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	<title>homofobia &#8211; PDT</title>
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		<title>O Estado ideal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 02:23:04 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/hand-1549132_1280.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/hand-1549132_1280.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/hand-1549132_1280-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/hand-1549132_1280-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/hand-1549132_1280-768x576.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/hand-1549132_1280-120x90.jpg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/hand-1549132_1280-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Esse momento de pandemia que estamos vivendo está revelando o importante papel do Estado nessas horas em que a população mais precisa. Embora seja um debate sempre atual no meio dos &#8220;palpiteiros&#8221; de economia e estudiosos também, agora ele ficou ainda mais notável. Afinal, qual o tamanho ideal do Estado? Se é que existe um.</p>
<p>Para responder essa pergunta, o Movimento Cultural Darcy Ribeiro (MCDR) e seus membros devem pensar sob a visão do Trabalhismo. Isso porque somos dessa corrente Política que sempre defendeu um Estado soberano, forte e a serviço dos interesses popular e coletivo. Mas isso não significa que seja um Estado opressor E que não permita e nem possibilite a livre iniciativa. Pelo contrário. Somos a favor de uma livre iniciativa que tenha como fim a soberania nacional. Que o interesse maior sempre seja o <strong>povo brasileiro</strong>.</p>
<p>Isso não nos tira também a capacidade de sermos solidários com os povos que, mesmo diferentes, com outras culturas e outras realidades, têm em comum algo que sempre deve nos unir: a humanidade que nos une.</p>
<p>Mais uma vez a crise econômica já anunciada, agora piorada pela pandemia mundial do Covid-19, volta a trazer para o debate o tamanho e importância de um Estado forte e que ajude a superar a crise econômica e social, pois qual o fim da riqueza de uma nação senão estar a serviço do seu povo? Todas as riquezas nacionais de quaisquer patrimônio, devem sempre estar a serviço da sua nação.</p>
<p>Todas as nações mundiais, independente da suas plataformas econômicas de organização, liberais ou progressistas, estão agindo com o Estado grande, forte, interventor econômico e a serviço da soberania nacional que hoje é a saúde, e vida de seu povo. Assim deve ser o Estado! Aprendemos, desde Getúlio Vargas, que o Estado Brasileiro deve ser um grande mecanismo de desenvolvimento da nação possibilitando riquezas, desenvolvimento e garantias sociais. Um país como o Brasil que tem uma elite colonial, tem que ter um estado forte na garantia da promoção da igualdade social.</p>
<p>Temos enraizados o machismo, racismo, homofobia e tantas outras mazelas de convívio social que devem ser desconstruídas. Quem deve assegurar a proteção e garantir essa construção é o Estado.</p>
<p>Nos governos petistas , foi notório alguns avanços no Brasil, mas a lógica rentista que a economia brasileira foi conduzida não trouxe a ruptura necessária para de fato o Brasil se tornar soberano e poder romper com a lógica neocolonial. A proposta do Trabalhismo sempre foi antagônica a isso. Sempre fomos a favor da ruptura dessa plataforma. Defendemos que todos os bens do Brasil sejam direcionados aos brasileiros. Seja na promoção de uma educação libertadora e como ferramenta de desenvolvimento de um povo e uma nação, como defendeu e fez Darcy Ribeiro e Leonel Brizola com os Ciep&#8217;s.</p>
<p>Ou através da pesquisa, da ciência, das indústrias, e da proteção das nossas riquezas naturais, produzindo sempre o bem estar social. A lógica rentista ao mercado financeiro só permanece para manutenção da desigualdade social. Não podemos oprimir quem produz nesse país e ficar refém da especulação e pagamento de juros, de uma agiotagem legalizada. O Brasil não pode ser refém dessa lógica desse tal mercado, onde oprimi o trabalhador e o setor produtivo do país em prol de beneficiar uma elite com seus privilégios. Continuaremos indignados com isso e lutando contra.</p>
<p>Que possamos aprender que só existe justiça social se houver combate a privilégios e garantia dos direitos sociais, por isso um Estado forte se faz necessário. Nenhuma garantia individual pode ser mais importante que o bem coletivo!</p>
<p><em><strong>*Roberto Viana Júnior é p</strong><strong>residente nacional do Movimento Cultural Darcy Ribeiro (MCDR) do PDT</strong></em></p>
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		<title>Dia Mundial de Combate à Homofobia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2016 15:29:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca.&#8221; Darcy Ribeiro Poucos sabem a verdadeira simbologia que esse dia representa. Mas para a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) internacionalmente falando, esse foi o início, em 1990, da extinção da classificação da homossexualidade...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Darcy Ribeiro</strong></p>
<p style="text-align: left;">Poucos sabem a verdadeira simbologia que esse dia representa. Mas para a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) internacionalmente falando, esse foi o início, em 1990, da extinção da classificação da homossexualidade como doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mais precisamente no dia 17 de maio daquele ano.</p>
<p>O avanço no Brasil se daria três anos depois, mesmo em conturbados tempos da nova democracia brasileira, que ainda condenava pessoas LGBTs por vadiagem, aplicando a Lei de Contravenções Penais, mais precisamente em seu artigo 59, para perseguir essa parcela da população durante a ditadura civil-militar ou, como conhecido popularmente, o dia que durou 21 anos.</p>
<p>É oportuno informar que a terminologia se fazia correta naquele tempo, posto que toda a diversidade sexual conhecido nos dias atuais era abarcada pelo termo homo, sem as distinções – lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, gays, entre outros – das diferentes classificações que diferenciam orientação sexual e identidade de gênero.</p>
<p>Em uma recém-instaurada democracia, esse fora o primeiro passo para uma “liberdade” social; um pequeno quinhão pelas lutas travadas desde a década de 80 quando, em meio à ditadura, esses eram caçados e mortos como em uma limpeza social ou, como relatado por Jeferson Buff, quando do relatório da CNV sobre essa perseguição:</p>
<p>“Se para o regime, ser homossexual era algo considerado subversivo e um agravante da periculosidade de uma pessoa frente à Segurança Nacional, além de ameaçar a moral e os bons costumes – pensamento que tinha o apoio de grande parte da sociedade –, para os grupos de esquerda, os movimentos LGBTs consistiam em uma &#8220;luta menor&#8221;, ou um &#8220;vício pequeno burguês.”</p>
<p>Foram parcos os avanços desde então, mesmo com o surgimento de demandas legislativas, a inércia e a omissão têm marcado as lutas e intensificado a resistência da população LGBT em meio ao estado conservador que emerge em nosso país, onde os direitos ainda não são iguais para todos.</p>
<p>O PDT tem estado presente nessa luta, desde a eleição do primeiro homossexual Deputado Federal em 1982, até a criação do PDT Diversidade, para compor essa luta por Direitos Humanos, legado de nossa história, e honrando nossa bandeira trabalhista, sendo precursor no reconhecimento da cidadania LGBT.</p>
<p>Ainda assim, nossa luta tem sido reconhecida nesses 36 anos de movimento, desde aquele dia nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo, em luta pelos presos políticos e desaparecidos, temos resistido, não mais como minorias, como classificado atualmente na gestão Temer, mas como população LGBT que somos, portadores de direitos e dignos de reconhecimento para viver em sociedade.</p>
<p>Não vamos desistir em meio a retrocessos, vamos permanecer na luta por uma democracia soberana e igualitária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>(*) Amanda Anderson é presidente nacional do PDT Diversidade e vice-presidente MT/MS da UNE. </em></strong></p>
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