<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><?xml-stylesheet type="text/xsl" href="https://pdt-rj.org.br/wp-content/plugins/rss-feed-styles/public/template.xsl"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:rssFeedStyles="http://www.lerougeliet.com/ns/rssFeedStyles#"
>

<channel>
	<title>II Salao do Livro Político &#8211; PDT</title>
	<atom:link href="https://pdt-rj.org.br/index.php/tag/ii-salao-do-livro-politico/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://pdt-rj.org.br</link>
	<description>Rio de Janiero - RJ</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Jun 2016 14:31:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/rosa-32x32.jpg</url>
	<title>II Salao do Livro Político &#8211; PDT</title>
	<link>https://pdt-rj.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<rssFeedStyles:button name="Like" url="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=%url%"/><rssFeedStyles:button name="G+" url="https://plus.google.com/share?url=%url%"/>	<item>
		<title>Ciro acha possível Dilma reverter o impeachment no Senado</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/ciro-acha-possivel-dilma-reverter-o-impeachment-no-senado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ciro-acha-possivel-dilma-reverter-o-impeachment-no-senado</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jun 2016 14:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Aloysio Nunes Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[II Salao do Livro Político]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Porchman]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.malungo2.com.br/pdt/desenv/?p=43316</guid>

					<description><![CDATA[O ex-ministro Ciro Gomes, ao participar do debate “O impeachment de 1992 e o golpe de 2016”, que encerrou o II Salão do Livro Político, em São Paulo, anteontem (02/6), disse que acredita que seja possível reverter o impeachment de Dilma no Senado, mas será preciso enfrentar “a ofensiva de suborno e esculhambação”  que deve...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-ministro Ciro Gomes, ao participar do debate “O impeachment de 1992 e o golpe de 2016”, que encerrou o II Salão do Livro Político, em São Paulo, anteontem (02/6), disse que acredita que seja possível reverter o impeachment de Dilma no Senado, mas será preciso enfrentar “a ofensiva de suborno e esculhambação”  que deve estar acontecendo na tentativa de impedir que  senadores revertam o impeachment, no voto.</p>
<p>Tendo ao seu lado, também como debatedora, a presidente da UNE, Carina Vitral;  o economista Marcio Pochmann, ligado ao PT e o jurista Alysson Leandro Mascaro, Ciro analisou comparativamente  os dois processos de impedimento que aconteceram recentemente no Brasil, após a volta das eleições diretas para a presidência da República.</p>
<p>“O Collor conseguiu a proeza de fazer o consenso na sociedade contra ele, um consenso que alcançou a plutocracia brasileira. Tudo começou com uma entrevista do irmão dele, denunciando o esquema de centralização da corrupção. E tudo foi provado. Conseguimos fazer um link que indicou a sua culpabilidade individual. Mapeamos o dinheiro da corrupção e chegamos até a compra do Fiat Elba, estabelecendo o nexo doloso”, explicou Ciro.</p>
<p>Acrescentou que no caso de Dilma, foi completamente diferente porque não houve consenso da sociedade sobre a sua saída, pelo contrário,  ante as contradições do processo de impeachment, construiu-se um consenso no campo progressista contra o impeachment.</p>
<p>Mas há questões ainda a serem discutidas e amadurecidas.</p>
<p> “Se a gente quer merecer de novo o respeito do conjunto da sociedade, precisamos entender porque nós, autorreferidos intérpretes do interesse popular, estamos sendo escorraçados do poder”, disse.</p>
<p>Sobre Michel Temer, foi enfático:</p>
<p>“ Temer é um sem voto, era o último deputado votado no Estado de São Paulo. Um pilantra desde sempre, enrolado com corrupção no porto de Santos, enrolado em todo o tipo de corrupção”, afirmou Ciro ao definir o presidente interino, com a experiência de ter sido</p>
<p>ex-ministro da Fazenda (Itamar Franco), da Integração Nacional (primeiro governo Lula),  ex-governador do Ceará, ex-prefeito de Fortaleza e deputado federal e estadual.</p>
<p>Ciro não poupou Dilma, disse que ela trocou a política pela ‘marquetagem’ e jamais poderia ter mentido para a sociedade na campanha eleitoral de 2014.</p>
<p>“Tem coisas que são trivialmente inteligíveis pelo povo. Em São Paulo, 32 dias após a posse de Dilma, houve um ‘tarifaço’ de 72% na energia elétrica. O mandato começa a ruir quando você o constrói em cima de uma coluna mentirosa”, argumentou.</p>
<p>Ciro também não poupou o “bom amigo e companheiro” Lula, a quem responsabilizou pelas péssimas alianças feitas pelo PT  a partir do segundo mandato presidencial que definiu como “a escalada do golpe”.</p>
<p>“Colocar o Michel Temer e o Eduardo Cunha na linha de sucessão do país em nome de medo de CPI, de tempo de televisão, é um crime de lesa pátria”, argumentou.</p>
<p>Como outros participantes dos debates do II Salão do Livro Político, Ciro enfatizou que a regra no Brasil não é a democracia, mas sim os golpes, o autoritarismo, destacando o fato de que somente três presidentes da República terminaram o mandato desde o pós-guerra: Juscelino Kubitschek, Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva.</p>
<p>“O golpe não foi feito para o Michel Temer. O golpe foi feito para produzir efeitos estratégicos, como gerar excedentes fiscais para honrar o serviço da dívida pública, que está na iminência de uma crise bancária. A razão central é essa.”</p>
<p>O fato de nenhum chefe de Estado ter feito comunicação com o presidente interino e a repercussão negativa da opinião pública internacional também foram ressaltadas como positivas para a manutenção da luta pelo mandato de Dilma dentro da institucionalidade.</p>
<p>“Eu penso que é possível reverter o quadro no Senado. Não é tarefa fácil porque, agora, o suborno e a esculhambação [vão acontecer]. Eu alimento essa esperança e luto por ela. Estou disposto a fazer qualquer sacrifício para ajudar a presidenta Dilma. Se a gente voltar para lá [presidência da República] e resolver a nossa relação com povo, teremos que fazer um mea-culpa e entender que o nosso lado não pode fazer esse tipo de coisa.”</p>
<p>Veja o video:</p>
<p>https://youtu.be/0MYjW7HVLFA</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
