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		<title>Movimento Negro realiza debate sobre abolição da escravatura no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2021 19:04:08 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="546" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Movimento-Negro-realiza-debate-sobre-abolição-da-escravatura-no-Brasil.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Movimento-Negro-realiza-debate-sobre-abolição-da-escravatura-no-Brasil.jpg 828w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Movimento-Negro-realiza-debate-sobre-abolição-da-escravatura-no-Brasil-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Movimento-Negro-realiza-debate-sobre-abolição-da-escravatura-no-Brasil-300x198.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Movimento-Negro-realiza-debate-sobre-abolição-da-escravatura-no-Brasil-768x506.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Movimento-Negro-realiza-debate-sobre-abolição-da-escravatura-no-Brasil-136x90.jpg 136w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Movimento-Negro-realiza-debate-sobre-abolição-da-escravatura-no-Brasil-600x396.jpg 600w" sizes="(max-width: 828px) 100vw, 828px" /><p class="yiv0035107167MsoNormal"><b>Encontro virtual contará com a presença do presidente nacional da organização do PDT, Ivaldo Paixão</b></p>
<p class="yiv0035107167MsoNormal">A formalização da abolição da escravatura no Brasil, que ocorreu há exatos 133 anos, será a pauta da formação virtual programada pelo Movimento Negro do PDT de Santa Catarina para esta sexta-feira (14), às 19h. Entre os convidados, o presidente nacional da organização pedetista, Ivaldo Paixão.</p>
<p class="yiv0035107167MsoNormal">Realizado em parceria com a Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), o evento contará ainda com as contribuições da presidente estadual do movimento, Flavia Lima, e do historiador e professor Fábio Garcia.</p>
<p class="yiv0035107167MsoNormal">“É uma oportunidade de analisar o contexto histórico de uma luta que travamos diariamente. Como trabalhistas, seguiremos buscando um Brasil mais igual e justo para todas e todos”, disse Paixão.</p>
<p class="yiv0035107167MsoNormal">Para acompanhar, clique <a href="https://meet.google.com/tzr-siqc-mpx" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">aqui</a>.</p>
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		<title>Lupi endossa apoio do PDT a Projeto de Lei que promove aumento de candidatos negros nas eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2020 01:46:45 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="698" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Café-com-Lupi-Ivaldo-Paixão-e-Carlos-Lupi.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Café-com-Lupi-Ivaldo-Paixão-e-Carlos-Lupi.jpg 698w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Café-com-Lupi-Ivaldo-Paixão-e-Carlos-Lupi-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Café-com-Lupi-Ivaldo-Paixão-e-Carlos-Lupi-300x168.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Café-com-Lupi-Ivaldo-Paixão-e-Carlos-Lupi-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Café-com-Lupi-Ivaldo-Paixão-e-Carlos-Lupi-600x337.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 698px) 100vw, 698px" /><p>No dia 27 de junho, o Movimento Negro completou 39 anos de uma história marcada pela luta incansável pelos direitos da população afro-brasileira, uma das bandeiras comprovadamente mais importantes do PDT. E para complementar as celebrações, na segunda edição da série de lives &#8216;Café com Lupi&#8217;, realizada neste sábado (4), o presidente do movimento, Ivaldo Paixão, protagonizou uma conversa esclarecedora com o presidente nacional do partido, Carlos Lupi.</p>
<p>Além da oportunidade de apresentar um pouco da trajetória de vida de Ivaldo Paixão – desde a sua atuação em cargos de comando na Marinha do Brasil, que muito contribuiu para a sua atuação como militante da luta pela equidade racial no País –,  o bate-papo permitiu abordar o pioneirismo do PDT que, por meio de Leonel Brizola, garantiu a ascensão de lideranças negras como Abdias do Nascimento, Carlos Albero Caó e Edialeda Salgado do Nascimento, cujo legado ainda contribui diretamente para a elaboração de políticas públicas que combatam efetivamente a desigualdade racial no Brasil.</p>
<p>Esse legado, inclusive, resultou na construção de um documento estruturado pelo Movimento Negro e que traz todas as propostas de políticas públicas essenciais para a promoção da equidade racial no País e de combate às desigualdades. O documento, solicitado por Ciro Gomes, subsidiará a temática da questão racial do Projeto Nacional de Desenvolvimento, plataforma para a campanha presidencial de 2022.</p>
<p>&#8220;Estamos organizando o partido para essas eleições municipais, mas estamos olhando para 2022, Paixão. Nós já estamos construindo o projeto nacional desenvolvimentista do nosso querido irmão, o mais preparado homem público que essa pátria tem, Ciro Gomes. Já foi feito em 2018, mas estamos aprimorando, e principalmente essa questão do negro tem de ser uma bandeira fundamental para esse projeto de 2022&#8221;, reforçou Lupi.</p>
<p>A herança das ações das lideranças negras históricas do partido também pode ser verificada no curso de formação política voltado para a militância negra, oferecido e disponibilizado gratuitamente pela plataforma da <a href="https://ulb.org.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Universidade Leonel Brizola</a> (ULB), vinculada à Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP). &#8220;O segundo curso mais acessado&#8221;, informa Paixão, ao exaltar a qualidade do conteúdo.</p>
<p><strong>Cotas do fundo partidário eleitoral para os negros</strong></p>
<p>Outro importante tema discutido na live foi a possibilidade da destinação de uma cota do fundo eleitoral para candidatos negros, questão que tem sido discutida reiteradamente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e teve um avanço no dia 30 de junho, quando o realtor da matéria, ministro Luis Roberto Barroso, votou a favor do texto, que também prevê reserva de tempo de televisão e percentual na nominata.</p>
<p>Lupi fez questão de ressaltar o posicionamento favorável do PDT na defesa das políticas de cotas. De acordo ele, no decorrer do tempo tem ficado cada vez mais claro que só é possível combater as sequelas sociais, decorrentes da discriminação contra a polução negra e feminina, dentre outras, por meio da garantira de uma participação mínima por meio das cotas.</p>
<p>&#8220;Nós do Movimento Negro do PDT, estamos acompanhando esse debate há muito tempo&#8221;, frisou Ivaldo Paixão, ao falar de um Projeto de Lei de autoria do senador João Capiberibe, PL 160/2013, que reserva 5% do fundo partidário para as candidaturas negras. O texto foi aprovado em 2017 pelo Senado, e atualmente, se encontra paralisado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados – também em função da pandemia da Covid-19.</p>
<p>Ao ratificar o apoio total do PDT, Lupi declarou que acompanhará o o andamento da referida pauta no Legislativo, inclusive motivando uma concentração de esforço por parte da bancada na Câmara, juntamente com o Movimento Negro, por meio de parlamentares que possivelmente integrarão a CCJ.</p>
<p><strong>Violência contra a população negra</strong></p>
<p>Provocada pelo presidente Lupi, a importância do enfrentamento contra a violência policial sistematicamente praticada contra a população negra e carente do Brasil também foi amplamente discutida pelos dois líderes do partido. E o interessante desdobramento desse tema, assim como os demais assuntos discutidos na live, podem ser vistos na live &#8216;Café com Lupi&#8217;.</p>
<p><strong>Confira a conversa na íntegra:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Café com Lupi e Ivaldo Paixão" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/616k_x_SQ1M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Quartas Trabalhistas: PDT combate desigualdade racial com formação e organização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 20:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[FLB-AP]]></category>
		<category><![CDATA[Ivaldo Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Negro]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Quartas-Trabalhistas-PDT-combate-desigualdade-racial-com-formação-e-organização.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Quartas-Trabalhistas-PDT-combate-desigualdade-racial-com-formação-e-organização.png 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Quartas-Trabalhistas-PDT-combate-desigualdade-racial-com-formação-e-organização-100x56.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Quartas-Trabalhistas-PDT-combate-desigualdade-racial-com-formação-e-organização-300x169.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Quartas-Trabalhistas-PDT-combate-desigualdade-racial-com-formação-e-organização-768x432.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Quartas-Trabalhistas-PDT-combate-desigualdade-racial-com-formação-e-organização-160x90.png 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Quartas-Trabalhistas-PDT-combate-desigualdade-racial-com-formação-e-organização-600x338.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>“O trabalho do PDT é de desconstrução desses preconceitos sistemáticos a partir dos nossos valores e ideais trabalhistas”, disse o vice-presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP) no Mato Grosso do Sul, Marlon Rodrigues, durante a edição virtual do ‘Quartas Trabalhistas’, realizada nessa quarta-feira (17). Com a mediação do presidente nacional da Fundação, Manoel Dias, o programa abordou o recorrente impacto da desigualdade racial no Brasil e os caminhos para transformação desta realidade a partir da formação e organização da militância.</p>
<p>Com a participação do presidente nacional do Movimento Negro do PDT, Ivaldo Paixão, o debate evidenciou o tensionamento provocado pelo enfraquecimento das políticas sociais a partir do início do governo Bolsonaro, o que justifica a mobilização dos representantes democráticos não só no legislativo, mas também nas ruas.</p>
<p>Para Manoel Dias, o tema é prioritário, tanto que está presente no estatuto desde a sua criação e conta com um movimento representativo e atuante no enfrentamento do bolsonarismo.</p>
<p>“Não haverá futuro pleno e promissor para o Brasil sem a igualdade racial. Por isso, é com orgulho que ressalto a história do nosso partido, que sempre esteve fortemente identificada com a esta causa desde a sua origem”, comentou Dias, que também é secretário-geral da sigla.</p>
<p>Na sua participação, Ivaldo Paixão citou o legado de Leonel Brizola nas históricas lutas sociais, que incluíram a valorização de quadros pedetistas ao longo das suas gestões públicas.</p>
<p>“O PDT tem o compromisso com a questão racial. Brizola sempre abriu espaço para negros em postos de destaque, inclusive nos secretariados dos seus governos no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. Foi uma mudança de paradigmas”, disse, ao completar: &#8220;Não vamos aceitar os retrocessos difundidos pelo presidente da República. A nossa resistência será cada vez mais forte.&#8221;</p>
<p>Ao citar a manutenção destes compromissos, Marlon Rodrigues relatou a necessidade contínua de colocar lideranças preparadas para estabelecer relações sólidas com o cidadão na ponta.</p>
<p>“Com o poder da palavra, possibilitamos a análise contínua sobre a realidade e o esvaziamento das vertentes racistas. Por isso, devemos debater reiteradamente com o povo para construir uma nova sociedade e impedir o progresso de movimentos fascistas”, assegurou.</p>
<p><strong>Atuação</strong></p>
<p>Sobre as ações desenvolvidas, Dias aponta a consolidação da formação dos filiados para atuação direta nas bases. Para isso, ele cita o curso sobre política de igualdade racial, que está disponível gratuitamente no site da <a href="https://ulb.org.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Universidade Aberta Leonel Brizola (ULB)</a>.</p>
<p>“A mobilização dos mais vulneráveis é fundamental. E isso passa pelo convencimento através do diálogo e da difusão do conhecimento. Com o auxílio da Fundação, nós podemos promover a formação política e, consequentemente, a organização da base”, acrescentou.</p>
<p>Com a menção ao novo livro de Ciro Gomes sobre o projeto nacional pedetista, Marlon afirmou que a esquerda sempre teve o papel de levar esperança ao povo e de combater representações racistas e antidemocráticas.</p>
<p>“Ninguém nasce preconceituoso. Isso é produto da sociedade. E diante disso, podemos debater para entender os fatos que acontecem no Brasil e pelo mundo, principalmente com a morte de negros. Um exemplo evidente é a presença de um capitão do mato à frente da Fundação Palmares”, concluiu.</p>
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		<title>Movimento Negro fortalece manifestações antirracistas e prega união contra retrocessos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 19:43:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Damião Feliciano]]></category>
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		<category><![CDATA[Manifestações antirracistas: vidas negras importam!]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-fortalece-manifestações-antirracistas-e-prega-união-contra-retrocessos.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-fortalece-manifestações-antirracistas-e-prega-união-contra-retrocessos.png 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-fortalece-manifestações-antirracistas-e-prega-união-contra-retrocessos-100x56.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-fortalece-manifestações-antirracistas-e-prega-união-contra-retrocessos-300x169.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-fortalece-manifestações-antirracistas-e-prega-união-contra-retrocessos-768x432.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-fortalece-manifestações-antirracistas-e-prega-união-contra-retrocessos-160x90.png 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Movimento-Negro-fortalece-manifestações-antirracistas-e-prega-união-contra-retrocessos-600x338.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>O Movimento Negro do PDT promoveu, na última terça-feira (9), um debate virtual com o tema &#8220;Manifestações antirracistas: vidas negras importam!&#8221;. O encontro, mediado pelo presidente nacional, Ivaldo Paixão, abordou a importância da mobilização da população em prol do combate aos abusos historicamente praticados no Brasil e pelo mundo.</p>
<p>O evento recebeu, como convidados, o deputado federal do PDT, Damião Feliciano, a advogada do movimento pedetista e ex-secretária especial de Promoção da Igualdade Racial do Distrito Federal, Josefina dos Santos, o ex-comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, coronel Ubiratan Ângelo, e a coordenadora do Movimento Negro Unificado em Pernambuco, Marta Almeida.</p>
<p>Ao iniciar sua fala lembrando de lideranças, como Abdias Nascimento &#8211; primeiro negro a ocupar o cargo de parlamentar federal -, Ivaldo Paixão, remeteu para a realidade exposta a partir da série de protestos, em todo mundo, que foi desencadeada pela morte por asfixia de George Floyd, nos Estados Unidos, durante abordagem policial. No Brasil, ganhou ainda mais força com os casos do jovem João Pedro, vítima durante ação da Polícia Militar em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, e do menino Miguel Otávio, que perdeu a vida, em um prédio no Recife (PE), pelo descaso da responsável branca, então patroa de sua mãe, empregada doméstica.</p>
<p>“Ceifam vidas no genocídio da população negra. Precisamos falar do desgoverno do Jair Bolsonaro, que estimula a extrema-direita vá para cima dos direitos humanos, onde as minorias estão sendo atropeladas”, comenta, citando a escolha de Sérgio Camargo para a presidência da Fundação Palmares: “De forma provocativa, ele (Bolsonaro) nomeia um racista de pele negra.”</p>
<p>Josefina dos Santos encaminhou a crítica ao governo federal diante da impossibilidade de acesso aos benefícios sociais, principalmente durante a pandemia do coronavírus, o que gera um impacto na saúde.</p>
<p>“O auxílio emergencial não chega ao nosso povo. Primeiro, a maioria não tem nem CPF, mas só a certidão de nascimento. E ainda é exigido um smartphone, então nem telefone comum serve. Então, como vai conseguir? O governo fez tudo planejado para dificultar”, condenou. “O nosso povo não sabe o que está acontecendo, pois está desassistido. Eles estão correndo atrás de uma cesta básica”, acrescentou.</p>
<p><strong>União</strong></p>
<p>Coautor, na última semana, do pedido para que o Ministério Público Federal (MPF) instaure inquérito para investigar as afirmações de Sérgio Camargo, que classificou o movimento negro de &#8220;escória maldita&#8221;, o deputado federal do PDT pela Paraíba, Damião Feliciano relatou que “o principal ponto é a união da negritude” para alterar paradigmas sociais.</p>
<p>“Eu sou, até hoje, após seis mandatos, o único deputado federal negro da Paraíba. Na legislatura passada, fizemos a primeira exposição em homenagem aos negros no corredor principal da Câmara”, pontou, ao mostrar a necessidade de rompimentos de barreiras para ampliar, de forma consolidada, a presença em posições de destaque. “Nós precisamos nos erguer para ocupar os espaços na sociedade brasileira. O negro não é só bom para jogar futebol ou dançar samba. E isso passa pelas oportunidades”, completou.</p>
<p>“O Brasil foi o último país a abolir a escravidão. Nessa sequência, o negro foi tirado da senzala e posto na favela. Hoje, temos os bolsões de pobreza nas periferias das cidades, onde estão, justamente, a maioria dos negros”, argumentou, colocando sua intenção de reforçar a construção de políticas públicas a partir do parlamento.</p>
<p>No caminho da integração, Marta Almeida valoriza a necessidade de troca de experiências para fortalecimento em tempos de guerra. Segundo ela, é preciso também criar estratégias de sobrevivência e articulações para “enfrentamento do fascismo, neoliberalismo e capital, que está se alimentando do racismo.”</p>
<p>“O Brasil volta para a pobreza, para o bolsão da insegurança alimentar em meio às crises política e sanitária. E nós, povo preto, pagamos com a nossa vida. Nessa pandemia, a gente observa a limpeza étnica, o negacionismo e o quanto o racismo está latente para alimentar o grande sistema de capital e o genocídio do povo preto”, afirma.</p>
<p>“Cada vez que o capital se reinventa, as formas de racismo também se reinventam. E nós, como militantes pretos e pretas, que somos da luta, precisamos sempre ter esses momentos de articulação política”, acrescenta, relatando a relevância da educação como ferramenta de transformação.</p>
<p>Sobre a importância da representatividade nas eleições municipais, ponderou sobre a necessidade de fortalecer a mobilização pelo impeachment do presidente da República.</p>
<p>“Fazer do ‘Fora Bolsonaro’ nossa bandeira de luta unificada para dizer que a vida negra importa”, disse, correlacionando com a mudança da política externa brasileira e a influência do governo americano no desmonte e sucateamento das ações afirmativas na América Latina.</p>
<p>Segurança pública</p>
<p>No detalhamento das características do brasileiro mais é impactado pela morte violenta, Ubiratan Ângelo lista cinco pontos: homem, jovem, pobre, morador de periferia e negro. Diante dessa realidade, o ex-policial resgata a mudança da ótica do enfrentamento a partir das escolhas possíveis diante da realidade existente.</p>
<p>A partir da sua trajetória como policial, o coronel mostra que o risco sempre esteve presente no seu dia a dia.</p>
<p>“Eu nasci na favela e fiquei até os 22 anos. Aos 18, eu entrei para a polícia, profissão que mais morrem profissionais por morte violenta, e não de doença. Portanto, eu saí do perfil da vítima do homicídio e fui pro profissional. E quando fui para a reserva, percebi que o número de policiais inativos, que morrem desta forma já relatada, é o mesmo dos que estão na ativa.</p>
<p>Lembrando a relevância do coronel Carlos Cerqueira, primeiro comandante-geral da PM no Rio e nomeado por Leonel Brizola durante seu governo, a partir de 1983, Ubiratan também resgatou o progresso da polícia comunitária e da defesa da política de respeito ao morador durante as operações nas favelas.</p>
<p>“A gente tem que repensar a posição de toda a militância negra, porque somos muito bons de fala, mas péssimos de atitudes. Tanto é que a nossa representatividade política, em um país com mais de 60% de negros, não chega a 30%. Há um desequilíbrio, que é consequência da posição e do reconhecimento dos parceiros de luta dentro dos espaços de poder”, finalizou.</p>
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		<title>Com movimentos do PDT, Fundação debate novo projeto nacional de núcleos de base</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 04:32:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[FLB-AP]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini]]></category>
		<category><![CDATA[Ivaldo Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
		<category><![CDATA[MCDR]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Cultural Darcy Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Weree]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Com-movimentos-do-PDT-Fundação-debate-novo-projeto-nacional-de-núcleos-de-base.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Com-movimentos-do-PDT-Fundação-debate-novo-projeto-nacional-de-núcleos-de-base.png 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Com-movimentos-do-PDT-Fundação-debate-novo-projeto-nacional-de-núcleos-de-base-100x56.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Com-movimentos-do-PDT-Fundação-debate-novo-projeto-nacional-de-núcleos-de-base-300x169.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Com-movimentos-do-PDT-Fundação-debate-novo-projeto-nacional-de-núcleos-de-base-768x432.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Com-movimentos-do-PDT-Fundação-debate-novo-projeto-nacional-de-núcleos-de-base-160x90.png 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Com-movimentos-do-PDT-Fundação-debate-novo-projeto-nacional-de-núcleos-de-base-600x338.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>A semente do Brasil trabalhista. Com essa definição, o novo projeto nacional de núcleos de base, que é coordenado pela Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), foi debatido com os movimentos do PDT durante a o ‘Quartas Trabalhistas’. Ao longo do programa virtual transmitido nessa quarta-feira (3), nas redes sociais, a análise integrada permitiu o levantamento de sugestões para aprimorar cada etapa do planejamento proposto.</p>
<p>Liderado pelo presidente da FLB-AP e secretário-geral nacional do partido, Manoel Dias, o encontro foi iniciado com a apresentação dos eixos propostos na formulação prévia elaborada pelo coordenador nacional de nucleação, Leonardo Zumpichiatti, que inclui ações políticas e sociais articuladas através das novas plataformas tecnológicas conectadas por celulares, computadores e tablets via internet.</p>
<p>“Neste momento de coronavírus, a gente vê a ainda mais a necessidade da participação popular. O povo precisa ter consciência política para entender a razão das coisas. E a única maneira de alcançar é através da organização da base”, relatou Dias, mostrando que, historicamente, o trabalhismo “sempre foi presente na luta popular para garantir a soberania nacional”.</p>
<p>“Se a gente criar mais de 30 mil núcleos, nós podemos mudar o Brasil. Cada célula pode ter compromisso com setores ou causas específicas. Politizado, os membros estarão atuantes para ter a capacidade de se defender”, acrescentou, citando as ponderações da professora Maria Amélia sobre a abordagem do público buscado pelo projeto.</p>
<p>“Precisamos compreender valores por grupo de indivíduos e, assim, localizá-los para iniciar uma interação permanente e constante. Hoje, algo relativamente menos complicado devido as redes sociais. A capacidade de intercâmbio se faz necessária, sejam estas pontes de diálogo presenciais ou à distância”, disse Zumpichiatti, ao atuar, com a contribuição do ex-deputado distrital Peniel Pacheco, no desenvolvimento da versão apresentada aos presidentes e lideranças dos movimentos.</p>
<p><strong>Detalhes</strong></p>
<p>Ao longo do plano, é proposto o estabelecimento de um plano de comunicação com canais contínuos de interação com os mobilizadores e públicos locais, a partir das vice-presidências da organização pedetista nos estados. Estas medidas potencializarão, segundo a direção, a alimentação de bancos de dados com conteúdo e de medidas realizadas.</p>
<p>“As pessoas precisam acreditar mais no coletivo, e não somente focar na individualização. Por isso, devemos mostrar nossa proposta para conseguir estruturar esse projeto de forma efetiva e consolidada. Temos que trabalhar para dar voz e mostrar as ferramentas para que, juntos, sejam criadas redes para superar os problemas do dia a dia.”, relatou Zumpichiatti, ao completar: “Priorizamos o processo a partir da organização, mobilização, politização e manutenção. Nós queremos ter foco nas ações para proporcionar um engajamento orgânico e ter a confiança de cada membro”.</p>
<p>Ao citar a cartilha de instrução, a proposta também indica a criação de nova plataforma para dinamizar a transmissão da informação sintetizada no documento.</p>
<p>“Transformar as funcionalidades da cartilha em um aplicativo mobile, de modo que as ações planejadas e executadas pelos núcleos tenham uma fonte de registro permanente e segura”, descreve, relacionando ao cadastramento digital pelo número de WhatsApp: (61) 98455-1212.</p>
<p>Para o pleno entendimento da metodologia e, sobretudo, da funcionalidade dos núcleos pelas equipes na ponta, a Fundação promoverá, a partir da Universidade Aberta Leonel Brizola (ULB), a formação dos multiplicadores, que ativarão as células divididas por temas ou áreas de atuação, por exemplo, e terão um sistema de análise e avaliação para processar o resultado das atividades.</p>
<p>“Vamos criar coordenações de, no mínimo, 10 lideranças por estado. Com isso, conseguiremos replicar, a partir de treinamentos, medidas direcionadas e alinhadas com as estratégias que darão, dentro de cada realidade, os melhores resultados”, concluiu Zumpichiatti, ao anunciar a rotina de inscrição pelo WhatsApp, que será divulgada em breve.</p>
<p><strong>Avaliação</strong></p>
<p>Presidente do PDT Diversidade, Amanda Anderson avaliou as algumas limitações para o crescimento do projeto dentro dos estados e municípios, mas exaltou o apoio da Fundação, em nível nacional, no processo.</p>
<p>“Na base, a população LGBTI é muito grande. Por isso, vamos buscar superar as dificuldades para massificar a atuação dos núcleos em conjunto com o movimento”, comentou.</p>
<p>Já para Everton Gomes, vice-presidente da FLB-AP no Rio de Janeiro, o núcleo parte da perspectiva inovadora de organização para levar ao encontro de soluções para resolver problemas do cotidiano dos cidadãos.</p>
<p>“A partir do debate da comunidade local, a gente articulou atividades. Assim, alcançamos visibilidade nas ruas e praças do Rio, por exemplo”, disse, ao sugerir a incorporação de grupos de WhatsApp como núcleos oficiais do partido, posição ratificada pelos presidentes nacionais dos movimentos Negro, Indígena, Comunitário e Axé, Ivaldo Paixão, Rafael Weree, Jordaci Matos e Marcelo Monteiro, respectivamente, além dos representantes da Fundação no Paraná, Acre, Piauí, Tocantins e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>A sugestão da criação de secretarias de nucleação dentro da estrutura das organizações sociais do PDT foi a sugestão apresentada pelo presidente nacional do Movimento Cultural Darcy Ribeiro (MCDR), Roberto Viana, durante a sua intervenção. “Nós já vinculamos a criação de diretórios a partir da formação dos núcleos.</p>
<p>Segundo Papito de Oliveira, vice-presidente da Fundação no Ceará, o partido precisa estimular o fortalecimento da interação dos núcleos com os parlamentares pedetistas, além valorizar a tentativa de desburocratizar as rotinas de formação e organização.</p>
<p>Na sequência, o vice-presidente nacional da Juventude Socialista, Rafael Oliveira, destacou o aproveitamento do legado das ações anteriores para aperfeiçoar o novo projeto, bem como avaliação dos resultados acumulados para otimizar os novos passos.</p>
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		<title>Por videoconferência, PDT participa do seminário suprapartidário ‘Diálogos, Vida e Democracia’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2020 21:07:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[FLB-AP]]></category>
		<category><![CDATA[Ação da Mulher Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[AMT]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="725" height="407" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia.png 725w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia-100x56.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia-300x168.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia-160x90.png 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia-600x337.png 600w" sizes="auto, (max-width: 725px) 100vw, 725px" />Preservação da vida e defesa do estado democrático. Com esta perspectiva, o PDT participa do ciclo de webconferências ‘Diálogos, Vida e Democracia’. Idealizados pelo Observatório da Democracia – fórum das fundações do PT, PSB, PCdoB, PDT, PSOL, PROS e Cidadania –, os debates mobilizam membros do campo democrático desde o último dia 4 de abril,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="725" height="407" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia.png 725w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia-100x56.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia-300x168.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia-160x90.png 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Diálogos-vida-e-democracia-600x337.png 600w" sizes="auto, (max-width: 725px) 100vw, 725px" /><p>Preservação da vida e defesa do estado democrático. Com esta perspectiva, o PDT participa do ciclo de webconferências ‘Diálogos, Vida e Democracia’. Idealizados pelo Observatório da Democracia – fórum das fundações do PT, PSB, PCdoB, PDT, PSOL, PROS e Cidadania –, os debates mobilizam membros do campo democrático desde o último dia 4 de abril, com a primeira transmissão. A série suprapartidária ocorrerá até o dia 15 de julho nos canais oficiais das instituições vinculadas.</p>
<p>A partir de propostas integradas das fundações Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (PDT); Astrojildo Pereira (Cidadania); Lauro Campos e Marielle Franco (PSOL); João Mangabeira (PSB); Maurício Grabois (PCdoB); da Ordem Social (PROS) e Perseu Abramo (PT), o projeto aborda temáticas sociais, políticas e econômicas que influenciam diretamente o dia a dia da população, além de estimular a análise do cenário atual, considerando as perspectivas para o futuro tanto do Brasil, quanto do resto do mundo. A programação detalhada será divulgada, ao longo da semana, no site: observatoriodademocracia.org.br.</p>
<p>Representando o PDT nos encontros virtuais, o secretário-geral nacional, Manoel Dias; os deputados federais, Wolney Queiroz &#8211; líder do PDT-, e Túlio Gadêlha; os presidentes nacionais da Ação da Mulher Trabalhista (AMT) e do Movimento Negro, Miguelina Vecchio e Ivaldo Paixão, respectivamente, e a vice-presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Niterói (RJ), Maria Célia Vasconcellos. Como mediadores, o jornalista Osvaldo Maneschy e o bacharel em Direito, Henrique Matthiesen.</p>
<p>Para o presidente da FLB-AP, Manoel Dias, o momento instável do país, associado ao impacto do Covid-19, demandam ações efetivas para o enfrentamento do vírus e dos atores que colocam, segundo ele, a democracia em risco eminente.</p>
<p>“Neste período turbulento, precisamos unir forças. A iniciativa do Observatório é um gesto grandioso para fortalecer justamente o caminho que precisamos trilhar no resguardo dos princípios democráticos e dos legítimos interesses do povo”, comentou.</p>
<p>“Enquanto o presidente caminha na propagação da desinformação e da fake news, nós ratificamos a importância da informação responsável e de medidas confiáveis. O resultado será formidável e deixará um vasto legado na superação das crises”, completou o ex-ministro do Trabalho e Emprego.</p>
<p><strong>Debates</strong></p>
<p>A live inaugural sobre “Coronavírus, isolamento social e saúde pública”, na última segunda-feira (04/05), avaliou a situação da pandemia, o impacto na população em cada região, a importância do SUS e a eficiência das ações do governo. Mediado pelo presidente da Perseu Abramo, Aloizio Mercadante, a primeira conversa mobilizou os ex-ministros da Saúde, Arthur Chioro e José Gomes Temporão; o pesquisador da Fiocruz, Carlos Augusto Grabois Gadelha, e o secretário estadual de Saúde de Pernambuco, André Longo.</p>
<p>Nesta sexta-feira (8/5), às 14h30, a temática “Pandemia, saídas para a economia” baseará a segunda webconferência. Como convidados, os economistas Luiz Gonzaga Belluzzo, Guilherme Mello e Ricardo Carneiro, da Unicamp, bem como Monica de Bolle, do Peterson Institute for International Economics e da Johns Hopkins University.</p>
<p>Para acompanhar, ao vivo, acesse as páginas das fundações, no Facebook, ou o canal oficial do Observatório: youtube.com/observatoriodademocracia.</p>
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		<title>&#8220;A Lei criada por Caó é considerada a mais rigorosa do mundo para combater o racismo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2018 20:25:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Movimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Negro]]></category>
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<p>Foi o responsável pela inclusão na Constituição do inciso que estabelece que RACISMO É CRIME INAFIANÇÁVEL E IMPRESCRITÍVEL, posteriormente regulamentado pela Lei 7.716/89, também de sua autoria, conhecida como Lei Caó.</p>
<p>Seu principal legado foi a aprovação destas Leis que permitiram, e permitem, até hoje, que a prática do racismo seja julgada e punida, e juntamente com isso, fomentou um grande debate na sociedade a respeito da discriminação racial, que impulsionou a criação de outras políticas públicas com o mesmo objetivo.</p>
<p>A Lei criada por Caó é considerada a mais rigorosa do mundo para combater o racismo. Caó foi um lutador, sobrevivente da perseguição da ditadura, defensor dos trabalhadores e deixa sua marca eternizada na história como autor da ferramenta jurídica de combate ao racismo no Brasil, que hoje já serve de abrigo para outros grupos discriminados.</p>
<p>O Movimento Negro do Partido Democrático Trabalhista tem muito orgulho em ter em sua história um companheiro admirável como Caó. Cada vez que um cidadão enfrentar o racismo, lá estará Caó a seu lado, lutando por seus direitos! Nossos profundos sentimentos aos amigos e familiares.</p>
<p>Nossos passos vem de longe, juntamente com nossa resistência!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Caó Vive! Brizola Vive!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>IVALDO PAIXÃO</strong><br />
<strong>Presidente da Secretaria Nacional do Movimento Negro do PDT</strong></p>
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		<title>25 de julho &#8211; Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2017 18:09:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Ivaldo Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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<p>Até a sanção da lei, o Brasil era o único país da América Latina que não comemorava oficialmente, em 25 de julho, o <strong>Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.</strong></p>
<p>O dia nacional instituído neste ano, além do reconhecimento à data internacional, é uma homenagem e uma aula de história que precisa ser contada e jamais esquecida.</p>
<p><strong>Liderança Quilombola</strong></p>
<p>Tereza de Benguela foi uma liderança quilombola, mulher de José Piolho, que chefiava o Quilombo do Piolho (ou Quariterê), em Guaporé, próximo à fronteira do estado do Mato Grosso com a Bolívia.</p>
<p>Sob a liderança da Rainha Teresa, a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas, sobrevivendo até 1770.</p>
<p>Marco internacional da luta e da resistência da mulher negra, a data foi criada em 25 de julho de 1992, durante o primeiro encontro de mulheres afro-latino-americanas e afro-caribenhas, em Santo domingos, República Dominicana.</p>
<p>A todas as companheiras em luta por uma sociedade justa e livre de opressão, nossos cumprimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Ivaldo Paixão é presidente do Movimento Nero do PDT.</em></strong></p>
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		<title>Leonel Brizola é homenageado com estátua em tamanho real em Fortaleza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2017 16:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchete]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/06/estátua-21.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/06/estátua-21.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/06/estátua-21-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/06/estátua-21-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/06/estátua-21-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/06/estátua-21-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/06/estátua-21-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Um dia após completar 13 anos do falecimento do líder político Leonel Brizola, o PDT do Ceará a Fundação Leonel Brizola-Alberto Pasqualini do Ceará (FLB-AP), e militantes trabalhistas prestaram mais uma homenagem: a inauguração de uma estátua em tamanho real de Brizola. O evento reuniu lideranças nacionais e locais da legenda, dentre elas o pré-candidato à presidência da República, Ciro Gomes, o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, o presidente estadual do PDT, deputado federal André Figueiredo e o presidente nacional da FLB-AP, Manoel Dias.</p>
<p>Ciro exaltou Brizola como parte da história contemporânea do Brasil e a trajetória do gaúcho em prol da educação e inclusão social, sempre acompanhada de conduta moral irretocável. &#8220;Ninguém foi mais perseguido que ele e ele sempre mostrou sua dignidade e força&#8221;, lembrou Ciro.</p>
<p>O deputado André Figueiredo ressaltou que a homenagem foi realizada em momento político delicado que vive o Brasil. &#8220;Essa homenagem se torna mais especial quando o Brasil parece ter perdido as referências de honestidade. Brizola foi um guerreiro em defesa do povo brasileiro e da nossa democracia&#8221;, disse.</p>
<p>O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, relembrou que sempre acompanhou os ideais de Brizola e que seu modo de fazer política influenciou a escolha de ser um brizolista.</p>
<p>&#8220;Meu pai e minha família sempre foram brizolistas e eu cresci acompanhando suas ideias e depois eu escolhi me tornar um brizolista também. Não existem ideias novas e antigas, existem ideias boas e ruins!&#8221; afirmou.</p>
<p>Autor de pesquisa sobre a trajetória de Brizola do Ceará e um dos idealizadores da homenagem, Papito de Oliveira, rememorou momentos históricos com Brizola .&#8221;Brizola lutou pela democracia e foi contra interesses do capital para defender a soberania do seu povo. Essa homenagem é uma forma de agradecimento pela contribuição que deu ao país&#8221;.</p>
<p>Manoel Dias citou a influência e o impacto que causa as ideias e o conhecimento de Ciro Gomes nas universidades pelo Brasil. &#8220;Quando o Ciro sai das palestras, por todo o Brasil, surgem grupos nas universidades para debaterem e apoiarem suas ideias. Temos que dar as mãos, lutar e acreditar, porque vão tentar desconstruir a pessoa e as ideias de Ciro, como fizeram em 2002&#8221;.</p>
<p>O evento também teve a presença do presidente nacional do Movimento Negro, Ivaldo Paixão, do presidente da FLB-AP do Ceará, Papito de Oliveira, organizador do evento, do secretário estadual do Trabalho, Josbertini Clementino, do vereador Iraguassu Filho e do secretário municipal da Juventude, Júlio Brizzi, entre outras lideranças.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;O Brasil vive o mito da igualdade racial,&#8221; afirma Ivaldo Paixão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2017 20:10:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="671" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao-300x197.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao-768x503.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao-137x90.jpg 137w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao-600x393.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Na Carta de Lisboa, os trabalhistas previam justiça social aos negros. “Foi com suas energias que se construiu a nacionalidade brasileira”, diz o documento. Desde então, o PDT contabiliza inúmeras conquistas na luta pela igualdade racial, capitaneado por seu Movimento Negro. Ex-diretor da Fundação Cultural Palmares e com vasto currículo no enfrentamento ao racismo, Ivaldo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="671" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao-300x197.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao-768x503.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao-137x90.jpg 137w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/paixao-600x393.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p><span style="font-weight: 400;">Na Carta de Lisboa, os trabalhistas previam justiça social aos negros. “Foi com suas energias que se construiu a nacionalidade brasileira”, diz o documento. Desde então, o PDT contabiliza inúmeras conquistas na luta pela igualdade racial, capitaneado por seu Movimento Negro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ex-diretor da Fundação Cultural Palmares e com vasto currículo no enfrentamento ao racismo, Ivaldo Paixão hoje é presidente do Movimento Negro do PDT. Em entrevista à página eletrônica do PDT, Paixão conta um pouco da luta e das conquistas alcançadas pelo grupo que lidera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paixão é capitão de Longo Curso da Marinha Mercante. Foi diretor da Fundação Cultural Palmares / Ministério da Cultura, coordenador de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial do estado do Ceará, presidente da Associação de Aposentados da Petrobras no estado do Ceará e presidente da Federação de Entidades do Terceiro Setor do estado do Ceará.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>O senhor tem um grande histórico no enfrentamento ao racismo. Como chegou ao Movimento Negro do PDT?</b></p>
<p><strong><i>Ivaldo Paixão</i></strong><span style="font-weight: 400;"><strong> –</strong> Em 1994, fui convidado pessoalmente por Brizola, Abdias Nascimento e Dr. Edialeda Salgado para fundar o Movimento Negro no Ceará. Foi uma honra. De lá pra cá, cumpri vários cargos no Movimento. Fui vice-presidente e, desde o falecimento da nossa presidente Edialeda, e em 2010, assumi a presidência.</span></p>
<p><b>Qual a forma de atuação do Movimento para cumprir o que estabelece a Carta de Lisboa?</b></p>
<p><strong>Paixão</strong><span style="font-weight: 400;"><strong> –</strong> Nós desenvolvemos políticas públicas de igualdade racial e enfrentamento ao racismo. Isso é feito criando movimentos nos Estados e capacitando nossa militância. A Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini, por exemplo, está disponibilizando módulos gratuitos para capacitação em diversas linguagens de combate ao racismo. Terão vídeos também. O conteúdo foi todo desenvolvido por acadêmicos militantes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Participamos da gestão de políticas de igualdade social em todos os Estados. Eu era gestor no Ceará. A gestora em Florianópolis, hoje, é do Movimento. Essa forte atuação vem da nossa experiência e pioneirismo partidário na luta pela igualdade racial.</span></p>
<p><b>Em um país como o Brasil, ainda carregado de racismo, é difícil levar essa bandeira adiante?</b></p>
<p><strong><i>Paixão</i></strong><span style="font-weight: 400;"><strong> –</strong> O Brasil vive o mito da democracia racial. Muitas pessoas são contra as ações afirmativas para negros porque acreditam nesse mito. A realidade é outra. Enquanto nos presídios a maioria é negra, nas grandes empresas são poucos os negros nos cargos executivos. Mas isso vem mudando, principalmente depois de 2002, na conferência de Durban, quando o Brasil assumiu que o racismo existia no país e precisava ser combatido. Pela natureza do PDT, pelo apoio que tive do mestre Brizola e, hoje, do nosso presidente Lupi, o trabalho do Movimento Negro pôde se desenvolver muito bem e gerar resultado.</span></p>
<p><b>Onde é possível ver os resultados da luta do Movimento Negro do PDT?</b></p>
<p><strong><i>Paixão</i></strong><span style="font-weight: 400;"><strong> –</strong> O resultado de nossa luta é visível em vários setores da sociedade e vem de longa data. Participamos da criação de cotas nas universidades e no serviço público. Foi uma gestão pedetista que implantou o primeiro sistema de cotas do país, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Sem contar tudo o que fizemos durante o governo Brizola, com nomeação de três secretários negros e, pela primeira vez na história do país, uma secretária negra, Dra. Edialeda. Teve também a criação da 1° Secretaria de Defesa e Promoção das Populações Afro-Brasileiras, e por aí vai.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Movimento Negro do PDT teve sorte de ter um ícone internacional na luta das questões raciais como o senador Abdias. Brizola também foi fundamental, incluindo o combate à desigualdade racial em seus programas, tanto de governo quando do partido. Ali colocamos em prática o nosso discurso. Hoje, me preocupo com esse governo interino. Tenho visto o esvaziamento das secretarias de igualdade social do Ministério da Cultura e isso é um retrocesso. Mas é esse tipo de coisa que nos motiva e dá força para nos reestruturarmos e enfrentarmos o processo que está acontecendo.</span></p>
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