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	<title>Jango &#8211; PDT</title>
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		<title>João Goulart: 45 anos de um crime contra o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 18:28:19 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="538" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-100x53.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-300x158.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-768x403.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-171x90.jpg 171w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-600x315.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>O dia 06 de dezembro, para nós trabalhistas, é de muita comoção e lembrança. Há exatos 45 anos, João Belchior Marques Goulart, presidente deposto em um golpe civil-militar em 31 de março de 1964, era envenenado em território argentino. Crime covarde, “terrorismo de Estado”. Agressão não só contra um homem deposto de seu mandato democrático e exilado, mas contra o povo o qual esse homem assassinado jurou proteger.</p>
<p>O “Jango” é um dos casos mais emblemáticos da nossa história. Seus algozes o chamavam de “perigoso comunista”, de “populista herdeiro do outro demagogo (Getúlio Vargas) e inimigo do Brasil”. Mas o que acho mais interessante dele é que, embora os seus inimigos falassem tudo isso dele, ele fez justamente o contrário do que eles diziam. Jango era um patriota, um nacionalista, um amante do diálogo e da concertação, mas muito comprometido com os pobres e com o desenvolvimento do Brasil.</p>
<p>A elite odiava João Goulart porque ele não era subserviente ou lacaio dos interesses americanos como ela. Jango entendia que o Brasil não precisava ser como Washington, só precisa ser um país desenvolvido para todos e não só para esta elite que endeusava o “American Way on Life”.</p>
<p>João Goulart tinha pleno apoio popular quando Lincoln Gordon “fez a cabeça” da UDN, da elite econômica, da mídia e da “turma da farda” que era necessário derrubar “esse presidente perigoso”. Perigoso por que? Porque deu o aumento de 100% do salário mínimo para os trabalhadores? Por que ele assinou o decreto que estabeleceria os princípios da Reforma Agrária? Por que ele iria fazer as chamadas “Reformas de Base”? Esses eram os medos?</p>
<p>A elite tinha que ficar com muito medo!!</p>
<p>Só que tudo o que Jango propunha era pra emancipar o Brasil e seu povo. Era pra fazer o que esta feia e porca elite nunca deixou fazer. Se dependesse deles, seríamos uma reles colônia “yankee”, tipo “The United States of Brazil”, nada mais nada menos que um “grande Porto Rico”.</p>
<p>Essa nunca foi a vocação do Brasil e até hoje o Trabalhismo é perseguido porque nunca se curvou ao interesse elitista, tampouco as transnacionais que tanto sugam as nossas riquezas. Por isso quando o nome “Jango” vem à tona, eles tentam apagar João Goulart da nossa história.</p>
<p>Jango decidiu não resistir, não provocar uma guerra civil. Mas os seus algozes nunca iriam deixa-lo em paz. Foram tantas tentativas de destruição do seu nome, do seu governo, do legado Trabalhista e muitos companheiros tombaram nos porões da tortura, muitos tiveram que fugir pra não morrerem pelas mãos dos algozes.</p>
<p>E Jango foi monitorado, seguido, investigado, sua vida foi devassada e por fim, em 06 de dezembro de 1976, falece num ataque cardíaco muito suspeito. É quase impossível não dizer que o único presidente brasileiro que morreu no exílio não tenha sido envenenado de forma covarde pelos agentes da Operação Condor. Quarenta e cinco anos de um crime contra o povo brasileiro.</p>
<p>Mataram um homem, mas para desespero de seus assassinos, seu legado está mais vivo do que nunca!</p>
<p>JOÃO GOULART VIVE! VIVA JANGO! VIVA O TRABALHISMO!</p>
<p>*<strong><em>Marcelo Barros é membro do Diretório Nacional do PDT</em></strong></p>
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		<title>Hélio Fontoura indica perfil inovador e nacionalista de Brizola como diferencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 04:24:43 +0000</pubDate>
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<p class="yiv2591488190MsoNormal"><em><b>Em entrevista, o jornalista relembrou os mais de 40 anos como secretário particular do trabalhista</b></em></p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Secretário particular de Leonel Brizola por mais de quatro décadas, o gaúcho Hélio Fontoura, de 93 anos, detalhou a evolução da carreira política e profissional do trabalhista durante <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">entrevista</a> para o podcast “Prosas”, do Centro de Memória Trabalhista (CMT). Como diferencial, o jornalista apontou o perfil inovador e nacionalista do fundador e presidente de honra do PDT.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">A implementação do planejamento, durante as passagens pelo governo do Rio Grande do Sul, em 1953, e prefeitura da capital, em 1955, fez de Brizola, segundo ele, um gestor reconhecido não só pela organização, mas também pela eficiência.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“A administração era centralizada e a execução era descentralizada. [&#8230;] Era um administrador sério e cobrava muito”, explicou Fontoura, ao citar a criação de um gabinete exclusivo para acompanhamento das ações estratégicas da gestão estadual, principalmente no âmbito da educação e da reforma agrária.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Em um dos momentos de maior tensão, Fontoura citou o período da Campanha da Legalidade, em 1961, no Palácio Piratini, sede do governo. Entre a renúncia de Jânio Quadros e o embate para a posse do então vice-presidente João Goulart (Jango), memórias descritas pelo “encarregado da comunicação” com inevitável emoção ao lado do  governador eleito em 1958.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“A luta e entusiasmo dele [Brizola] fazia com que ninguém tivesse medo. [&#8230;] O povo estava solidário a ele. O anúncio de que a base aérea pudesse bombardear o palácio fez com que o povo não saísse da Praça da Matriz”, disse o jornalista, que é filho de Bolívar Fontoura, um dos organizadores do antigo PTB.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“Na época, não tinha a mínima importância morrer ou não, desde que a gente ficasse de cabeça erguida e lutasse por uma causa justa”, completou.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Primeiro funcionário da Assembleia Legislativa local, o taquígrafo também atuou como parlamentar, pelo PTB, entre 1963 a 1966. Por seu posicionamento político, foi cassado durante o regime militar instaurado após o golpe de 64, que depôs o presidente Jango.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“Eu sou Brizola a vida toda. Valia a pena lutar”, concluiu Fontoura, autor do livro “40 anos ao lado de Brizola” que ainda contempla o primeiro governo brizolista no estado do Rio de Janeiro, em 1982.</p>
</div>
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		<title>Trabalhistas enaltecem Brizola nos 60 anos da vitória da Legalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 15:45:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ação da Mulher Trabalhista]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<div dir="ltr">
<p class="yiv6655751045MsoNormal"><em><b>Movimento democrático marcou, segundo lideranças do PDT, a história do Brasil ao impedir o golpe militar</b></em></p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Em exaltação ao compromisso cívico e ideológico de Leonel Brizola no levante democrático contra o golpe militar no Brasil, em 1961, lideranças trabalhistas participaram, nesta terça-feira (31), do <a href="https://www.facebook.com/pdt.org.br/videos/576501120034273" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">painel</a> de encerramento do “Seminário Campanha da Legalidade”. O evento virtual foi realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e contou com o apoio do PDT e da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP).</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Logo na abertura, Carlos Lupi, presidente nacional do partido, fomentou a contribuição do então governador gaúcho para garantir, há 60 anos, a posse do vice-presidente João Goulart no cargo de presidente da República, diante da renúncia de Jânio Quadros.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“A Legalidade é ímpar. Nada substituirá na história republicana brasileira. Foi a única página em que a sociedade civil impediu o golpe. [&#8230;] Brizola, eleito governador do Rio Grande do Sul, e a mobilização que ele fez com uma simples cadeia de rádios nos porões do Palácio Piratini”, destacou, durante a mediação do advogado Ben-Hur Rava.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Esse levante mexeu com a sociedade brasileira. É muito importante como marco. O povo tem que ter [consciência] da sua própria história. [&#8230;] Nós a abraçamos”, completou, colocando esse legado como guia para o impulsionar o combate ao bolsonarismo e suas ambições antidemocráticas.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Vice-presidente nacional do PDT e presidenta da Ação da Mulher Trabalhista (AMT), Miguelina Vecchio relatou o engajamento das mulheres, com destaque para Neusa Brizola, no “maior movimento civil de resistência” do País.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Nesse processo, muitas mulheres com papel fundamental. Vamos começar pela própria Neusa Brizola. Não dá para apagar o fato de que, além de mulher do Brizola, ela era irmã do Jango (João Goulart). Não se sujeitou a ficar fora do processo de luta e foi ficar com ele”, contou.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Para o secretário-geral nacional do partido e presidente da FLB-AP, Manoel Dias, a Legalidade uniu a nação em prol dos princípios democráticos.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Um representante, ainda emergente, conseguiu emocionar a nação inteira. A partir de uma emissora de rádio apenas, ele conseguiu levantar o Brasil para reagir a um golpe que já havia sido deferido”, contextualizou, em um paralelo com o atentado concretizado, três anos depois, pelas Forças Armadas.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“O momento atual reforça a necessidade de análise da Campanha. O Brasil vive, hoje, uma realidade trágica com um presidente [Bolsonaro] totalmente despreparado. É um ignorante”, comentou.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Os advogados Trajano Ribeiro e Christopher Goulart, Membros do Diretório Nacional do partido, mencionaram a competência de Brizola na organização de um efetivo resistente, principalmente, no perímetro do Piratini, bem como de João Goulart na defesa conjunta dos princípios do Trabalhismo.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Há de se destacar, nesse episódio, a capacidade militar de comando de Brizola. Ele passou a ligar imediatamente para todos os comandantes do Rio Grande do Sul e a chamá-los para resistir ao golpe projetado pelos ministros militares”, recordou Trajano, que já fazia parte do movimento estudantil na época.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Jango, com a pouca idade que tinha, já representava o varguismo e o idealismo do nacional-desenvolvimentismo. [&#8230;] Ele compreendia muito bem a carência do país e essa era a vocação dele. Aprendeu isso com Getúlio Vargas”, acrescentou Christopher, neto do ex-presidente.</p>
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		<title>Fundação do Rio do Janeiro e Centro de Memória iniciam campanha “Trabalhismo fez e faz”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 14:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[FLB-AP]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Protagonista, transformador e nacionalista. Há mais de 90 anos, a doutrina que guia o PDT ratifica seu compromisso com a soberania e o progresso social e econômico do Brasil. Para exaltar esse vínculo contínuo, a Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini do Rio (FLB-AP/RJ) e o Centro de Memória Trabalhista (CMT) iniciaram, nesta segunda-feira (12),...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2-Personalizado-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p style="font-weight: 400;">Protagonista, transformador e nacionalista. Há mais de 90 anos, a doutrina que guia o PDT ratifica seu compromisso com a soberania e o progresso social e econômico do Brasil. Para exaltar esse vínculo contínuo, a Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini do Rio (FLB-AP/RJ) e o Centro de Memória Trabalhista (CMT) iniciaram, nesta segunda-feira (12), a campanha virtual “Trabalhismo fez e faz”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Pelas redes sociais, a ação integrada das organizações pedetistas divulgará 71 registros históricos ao longo de dois meses. Em ordem cronológica a partir de 1930, o primeiro card abordará a criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, que ocorreu no primeiro e revolucionário governo do presidente da República Getúlio Vargas. Em 1953, na segunda gestão getulista, ocorreu a nomeação de João Goulart (Jango) para a pasta do Trabalho.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ao longo das décadas, o trabalhismo permitiu ao país atingir os maiores índices de desenvolvimento. A conjuntura se concretizou pelo investimento prioritário em áreas consideradas essenciais, como educação, trabalho, saúde, energia e economia.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nas administrações federais de Vargas e Jango – presidente a partir de 1961 e deposto pelo golpe militar de 1964 –, destacam-se as criações de empresas estatais, como a Petrobras, Eletrobras, Vale do Rio Doce, bem como a promulgação de legislações regulamentadoras, como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a centralização pública da exploração, produção, refino e transporte do petróleo brasileiro.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Brizola presente </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Os governos de Leonel Brizola, nos estados do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, foram responsáveis pelos maiores progressos do ensino público registrados no país. Só entre 1959 e 1963, o gestor trabalhista viabilizou, pelo antigo PTB, a construção de mais de seis mil escolas em todas as regiões gaúchas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Entre as décadas de 80 e 90, já pelo PDT, Brizola implementou, em parceria com o sociólogo Darcy Ribeiro, o projeto fluminense dos Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs), que totalizaram mais de 500 unidades espalhadas pelos municípios fluminenses.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para o coordenador do CMT, Henrique Matthiesen, a iniciativa busca ratificar a representatividade construída “em prol da justiça social” e que contribui diretamente com o Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND) do presidenciável Ciro Gomes.</p>
<p style="font-weight: 400;">“O PDT mostra coerência ao não só valorizar o legado trabalhista, como também colocá-lo como balizador do projeto pedetista para as eleições de 2022. É a saída responsável para a retomada de um país gigante e capaz”, explicou.</p>
<p style="font-weight: 400;">O secretário nacional de Criatividade e Inovação da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), Leonardo Lupi, colocou os diferenciais trabalhistas como catalisadores do partido no pleito do próximo ano.</p>
<p style="font-weight: 400;">“É fundamental lembrar os feitos e contribuições do trabalhismo para o Rio de Janeiro e todo o Brasil. A memória é importante para dar base à nossa militância e ao nosso discurso para as próximas eleições&#8221;, disse.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para acompanhar as publicações, acesse os canais da <a href="https://www.facebook.com/FLBAPRIO" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/FLBAPRIO&amp;source=gmail&amp;ust=1625959509297000&amp;usg=AFQjCNFkz_l3Qvy8BHgUk1JoEuLZovQl0Q" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Fundação</a> e do <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista&amp;source=gmail&amp;ust=1625959509297000&amp;usg=AFQjCNE33EUsuq_S4Cz4twpEuylkWWvkpQ" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">CMT</a>.</p>
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		<title>1964 não foi revolução, foi golpe!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 21:29:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[1964]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha da Legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jango]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Reformas de Base]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1000" height="600" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos.jpg 1000w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-100x60.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-300x180.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-768x461.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-150x90.jpg 150w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-600x360.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />O dia 31 de Março é uma data triste na história brasileira. Neste dia, no ano de 1964, começou o pior período da nossa história. A democracia foi golpeada e a pátria teve filhos seus presos, torturados e mortos pelos agentes do próprio Estado Brasileiro. Um pesadelo que durou 21 anos! Os defensores dessa data...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1000" height="600" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos.jpg 1000w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-100x60.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-300x180.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-768x461.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-150x90.jpg 150w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-600x360.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p>O dia 31 de Março é uma data triste na história brasileira. Neste dia, no ano de 1964, começou o pior período da nossa história. A democracia foi golpeada e a pátria teve filhos seus presos, torturados e mortos pelos agentes do próprio Estado Brasileiro. Um pesadelo que durou 21 anos!</p>
<p>Os defensores dessa data a chamam de &#8220;revolução&#8221;, &#8220;que salvou o País do comunismo&#8221;, entre tantas outras asneiras. Tentam justificar a tortura, os assassinatos e os desaparecimentos como &#8220;atos decorrentes de ações contra o Estado&#8221;.</p>
<p>Daí faço a seguinte pergunta: O Estado tem o direito de prender, torturar, mutilar e matar quem pensa diferente?  Com toda a certeza, não.</p>
<p>A quartelada de 31 de março de 1964 deixou cicatrizes indeléveis na vida brasileira. Foram 21 anos de autoritarismo, morte, tortura, aceleração da desigualdade, crises econômicas e destruição do Brasil. Os &#8220;revolucionários&#8221; pegaram um Brasil pronto para se tornar potência e entregaram o mesmo país quebrado e com a maior dívida externa do mundo!</p>
<p>Ainda lembro mais, o Golpe não foi contra os comunistas, nem contra os socialistas, o Golpe foi contra nós trabalhistas. O Golpe foi para impedir que João Goulart, o Jango, fizesse as Reformas de Base, foi para impedir que de fato esse país fosse justo e para os brasileiros.</p>
<p>Os motivos do Golpe de 1964 foram os mesmos que levaram 1964 não foi revolução, foi golpe ao sacrifício em 1954 e que fizeram Brizola liderar a resistência com a Campanha da Legalidade no Rio Grande do Sul em 1961. Simples e fácil de entender.</p>
<p>E o atual presidente da República eleito pelo voto popular celebra justamente o golpe que impediu os brasileiros durante 25 anos de eleger seu presidente. Não é uma imensa contradição?</p>
<p>A sanha golpista continua rondando e tenta podar a árvore da democracia mais uma vez. Nós não vamos deixar!</p>
<p>Não devemos nunca nos esquecer de 1964! Temos que rechaçar de forma audaz e incisiva toda e qualquer ameaça golpista e colocar os seus autores no seu devido lugar que é a lata do lixo da história!</p>
<p>1964 nunca foi e nunca será uma &#8220;revolução&#8221; pois condenou esse país ao atraso mutilando a democracia.</p>
<p>Não foi revolução, foi golpe!</p>
<p>#64NuncaMais #DitaduraNuncaMais #1964NãoFoiRevolução #1964FoiGolpe</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Marcelo Barros é membro do Diretório Nacional do PDT pelo Amazonas.</strong></em></p>
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		<title>Jango: “Desgraçada a democracia se tiver que ser defendida por tais democratas”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 05:38:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[atentados aristocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Jango]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Jango-Desgraçada-a-democracia-se-tiver-que-ser-defendida-por-tais-democratas.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Jango-Desgraçada-a-democracia-se-tiver-que-ser-defendida-por-tais-democratas.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Jango-Desgraçada-a-democracia-se-tiver-que-ser-defendida-por-tais-democratas-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Jango-Desgraçada-a-democracia-se-tiver-que-ser-defendida-por-tais-democratas-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Jango-Desgraçada-a-democracia-se-tiver-que-ser-defendida-por-tais-democratas-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Jango-Desgraçada-a-democracia-se-tiver-que-ser-defendida-por-tais-democratas-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Jango-Desgraçada-a-democracia-se-tiver-que-ser-defendida-por-tais-democratas-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<div dir="ltr">
<p><em><b>No comício das reformas, em 1964, o então presidente condenou atentados aristocráticos contra o Governo</b></em><em> </em></p>
<p>“Desgraçada a democracia se tiver que ser defendida por tais democratas.” A frase do presidente da República, João Goulart (Jango), para mais de 150 mil pessoas na Central do Brasil, no Centro do Rio de Janeiro, em 13 de março de 1964, explicitou a tentativa de apropriação e destruição, por aristocratas, de um regime político nacional que buscava efetivar a soberania nas mãos do próprio povo.</p>
<p>“Não tiram o sono as manifestações de protesto dos gananciosos, mascarados de frases patrióticas, mas que, na realidade, traduzem suas esperanças e seus propósitos de restabelecer a impunidade para suas atividades antissociais”, justificou, dias antes do golpe militar.</p>
<p>Na exaltação das organizações operárias e lideranças populares presentes, que permitiram a superação de campanhas de terror ideológico e sabotagem contra o ato e o governo, Jango condenou o boicote de representantes da burguesia, então alimentado por interesses internacionais.</p>
<p>“Democracia para esses democratas não é o regime da liberdade de reunião para o povo: o que eles querem é uma democracia de povo emudecido, amordaçado nos seus anseios e sufocado nas suas reivindicações”, disse.</p>
<p>“A democracia que eles desejam impingir-nos é a democracia antipovo, do antissindicato, da antirreforma. Ou seja, aquela que melhor atende aos interesses dos grupos a que eles servem ou representam”, acrescentou.</p>
<p>Sobre o perfil dos opositores, o presidente listou outras medidas que atentavam contra o fortalecimento do Estado. Como exemplo, a busca pela liquidação da Petrobras e a expansão dos monopólios privados que, segundo ele, levou ao suicídio do ex-presidente Getúlio Vargas.</p>
<p>“Democracia é o que o meu governo vem procurando realizar, como é do seu dever, não só para interpretar os anseios populares, mas também conquistá-los pelos caminhos da legalidade, pelos caminhos do entendimento e da paz social”, comparou.</p>
<p><strong>Contraponto </strong></p>
<p>Ao ratificar o lema do seu governo – “progresso com justiça, e desenvolvimento com igualdade” –, o presidente indicou para os trabalhadores a importância das reformas de base na pavimentação do “caminho do progresso pela paz social”.</p>
<p>“Reformar é solucionar pacificamente as contradições de uma ordem econômica e jurídica superada pelas realidades do tempo em que vivemos”, ponderou.</p>
<p>“Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil”, completou.</p>
</div>
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</div>
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		<title>Em 1964, João Goulart encampou refinarias de petróleo para emancipação econômica nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 18:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Em-1964-João-Goulart-encampou-refinarias-de-petróleo-para-emancipação-econômica-nacional-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p class="yiv9387579460MsoNormal"><em><b>Ao declarar utilidade pública, presidente transferiu ações das companhias privadas para Petrobras</b></em></p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">
<p class="yiv9387579460MsoNormal">No dia 13 de março de 1964, em um movimento nacionalista de proteção dos interesses do povo, o presidente da República, João Goulart (Jango), anunciou o decreto 53.701, que encampado refinarias de petróleo para garantir o interesse e a segurança nacional. A declaração foi feita em um comício na Central do Brasil, no Centro do Rio de Janeiro.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Na determinação, o líder trabalhista declarou de utilidade pública, para fins de desapropriação em favor da Petrobrás e em caráter de urgência, todas as ações das companhias permissionárias, incluindo União, Manguinhos, Amazônia, Matarazzo, Ypiranga e Rio Grandense.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Atrelada à série de medidas conhecidas por “Reformas de Base”, a determinação visava garantir os compromissos do governo com a política de emancipação econômica nacional, que seria viabilizada pelo fortalecimento do monopólio estatal do petróleo”.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Diante do conflito estrutural entre o regime jurídico misto vigorante no parque nacional de refino de petróleo e a lógica econômica, o decreto também ratificou a importância da integração para permitir a expansão das capacidades de refino e o consequente suprimento, “pelos menores custos, os diversos mercados regionais”.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Para Jango, que mencionou nas justificativas ações do ex-presidente Getúlio Vargas, o incremento do consumo de produtos petrolíferos é “indispensável ao desenvolvimento econômico do país, e a necessidade de solucionar adequadamente o abastecimento nacional de petróleo, tendo em vista o interesse nacional”.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal"><strong>Enfrentamento</strong></p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Presente no evento que mobilizou cerca de 300 mil pessoas, o então deputado federal, Leonel Brizola, defendeu a formação de &#8220;um Congresso popular e integrado por camponeses, sargentos e oficiais nacionalistas&#8221;.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Para o ex-governador do Rio Grande do Sul, a mudança da representação parlamentar representaria “a única saída pacífica para o impasse em que se encontra o nosso país&#8221;. Em discurso inflamado, o líder da “Cadeia da Legalidade” disse ainda que seguiria resistindo às tentativas de ruptura institucional.</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">“Não aceitamos golpes contra os nossos direitos e liberdades&#8221;, garantiu, ao completar: “Temos que nos organizar para enfrentar a violência e nos preparar para responder violência com violência.&#8221;</p>
<p class="yiv9387579460MsoNormal">Como consequência, as Forças Armadas desencadearam, 17 dias depois, o golpe militar. O atentado encerrou o governo democraticamente eleito e culminou em 21 anos de opressão.</p>
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		<title>Jango presidente e o arranjo parlamentarista de 1961</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 14:25:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[7 de setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Brizola]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="585" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585-100x57.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585-300x171.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585-768x439.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585-158x90.jpg 158w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585-600x343.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Há 59 anos, João Belchior Marques Goulart, o Jango, assumia a presidência da República sob um parlamentarismo inédito no Brasil. A mudança de regime, feita de última hora, foi um acordo entre forças políticas beligerantes no país para que o então vice-presidente pudesse ser empossado após a renúncia do presidente Jânio Quadros. Quando Jânio renunciou,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="585" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585-100x57.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585-300x171.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585-768x439.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585-158x90.jpg 158w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Jango_Tancredo_primeiro-ministro-1024x585-600x343.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Há 59 anos, João Belchior Marques Goulart, o Jango, assumia a presidência da República sob um parlamentarismo inédito no Brasil. A mudança de regime, feita de última hora, foi um acordo entre forças políticas beligerantes no país para que o então vice-presidente pudesse ser empossado após a renúncia do presidente Jânio Quadros.</p>
<p>Quando Jânio renunciou, Jango estava na China, cumprindo agenda oficial. O fato gerou inquietação entre militares e civis, opositores das políticas trabalhistas, que ensaiaram um golpe. Foram frustrados por Leonel Brizola, então governador do Rio Grande do Sul, que promoveu a Campanha da Legalidade para garantir a posse constitucional de Goulart.</p>
<p>O protesto de Brizola gerou comoção popular em todo o País, de modo que seria insustentável outro arranjo político que não o previsto pela Constituição vigente. Ainda assim, os opositores de Jango tencionaram pela retirada de poderes do novo presidente, impondo o fim do regime presidencialista, em vigor desde o início da República.</p>
<p>Enquanto durou o impasse, Goulart não poderia retornar ao País, sob o risco de ser assassinado pelas forças militares de oposição. Quando finalmente pôde regressar, aterrissou no Rio Grande do Sul, onde Brizola o aguardava. Lá foi recebido também por um grupo político de conciliação, liderado por Tancredo Neves.</p>
<p>O país estava divido, à beira de uma guerra civil. Brizola liderava o grupo de resistência, apoiado por setores da Forças Armadas, enquanto os ministros militares dominavam a maior parte do poder bélico do país.</p>
<p>A fim de evitar derramamento de sangue entre brasileiros, João Goulart aceitou o acordo proposto por Tancredo e, no dia 7 de setembro de 1961, assumiu a presidência da República sob o inédito Regime Parlamentarista. Mas por pouco tempo. Em outubro de 1962, por meio de um plebiscito, o povo decide pelo retorno do presidencialismo, devolvendo os poderes constitucionalmente garantidos a Jango.</p>
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		<title>Campanha da Legalidade vive na alma pedetista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 14:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="600" height="600" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola-100x100.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola-300x300.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola-90x90.jpg 90w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola-266x266.jpg 266w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" />Já se passaram 59 anos desde que Leonel Brizola encampou o Palácio do Piratini e o trabalhismo continua combatendo os que tentam subverter o ordenamento político-jurídico do país. Hoje, mais do que nunca, o PDT olha para a Campanha da Legalidade, de 1961, se identificando com a obrigatória defesa da Constituição. Estamos em 2020, mas,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="600" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola-100x100.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola-300x300.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola-90x90.jpg 90w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/brizola-266x266.jpg 266w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p>Já se passaram 59 anos desde que Leonel Brizola encampou o Palácio do Piratini e o trabalhismo continua combatendo os que tentam subverter o ordenamento político-jurídico do país. Hoje, mais do que nunca, o PDT olha para a Campanha da Legalidade, de 1961, se identificando com a obrigatória defesa da Constituição. Estamos em 2020, mas, estranhamente, a democracia é tão ameaçada quanto no governo de João Goulart.</p>
<p>A degeneração do Estado brasileiro anda a galope, sobretudo após a pandemia do coronavírus. Aparelhamento da Polícia Federal, ataques a Educação, ao Supremo e ao Estado Democrático de Direito, muitos ministros militares – inclusive o da Saúde, pasta especialmente sensível – e uma postura neoliberal suicida. A roupagem é nova, mas o inimigo é mesmo: o interesse econômico estrangeiro.</p>
<p>Em 1961, os militares queriam impedir a posse de Jango, então vice-presidente, após a renúncia de Jânio Quadros. Sabiam que o foco do governo estaria na justiça social e na redistribuição de renda. Naquele momento, não conseguiram. Brizola bloqueou o intento golpista empunhando armas para garantir a legalidade constitucional, ou seja, a titulação de Goulart como presidente da República.</p>
<p>O que Leonel Brizola fez ao longo de duas semanas com algum poder bélico e uso massivo do rádio – por transmissão da Rádio Guaíba e filiadas –, o PDT faz hoje política e juridicamente. A bancada pedetista no Congresso contribuiu diretamente para que milhões de brasileiros não morressem de fome, aprovando o auxílio emergencial de R$ 600, três vezes acima do proposto pelo Governo.</p>
<p>Hoje, o inimigo não quer o poder; ele o ocupa. O interesse agora é vender o Brasil, sua mão de obra, seus recursos estratégicos e sua soberania. A metralhadora contra-ofensiva, nesse caso, é a militância jurídica do PDT que, quase semanalmente, recorre ao STF frente a algum descalabro do Executivo.</p>
<p>Só nos últimos meses, os pedetistas já foram ao STF para: pedir proteção aos povos indígenas; barrar a privatização da água; garantir que as medidas sanitárias para contenção da contaminação por Covid-19 sejam cumpridas; impor limites a atuação das Forças Armadas; e pedir o afastamento do ministro Paulo Guedes.</p>
<p>Já se vão mais de meio século que o trabalhismo obrigou forças golpistas a cumprirem o que dispunha a Constituição. No entanto, a luta histórica ainda flameja no cerne do PDT e se desdobra conforme o momento nacional exige. Vitoriosa, a Campanha da Legalidade de ontem é o trunfo pedetista de hoje.</p>
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		<title>Com rede de podcasts, Rádio Legalidade volta ao ar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 20:06:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cenário internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada.jpg 800w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada-768x576.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada-120x90.jpg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada-600x450.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" />Para levar informação com inovação, o PDT e a Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLB-AP) relançou a Rádio Legalidade em um novo formato. Desta vez, com uma rede de podcasts, o público terá quando e onde quiser, conteúdos exclusivos com entrevistas e debates sobre os mais variados assuntos da política brasileira. Já disponível nas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada.jpg 800w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada-768x576.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada-120x90.jpg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Rádio-Legalidade-editada-600x450.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Para levar informação com inovação, o PDT e a Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLB-AP) relançou a Rádio Legalidade em um novo formato. Desta vez, com uma rede de podcasts, o público terá quando e onde quiser, conteúdos exclusivos com entrevistas e debates sobre os mais variados assuntos da política brasileira.</p>
<p>Já disponível nas principais plataformas digitais, o primeiro podcast mediado por Léo Zumpichiatti, entrevista o presidente do PDT, Carlos Lupi, o secretário-geral do partido e presidente da FLB-AP, Manoel Dias, e abordam junto com a deputada estadual do PDT, Juliana Brizola, sobre a crise internacional e o cenário político devido à pandemia do novo Coronavírus.</p>
<p><strong>Rádio Legalidade</strong></p>
<p>A Rádio Legalidade é uma homenagem à Campanha da Legalidade, movimento cívico liderado pelo então governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola, que em 1961 evitou um Golpe de Estado garantindo, com imenso apoio popular de norte a sul do Brasil, a posse do Presidente João Belchior Marques Goulart, o Jango.</p>
<p>Os podcasts estão disponíveis nas principais plataformas digitais, no site da <a href="http://radiolegalidade.flb-ap.org.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">rádio Legalidade</a> e em todas as principais redes sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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