir a um golpe que já havia sido deferido”, contextualizou, em um paralelo com o atentado concretizado, três anos depois, pelas Forças Armadas.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“O momento atual reforça a necessidade de análise da Campanha. O Brasil vive, hoje, uma realidade trágica com um presidente [Bolsonaro] totalmente despreparado. É um ignorante”, comentou.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Os advogados Trajano Ribeiro e Christopher Goulart, Membros do Diretório Nacional do partido, mencionaram a competência de Brizola na organização de um efetivo resistente, principalmente, no perímetro do Piratini, bem como de João Goulart na defesa conjunta dos princípios do Trabalhismo.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Há de se destacar, nesse episódio, a capacidade militar de comando de Brizola. Ele passou a ligar imediatamente para todos os comandantes do Rio Grande do Sul e a chamá-los para resistir ao golpe projetado pelos ministros militares”, recordou Trajano, que já fazia parte do movimento estudantil na época.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Jango, com a pouca idade que tinha, já representava o varguismo e o idealismo do nacional-desenvolvimentismo. [&#8230;] Ele compreendia muito bem a carência do país e essa era a vocação dele. Aprendeu isso com Getúlio Vargas”, acrescentou Christopher, neto do ex-presidente.</p>
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		<title>Adail de Lemos mostra a simbologia do Hino da Legalidade: “Protesta contra a tirania”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 01:48:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Memória]]></category>
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		<category><![CDATA[Centro de Memória Trabalhista]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="804" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”-100x79.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”-300x236.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”-768x603.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”-115x90.jpg 115w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”-600x471.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<div id="yiv1396905939">
<div dir="ltr">
<p class="yiv1396905939MsoNormal"><em><b>Filho da compositora Lara de Lemos, o médico gaúcho relembra a contribuição democrática de Brizola</b></em></p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">“Avante brasileiros de pé, unidos pela liberdade”. Marcante, o trecho integra o Hino da Legalidade, que simbolizou, há 60 anos, o movimento civil-militar em prol da posse de João Goulart (Jango) como presidente da República do Brasil. Os detalhes desse marco composto pela poetisa e jornalista Lara de Lemos foram descritos por seu filho, Adail Ivan de Lemos, em entrevista para o <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">podcast “Prosas”</a>, do Centro de Memória Trabalhista (CMT), publicada neste domingo (29).</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">O hino, que contou com a contribuição de Paulo César Pereio na formulação, mostrou o impacto do enfrentamento liderado pelo então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, para impedir o golpe militar e garantir a constitucionalidade.</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">“Minha mãe era totalmente brizolista, tanto é que vai fazer o Hino da Legalidade. [&#8230;] Esse é o único hino que protesta contra a tirania”, afirmou, ao também exaltar a proximidade de Brizola com seu pai, Ajadil de Lemos, durante o diálogo com o coordenador do CMT, Henrique Matthiesen.</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">Segundo o médico gaúcho, a inspiração surgiu de um grupo de intelectuais que buscavam um canto para mobilizar a população durante as manifestações no Centro de Porto Alegre, que reuniram mais de 100 mil pessoas. Antes de ser publicizado, Brizola pediu um ajuste essencial.</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">“Brizola disse: ‘Esse movimento não é só do Rio Grande do Sul. Troca o gaúcho por brasileiro. [&#8230;] Então o Brizola também era coautor”, relatou, descrevendo a contribuição dos atos trabalhistas em prol da democracia.</p>
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		<title>“Brizola foi único civil a barrar golpe militar”, afirma Carlos Bastos em entrevista o Jornal do Comércio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 16:58:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha da Legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Bastos]]></category>
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		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Rede da Legalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="796" height="532" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg 796w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-300x201.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-768x513.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-600x401.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" />&#8220;Quando Jango comunicou ao Brizola que aceitaria o parlamentarismo, Brizola discordou, mas não se rebelou&#8221;, relembra o jornalista Há 60 anos, o jornalista Carlos Bastos presenciou o ex-governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola fazer história com o Movimento da Legalidade. Ao garantir a posse do vice-presidente João Goulart em 1961, Brizola se tornou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="796" height="532" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg 796w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-300x201.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-768x513.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-600x401.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /><div class="D_F ek_BB H_6D6F aw_2941hk ba_10I1Qt az_oOItw ay_Z1nkUQx I_kt4zd">
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<p class="yiv0025172093MsoNormal"><em><b>&#8220;Quando Jango comunicou ao Brizola que aceitaria o parlamentarismo, Brizola discordou, mas não se rebelou&#8221;, relembra o jornalista</b></em></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Há 60 anos, o jornalista Carlos Bastos presenciou o ex-governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola fazer história com o Movimento da Legalidade. Ao garantir a posse do vice-presidente João Goulart em 1961, Brizola se tornou o único civil a barrar um golpe militar na América Latina. Para Bastos, ele sintetiza a política gaúcha e, hoje, lamenta que o Brasil não tenha uma figura política da mesma estatura.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Depois da renúncia do presidente Jânio Quadros, em 25 agosto de 1961, Bastos cobriu a tentativa de golpe que setores do Exército brasileiro tentaram executar, ao impedir que Jango assumisse a presidência do Brasil, como previa a Constituição da época.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">De 25 de agosto até 7 de setembro, quando João Goulart tomou posse, Carlos Bastos praticamente morou no Palácio Piratini, dormindo nas poltronas e sofás que ficavam no porão da sede do governo gaúcho.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Dali, ele viu Brizola requisitar a Rádio Guaíba para transmitir os seus discursos e de outras lideranças que defendiam a posse de Jango. Emissoras de rádio de vários estados brasileiros começaram a retransmitir os pronunciamentos &#8211; formando a Rede da Legalidade.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Nos momentos de maior tensão, quando o comando do Exército brasileiro deu ordem para bombardear o Palácio Piratini, Bastos chegou a receber um revólver para resistir ao ataque. Assim como milhares de civis que aderiram ao movimento, devolveu a arma depois da posse de João Goulart.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Nesta <a href="https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/politica/2021/08/807783-brizola-foi-unico-civil-a-barrar-golpe-militar-afirma-bastos.html" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">entrevista</a> ao Jornal do Comércio, Carlos Bastos relembra os dias de tensão que passou dentro do Piratini. Também relata como o Terceiro Exército decidiu apoiar o Movimento da Legalidade, em vez de bombardear a sede do governo gaúcho. E ainda recorda o que considera o maior discurso de toda a carreira de Brizola &#8211; que atraiu cerca de 50 mil pessoas à Praça da Matriz, para apoiar a Campanha da Legalidade.</p>
<p><b>Jornal do Comércio &#8211; Como era o clima antes da renúncia de Jânio Quadros? Havia algum indício de que os militares pretendiam tentar um golpe de Estado?<br />
</b><br />
Carlos Bastos &#8211; Não havia nenhum indício, porque o Jânio tinha sido eleito (à presidência da República em 1960) por uma boa maioria sobre o marechal Henrique Lott (Jânio fez mais de 5,6 milhões de votos, a maior votação até então; dois milhões a mais que Lott). O Movimento da Legalidade foi provocado pela renúncia do Jânio, que foi inesperada.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Ele renunciou em uma sexta-feira, 25 de agosto. Naquele final de semana, estava prevista uma vinda dele ao Rio Grande do Sul. Antes de exigir a posse do vice-presidente João Goulart, o então governador Leonel Brizola fez um apelo ao Jânio, pedindo que não renunciasse, pois estava sendo vítima de uma trama. A resposta do Jânio veio através do seu assessor de imprensa, Carlos Castelo Branco, de que a sua renúncia era definitiva, não tinha como recuar.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Foi depois da renúncia de Jânio que surgiu o clima golpista&#8230;</b><b></b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Esse clima foi criado logo após a renúncia, quando os ministros militares imediatamente vetaram a posse do vice-presidente João Goulart, que se encontrava em viagem pela China. Só que não é apenas nesse momento que o movimento golpista se revelou.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Na verdade, as tentativas de golpe vêm desde a posse do presidente Getúlio Vargas em 1950, quando a UDN e o (jornalista Carlos) Lacerda fizeram aquela campanha de que era necessário ter maioria absoluta (dos votos para se eleger), quando não havia essa exigência na lei eleitoral. Em 1954, Getúlio evitou um golpe ao se suicidar. Havia uma campanha golpista tremenda da UDN.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Depois, com Juscelino Kubistchek (em 1955), houve uma nova tentativa de golpe desses setores udenistas. Entretanto, o marechal Lott, legalista, liderou o contragolpe que garantiu a posse do Juscelino em novembro de 1955. Então, existia um histórico de tentativas de golpe no Brasil, da qual a negativa em dar posse ao João Goulart foi mais uma passagem.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; As forças obscuras mencionadas na carta de renúncia do Jânio se referiam a essas articulações golpistas?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Eu não poderia sustentar isso, porque o próprio Jânio tornou público mais tarde que ele, com a renúncia, tentou fechar o Congresso Nacional (onde não conseguiu o apoio da maioria dos parlamentares). Ele achou que o povo sairia às ruas para impedir a renúncia dele, o que não aconteceu. Foi aí que cresceu o sentimento golpista entre os ministros militares.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Creio que não havia um esquema golpista contra o Jânio. E a carta de renúncia foi uma peça de um jogo de xadrez, porque ele não estava conseguindo aprovar as ações que julgava melhores para o País, por isso queria fechar o Congresso. Ele deixou isso claro em uma manifestação para o seu neto, que, muitos anos mais tarde, tornou pública essa declaração.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Mas ele nunca expressou a vontade de fechar o Congresso durante o seu governo&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Claro que não. Ele usou a renúncia para tentar isso. Junto com isso, já tinha preparado a viagem do Jango para a China, com o objetivo de acirrar os ânimos dos militares contra o Jango. Com isso, pensou que haveria manifestações impressionantes da sociedade brasileira, para que ele ficasse no poder. Isso não aconteceu.</p>
<p><b>JC &#8211; Depois da renúncia definitiva do Jânio, Brizola já começou a organizar imediatamente o movimento pela posse de João Goulart?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Depois que o Brizola recebeu a manifestação do Jânio, de que a renúncia era definitiva, ele passou a defender a tese da posse do Jango. Os ministros militares estavam dizendo que impediriam a posse do vice-presidente, não cumprindo a Constituição brasileira. Aí, Brizola começou a se movimentar, manter contatos com lideranças políticas em Brasília, deputados federais, senadores, líderes militares.</p>
<p><b>JC &#8211; Ele buscou o apoio do Terceiro Exército, para garantir a posse de João Goulart&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; O Brizola ligou na noite de sexta-feira (a mesma que Jânio renunciou) para o comandante do Terceiro Exército, general Machado Lopes, para dizer que o Rio Grande do Sul defenderia a tese do comprimento da Constituição e a posse do vice-presidente. Qual foi a resposta do comandante Machado Lopes? &#8220;Eu sou militar, governador, e estarei com o Exército&#8221;. Essa foi a reação do Machado Lopes no primeiro momento.</p>
<p><b>JC &#8211; Foi nesse momento que começou a campanha nas rádios&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; No sábado, o Brizola começou a fazer os contatos dele: falou com líderes militares de todas as regiões do País, falou com as lideranças políticas, e fez um apelo ao marechal Lott para que fizesse um manifesto em defesa da legalidade. O marechal fez e, na noite de sábado, dia 26 de agosto, esse manifesto foi divulgado como matéria paga nas rádios de Porto Alegre (RS).</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Só que, à medida que as rádios iam divulgando o manifesto, o pessoal do Terceiro Exército tirava as emissoras do ar. A única rádio que não divulgou o pronunciamento foi a Rádio Guaíba, porque o doutor Breno Carlos, seu proprietário, simplesmente recusou a divulgação do manifesto.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Por isso, foi a única rádio que continuou no ar&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Esse fato foi comunicado ao governador Brizola no domingo pela manhã, pelo seu assessor de imprensa, Hamilton Chaves. &#8220;Governador, as rádios colocaram no ar o manifesto do Marechal Lott e, à medida que isso aconteceu, elas foram tiradas do ar; a única rádio que continua transmitindo é a rádio Guaíba&#8221;.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Então, o Brizola teve a grande sacada: &#8220;vamos requisitar a Guaíba e criar a Rede da Legalidade&#8221;. Domingo à tarde, a rede já estava funcionando nos porões do Palácio Piratini. Mas, sábado à noite, teve um episódio interessante&#8230;</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Qual?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Os tanques do quartel da Serraria se deslocaram da Zona Sul para o centro da cidade. Foi aquele clima de tensão no Palácio Piratini no sábado à noite, porque os tanques estavam indo cercar a sede do governo. Aí teve uma cena inusitada. Os estudantes e os trabalhadores que estavam permanentemente na frente do palácio durante o período da Legalidade arrancaram os bancos da Praça da Matriz e do Auditório Araújo Viana, que, naquela época, ficava onde hoje é o prédio da Assembleia Legislativa.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Eles usaram esse material para trancar as ruas de acesso ao palácio, apesar de que aquele material não conteria os tanques. De qualquer forma, eles ficaram parados atrás do quartel-general do Terceiro Exército, na Avenida Mauá. No final, eles não se dirigiram ao Palácio Piratini.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Onde o senhor estava nessa noite?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; No Palácio Piratini. De sábado até três dias depois da chegada do João Goulart ao Rio Grande do Sul, eu permaneci dia e noite no palácio. Dormia nas poltronas da assessoria de imprensa, no porão, onde ainda hoje funciona a Secretaria de Comunicação. Só ia para casa para trocar de roupa e tomar banho.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Nos momentos mais tensos, quando o Piratini corria o risco de ser bombardeado, foram distribuídas armas para a resistência ao golpe. O próprio governador Brizola foi fotografado com uma metralhadora a tiracolo. O senhor recebeu uma arma também?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Recebi um revólver, que devolvi depois que terminou o Movimento da Legalidade.</p>
<p><b>JC &#8211; Quando o Terceiro Exército resolveu apoiar o movimento? Foi logo depois da Rede da Legalidade&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; No primeiro dia (de transmissões para a Rede da Legalidade), Brizola falou várias vezes ao microfone. O locutor Mauro Freitas, falecido já, ficou no ar durante as primeiras 24 horas. A adesão do Terceiro Exército foi na segunda-feira, após uma forte manifestação do Brizola, no dia 28 de agosto, às 11 horas da manhã, de dentro do Palácio Piratini.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Para mim, aquele foi o mais impressionante discurso de toda a carreira política dele. Foi quando ele denunciou que veio uma ordem do Ministério da Guerra, em Brasília, para que fosse bombardeado o palácio. No momento que o Brizola começou a falar na rádio, tinha 5 mil pessoas na Praça da Matriz, em frente ao palácio, que era um número que sempre estava ali se manifestando. Quando terminou o seu pronunciamento, uma hora depois, tinha 50 mil pessoas na praça. As pessoas foram lá para se solidarizar com o seu governador, no momento que ele defendia a legalidade. Isso me impressionou muito.</p>
<p><b>JC &#8211; Esse episódio mudou a posição do Terceiro Exército?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Creio que o Terceiro Exército já estava avançando para essa posição, porque quase todos os comandantes do Interior &#8211; de Osório, Santiago, Santa Maria, Santa Rosa, além do general Galhardo, de Curitiba &#8211; eram seguidores do Marechal Lott. Ou seja, eram legalistas. Quem ficou contra a posse do presidente João Goulart foi só o General Paz, de Bagé.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Foi essa maioria esmagadora dos comandos militares do Terceiro Exército que levou o general Machado Lopes a aderir e apoiar o movimento liderado pelo governador Brizola. Aí, ele foi ao palácio e fez essa manifestação de solidariedade ao movimento.</p>
<p><b>JC &#8211; Isso foi crucial para garantir a posse de Jango&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Sim, sem dúvida.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Como foi a pressão para isso?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; O movimento que o Brizola publicizou por todo o País, através da Rede da Legalidade, teve uma receptividade muito grande. O Jango veio lentamente da China. O movimento começou no sábado, dia 26 de agosto, e o Jango só chegou ao Brasil no dia 2 de setembro. Ele dormiu em Montevideo, onde teve um encontro com Tancredo Neves.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Lá, eles acertaram a implantação do regime parlamentarista, que era uma exigência dos setores militares (golpistas) para darem posse ao vice-presidente. Jango aceitou para evitar o derramamento de sangue. Quando ele voltou ao Brasil, essa saída política já estava acertada.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Aliás, quando ele foi saudar a multidão que estava na Praça da Matriz, apenas acenou pela janela, não discursou. Esse era um compromisso que tinha assumido junto com o acordo. Por não falar ao povo, Jango foi vaiado. Foi a maior vaia que assisti na minha vida.<b> </b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Mas Brizola não queria que Jango aceitasse o parlamentarismo&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Exato. Quando Jango comunicou ao Brizola que aceitaria o parlamentarismo, Brizola discordou, mas não se rebelou. Ele simplesmente deixou de fazer manifestações na Rede da Legalidade. E, quando Jango foi a Brasília para tomar posse, Brizola não foi prestigiá-lo.</p>
<p><b>JC &#8211; E o que o senhor acha? Deveria ter aceitado ou não?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Na época, eu era contra a aceitação do parlamentarismo. Anos depois, quando soube da interferência norte-americana no episódio da Legalidade, passei a achar que Jango agiu certo naquela ocasião. Até porque dois anos depois ele derrubou o parlamentarismo através de um plebiscito.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b> </b><b>Perfil</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Filho de pai brasileiro e mãe argentina, o jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos nasceu em Passo Fundo (RS), em 25 de julho de 1934. Na cidade interiorana, estudou no Instituto Educacional Metodista. Nessa época, passou a ler os jornais que o pai assinava na cidade interiorana, o que seria decisivo na sua vida profissional posteriormente.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Em 1950, aos 16 anos, mudou-se com a família para Porto Alegre. Na Capital, estudou no Colégio Júlio de Castilhos e no Colégio Protásio Alves. Em 1955, iniciou a carreira jornalística no jornal Clarim, fundado por Leonel Brizola &#8211; figura que marcaria sua atuação política.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Como o periódico de Brizola teve mais ou menos um ano de vida, Bastos seguiu sua carreira no jornal A Hora. Também passaria pela Última Hora, O Dia, Zero Hora, Rádio e TV Gaúcha, Rádio e TV Difusora, Jornal do Comércio, entre outros.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Em 1961, cobriu o Movimento da Legalidade, liderado pelo então governador Leonel Brizola. A experiência foi crucial para que, depois da ditadura militar (1964-1985), se filiasse ao PDT, partido então fundado pelo ex-governador. Considera-se brizolista.</p>
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