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	<title>Henrique Matthiesen &#8211; PDT</title>
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		<title>Um tributo ao jornalista Neiva Moreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 22:58:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Frente Parlamentar Nacionalista]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Matthiesen]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="252" height="200" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira.jpg 252w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira-100x79.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira-113x90.jpg 113w" sizes="(max-width: 252px) 100vw, 252px" />Em tempos de manipulação irresponsável, de um jornalismo tortuoso que em conluio com os interesses mais impudicos à república, resgato a figura singular de José Guimarães Neiva Moreira. Neiva compreendia perfeitamente que sua função não era apenas informar, mas se utilizar dos jornais, revistas, TVs e rádios para transformar, para dar voz aos despossuídos de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="252" height="200" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira.jpg 252w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira-100x79.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Neiva-Moreira-113x90.jpg 113w" sizes="(max-width: 252px) 100vw, 252px" /><p>Em tempos de manipulação irresponsável, de um jornalismo tortuoso que em conluio com os interesses mais impudicos à república, resgato a figura singular de José Guimarães Neiva Moreira.</p>
<p>Neiva compreendia perfeitamente que sua função não era apenas informar, mas se utilizar dos jornais, revistas, TVs e rádios para transformar, para dar voz aos despossuídos de informação e direitos, e fazer desses meios de comunicação, notícia que gere ação, e consequentemente mudanças.</p>
<p>Outra premissa essencial do jornalista é de contextualizar os acontecimentos e provocar a sua reflexão, suas implicações, e ser um agente crítico.</p>
<p>Entretanto, atributo essencial e irrenunciável do jornalismo, é ser antes de tudo, um indignado e jamais um resignado. Fazer jornalismo é descortinar os problemas, apontá-los e despir-se da notoriedade barata da manchete corruptível ou manipuladora.</p>
<p>Neiva Moreira reunia esses atributos tão altivos de um jornalista, em sua concepção plena. Nunca olvidou de sua tarefa, muitas vezes solitária, de dar voz aos renegados e marginalizados pela grande imprensa, que seguem o desígnio torpe de ser parte do sistema perverso e da manutenção de nossas desigualdades.</p>
<p>Jornalista, intelectual, político, em suas múltiplas faces, destaca-se o seu arrojo e pioneirismo, como por exemplo, em plena Guerra Fria ousou enxergar além dos horizontes impostos pelos protagonistas da bipolarização mundial.<br />
Criador da revista Cadernos do Terceiro Mundo deu notoriedade ao processo de desenvolvimento da África massacrada, roubada, e vilipendiada pelos europeus. Mergulhou nas grandes causas do Oriente Médio, em suas culturas e seus desafios, revelou a face da brutalidade e selvageria das guerras civis na emancipação de Moçambique e Angola, dentre outros conflitos.</p>
<p>Fez-se escutar personalidades como Nelson Mandela, Yasser Arafat, José Ramos Horta, Xanana Gusmão, quando estes ainda eram rotulados pejorativamente pelos barões do embuste midiático.<br />
Congregava dentro de sua atuação dois princípios &#8211; ética e paixão-, num jornalismo que serviu como referência no debate intelectual e na reflexão das raízes das desigualdades, e na luta pela soberania e na autodeterminação dos povos.</p>
<p>Neiva era nacionalista por essência. Liderou a Frente Parlamentar Nacionalista &#8211; antes do golpe de Estado que derrubou o presidente João Goulart &#8211; e por conseqüência foi levado ao exílio, transformando-o em um cidadão do mundo.</p>
<p>Combativo em seu jornalismo enfrentou as ditaduras em nosso continente. Como um contestador nato lutou o bom combate, se solidarizou e se irmanou às mazelas dos povos do terceiro mundo.</p>
<p>Cepa ilustre do jornalismo e do trabalhismo deixa um legado de honradez e de reflexão às gerações vindouras e disso tudo podemos concluir que é possível sim, um mundo mais igualitário, mais humano e com um jornalismo mais decente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Henrique Matthiesen é Bacharel em Direito e professor de formação política na Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini(FLB-AP).</em></strong></p>
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