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	<title>intervenção &#8211; PDT</title>
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		<title>O Dia Internacional da Mulher e a luta diária de todas nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2017 03:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de março]]></category>
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		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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<p>O Mapa da Violência 2015 revela ainda que, entre 1980 e 2013, 106.093 brasileiras foram vítimas de assassinato. De 2003 a 2013, o número de vítimas do sexo feminino cresceu de 3.937 para 4.762, ou seja, mais de 21% na década. Para 70% da população, a mulher sofre mais violência dentro de casa do que em espaços públicos no Brasil. Além de 7 em cada 10 entrevistados considerar que as brasileiras sofrem mais violência dentro de casa do que em espaços públicos, metade avalia ainda que as mulheres se sentem de fato mais inseguras dentro da própria casa.</p>
<p>Os dados revelam que o problema está presente no cotidiano da maior parte dos brasileiros: entre os entrevistados, de ambos os sexos e todas as classes sociais, 54% conhecem uma mulher que já foi agredida por um parceiro e 56% conhecem um homem que já agrediu uma parceira. E 69% afirmaram acreditar que a violência contra a mulher não ocorre apenas em famílias pobres.</p>
<p>Ao que tudo indica, a sociedade está caminhando para um modelo de intervenção do problema da violência contra a mulher que não se distancia da utilização do Direito penal, mas que exige a interferência de outros setores. A educação, por exemplo, tem papel fundamental na preparação de indivíduos que convivam com a ascensão profissional da mulher cada vez mais crescente, sem se deixar dominar pelo sentimento de posse. A mulher dos tempos atuais, cada vez mais independente, precisa ter a liberdade de ir e vir, fazer suas escolhas e ser feliz.</p>
<p>Aliás, esse é o grande avanço que tivemos nos últimos anos. Diferente de tempos antigos, onde a mulher não podia estudar, só os filhos homens estudavam e muitas vezes tinham de casar com a escolha dos pais; hoje a mulher é dona de sua própria história. Ela faz o que escolhe fazer, e em pleno século XXI, não pode mais perder a vida por isso.</p>
<p>Viva a mulher e sua liberdade de viver, pois, ela é: inspiração da humanidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Flávia Morais é deputada federal pelo PDT de Goiás.</em></strong></p>
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		<title>Glenn Greenwald questiona contatos de Aloysio Nunes Ferreira nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 19:11:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Aloysio Nunes Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
		<category><![CDATA[Republica de Bananas]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, em matéria publicada no jornal “The Intercept” sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, chama a atenção para a viagem aos Estados Unidos do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), um dos líderes do movimento para afastar a presidente Dilma da presidência da República, no dia seguinte à votação do impeachment...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, em matéria publicada no jornal “The Intercept” sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, chama a atenção para a viagem aos Estados Unidos do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), um dos líderes do movimento para afastar a presidente Dilma da presidência da República, no dia seguinte à votação do impeachment na Câmara. Glenn Greenwald foi o jornalista que revelou ao mundo o agente da NSA Edward Snowden e suas denúncias em relação aos crimes cometidos pela inteligência americana.</p>
<p>Segundo o jornalista, Aloysio Nunes viajou para Washington “para participar de três dias de reuniões com várias autoridades norte-americanas, além de lobistas e pessoas influentes próximas a Clinton e outras lideranças políticas”.</p>
<p>Greenwald detalhou:</p>
<p>“Nunes vai se reunir com o presidente e um membro do Comitê de Relações Internacionais do Senado dos Estados Unidos, Bob Corker (republicano, do estado do Tennessee) e Ben Cardin (democrata, do estado de Maryland);  com o Subsecretário de Estado e ex-Embaixador no Brasil, Thomas Shannon, além de comparecer a um almoço promovido pela empresa lobista de Washington, Albright Stonebridge Group, comandada pela ex-Secretária de Estado de Clinton, Madeleine Albright e pelo ex-Secretário de Comércio do ex-presidente Bush e ex-diretor-executivo da empresa Kellogg, Carlos Gutierrez”.</p>
<p>O jornalista revelou também que a Embaixada Brasileira em Washington e o gabinete do Senador Aloysio Nunes, consultados, despistaram afirmando que “não tinham maiores informações a respeito” do almoço e da visita do político brasileiro.</p>
<p>Greenwald destacou na mesma matéria o papel dos Estados Unidos no golpe de 64 e ressaltou o fato de que Aloysio Nunes, como presidente da Comissão de Relações e Defesa Nacional do Senado brasileiro, tem defendido uma maior aproximação do Brasil com os EUA e o Reino Unido.  Cita também o fato de que Nunes “foi fortemente apontado em denúncias de corrupção”.</p>
<p>Destaca também que a sua viagem aos Estados Unidos “foi divulgada como ordem do próprio Temer, que está agindo como se já governasse o Brasil”. Diz ainda que Temer estaria incomodado com as constante denuncias da imprensa internacional de que está acontecendo um golpe de estado no Brasil e teria enviado Aloysio Nunes aos Estados Unidos “para lançar uma contraofensiva de relações públicas”, informação inclusive divulgada pelo jornal “Folha de São Paulo”.</p>
<p>Temer estaria também “abertamente preocupado e furioso com a denúncia do impeachment pela Organização de Estados Americanos, apoiada pelo Estados Unidos, cujo secretário-geral, Luis Almagro, disse que estava “preocupado com <a> credibilidade de alguns daqueles que julgarão e decidirão o processo” contra Dilma.</p>
<p>&nbsp;</p>
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