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	<title>Guilherme Estrella &#8211; PDT</title>
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	<title>Guilherme Estrella &#8211; PDT</title>
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		<title>Guilherme Estrella detalha relevância da Petrobras na soberania nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2020 21:21:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Estrella]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[soberania nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Guilherme-Estrella-detalha-relevância-da-Petrobras-na-soberania-nacional.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Guilherme-Estrella-detalha-relevância-da-Petrobras-na-soberania-nacional.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Guilherme-Estrella-detalha-relevância-da-Petrobras-na-soberania-nacional-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Guilherme-Estrella-detalha-relevância-da-Petrobras-na-soberania-nacional-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Guilherme-Estrella-detalha-relevância-da-Petrobras-na-soberania-nacional-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Guilherme-Estrella-detalha-relevância-da-Petrobras-na-soberania-nacional-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Guilherme-Estrella-detalha-relevância-da-Petrobras-na-soberania-nacional-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />“Só uma empresa estatal, com compromisso com o Brasil, investiria para alcançar a autossuficiência em petróleo”, afirmou o geólogo e ex-diretor da Petrobras, Guilherme Estrella, ao relatar os incentivos para a descoberta de óleo e gás natural nas camadas do pré-sal. A trajetória de sucesso foi relatada na nova edição do ‘Trabalhismo na História’, produzido...]]></description>
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<p class="yiv9228828890p1"><span class="yiv9228828890s1">Reconhecido como o &#8220;pai do pré-sal&#8221;, o servidor público consolidou uma carreira de mais de 40 anos de defesa dos interesses do Estado a partir da valorização do potencial energético. No cenário do capitalismo produtivo, com a exploração do petróleo e da mineração, ele considera que a </span>aplicação da geociência foi determinante para o progresso nacionalista do país, nas últimas décadas.</p>
<p class="yiv9228828890p1"><span class="yiv9228828890s1">“Com o Brasil dependente de petróleo importado, descobrimos o pré-sal, mas o mundo não tinha tecnologia para exploração em águas profundas e ultraprofundas. Os estudos mostravam o potencial para que nós virássemos autossuficientes e, então, buscamos soluções internamente”, relatou, ao explicar o processo de criação e desenvolvimento contínuo de metodologias e processos, com apoio acadêmico, para extração em níveis superiores a 300 metros, tendo como base a lâmina d’água. </span></p>
<p class="yiv9228828890p1"><span class="yiv9228828890s1">“A integração das universidades com a frente operacional é fundamental. São oportunidades de inovação que são identificadas e, com o centro de estudos ao seu lado, você consegue introduzir soluções em pouquíssimo tempo”, completou, citando que a descoberta do pré-sal foi umas das maiores do setor, em nível mundial, nos últimos 50 anos.   </span></p>
<p class="yiv9228828890p1"><strong><span class="yiv9228828890s1">Realidade  </span></strong></p>
<p class="yiv9228828890p1"><span class="yiv9228828890s1">Durante a entrevista para o coordenador do CMT, Henrique Matthiesen, Estrella valorizou o legado nacionalista do ex-presidente da Republica e fundador da Petrobras, Getúlio Vargas, e colocou Leonel Brizola como um dos seus principais indutores. </span></p>
<p class="yiv9228828890p1"><span class="yiv9228828890s1">“É uma referência maior, que o povo brasileiro tem, de luta pela soberania nacional, direitos trabalhistas e educação, com os CIEPs no Rio de Janeiro”, apontou, ao mencionar o indicativo do líder pedetista sobre a necessária posição da nação na disputa internacional: “Brizola sempre dizia que a globalização só era possível com um país soberano. Não se podia entrar nesse processo de uma maneira submissa e dependente da opinião de outros que não tem o mesmo interesse do Brasil.”</span></p>
<p class="yiv9228828890p1"><span class="yiv9228828890s1">Sobre a situação atual da estatal brasileira, Estrella associa a venda de ativos, pelo governo Bolsonaro, com um ataque direto às garantias soberanas a partir de medidas de ‘Estado mínimo’. </span></p>
<p class="yiv9228828890p1"><span class="yiv9228828890s1">“O que eles fizeram com a Petrobras não atinge a soberania nacional? Venda de gasodutos e refinarias. Estão mexendo na produção, agregação de valor e distribuição de energia para todo o Brasil. Além da venda da BR Distribuidora, que foi colocada em mãos estrangeiras”, criticou. </span></p>
<p class="yiv9228828890p1"><span class="yiv9228828890s1">Confira a entrevista, na íntegra: </span></p>
<p><iframe title="Entrevista #5 - Trabalhismo Na História com Guilherme Estrella." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/FSYlxbhM3b8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Guilherme Estrella: &#8216;Pré-sal é grande oportunidade, não uma ameaça&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 20:10:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[entreguismo]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Estrella]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>
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					<description><![CDATA[ O jornalista Luis Nassif publicou entrevista do conselheiro do Clube de Engenharia, Guilherme Estrella, ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobras (2003/2012) reconhecido internacionalmente por chefiar a equipe que descobriu as reservas do Pré-Sal. Ao longo da entrevista o geólogo Guilherme Estrella destaca a importância do Pré-Sal como ferramenta de desenvolvimento nacional. Trata ainda de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p> O jornalista Luis Nassif publicou entrevista do conselheiro do Clube de Engenharia, Guilherme Estrella, ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobras (2003/2012) reconhecido internacionalmente por chefiar a equipe que descobriu as reservas do Pré-Sal. Ao longo da entrevista o geólogo Guilherme Estrella destaca a importância do Pré-Sal como ferramenta de desenvolvimento nacional.</p>
<p>Trata ainda de relevantes temas relacionados à Petrobras, como inovação e desenvolvimento tecnológico, corrupção, conteúdo nacional, soberania e as ameaças à empresa neste momento de profunda instabilidade política. O texto é parte do projeto Brasil em Debate, do Sindipetro, publicado originalmente no portal Diálogo Petroleiro. Leia abaixo a matéria na íntegra:</p>
<p>Diretor de exploração e produção da Petrobras entre 2003 e 2012, período em que foram divulgadas as informações sobre as imensas reservas brasileiras de petróleo e gás nessa camada mais profunda, Guilherme Estrella lembra que, com o pré-sal, o país deixa de ser energeticamente dependente para poder se projetar como o ‘Brasil que queremos’</p>
<p><strong>Conteúdo especial do projeto do Brasil Debate </strong></p>
<p>“O Brasil tem um potencial enorme para se desenvolver e atender às necessidades de seu povo. A Petrobras pode contribuir e muito para isso, mas precisa continuar como uma ferramenta de Estado e de governo, afinal, num país em desenvolvimento é o Estado que conduz, com soberania, o desenvolvimento nacional.” Guilherme Estrella</p>
<p>Com mais de 40 anos como funcionário da Petrobras, o geólogo Guilherme Estrella é um dos diretores que passaram pela empresa que melhor conhece a história da companhia, sua capacidade e o papel central que a petrolífera brasileira no desenvolvimento nacional. De 2003 a 2012, foi diretor de Exploração e Produção da estatal. Foi neste período que a Petrobras e o governo federal divulgaram as informações sobre as imensas reservas brasileiras de petróleo e gás em águas profundas. Em entrevista exclusiva, Est rella destaca o papel da Petrobras para a independência e soberania do Brasil e deixa claro o porquê de ser conhecido como “pai do pré-sal”. Veja a entrevista abaixo:</p>
<p><strong>A Petrobras como instrumento de desenvolvimento do Brasil…</strong></p>
<p>Nesse ano e meio de nova gestão o governo tem se mostrado muito ausente, mesmo sendo o acionista majoritário da Petrobras. Isso passa uma imagem de descontrole. A empresa, na sua história, sempre refletiu o pensamento, a política e a ideologia do acionista controlador. E tem que ser assim mesmo. A Petrobras sempre foi uma ferramenta do governo brasileiro, dada a sua importância social, econômica, política, tecnológica e cultural para o país. É inaceitável a ausência de controle do governo, principalmente, porque sugere para o corpo de empregados falta de controle. A Petrobras tem que ser uma empresa de governo com políticas de governo.</p>
<p><strong>Um olhar sobre a dívida da Petrobras…</strong></p>
<p>Temos uma dívida elevada, mas porque tivemos que investir muito nos &amp;uacu te;ltimos 12 anos. O Brasil de 2002 era um país energeticamente dependente. Não tínhamos soberania. Hoje, com a descoberta do pré-sal, nós temos a possibilidade de projetar o Brasil que queremos. Antes não era possível. Para isso foram necessários grandes investimentos. O pré-sal foi descoberto e iniciou-se a operações em tempo recorde. O setor petrolífero internacional fica surpreso quando vê essa capacidade e competência para explorar em águas profundas, com tecnologia nossa. A experiência profissional da Petrobras é ímpar. Estamos produzindo no pré-sal e não tem um acidente. Há um ou outro problema, mas grandes acidentes não há. Exploração e Produção nos faz lidar com riscos, imprevisibilidade. Furam-se 10 poços para achar um com óleo. Os banqueiros jamais financiariam isso. Também criamos uma infraestrutura de gás ligando o sul e sudeste ao nordeste. Então, o governo tem que retomar a gestão da companhia e participar diretamente, como acionista majoritário, da solução da dívida da empresa, afinal o Brasil recebeu de sua companhia de petróleo a soberania no século 21. Somos uma das colunas mestras da economia nacional.</p>
<p><strong>Defender a Petrobras é dar oportunidade ao futuro que queremos…</strong></p>
<p>A Petrobras tem um poder indutor do desenvolvimento nacional que é incrível. Por exemplo, o agronegócio brasileiro é outra coluna mestra da nossa economia, seja no consumo interno ou para exportação. Mas extremamente dependente de fertilizantes importados. O pré-sal vem com muito gás, não só pra gerar energia elétrica, energia para indústria e consumo doméstico, mas vem também com uma riqueza de nutrientes nitrogenados que resolve o problema de fertilizantes brasileiros. Mas esse potencial precisa ser aproveitado, para termos independência nesse segmento também. Tudo isso foi o governo que fez através da Petrobras, uma empresa feita por brasileiros, que descobriu petróleo no Brasil, não em lugares distantes como Indonésia, Austrália ou no golfo arábico, como acontece com as grandes empresas petrolíferas. O nosso petróleo está em Copacabana (Rio de Janeiro), está de frente com São Paulo (Santos). É uma dádiva da natureza, uma riqueza natural estratégica. Isso tudo é de um valor inimaginável na geração de empregos e no desenvolvimento de tecnologia.</p>
<p><strong>A corrupção aos olhos do cidadão comum…</strong></p>
<p>A corrupção está send o investigada e tratada pela justiça. Mas o funcionário da companhia deve sempre se sentir orgulhoso de fazer parte dessa história vitoriosa, de uma empresa que, com 63 anos, dá ao Brasil a sustentação energética, a segurança alimentar por todo o século 21. Os Estados Unidos importa hoje cerca de 5 milhões de barris por dia. Por isso tem que manter a OTAN, que na prática serve para garantir o suprimento energético da Europa e dos EUA. Iraque, Líbia e Síria estão aí para provar isso, ou estão destruídos ou sem governo, instáveis, por ações da OTAN. A equipe técnica da Petrobras é de longe a melhor do mundo.</p>
<p><strong>Inovação e desenvolvimento tecnológico…</strong></p>
<p>Para se desenvolver tecnologia e investir em inovação e preciso um motivo. Ninguém faz isso sem objetivo, e tudo por conta do acaso. O motivo é a necessidade e quando você supera essa necessidade você transforma isso num processo de causa e efeito extremamente virtuoso. Quando se supera uma etapa já se abre o olhar para novos desafios e isso dá uma robustez. A Petrobras hoje desenvolve tecnologia todos os dias nas suas frentes operacionais. Isso já foi incorporado no processo produtivo do sistema. Antigamente nós tínhamos o “do poço ao posto”, depois o “do poço ao poste” e agora estamos no “do poço ao campo”, com os fertilizantes, e depois “do poço ao plástico”, com a petroquímica. Todo esse sistema é integrado a partir de um importante olhar do que seria uma empresa estratégica e complexa dentro de um país em desenvolvimento. Para tudo isso, a presença do Estado é fundamental. Os diferentes elos desse sistema est&amp;atild e;o submetidos a variações de mercado diferentes. Por isso, é importante manter essa integração porque você mantem uma “vacina” anticíclica, que compensa perdas e ganhos. Por exemplo, quando você tem o preço dos combustíveis remunerando bem, às vezes o preço de prospecção não está bom. Então a integração é condição para o equilíbrio e para manter o sistema estável. Quando você fragiliza um dos elos interfere em todos os demais.</p>
<p><strong>A política de conteúdo nacional e um Estado soberano…</strong></p>
<p>A estratégia do conteúdo nacional não pode ser acéfalo. Temos hoje dois modelos de desenvolvimento disputando o Estado brasileiro: um com enfoque na soberania e independência; e um outro extremamente dependente, privatista. A principal di ferença entre eles é o “cérebro”. Falamos aqui da competência tecnológica, de conhecimento, de engenharia. Quando se coloca isso no exterior, mata-se a inteligência brasileira. O verdadeiro desenvolvimento de um país acontece quando o país possui instrumentos para resolver seus próprios problemas. Essa é a verdadeira soberania. A experiência nacional é fundamental e a indústria petrolífera tem um espectro de tecnologia e cadeia produtiva extremamente largos. Passa pela informática, mecânica, eletrônica. E manter esses sistemas de avanços científicos e tecnológicos em 20 anos nós seremos outro país.</p>
<p><strong>A Petrobras e o golpe…</strong></p>
<p>Estão querendo transformar o pré-sal de uma grande oportunidade em uma grande ameaça. Não é querer se isolar do mundo, mas estamos diante de uma perspectiva de desenvolvimento importante para o Brasil, os brasileiros, a engenharia nacional, a indústria de defesa, para a ciência e tecnologia, agricultura e a economia como um todo. Ter empresas estrangeiras participando da exploração do pré-sal é uma coisa, mas nos mantermos como controladores únicos é importante. Ter um estrangeiro operador é irreversível. É uma oportunidade que se deixa passar para o conhecimento e o desenvolvimento nacional. Afinal, essas empresas tem seus centros de pesquisas no exterior.</p>
<p><strong>O plano de demissões apresentado pela gestão atual…</strong></p>
<p>Voltando ao que falei sobre nosso modelo de sistema integrado, ele depende de um corpo técnico, administrativo e legal em longo prazo. É fundamental não apenas para fazer acompanhamento dos avanços tecnológico e operacional, mas para ir qualificando profissionais para as novas gerações. Para isso é fundamental um misto de experiência e conhecimento que nos dá confiança para tocar a imprevisibilidade cotidiana nas operações de prospecção, logística, refino entre outras da cadeia de petróleo. Por isso, dispensar gente experiente, que sabe lidar com as dificuldades de cada dia, é um contrassenso. Além disso, façam as contas, não apenas preocupados com enxugar gastos em período de crise. Mas é imensamente mais valioso o que está na cabeça das pessoas, que adquiriram experiência de como funciona o coração dos negócios. É uma riqueza insubstituível. Estão liberando o bem mais precioso. Demissões não podem sem uma ferramenta de gestão numa empresa petrolífera como a Petrobras. A empresa de hoje &amp;eacute ; resultado da transmissão entre gerações de competências, responsabilidades e de compromisso com o Brasil.</p>
<p><strong>Combater a corrupção sem paralisar a atividade econômica…</strong></p>
<p>É fundamental aplicar as leis contra os crimes. As empresas precisam ser investigas e penalizadas, mas não podem ser tiradas do grupo de fornecedores de bens e serviços da Petrobras. Porque na empresa esta a inteligência da engenharia brasileira e você não pode penalizar um corpo de profissionais porque os altos dirigentes foram envolvidos em corrupção. É preciso preservar essas companhias de capital privado nacional. E isso não é invenção nossa. Em 2008, quando dezenas de empresas americanas estavam sendo destruídas, em diversos setores, o que fez o governo dos EUA? Salvou aquelas empresas. Por quê? Elas são estrat&amp;ea cute;gicas para o país. Assim como a Petrobras as empresas de engenharia são estratégicas para o Brasil. Alí está uma parte importante da inteligência nacional e do que diz respeito ao desenvolvimento autônomo e soberano do Brasil.</p>
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		<title>Paulo Henrique Amorim: Estrella, o geólogo que descobriu o futuro do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Mar 2016 08:28:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[entreguistas]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Estrella]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; &#8220;Vocês acham que vamos compartilhar essa riqueza incomensurável com estrangeiros?&#8221; &#160; O ansioso blogueiro foi lançar “O Quarto Poder” em emocionante solenidade em Nova Friburgo, RJ, organizada pelo jovem Rodrigo Garcia. O “emocionante” ficou por conta do depoimento informal que o ansioso blogueiro colheu do grande brasileiro Guilherme Estrella, o geólogo que, na Petrobras,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Vocês acham que vamos compartilhar essa riqueza incomensurável com estrangeiros?&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ansioso blogueiro foi lançar “O Quarto Poder” em emocionante solenidade em Nova Friburgo, RJ, organizada pelo jovem Rodrigo Garcia.</p>
<p>O “emocionante” ficou por conta do depoimento informal que o ansioso blogueiro colheu do grande brasileiro Guilherme Estrella, o geólogo que, na Petrobras, chefiou a equipe que descobriu o pré-sal!</p>
<p>Garcia se prepara para escrever um livro indispensável com depoimentos e documentos que registrem a patriótica carreira de Estrella</p>
<p>Aposentado, ele mora em Friburgo.</p>
<p>No evento propriamente dito, em breve pronunciamento, Estrella denunciou aqueles que praticam o que chamou de “terrorismo de Estado” &#8211; os transgressores que usam os direitos constitucionais e, dentro do aparelho de Estado, engendram a crise e o Golpe!</p>
<p>E sugeriu que os jovens da plateia usassem a internet, maciçamente, para enfrentar esses “selvagens”.</p>
<p>Porque a “grande mídia”, aqui chamada de PiG, o PiG defende os totalitários!, disse ele!</p>
<p>Nos camarins, antes do evento, o ansioso blogueiro recolheu esse vídeo &#8211; “Estrella, por que o pré-sal é nosso?”.</p>
<p>Depois, num jantar, cercado de jovens – e outros nem tanto, como o ansioso blogueiro – Estrella abriu o baú da memória prodigiosa.</p>
<p>E contou o episódio de Majnoon, um dos maiores poços de petróleo do mundo, que os geólogos da Petrobras descobriram no Iraque.</p>
<p>A narrativa ilustra o caráter mau-caráter, traidor, do Cerra, que luta furiosamente para cumprir o que prometeu à Chevron: entregar o pré-sal, como demonstra o WikiLeaks.</p>
<p>Contou o Estrella.</p>
<p>Em 1963, militares da corrente baathista assumiram o poder no Iraque, que era uma construção artificial dos ingleses, quando desmoronou o Império Otomano – assistir aLawrence de Arábia.</p>
<p>A certa altura, os jovens militares nacionalizaram o petróleo e criaram a INOC, Irak National Oil Company.</p>
<p>As petrolíferas a quem, hoje, o Cerra quer entregar o pré-sal recorreram, então, à Corte Internacional de Haia e, inacreditavelmente, venceram.</p>
<p>E se montou um embargo, de âmbito mundial, ao petróleo iraquiano.</p>
<p>O Iraque não podia mais vender petróleo, como aconteceu, recentemente, com o Irã, até fazer o acordo com os Estados Unidos.</p>
<p>Como se sabe, naquela altura, o Brasil importava 2/3 do petróleo que consumia e o Iraque era um de seus maiores fornecedores.</p>
<p>O Governo Geisel não teve duvida.</p>
<p>Desrespeitou o embargo e continuou a comprar petróleo do Iraque.</p>
<p>O tempo passou e o Governo do Iraque, agradecido, comprou Volkswagens brasileiros, pediu à empreiteira Mendes Junior – hoje destruída pelo Moro – para construir uma ferrovia lá, e chamou geólogos da Petrobras para tentar achar petróleo numa área promissora, mas inexplorada.</p>
<p>E a Braspetro,  – hoje quase destruída pelo Moro &#8211; , sob a liderança de Bolivar Montenegro Guerra, descobriu um “super-gigante” poço.</p>
<p>O jovem Estrella estava lá, na equipe da Braspetro.</p>
<p>Segundo o contrato original, a Braspetro teria uma fatia gorda no que achasse, porque ela, sozinha, assumiu os riscos materiais e empregou a sua tecnologia para fazer a incrível descoberta!</p>
<p>Uma certa manhã, a equipe da Petrobras – que o Moro não descansa enquanto não destruir – foi convocada, em Bagdá, à direção da INOC.</p>
<p>Os dirigentes iraquianos disseram, em bom português:</p>
<p>&#8211; Parabéns, vocês são formidáveis, mas esse petróleo é nosso! Não faz nenhum sentido o Iraque compartilhar essa riqueza incomensurável com estrangeiros. O nosso futuro está aqui, em Majnoon. Então, nós agradecemos muito, vamos ressarcir sua empresa de todos os gastos feitos aqui, mas, passem bem!</p>
<p>E a Braspetro voltou para o Brasil de mãos abanando.</p>
<p>Abanando, não!</p>
<p>Com mais conhecimento, com um acervo tecnológico mais amplo, o que faz dela uma das melhores companhias petrolíferas do mundo.</p>
<p>Que o Cerra quer vender a preço de Vale – ou seja, a preço de banana!</p>
<p>(O Estrella é uma pessoa sensata e jamais pensaria nisso. Mas, o ansioso blogueiro imaginou que, se o Cerra fosse senador iraquiano e sugerisse entregar Majnoon à Shell, poderia ser vítima de um método de persuasão muito empregado pelos militares baathistas: o fuzilamento!)</p>
<p>O Conversa Afiada oferece essa narrativa e o vídeo do Estrella a todos aqueles que não puderam ir a Nova Friburgo.</p>
<p>Mas, que, nas ruas, na Câmara e no Senado, impedirão o Cerra de entregar Majnoon à Shell!</p>
<p>Em tempo: o Conversa Afiada publica nota da Petrobras:</p>
<p><em>Novo poço em Libra confirma presença de óleo de boa qualidade</em></p>
<p><em>A Petrobras informa que o Consórcio de Libra concluiu a perfuração e a avaliação do poço 3-BRSA-1322-RJS (3-RJS-741), localizado na área noroeste do bloco, no pré-sal da Bacia de Santos, confirmando a descoberta de óleo de elevada qualidade (28º API) em reservatórios de excelente produtividade.</em></p>
<p><em>O poço encontrou a maior coluna de óleo descoberta pelo Consórcio em Libra até o momento, medindo 301 metros de espessura. Os dados coletados confirmaram que as características dos reservatórios e a qualidade do óleo são semelhantes àquelas encontradas nos demais poços da área noroeste, indicando haver possível conexão entre eles.</em></p>
<p><em>O poço, conhecido informalmente como NW5, está 8 km a nordeste do poço descobridor, 2-ANP-2A-RJS, e a 200 km da costa do estado do Rio de Janeiro e faz parte do compromisso firmado no Plano de Avaliação da Descoberta (PAD), aprovado pela ANP em 26/02/2016.</em></p>
<p><em>Até o momento, foram concluídas as perfurações de seis poços em Libra (cinco pelo Consórcio) e o sétimo (3-RJS-742), também na área noroeste, se encontra em perfuração.</em></p>
<p><em>O Consórcio de Libra é formado pela Petrobras (operadora com 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%), tendo como gestora do Contrato de Partilha da Produção a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA).</em><br />
<em>Clique <a href="https://workflow.comunique-se.com.br/Download.aspx?arquivo=ZM7PG489JlA2HNZ87/BrXA==" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">aqui</a> para ver o mapa.</em></p>
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Paulo Henrique Amorim</strong></p>
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<p><iframe loading="lazy" title="Estrella, o geólogo que descobriu o futuro do Brasil!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/SR0w3ZntCTY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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